Exército

17 ago08:59

Operação Ágata fiscalizou 16 mil veículos

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Cerca de 16 mil veículos foram vistoriados em 11 dias da Operação Ágata 5 somente em Santa Catarina.

A Operação está sendo feita pelo Exército nas faixas de fronteira dos três estados do Sul e Mato Grosso do Sul. Em Santa Catarina são 350 militares e outras 50 pessoas da Polícia Durante a operação já foram aprendidos 40 metros cúbicos de madeira ilegal, em Maravilha; R$ 40 mil em notas falsas, em São Lourenço do Oeste, além de dois revólveres, pequena quantidade de maconha e cocaína além de mercadorias de contrabando e descaminho vindas do Paraguai.

Foram montados postos fixos de fiscalização na BR 163, em Dionísio Cerqueira, na SC 468, em São Lourenço do Oeste, e na BR 282, em Xanxerê.

Além da fiscalização o exército fez atividades sociais em Maravilha e Iporã do Oeste, com prestação de serviço médico e odontológico. Estão sendo utilizados um helicóptero e oito blindados na operação. De acordo com a capitã Beatriz Fragnan, do setor de Relações Públicas do 14º Regimento de Cavalaria Mecanizada de São Miguel do Oeste, a atuação das forças de segurança inibiu a passagem de mercadorias ilícitas pela região. O trabalho ainda não tem data para encerrar.

A operação Ágata é realizada pelo segundo ano consecutivo em Santa Catarina. Ela faz parte do Plano Estratégico de Fronteiras, ação do Governo Federal para coibir crimes transnacionais.


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08 ago09:58

Exército faz operação na fronteira em SC

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Tropas do Exército estão atuando na fiscalização de veículos nas rodovias do Oeste Catarinense desde terça-feira, dentro da Operação Ágata, que tem como objetivo intensificar a repressão a atividades ilícitas na faixa de fronteira. Ontem foi apreendida uma carga de madeira ilegal com 40 metros cúbicos, em Maravilha.

A Operação está ocorrendo nas faixas de fronteira dos três estados do Sul e Mato Grosso do Sul. Em Santa Catarina a faixa de Fronteira abrange cerca de 70 municípios do Oeste. Há postos fixos em Xanxerê, na BR 282, em São Lourenço do Oeste, na SC 468, e em Dionísio Cerqueira, na BR 163. Há também equipes volantes de fiscalização.

São 400 homens atuando em Santa Catarina. São 350 militares de unidades de São Miguel do Oeste, Tubarão, Criciúma, Blumenau, Joinville e Florianópolis, todas ligadas à 14ª Brigada de Infantaria Motorizada. Também colaboram outras 50 pessoas da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Bombeiros, Cidasc e Ibama.

Estão sendo utilizados um helicóptero e oito blindados na operação. De acordo com a capitã Beatriz Fragnan, do setor de Relações Públicas do 14º Regimento de Cavalaria Mecanizada de São Miguel do Oeste, os locais da operação foram definidos pelo setor de inteligência do Exército. Não há previsão de encerramento mas a ação deve durar cerca de duas semanas.

A operação Ágata é realizada pelo segundo ano consecutivo em Santa Catarina. Ela faz parte do Plano Estratégico de Fronteiras, ação do Governo Federal para coibir crimes transnacionais. O tráfico de drogas e animais estão entre os crimes que a operação pretende inibir.




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17 jul16:15

Projeto Soldado Cidadão é realizado no Exército em São Miguel do Oeste

O 14º Regimento de Cavalaria Mecanizado (RCMec) em parceria com o Senai, promovem em São Miguel do Oeste o Projeto Soldado Cidadão. Nesta edição está sendo oferecido o curso de pedreiro de alvenaria. O curso segue até o final do mês de julho.

Vinte e quatro militares assistem as aulas teóricas em um caminhão escola que está estacionado dentro do quartel. Dentro estão os principais itens utilizados na construção civil.

O curso capacita os alunos a participar do processo de construção de edificações, além de ler e interpretar projetos da construção civil, que possibilitará ao futuro reservista, sua inserção profissional em um segmento em constante crescimento no Brasil.


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31 mai09:26

Exército realiza Operação Fronteira Sul

A 14ª Brigada de Infantaria Motorizada do Exército, sediada em Florianópolis, iniciou, nesta segunda-feira, dia 28, e que segue até a sexta-feira, dia 1º de junho, a Operação Fronteira Sul, na região de São Miguel do Oeste. O objetivo é prevenir e reprimir os delitos transfronteiriços e ambientais, sobretudo na repressão à entrada ilegal no território nacional de armas, munições, explosivos, entorpecentes e de contrabando.

Em Santa Catarina, os militares fiscalizam os aproximadamente 120 Km de fronteira, desde a região de Dionísio Cerqueira até Itapiranga.

Trabalham na operação aproximadamente 250 militares do Exército, mais de 40 viaturas, 8 blindados tipo urutu e cães farejadores. O trabalho é coordenado pelo Comando da 5ª Região Militar e 5ª Divisão de Exército, sediado em Curitiba/PR. A atuação das tropas é feita durante 24 horas em momentos distintos.

A operação conta com a participação da Polícia Federal, Receita Federal, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Cidasc, Receita Estadual, Ibama, Polícia Civil e Bombeiro Militar.


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13 mar14:38

Reservistas realizam 8º encontro em Chapecó

No dia 18 de março acontecerá o 8º Encontro de Reservistas da região Oeste de Santa Catarina. Participam do encontro todos os que prestaram serviço militar no Exército, Marinha e Aeronáutica. O objetivo é de promover um encontro de confraternização entre os que um dia foram pracinhas brasileiros.

