Estiagem

04 abr12:27

120 Municípios em situação de emergência

Subiu para 120 o número de municípios atingidos pela estiagem em Santa Catarina. O último decreto encaminhado para a Defesa Civil do Estado foi de Agrolândia.

Segundo a Defesa Civil chega a 662.312 o número de pessoas afetadas.


120 municípios em situação de emergência


Abelardo Luz

Agrolândia

Água Doce

Águas de Chapecó

Águas Frias

Alto Bela Vista

Anchieta

Arabutã

Arroio Trinta

Arvoredo

Balneário Gaivota

Bandeirante

Barra Bonita

Belmonte

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Caibi

Campo Erê

Campos Novos

Catanduvas

Caxambu do Sul

Celso Ramos

Chapecó

Concórdia

Cordilheira Alta

Coronel Freitas

Coronel Martins

Criciúma

Cunhataí

Cunha Porã

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Erval Velho

Faxinal dos Guedes

Formosa do Sul

Flor do Sertão

Galvão

Guaraciaba

Guarujá do Sul

Guatambu

Herval d´Oeste

Ibicaré

Içara

Iomerê

Ipira

Iporã do Oeste

Ipuaçu

Ipumirim

Iraceminha

Irati

Irani

Itá

Itapiranga

Jaborá

Jardinópolis

Joaçaba

Jupiá

Lacerdópolis

Lajeado Grande

Lindóia do Sul

Luzerna

Macieira

Maracajá

Maravilha

Marema

Meleiro

Modelo

Mondaí

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro

Ouro Verde

Paial

Palma Sola

Palmitos

Paraíso

Passos Maia

Peritiba

Pinhalzinho

Pinheiro Preto

Piratuba

Planalto Alegre

Ponte Serrada

Presidente Castello Branco

Princesa

Quilombo

Riqueza

Rio das Antas

Romelândia

Saltinho

Salto Veloso

Santa Helena

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São João do Oeste

São João do Sul

São José do Cedro

São José do Cerrito

São Lourenço do Oeste

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Sul Brasil

Tangará

Tigrinhos

Treze Tílias

Tunápolis

União do Oeste

Vargeão

Videira

Xanxerê

Xavantina

Xaxim


Lista atualizada em 2 de abril de 2012, pela Defesa Civil.




Comente aqui
04 abr12:25

Falta de água em Abelardo Luz

Abelardo Luz deve decretar situação de emergência por mais 90 dias em razão da estiagem prolongada que castiga toda a região. A falta de chuva aumenta a cada dia as perdas na agricultura e já provoca escassez de água, agora não apenas para os animais, mas também para o consumo humano em várias comunidades do interior do município. Até o final da tarde desta terça-feira, 120 municípios haviam encaminhado decreto de Situação de Emergência para a Defesa Civil do Estado.

Até agora são atendidas diretamente mais de 200 famílias, sendo que pelo menos 30 delas já estão sem água potável e já dependem exclusivamente do abastecimento pela prefeitura que é realizado a cada dois ou três dias. Nas propriedades das famílias mais prejudicadas estão sendo instaladas caixas de cinco mil litros fornecidas pela Defesa Civil Estadual e Federal para armazenamento de água tanto para consumo humano ou animal.

Além da distribuição de água, a prefeitura também possui várias máquinas trabalhando diariamente na abertura de bebedouros e auxiliando na produção de silagem para alimentar especialmente o gado leiteiro, atividade responsável pelo sustento da maioria dos pequenos agricultores. – A situação está cada vez mais preocupante. O número de pedidos emergenciais aumenta todo dia, mas estamos trabalhando para atender todos os agricultores – disse o diretor de Agricultura, Edivar Turossi.

A distribuição de caixas de água atende principalmente famílias que vivem nas comunidades mais prejudicadas que são: Canhadão, Alegre do Marco, Alto da Serra, José Maria e Capão Grande.

- Estamos pegando água em um poço artesiano da cidade e levando todos os dias até as famílias – destaca Turossi.

