Estreia

24 ago10:46

Segue internado em Chapecó o menino de três anos atacado por cão

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O menino de três atacado por um cão da raça Chow Chow segue internado em quarto do Hospital Regional do Oeste (HRO) em Chapecó. O quadro do menino, que passou por duas cirurgias e está acompanhado dos pais, é estável.

Três médicos, sendo um oftalmologista, acompanham o caso. O ataque do animal, que estava com a família a menos de seis meses, foi na quarta-feira, dia 22, na Linha Battistelo, interior do município.

O primeiro atendimento foi realizado pelo Corpo de Bombeiros que encaminhou o menino, com ferimentos na face, nariz e olho esquerdo, para o Hospital da Criança.

Como o caso era grave ele foi transferido e passou por cirurgia, ainda na noite da quarta, no HRO. A segunda cirurgia foi no começo da tarde da quinta. Ele saiu da UTI no final da tarde da quinta-feira.


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16 ago11:53

Novo "Vingador do Futuro" é genérico em ritmo de videogame

Marcelo Perrone | marcelo.perrone@zerohora.com.br

Além de contar uma boa história e usar com eficiência as ferramentas narrativas e dramatúrgicas que o gênero em questão exige, até mesmo um blockbuster precisa mostrar um algo além relevante que o faça ser lembrado após a sessão: o contexto histórico e político da época em que é lançado, um ator que ali desponta para o estrelato, uma inovação que apresenta e se torna referencial, uma cena marcante que se fixa no imaginário coletivo, uma expressão que se agrega à cultura pop.

Filme entra em cartaz nesta sexta-feira no Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó.  Serão disponibilizadas duas salas e versões dubladas e legendadas. Confira a programação completa.

O Vingador do Futuro original, de 1990, reúne vários desses elementos. E mesmo que a divertida aventura de Paul Verhoeven tenha envelhecido um tanto mal no quesito efeitos visuais (e apenas nesse, e mesmo assim parcialmente), o reeencontro com esse universo é o que melhor tem a oferecer a nova versão da ficção científica adaptada do conto Lembramos para Você a Preço de Atacado, escrito em 1966 por Philip K. Dick.

A lógica que move uma refilmagem é complexa e tem entre seus fatores determinantes, de um lado, o potencial de lucro vislumbrado pelos produtores e, do outro, o interesse do público no reencontro afetivo – arrebanhando junto uma nova plateia seduzida pelo marketing maciço que, muitas vezes, sequer sabe estar diante de uma refilmagem. Tão velho como o próprio cinema, o remake já transformou filmes mudos em sonoros, deu cor ao preto e branco, transformou títulos obscuros em clássicos e permitiu pertinentes adaptações ao gosto de distintas épocas, idiomas e culturas.

Esse novo O Vingador do Futuro, que entra em cartaz nesta sexta-feira no Brasil, traz um pouco de cada um desses fatores para justificar ter sido feito, destacando-se coo exemplo de um recurso cada vez mais frequente diante da alarmante falta de ideias originais na linga de produção de Hollywood: a repaginação de um grande sucesso de bilheteria contando que o raio caia duas vezes no mesmo lugar.

Os diferenciais que tem a oferecer o diretor Len Wiseman – conhecido pela cinessérie de vampiros e lobisomens Anjos da Noite, protagonizada por sua mulher, Kate Beckinsale – são a batelada de efeitos visuais e a correria frenética que ditam o ritmo hoje das supreproduções como essa, espelhando nos filmes as etapas a vencer de um videogame.

Colin Farrell, no papel que foi de Arnold Schwarzenegger, vive um operário que, disposto a mudar sua rotina enfadonha, busca num implante de memória emoções que jamais teria. Ocorre que ele teve, sim, mas não lembra, uma vida pregressa das mais agitadas e perigosas. O despertar dessas memórias o torna alvo de uma grande caçada, inclusive daquela que imaginava ser sua mulher (Kate, incorporando a personagem de Sharon Stone e, por ser mulher do diretor, deve ter sido isso, ganhando um destaque na trama muito maior do que a loira no filme original).

>>> Leia entrevista com o ator Colin Farrell sobre o novo Vingador do Futuro

O enredo sofreu mudanças consideráveis. Marte sai de cena, e a ação agora é toda na Terra, que após uma guerra química ficou reduzida a apenas dois blocos habitáveis pelos humanos: a região europeia da Bretanha, onde vive a elite politica e econômica, e a Colônia (região da Austrália), um favelão futurista onde vivem os operários – lá é sempre noite, chove o tempo todo, e a publicidade toma conta de outdoors televisivos (óbvia referência visual decalcada de Blade Runner, também originado da obra de Dick). A conexão entre essas regiões é feita em minutos numa viagem ultrasônica por túnel. A ameaça de uma revolução dos trabalhadores é o pretexto para a grande corporação que manda em tudo colocar em curso uma ação militar, e é nesse conflito que o protagonista tem papel decisivo.

