Explosão

08 set11:17

Caixa eletrônico é explodido em Nova Erechim

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Um caixa eletrônico do Banco do Brasil foi explodido na madrugada deste sábado em Nova Erechim. A fachada e a parte interna do banco ficaram destruídas. Quatro homens fugiram com o dinheiro em um veículo Golf prata com sentido à Chapecó. Até o momento ninguém foi preso.

Segundo informações da Polícia Militar quatro homens teriam parado na frente do banco por volta das 2h40. Um guarda que estava próximo ao local disse para os policiais que dois homens desceram armados, provavelmente com espingardas calibre 12, e colocaram os explosivos na porta que dá acesso aos caixas.

- A ação não levou mais que 4 minutos – disse o Sargento da PM, Paulo Schneider.

Após a explosão eles fugiram pela BR 282 com sentido à Chapecó. Uma câmera da PM, instalada no centro da cidade, flagrou a ação. No entanto, nas imagens não foi possível identificar a placa do veículo.

- Vamos analisar as imagens e tentar identificar o veículo, que pode ser objeto de furto – disse o Sargento.

O valor levado ainda não foi divulgado. O gerente do banco deve fazer um levantamento na segunda-feira para apurar a quantia que estava no caixa eletrônico.

De acordo com o agente da Polícia Civil, Jonas Kaiser o banco havia sido alvo de uma tentativa de explosão no ano passado, mas sem sucesso.

A Polícia Civil de Pinhalzinho, PM de Nova Erechim e a DIC de Chapecó seguem as investigações.


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08 jul11:32

Parte de agência bancária pega fogo após ataque de caixeiros em Xavantina

Caixeiros voltaram a agir em Santa Catarina. Dois caixas eletrônicos foram arrombados em agência do Banco do Brasil em Xavantina, no Oeste catarinense. Os criminosos esperaram a porta da agência ser liberada às 6h do sábado, dia 7 de julho, para atacar. A informação é da Polícia Militar (PM).

Na hora de perfurar os caixas com maçarico, o fogo se alastrou e atingiu outras partes da agência. O Corpo de Bombeiros de Seara tive dificuldade para conter as chamas.

Ainda conforme a polícia, os ladrões demonstraram conhecimento estratégico, já que colocaram miguelitos (pregos) nos pneus da viatura da PM. Quando o policial saiu para atender a ocorrência, percebeu que os pneus estavam furados. Reforço da PM em Seara e Concórdia foi acionado.

A gerência do banco informou que a quantia roubada foi pequena, mas não deu detalhes sobre o valor. Até por volta das 11h30min ninguém havia sido preso.


DIÁRIO CATARINENSE



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02 mar13:47

Explosão a caixas eletrônicos no Oeste pode ter relação com perseguição na fronteira

Danilo Duarte | danilo.duarte@diario.com.br

A explosão de caixas eletrônicos do Banco do Brasil, em São José do Cedro, pode ter sido provocada pelos mesmos homens que ficaram fazendo rondas no entorno da Caixa Econômica Federal, em Dionísio Cerqueira, no Extremo-Oeste, na última quarta-feira.

Esta é uma das linhas de investigação da Polícia Civil da cidade que sofreu o 54º ataque desde janeiro de 2011 em SC. Durante a ação policial em São José do Cedro, um policial levou um tiro de fuzil e foi internado no Hospital Regional de São Miguel do Oeste.

>> Caixa eletrônico é explodido em São José do Cedro

Em Dionísio Cerqueira, três homens foram vistos em motociclistas por volta de 4h30min. Todos estavam com mochilas escuras e circulando em baixa velocidade ao redor da agência. Moradores que viram os suspeitos acionaram a Polícia Militar.

Quando foram abordados, os motociclistas fugiram em alta velocidade em direção à fronteira com a Argentina. Dois deles conseguiram ultrapassar para o outro país e um deles fez a volta e acabou batendo de frente na viatura da PM.

O homem teria se levantado e fugido à pé para o lado argentino, onde a dupla deu cobertura, disparando tiros contra os policiais. A motocicleta NXR 125 Bros preta, com placas de Ampere (PR) foi apreendida e levada para a DP.

A PM chegou a comunicar os policiais da fronteira, que também procuraram os três homens, mas ninguém foi localizado do lado brasileiro ou argentino.


DIÁRIO CATARINENSE



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02 mar09:57

Policial leva tiro de fuzil durante ataque a caixa eletrônico em São José do Cedro

Danilo Duarte | danilo.duarte@diario.com.br

A ação dos policiais militares para deter uma quadrilha que explodiu os caixas eletrônicos do Banco do Brasil em São José do Cedro terminou com um agente ferido. O soldado Carlos Gheno, de 38 anos, levou um tiro de fuzil no lado esquerdo do peitoral, perto da axila. Ele foi encaminhado para o Hospital Regional de São Miguel do Oeste, onde permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nesta manhã.