Prejuízos

Abelardo Luz possui em torno de 2,5 mil famílias na agricultura familiar, sendo a maioria pequenos produtores que sobrevivem exclusivamente das práticas agrícolas hoje afetadas pela estiagem. Além da produção de leite, a seca danificou áreas de pastagem e plantações de milho, soja, feijão e fumo, que já acumulam grande quebra em produtividade. Os prejuízos já passam de R$ 30 milhões.


Comente aqui
27 mar09:00

Estiagem causa quebra de 30 a 40% na piscicultura

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Até o tradicional peixe da Semana Santa está ameaçado pela estiagem que atinge o Oeste de Santa Catarina. De acordo com o extensionista e pesquisador da Epagri de Chapecó que é responsável pela área de piscicultura, Jorge de Matos Casaca, as perdas oscilam entre 30 e 40% em toda a região. As perdas são maiores nas espécies de carpas.

O Oeste é responsável por 25% da produção estadual de 28,3 mil toneladas. As perdas devem somar entre 2,1 mil e 2,8 mil toneladas. De acordo com Casaca, a falta de chuva diminuiu o nível dos açudes e, pela diminuição do espaço, os peixes não se desenvolveram.

Além da perda de volume cerca de 30% dos 10 mil piscicultores do Oeste nem vão retirar os peixes, para não ficar com o reservatório de água vazio. Com isso vai diminuir a oferta de peixe na Semana Santa.

O engenheiro agrônomo responsável pelos dez pontos de feira dos produtores rurais em Chapecó, Samuel Vasques, disse que a oferta está sendo bem menor. Até agora apenas o ponto da esquina das ruas Uruguai com Nereu Ramos está com disponibilidade, nas quartas-feiras, sextas-feiras e sábados pela manhã. A maioria dos produtores, que iniciava as vendas até um mês antes da Páscoa, agora está guardando a produção somente para Semana Santa. Há casos de produtores que até perderam a produção pois os peixes morreram. O piscicultor Euclides Menegatti ainda está conseguindo atender a feira. Ele estima em 30% a quebra na produção. Ele pretendia vender 15 toneladas e vai conseguir apenas 12 toneladas. – Faltou renovação da água e, com pouco oxigênio, os peixes não se alimentaram direito- explicou Menegatti. O prejuízo é estimado em R$ 18 a 20 mil.

Mesmo assim ele não pretende alterar os preços, que variam de R$ 8,50 para as carpas prateada e húngara e R$ 17 para o filé de tilápia.

O extensionista da Epagri, Jorge Casaca, sugere a adoção de políticas públicas para incentivas a construção de reservatórios, que podem ser utilizados para a piscicultura e ao mesmo tempo guardar água para os períodos de estiagem.

Até o final da tarde desta segunda-feira 112 municípios haviam decretado situação de emergência, devido a estiagem.


Comente aqui
23 mar18:01

Açudes secando e animais morrendo no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Enquanto na cidade as aulas estão suspensas por falta de água no interior de Dionísio Cerqueira os açudes estão secando e até animais estão morrendo.

De acordo com o secretário de agricultura e presidente da Defesa Civil do município, Guido Dreyer, metade dos açudes estão secos e cerca de 50 animais já morreram por tomarem água imprópria para o consumo. Cerca de 20% das 1,3 mil propriedades enfrentam problemas com falta de água. –Eles estão buscando em rios, vizinhos..-explicou.

O agricultor Raul Luís Meier tem três açudes mas teve que buscar água no vizinho. No maior, com cerca de cinco mil metros quadrados, ficaram só os riachos. Meier afirmou que a água foi secando e, quando tinha apenas cerca de 10% da água, ele acabou esvaziando o resto do reservatório para retirar os peixes que estavam morrendo. Nos outros dois açudes, há cerca de 30% de água mas ela está esverdeada e imprópria para abastecer os cerca de 70 bovinos. A produção de leite caiu pela metade, de nove mil litros por mês para sete mil litros.

-Nunca vi uma estiagem tão forte- comparou. Ele aguarda chuva em breve para amenizar a situação e não ficar sem água para os animais.

Na zona urbana cerca de quatro mil alunos das redes municipal e estadual estão sem aula desde terça-feira, por falta de água nas escolas. A Casan, que tratava 4,8 milhões de litros por dia, estava com apenas 1,8 milhão de litros.