É quase tudo diferente (a personagem de Kate incorpora também a figura do caçador do herói no filme de 1990), mas Wiseman lança algumas piscadelas para os fãs do longa original emulando algumas situações parecidas, como a mulher de três seios. Como passatempo, a nova versão cumpre a função para quem aprecia o gênero. Mas lhe falta todo um contexto que assegure sua permanência na memória. Daqui a 22 anos, quando se falar em O Vingador do Futuro, a imagem referencial desse filme continuará sendo a consagrada pela combinação do talento visionário de Verhoeven com a divertida canastrice coberta de músculos de Schwarzenegger e a exuberância de Sharon Stone no auge da beleza. Esses elementos fizeram a fórmula funcionar apenas uma vez, proporcionando um prazer que não pode ser reproduzido por um genérico qualquer.


ZERO HORA

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23 jul09:18

Jô estreou com muita vontade e disposição

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O atacante Jô, 22 anos, fez uma partida de muita vontade e disposição, mas com pouco resultado. Já no primeiro lance ele fez uma boa jogada pela esquerda e cruzou para a área, mas a zaga do Macaé tirou. Mostrou muita velocidade, movimentação e também disposição para ajudar na marcação. Aos nove minutos ajudou a roubar uma bola na defesa e lançou Eliomar no ataque, que chutou fraco para a defesa do goleiro do Macaé.


>> Macaé estraga a festa de Neném

No segundo tempo tentou alguns chutes para o gol, que saíram tortos. Ainda recebeu um cartão amarelo pois o árbitro entendeu que ele simulou um pênalti.

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30 jun17:42

Chapecoense estreia com empate na Série C

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A Chapecoense estreou na Série C 2012 toda de verde. E o uniforme tradicional que poderia trazer a esperança da vitória, garantiu apenas um empate. O meia Athos desperdiçou um pênalti, que poderia garantir a vitória, no final do segundo tempo. Partida contra o Santo André terminou em 0 a 0.

Antes da estreia o técnico Itamar Schulle disse que era a hora do time mostrar e colocar em prática o trabalho feito durante os treinos e é claro buscar uma vaga na Série B. E o time procurou fazer isso no primeiro tempo. Com um início equilibrado a Chapecoense, que estava bem colocada dentro de campo, soube marcar bem e não deixou o time paulista criar jogadas.

Aos 12 minutos Lê perdeu uma boa oportunidade de abrir o placar. Ele invadiu a área do Santo André pelo lado esquerdo, mas chutou fraco e a bola ficou com o goleiro Bonan.

Minutos depois os jogadores da Chapecoense perderam mais uma bela oportunidade. Após uma bela troca de passes, não conseguiram concluir a jogada.

Aos 18 minutos, Dudu trabalhou a bola com Willian, passou para Neném que abriu bem com Lê, o atacante dominou a bola, chutou bem, mas foi para fora. Nesta jogada o goleiro Bonan reclamou da marcação da zaga do Ramalhão.

Neste primeiro tempo foram dois cartões amarelos. E a partida terminou assim 0 a 0.

- O time apertou, jogamos bem e com inteligência – disse Itamar antes de voltar para o vestiário.


Segundo tempo

Na segunda etapa os times voltaram sem alterações. Porém, o Santo André estava mais solto.

Aos 12 minutos numa jogada de Athos, o atacante Thuram chutou fraco e perdeu o gol, a bola ficou com Bonan. Minutos depois Thuram desperdiçou outra chance de abrir o placar.

Aos 25 minutos, o meia Dudu Figueireido entrou bem no lugar de Neném e quase marcou assim que entrou em campo. Ele ficou na cara do goleiro do Santo André, mas não finalizou.

Cinco minutos depois Junai, do Santo André, fez uma bela jogada. Ele finalizou de bicicleta e quase abriu para o Santo André. Foi uma bola perigosa na área do Verdão.

Os técnicos realizaram mudanças nos times. Uma delas foi a entrada de Marcelo no lugar de Raul. O atleta do time paulista foi expulso aos 47 minutos após reclamar da marcação de pênalti para a Chapecoense.

Aos 48 minutos o banco do Verdão ficou em pé e na torcida da hora da cobrança feita por Athos. O meia recebeu o apito do juiz e cobrou mal. A bola ficou nas mãos do goleiro Bonan, para o delírio dos torcedores e jogadores.