O soldado chegou perto da agência no instante em que uma quadrilha explodia os terminais eletrônicos do banco. Durante a ação, houve intensa troca de tiros.

>> Caixa eletrônico é explodido em São José do Cedro

De acordo com as informações da PM, os assaltantes colocaram uma barra de ferro com grampos pontiagudos, conhecidos como “miguelitos”, na rua perto da agência e no acesso a uma das entradas da cidade, pert do trevo de acesso à BR-163.

Apesar da troca de tiros e da perseguição, ninguém foi preso. O local deve passar por uma perícia para coleta de provas que possam ajudar a investigar os responsáveis pelo assalto.

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12 fev14:06

Chega a 47 número de ataques a caixas eletrônicos em Santa Catarina desde 2011

Diogo Vargas | diogo.vargas@diario.com.br


Virou deboche a ação dos assaltantes que explodem caixas eletrônicos em Santa Catarina. É como se fosse um paraíso: praticam os crimes com tamanha confiança de que não serão presos que chegaram ao ponto de agir 47 vezes desde o ano passado sem nenhum indício de que vão parar.

Armados muitas vezes melhor que a polícia, com fuzis e pistolas, sitiam os alvos escolhidos, apontam para os reféns, ameaçam. E não se intimidam com movimentação de pessoas ou posto da Polícia Militar no lugar escolhido. Com toucas no rosto, metralhadoras em punho e bananas de dinamite nos bolsos, mostram-se convictos de que sairão com sacolas cheias de dinheiro de alguma cidade catarinense. A polícia estima que um caixa cheio contenha até R$ 300 mil.

Na semana que passou, a força das quadrilhas ficou escancarada novamente duas vezes. Em Araquari, Norte do Estado, parecia cena de filme. Na madrugada de quarta-feira, o bando invadiu o restaurante do posto Sinuelo, um dos mais movimentados pontos de parada para refeições da BR-101 na região.

Os ladrões encapuzados atiraram. As câmeras internas flagraram a rendição dos clientes e funcionários. Um PM do posto policial ao lado reagiu, mas passou longe de conseguir encarar os bandidos, que mais uma vez escaparam livremente. Na madrugada de sexta-feira foi em Cunha Porã — cidade de 10,6 mil habitantes no Extremo-Oeste — que o estouro no Banco do Brasil significou a passagem dos bandoleiros. E ninguém foi preso novamente.

Divisão policial, briga política e demora na investigação especializada são os principais motivos para a incapacidade das autoridades em romper a onda desse tipo de crime. O fato mais polêmico envolveu a criação de uma força-tarefa pelo secretário de Segurança Pública (SSP), César Grubba, em outubro do ano passado, sem resultado.

Por razões desconhecidas e não reveladas oficialmente, os policiais da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), a elite da Polícia Civil de SC — acostumada a investigar organizações criminosas —, afirmam que não fizeram parte efetivamente da equipe, que foi liderada pela diretoria de inteligência da secretaria.

A força-tarefa até fez algumas prisões, mas de pessoas envolvidas com a venda ilegal dos explosivos. Os assaltantes que empunham armas de grosso calibre e saem na linha de frente dos crimes não foram identificados ou capturados. Nas ruas, seguiram agindo, não só com mais intensidade e violência, mas de maneira ainda mais dinâmica por regiões do Estado, e desaparecendo com a mesma velocidade com que atacam os equipamentos.

Constrangimento à segurança pública

Na história recente de SC, a ação dos assaltantes com explosivos revela-se o fato mais audacioso e também constrangedor para a segurança pública. A última quadrilha que desafiou de forma tão pesada a polícia estadual agiu entre 2003 e 2006. O grupo comandado pelo assaltante gaúcho José Carlos dos Santos, o “Seco”, assaltava carros-fortes em SC e no Rio Grande do Sul. Eram roubos milionários e cinematográficos, com mortes de seguranças, tiroteios com policiais e furos de barreiras.

Num deles, a quadrilha fechou a BR-101, em Palhoça, na Grande Florianópolis, na manhã de 13 de dezembro de 2004. O grupo agiu também em Joinville, Ibirama e Seara. Seco só foi preso dois anos depois, em 2006, no RS, ao ser reconhecido, de madrugada, num posto de combustíveis, por policiais que o procuravam e após troca intensa de tiros. Ele continua preso no RS.

Quanto aos assaltantes de caixas, os acontecimentos recentes não permitem à população ficar otimista de que eles serão detidos a curto prazo.


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