Na quinta-feira chegou um caminhão dos Bombeiros e ontem mais três caminhões, um do Paraná e dois da Casan começaram a auxiliar no abastecimento.

O chefe do escritório local da Casan, Marcelo Roth, disse que a intenção é colocar dois caminhões para abastecer as escolas e assim retomar as aulas até terça-feira. Ele entrou em contato com a superintendência da estatal em Chapecó para solicitar reservatórios que serão instalados nas escolas. A gerência de educação da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira também acenou com a possibilidade de adquirir e instalar caixas d’água com capacidade de 10 mil litros nas escolas. Com isso, mesmo que a água só chegue a cada dois dias é possível ter uma reserva.

Roth disse que a chegada dos caminhões vão amenizar a situação, mas que a população deve continuar economizando. Festas e alvarás de construção estão suspensos.

Entre quinta e sexta-feira foram registradas chuvas esparsas na região. Em Chapecó choveu 22 milímetros segundo o observador meteorológico da Epagri, Francisco Schervinski. Ele afirmou que esse volume ajuda a vegetação mas não resolve para a água. O acumulado do mês é de 63 milímetros para uma média histórica de 126 milímetros.


Comente aqui
23 mar10:42

Escolas paralisadas por falta de água

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Até aulas estão sendo suspensas em virtude da estiagem, que já atinge 112 municípios em Santa Catarina. Em Dionísio Cerqueira cerca de quatro mil alunos estão sem aula nas redes municipal e estadual.

- É impossível trabalhar com todas essas crianças sem água – disse a diretora da Escola Municipal Castro Alves, Genessi Semioni, que conta com 400 alunos da primeira a quinta séries do Ensino Fundamental. Ela informou que há 15 dias a escola recebia água um dia pela manhã e outro dia à tarde. Só que, a partir da semana passada, a escola começou a ficar um dia com água e outro sem. Com isso não era possível dar descarga no banheiro, preparar a merenda e os estudantes tinham que trazer de casa o que iriam beber. – Até a higiene dos alunos ficou comprometida – explicou.

Luciano Zacarias, que estuda na sétima série da escola estadual Irineu Bornhausen, confirmou que a escola ficou sem água e não havia como fazer a merenda. Vilmar Ribeiro, que estuda na oitava série da escola estadual Theodureto de Farias Souto, disse que está desde sexta-feira sem aula. – Na segunda-feira à tarde fui na escola e me mandara pra casa- lembrou. A água havia terminado às 10 horas da manhã.

Na segunda-feira houve uma reunião com representantes do Estado, da Casan, da Defesa Civil e Bombeiros, quando foi decidido pela paralisação das cinco escolas estaduais e 13 municipais. A gerente de Educação da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira, Nilza Sufredini, disse que a suspensão vai até segunda-feira, quando será feita uma nova avaliação da situação. Durante a reunião foi solicitado para a Casan e Bombeiros caminhões para auxiliar no abastecimento e, assim, retomar as aulas.

A gerência de Educação também está adquirindo uma caixa de água com 10 mil litros para cada escola. Com isso haverá uma capacidade maior de reserva para enfrentar o racionamento. Além disso será feita a aquisição de água mineral para os alunos terem o que beber. Nilza afirmou que se a paralisação ultrapassar uma semana pode começar a comprometer o calendário escolar.

Um caminhão dos Bombeiros, com capacidade de 24 mil litros, chegou ontem na cidade. De acordo com o comandante da corporação, Vilson José Sturm, os pontos de captação são o lago do Peperi-Guaçu na fronteira com a Argentina, o rio Capanema no Paraná e açudes do interior. A Casan também deve contratar mais caminhões para auxiliar no transporte, já que a demanda é de 4,8 milhões de litros por dia e a produção está em apenas 1,8 milhão. O prefeito de Dionísio Cerqueira, Altair Rittes, disse que já foram suspensos os eventos públicos, cancelados novos alvarás para a construção civil, suspensão de lavação nos postos e o município autorizou a Casan a multar quem desperdiçar água.


Comente aqui
22 mar12:09

Estiagem do oeste, só preocupa!!