O encontro será na comunidade Santa Bárbara, no bairro Passo dos Fortes. A programação inicia às 10h com desfile dos reservistas, às 11h ocorre solenidade de abertura e ao meio dia será servido almoço, seguido de confraternização e bate-papo.

A organização do evento espera reservistas de todo o Oeste Catarinense, seus familiares e demais cidadãos da região. Os ingressos estão disponíveis nas farmácias São Rafael ou pelos telefones (49) 3323-5058 e 3322-4285.


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22 ago11:40

Militares retornam de operação no Complexo do Alemão

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

 

Um esquadrão com 116 militares que estiveram atuando na Força Pacificadora no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, retornou na sexta-feira ao quartel do 14 Regimento de Cavalaria Mecanizada (RCMec), em São Miguel do Oeste.

Houve uma formatura de recepção para os militares que ficaram três meses fora. Eles trabalharam para garantir a segurança no complexo de favelas que no ano passado foi tomado pela polícia, com auxílio do exército, para desmantelar quadrilhas de roubo e tráfico que atuavam de forma ostensiva na região. A ação foi numa área de quatro quilômetros quadrados com uma população de 400 mil pessoas.

Para o comandante do 14 RCMec, tenente-coronel Amaro Soares de Oliveira Neto, a atuação do Exército no Rio de Janeiro está entre as atribuições legais, para manter o ordenamento jurídico numa área onde havia a ausência do Estado.

- Houve o resgate de cidadania para uma população que estava sob o jugo do crime- declarou.

O comandante prevê que essas missões de paz ficarão mais freqüentes pelo crescimento da importância do Brasil no cenário mundial. Ela afirmou que a ação também qualifica os militares para outras missões. A expectativa é que em abril do ano que vem mais militares de São Miguel do Oeste estarão numa missão no Haiti, onde o Exército Brasileiro já está presente.

Tumultos em baile funk

O choque cultural foi inevitável para o cabo Sérgio Veit, natural de Itapiranga, quando chegou ao Rio de Janeiro. –Eles são um povo mais individualista- comparou. –Lá todo mundo vive um em cima do outro- lembrou, sobre as construções das casas emendadas uma na outra.

Cabo Sérgio Veit.

Ele afirmou que os momentos de maior tensão foram nas horas em que tinham que encerrar as festas, como baile funk, pois tinham horário determinado para encerrar. –Havia tumulto pois a população reagia contra a atitude da tropa- explicou.

Veit disse que não sentia medo de entrar na favela pois estava preparado para enfrentar o que viesse. Mas os familiares ficaram preocupados. Agora ele estão aliviados pelo retorno do filho.

Veit disse que aprendeu muita coisa nesses três meses. Uma delas é valorizar o lugar onde mora. –Aqui é um paraíso- comparou.

 

 

Tráfico ostensivo foi reprimido

A ação da Força Pacificadora teve como resultado positivo a eliminação do tráfico ostensivo, na avaliação do capitão Diego Morais Duarte. Ele comandou o esquadrão no Rio de Janeiro, em ações de controle de vias urbanas, cercos e escoltas. Os militares receberam treinamento específico para atuar na área urbana, entre eles a utilização de arma não letal.

Capitão Diego Morais Duarte.

Duarte lembrou que um dos momentos mais tensos foi uma abordagem na Praça São Lucas, na Vila Cruzeiro. –Já na chegada um militar levou uma pedrada- lembrou. Em outra ação, houve um disparo de arma de fogo de longa distância, de um ponto do morro, que, por sorte, não atingiu ninguém.

Em algumas ações, os militares tiveram que utilizar gás lacrimogêneo e disparos com arma de borracha. Ele lembrou que, no início, havia um receio da população em relação à atuação da Força Pacificadora. Mas aos poucos foram ficando mais receptivos. –A população passou a ter confiança no nosso trabalho- disse.

Duarte afirmou que a ação do Exército e das outras forças policias permitiu a chegada de serviços essenciais numa área antes dominada pelo tráfico. – Agora chega a empresa de recolhimento de lixo, correio e até postes de iluminação pública- explicou.

O capitão afirmou que o tráfico não foi exterminado completamente, mas já não é quem domina o território, pois a força do Estado se faz presente.

 

 

Ovos e tentativa de atropelamento

Uma das coisas que mais chamou a atenção do tenente Rafael Silva Romani no Rio de Janeiro foi que a população protegia os traficantes. –Eles estão tão acostumados com isso e têm medo- afirmou.

Romani lembrou que os traficantes conhecem a população e por isso muitos temem o que vai acontecer após a saída do exército.

Tenente Rafael Silva Romani.

Romani disse que o Complexo do Alemão era uma área onde não havia regras. Houve apreensões de drogas e produtos roubados. O transporte coletivo era feito por motoristas sem habilitação. Quando o exército chegava numa área, todo mundo sumia. –Os becos ficavam vazios de repente- disse.

As situações mais complicadas eram nas prisões. –Tinha que ser rápido senão acabava formando tumultos- disse.

Numa festa os militares estavam fazendo revista e alguém jogou ovos nos soldados. Os militares prenderam quem jogou os ovos e houve tumulto pois os moradores queriam defender quem foi preso.

-Tínhamos que agir rapidamente para evitar confusão- explicou. Houve até uma tentativa de atropelamento numa blitz. Segundo Romani, um Policial Militar à paisana não quis parar e quase atropelou um soldado. Ele foi parado com um tiro de borracha.

O tenente defende a permanência da Força de Pacificação no local. –Se o Estado tiver vontade acaba com o tráfico- opinou.

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