Fábrica

10 set09:21

Mirtilo vira cosmético em Itá

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Uma pequena indústria de cosméticos do Oeste do Estado aproveitou a produção de mirtilo em Itá, um dos poucos municípios catarinenses que cultiva a planta, para desenvolver produtos à base desta fruta.

O mirtilo, também conhecido como blueberry, começou a ser cultivado nos anos 2000 na Serra Catarinense e em Itá. No ano passado, foram cultivadas cerca de 45 toneladas do produto no Estado, que responde por cerca de um terço da produção nacional.

Em Itá, o mirtilo já é uma atração. Um hotel vende mudas da planta e uma sorveteria já tem a novidade no sabor. Diante disso, a farmacêutica Vânia Maria Stumpf, dona da Cálida Indústria e Comércio de Cosméticos, desenvolveu produtos com o extrato da fruta. O mirtilo tem substâncias chamadas antocianinas, que são boas para a circulação.

— Além disso, é um produto daqui, e como Itá é uma cidade turística, os cosméticos são mais um atrativo — explica Vânia.

Metade da fabricação da empresa é comercializada para os turistas. A produção iniciou em 2006 e atualmente está em 400 frascos por mês. O crescimento é de 10% ao ano.

Primeiro foram lançados o sabonete líquido, sais espumantes e loção hidratante para o corpo. Em 2011, foram criados o desodorante e o creme para as mãos. Neste ano, será lançado o creme para os pés.

A empresa está recebendo consultoria do Sebrae e pretende expandir suas vendas, que ainda estão concentradas em SC e no RS. Assim como o mirtilo é conhecido como a fruta da longevidade, Vânia espera que sua produção também tenha vida longa e seja mais um produto catarinense a conquistar o país. Atualmente, o Brasil produz 150 toneladas da fruta por safra, numa área de 150 hectares, segundo dados da Embrapa de Pelotas (RS). A instituição foi a responsável pela implantação das primeiras mudas no Brasil, em 1983.


Vânia Stumpf criou a empresa em 2006 e hoje faz 400 frascos por mês.


O mirtilo é uma planta que gosta de frio inferior a 7,2 graus. Por isso, o cultivo preferencial é na Serra. Em Itá, a lavoura foi implantada próxima ao lago da cidade, onde existe um microclima mais frio à noite.

No início da safra, a indústria vende o quilo de mirtilo por R$ 45 e, no auge da produção, o preço cai para R$ 20. O principal mercado é São Paulo e as capitais dos três estados do Sul. A produção de SC também já foi exportada para a Holanda.


A fruta

O mirtilo é uma frutinha de cor azul, originária da América do Norte, parecida com grãos de uvas, de sabor doce-ácido. A fruta também é conhecida como blueberry.

Começou a ser cultivado de forma comercial em Santa Catarina a partir dos anos 2000, em municípios da Região Serrana e do Oeste.

Atualmente, o Brasil produz mais de 150 toneladas do produto por safra, numa área de 150 hectares, segundo dados da Embrapa.

A safra ocorre entre outubro e janeiro no Hemisfério Sul.


DIÁRIO CATARINENSE



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20 jan13:40

Raimundo Colombo defende desenvolvimento do Oeste

Participando do lançamento da pedra fundamental da Corti/Avioeste, em Cunha Porã, o governador Raimundo Colombo afirmou que o Governo do Estado vai investir no Oeste catarinense para desenvolver economicamente e socialmente a região. – Quando você instala uma grande indústria num pequeno município, traz recursos, empregos e minimiza a migração da população para grandes cidades – afirma Colombo.

O governador deu como exemplo a própria liberação de R$ 436 mil, por meio da Secretaria Regional de Palmitos, para terraplanagem do terreno de 20,5 mil m² da empresa. O investimento possibilitou que a fábrica se instalasse na cidade, gerando cerca de 500 empregos diretos e indiretos aos municípios da região. A Corti/Avioeste será a maior e mais moderna indústria da América Latina no ramo de fabricação de equipamentos agrícolas.

- Esse é um investimento determinante para a empresa. Estamos no coração da produção do agronegócio brasileiro – disse o diretor de investimentos na América Latina da Corti/Avioeste, Luigi Zubiani. O diretor entende que a instalação da fábrica na região abrirá as portas da empresa para a América Latina.