Mapas mostram como a previsão é de pouquíssima chuva e domínio de tempo seco até o final do mês em Santa Catarina.



Confira mais informações no Blog do Metereologista Leandro Puchalski.

>> Quase 4 mil alunos sem aula em função da estiagem em Dionísio Cerqueira

Comente aqui
21 mar18:19

Quase 4 mil alunos sem aula em função da estiagem em Dionísio Cerqueira

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A estiagem que assola a região Oeste desde novembro de 2011 trouxe prejuízos não só na agricultura, mas também na educação. Em Dionísio Cerqueira no extremo-oeste, cerca de 4 mil alunos estão sem aula desde a terça-feira, dia 20. Segundo a gerente de Educação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira, Nilza Suffredini, o motivo seria a falta de água nas escolas.

- Os alunos não tem água para consumir, por isso decidimos por suspender as aulas – disse a gerente. Ela falou ainda que serão instaladas caixas nas escolas para tentar garantir o abastecimento de água e retornar em breve as aulas.

As aulas estão suspensas até a segunda-feira, dia 26, em cinco escolas estaduais, 13 municipais, duas creches e no Centro de Educação de Jovens e Adultos.

Na segunda-feira será realizada mais uma reunião com representantes da Prefeitura, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, secretarias de agricultura e educação, gerência Regional da Casan, diretores e professores. O objetivo é avaliar se haverá condições de retomar as aulas nas escolas municipais e estaduais.

A reposição destes dias com suspensão vai acontecer no mês de julho, que tradicionalmente marca o recesso escolar.


Guarujá do Sul pode decretar calamidade pública

Até o final da tarde desta quarta-feira 110 municípios haviam decretado situação de emergência devido a estiagem. Macieira e Joaçaba  foram os últimos municípios a encaminhar o decreto para a Defesa Civil do Estado.

No extremo-oeste a situação se agrava e o prefeito de Guarujá do Sul, Celso Taube, disse que o município pode encaminhar o decreto de calamidade pública caso não chova significativamente nos próximos dias.

Segundo ele é grande o número de moradores que ligam para a prefeitura solicitando serviços de abertura de bebedouros e transporte de água. Outro agravante é a mortalidade dos animais, que estão sem água ou consomem água sem qualidade.

- Além dos bebedouros os funcionários da prefeitura precisam abrir buracos para enterrar os animais que estão morrendo – disse.

Na terça-feira, dia 27 está marcada uma reunião para definir se será encaminhado ou não o decreto.

110 municípios em situação de emergência

Abelardo Luz

Água Doce

Águas de Chapecó

Águas Frias

Alto Bela Vista

Anchieta

Arabutã

Arroio Trinta

Arvoredo

Balneário Gaivota

Bandeirante

Barra Bonita

Belmonte

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Caibi

Campo Erê

Caxambu do Sul

Celso Ramos

Chapecó

Concórdia

Cordilheira Alta

Coronel Freitas

Coronel Martins

Cunhataí

Cunha Porã

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Erval Velho

Faxinal dos Guedes

Formosa do Sul

Flor do Sertão

Galvão

Guaraciaba

Guarujá do Sul

Guatambu

Herval d´Oeste

Ibicaré

Iomerê

Ipira

Iporã do Oeste

Ipuaçu

Ipumirim

Iraceminha

Irati

Irani

Itá

Itapiranga

Jaborá

Jardinópolis

Joaçaba

Jupiá

Lajeado Grande

Lindóia do Sul

Luzerna

Macieira

Maravilha

Marema

Modelo

Mondaí

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro

Ouro Verde

Paial

Palma Sola

Palmitos

Paraíso

Passos Maia

Peritiba

Pinhalzinho

Pinheiro Preto

Piratuba

Planalto Alegre

Ponte Serrada

Presidente Castello Branco

Princesa

Quilombo

Riqueza

Rio das Antas

Romelândia

Saltinho

Santa Helena

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São João do Oeste

São José do Cedro

São José do Cerrito

São Lourenço do Oeste

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Sul Brasil

Tangará

Tigrinhos

Treze Tílias

Tunápolis

União do Oeste

Vargeão

Videira

Xanxerê

Xavantina

Xaxim


Lista atualizada em 21 de março de 2012, pela Defesa Civil.