Após essa jogada, a Chapecoense teve mais duas oportunidades desperdiçadas em cobranças de escanteio. E o juiz apitou o fim da partida aos 49 minutos.

– Como capitão do time, e o nosso cobrador oficial (Eliomar) não estava em campo, assumi a responsabilidade – disse Athos, que estava de aniversário na sexta-feira, dia 29. Após o jogo ele disse ainda que será pai mais uma vez.



Estreia em casa

Chapecoense joga em casa no domingo, dia 8 de julho contra o Vila Nova. A partida está marcada para as 15 horas na Arena Condá.


Ficha do Jogo

SANTO ANDRÉ

Bonan, Alex, Junior Paulista, Luiz Paulo,Raul (Marcelo), Cláudio Britto,Badi, Djalma (Junai),Batata, Fabio Santos e Caiami (Vinicius Ramos).

Técnico: Claudemir Peixoto


CHAPECOENSE

Rodolpho, Chicão, Leonardo, Souza,William (Esquerdinha),Dudu , Athos,Neném (Dudu Figueiredo),Wanderson, Lê e Thuram (Cristiano).

Técnico: Itamar Schulle


Cartões Amarelos:

Batata, Luiz Paulo, Junai (Santo André)

Willian (Chapecoense)


Cartão vermelho: Marcelo (47 min 2ºT)


Arbitragem: Antonio Denival de Morais, auxiliado por Bruno Boschilia e Luciano Roggenbaun

Local: Estádio Hermínio Ometto, em Araras/SP

Público: 126

Renda: R$ 1.005


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28 jun16:06

Estreia da Chapecoense na Série C é neste sábado

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsoline.com.br

A novela sobre o início da Série C chegou ao final. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), divulgou na tarde desta quinta-feira uma nota oficial sobre o início da competição. A estreia do Verdão do Oeste será contra o Santo André em Araras/SP, às 15h30, do sábado dia 30 de junho.

Os jogadores e comissão técnica da Chapecoense viajou às 13h30 de ônibus com destino à Porto Alegre.

- Eles realizam treino na manhã desta sexta-feira e pela tarde pegam voo para São Paulo – disse o diretor de futebol Mauro Stumpf.

Mauro disse ainda que a programação da viagem foi encaminhada pela empresa que faz a logística da CBF.

Com a espera no início da competição o clube calcula um prejuízo superior à R$ 500 mil.

– Não temos os valores certos, mas na próxima semana os 20 clubes que participam da C devem se reunir no Rio de Janeiro para definir quais medidas serão tomadas – disse Mauro.


Dois desfalques antes da estreia

O técnico Itamar Schulle confirmou nesta manhã dois desfalques na equipe e que não viajam para São Paulo. Um é o meia Eliomar. A filha do jogador nasceu nesta madrugada. Outro é o zagueiro Fabiano que teve amigdalite e perdeu peso.

- Conversei com a comissão ficarei treinando por aqui para me preparar bem para a competição – disse Fabiano.

Agora o treinador terá que definir que entrará no lugar dos dois atletas. – Como foi decidido agora pela manhã ainda não sei quem entrará no lugar deles – disse Itamar.

Schulle disse ainda que o importante é iniciar a competição e colocar em prática o que foi treinado.

A possível equipe titular seria: Rodolpho, Fabiano (Neném), Leonardo, Souza, Rafael Mineiro, Willian, Vanderson, Athos, Galiardo, Lê e Eliomar (Chicão).

Nesta quinta-feira os jogadores treinaram pela manhã na Arena Condá.


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27 jan12:06

Estreia nesta sexta "Os Homens que Não Amavam as Mulheres"

Gustavo Brigatti | gustavo.brigatti@zerohora.com.br

Zombeteiramente, a contribuição da Suécia para o cinema mundial são diretores de filmes que ninguém vê, mas muitos comentam, e atrizes de produções que muitos veem, mas poucos admitem.

Agora, o país nórdico fornece enredo e cenário para um dos grandes thrillers do ano, baseado no bestseller do jornalista e escritor sueco Stieg Larsson (1954 – 2004): Os Homens que Não Amavam as Mulheres, que estreia hoje nos cinemas. Confira a programação do Cinema de Chapecó.

Em livro, Os Homens que Não Amavam as Mulheres tornou-se um dos maiores sucessos editoriais dos últimos tempos e é o primeiro da trilogia Millenium – toda ela devidamente adaptada pelo cinema sueco em 2009. O barulho em torno de Millenium assanhou Hollywood, que decidiu providenciar sua própria versão e chamou o diretor David Fincher (Clube da Luta, A Rede Social) para assumir a batuta.