Comente aqui
20 mar16:45

109 Municípios em situação de emergência

Com o decreto de Água Doce, no Meio-Oeste, subiu para 109 o número de municípios atingidos pela estiagem em Santa Catarina.

Segundo a Defesa Civil do Estado chega a 626.829 o número de pessoas afetadas.


109 municípios em situação de emergência

Abelardo Luz

Água Doce

Águas de Chapecó

Águas Frias

Alto Bela Vista

Anchieta

Arabutã

Arroio Trinta

Arvoredo

Balneário Gaivota

Bandeirante

Barra Bonita

Belmonte

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Caibi

Campo Erê

Caxambu do Sul

Celso Ramos

Chapecó

Concórdia

Cordilheira Alta

Coronel Freitas

Coronel Martins

Cunhataí

Cunha Porã

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Erval Velho

Faxinal dos Guedes

Formosa do Sul

Flor do Sertão

Galvão

Guaraciaba

Guarujá do Sul

Guatambu

Herval d´Oeste

Ibicaré

Iomerê

Ipira

Iporã do Oeste

Ipuaçu

Ipumirim

Iraceminha

Irati

Irani

Itá

Itapiranga

Jaborá

Jardinópolis

Joaçaba*

Jupiá

Lajeado Grande

Lindóia do Sul

Luzerna

Maravilha

Marema

Modelo

Mondaí

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro

Ouro Verde

Paial

Palma Sola

Palmitos

Paraíso

Passos Maia

Peritiba

Pinhalzinho

Pinheiro Preto

Piratuba

Planalto Alegre

Ponte Serrada

Presidente Castello Branco

Princesa

Quilombo

Riqueza

Rio das Antas

Romelândia

Saltinho

Santa Helena

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São João do Oeste

São José do Cedro

São José do Cerrito

São Lourenço do Oeste

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Sul Brasil

Tangará

Tigrinhos

Treze Tílias

Tunápolis

União do Oeste

Vargeão

Videira

Xanxerê

Xavantina

Xaxim


Lista atualizada em 20 de março de 2012, pela Defesa Civil.

* A Defesa Civil do Estado ainda não recebeu a documentação destes municípios.




Comente aqui
20 mar16:06

Plenária discute problemas da Estiagem

Lideranças sindicais de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná estão reunidos nesta terça-feira, 21, no Centro de Treinamento da Epagri – Cetrec, em Chapecó, para discutir as principais ações a serem realizadas em relação à estiagem que assola o sul do Brasil desde novembro de 2011.

As medidas anunciadas pelos governos Estadual e Federal não solucionaram os problemas dos agricultores familiares. Em Santa Catarina, aconteceu uma mobilização na quinta-feira, 15 de março e estão previstas novas manifestações para a semana do dia 26 a 30 de março.

Os principais encaminhamentos sobre as mobilizações serão definidos nesta quarta-feira, a partir das 9h30.


Comente aqui
20 mar15:26

Estiagem suspende temporariamente aulas em Dionísio Cerqueira

A estiagem que assola a região Oeste de Santa Catarina causou mais um transtorno, desta vez na área da educação. Dionísio Cerqueira teve as aulas, nas redes estadual e municipal de ensino, canceladas por dois dias em função da falta de água que atinge a cidade e o interior.

Segundo a gerente de Educação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira, Nilza Suffredini, uma reunião realizada na tarde desta segunda-feira, dia 19, determinou a suspensão, por dois dias, das aulas em todas as escolas da cidade.

A suspensão acontece nesta terça, dia 20, e quarta-feira, dia 21. Na quarta, a Comissão Municipal de Defesa Civil fará uma nova reunião para avaliar a situação e definir ações estratégicas no combate à estiagem.

A decisão de suspensão temporária ocorreu depois do contato da SDR Dionísio Cerqueira com a secretaria municipal da educação, comando do Corpo de Bombeiros, representante da Defesa Civil, diretores das escolas estaduais e gerente da Casan local.

- A reposição destes dois dias acontecerá no mês de julho, no tradicional período de recesso escolar, com o atendimento normal do transporte escolar – disse a gerente.


Comente aqui