E Fincher decidiu não correr riscos, sendo em parte fiel ao livro, em parte fiel ao filme original. Tão fiel que foi filmar na gélida Suécia, deixando como “recurso” hollywoodiano apenas o elenco, encabeçado pela novata Rooney Mara e por Daniel”James Bond”Craig – respectivamente a hacker Lisbeth Salander e o jornalista investigativo Mikael Blomkvist.

Na trama,Blomkvist é contratado para procurar pistas do desaparecimento de Harriet Vanger, adolescente que sumiu há 40 anos e,desde então,virou obsessão para seu tio, o magnata Henrik Vanger (Christopher Plummer). Para auxiliá-lo, surge Lisbeth, uma perita em computação de visual punk, comportamento antissocial e passado obscuro.

Durante o percurso, a dupla vai descobrir que a neve branca que recobre o idílico cenário é inversamente proporcional ao lodo que envolve a árvore genealógica dosVanger.

Para não perder a graça de quem já leu o livro e viu o filme sueco, Fincher mudou sutilmente o final. Nada, no entanto, que tire o brilho de sua versão e impeça que as continuações sejam feitas.


ATENÇÃO: CONTÉM ESPOILERS

Os textos abaixo trazem revelações sobre a trama do filme Os Homens que Não Amavam as Mulheres:


Filme x Filme

Enquanto a carga sexual é discreta no filme sueco, a versão americana tem pelo menos três tórridas cenas de sexo e muito topless – com direito a um ousado nu frontal-lateral de Rooney Mara. E David Fincher também é mais violento: não poupa o espectador na sequência de estupro de Lisbeth e sua posterior vingança. Já o visual de Lisbeth, até pelos detalhes estabelecidos por Stieg Larsson, não poderia ser muito diferente: corte de cabelo moicano que vira uma franja caindo até a metade do rosto estão presentes em ambos os filmes, bem como os piercings e tatuagens.A diferença, nesta última, é o tamanho: enquanto o dragão cobre as costas inteiras na versão sueca, na americana fica apenas em uma das omoplatas de Lisbeth. Uma diferença crucial, no entanto, é a presença da filha de Blomkvist no filme de Fincher. Ela é responsável por solucionar o primeiro grande mistério da trama – na versão sueca, é apenas citada.


Filme x Livro

Tal como na versão sueca,o diretor David Fincher decidiu enxugar a maior parte da gordura panfletária feminista que recheia o livro de Stieg Larsson,dando ênfase à sua boa estrutura policial.E Blomkvist não é o Don Juan escandinavo que Larsson pinta no papel,ficando restrito aos casos com sua sócia e,depois,Lisbeth. A curiosidade homossexual do vilão na sequência final é tratada com discrição por Fincher: nada de bolinação e beijo na boca entre homens como há no livro.O vilão também morre de maneira diferente do livro,capotando o carro em vez de colidir com um caminhão. Diferentemente do livro,o filme dá pouquíssimas pistas sobre o passado de Lisbeth,limitando-se a uma linha de diálogo entre os protagonistas já nos instantes finais.Já o desfecho do mistério central foi alterado por Fincher,deixando mais plausível: HarrietVanger não está escondida na Austrália,vivendo com novo nome, mas assumiu a identidade da prima que a ajudou a fugir 40 anos antes.


ZERO HORA



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06 set12:20

GTEU apresenta “Extremus: variação sob(re) a pele”

O espetáculo Extremus: variação sob(re) a pele, terá entrada franca e acontece nesta sexta-feira, dia nove em duas sessões, às 20h e às 21h. No sábado, dia 10, às 20h. As apresentações acontecem na sala GTEU, no bloco L da Unochapecó.



Integrantes do GTEU: Daniel Henrique Sagave, Inajá Neckel, Maria Júlia Antonini e Isasdor Bigliardi de Oliveira.



Com o tema aceitação da mistura e da variação que está no que é humano, o Grupo de Teatro Expressão Universitária (GTEU) da Unochapecó, apresenta o espetáculo “Extremus: variação sob(re) a pele” que estreia nesta sexta.


Para a coordenadora do GTEU, professora Inajá Neckel, a construção do espetáculo deu-se aos poucos e com a participação de todos. A professora salienta que este é um recomeço para o grupo.


O Grupo de Teatro Expressão Universitária retomou suas atividade em agosto de 2010 e atualmente conta com 15 participantes. O grupo tem como objetivo o estabelecimento de um espaço voltado à experimentação teatral, fomentando e disseminando a prática do teatro como uma das ações de extensão na Unochapecó. O espaço é aberto para comunidade interna e externa e os ensaios ocorrem aos sábados, das 14h às 18h30, no Bloco L.



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