Com os investimentos na região, como atração de empresas, o governador Raimundo Colombo quer colocar o Oeste em melhores patamares socioeconômicos. Ao lado de Cunha Porã, a cidade de Maravilha é a primeira a receber a Indústria de Laticínios Bela Vista, originalmente instalada em Goiás. O Governo do Estado investiu R$ 750 mil na terraplanagem e pavimentação asfáltica de acesso à empresa, inaugurada em setembro de 2011.

A fábrica, que é uma das maiores marcas do segmento lácteo brasileiro, investiu mais de R$ 35 milhões no município de Maravilha e gera 100 empregos diretos e milhares de indiretos. São produzidos 450 mil litros/dia de leite e a previsão é de que, até 2015, esse número chegue a 1,2 milhão de litros, o que deve desenvolver ainda mais a região.

O lançamento da pedra fundamental da Corti/Avioeste foi realizado na BR-158, km 103, em Cunha Porã, e contou também com a presença do diretor da SDR Palmitos, Ademar Henchem; secretário regional de Maravilha, Sandro Donati; prefeita de Cunha Porã, Luiza Vacarin, deputados estaduais Marcos Vieira, Maurício Eskudlark e Mauro de Nadal; além dos deputados federais Celso Maldaner e Jorginho Mello.


Programa Juro Zero

Mas não é apenas com atração de grandes empresas que o Governo do Estado pretende desenvolver a região. Lançado em novembro de 2011, o programa Juro Zero já liberou R$ 1,29 milhão em empréstimos para os Microempreendedores Individuais (MEI) locais sem a cobrança de juros. – O Juro Zero é uma ação para fomentar e desenvolver os pequenos negócios dos catarinenses, daqueles que não recebem muita importância, mas que são fundamentais para o crescimento de Santa Catarina – analisa o governador Raimundo Colombo.

Por meio das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público – Oscips, os MEIs, com receita bruta anual de, no máximo, R$ 36 mil, poderão fazer empréstimo de até R$ 3 mil. Esse valor poderá ser utilizado pelo microempreendedor para melhorar o seu negócio e, futuramente, expandir sua empresa, de forma a gerar mais empregos e aumentar a renda familiar. Inclusive, a Oscip que obteve o melhor desempenho até dezembro de 2011 foi a Extracredi, de São Miguel do Oeste, com R$ 434,4 mil emprestados em 151 operações efetuadas.


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17 jan10:13

Inaugurada fábrica de rações no Novo Distrito Industrial de Abelardo Luz

Aconteceu na noite da sexta-feira, 13, a solenidade de inauguração do mais novo empreendimento industrial de Abelardo Luz. Trata-se da Vipet Food’s Brasil LTDA que irá produzir rações para cães, gatos, peixes, aves e suínos. A previsão é iniciar as atividades com um turno de oito horas e gerar mais de 110 empregos diretos, sendo 40 deles para jovens iniciantes no mercado de trabalho.

O ato inaugural contou com a presença do prefeito Dilmar Fantinelli e outras autoridades locais e da região.  – Estamos felizes com mais essa grande conquista para Abelardo Luz. É o primeiro empreendimento de muitos que vamos instalar nesse local para gerar mais oportunidades de emprego em nosso município – destacou Fantinelli.

A fábrica de ração ocupa uma área de 28 mil metros quadrados e tem capacidade de produzir por dia 144 toneladas de ração para cães e gatos, 180 toneladas de rações e concentrados para aves e suínos e mais 180 toneladas da linha de sais minerais e núcleo vitamínicos. A produção vai atender o mercado interno, abastecendo principalmente os estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Um dos motivos que levaram a empresa se instalar em Abelardo Luz foi a localização geográfica, além dos incentivos oferecidos pela administração municipal.

O novo distrito industrial de Abelardo Luz está localizado às margens da rodovia SC 467, Km 20, saída para Xanxerê. O local possui uma área total de 96.800 metros quadrados e tem capacidade para comportar até 15 empresas de médio e pequeno porte. Entre os incentivos oferecidos pelo município as novas empresas estão: terraplenagem, pavimentação, luz e água, entre outros.


Novas empresas

Além da Vipet Food´s, mais nove empresas já estão confirmadas para se instalar no local ainda este ano: Vernox, fabricação e comércio atacadista de máquinas e equipamentos de refrigeração; Jaque Metal Estruturas metálicas; Pavforte Artefatos de Concreto LTDA; San Rafael, comércio de sementes e implementos agrícolas; Idicar Auto Peças de veículos novos e seminovos; Signor & Signor Retífica de motores; Transper Indústria e Comércio de persianas/divisórias; e Dalcionei Stella ME, prestadora de serviços de manutenção e reparação mecânica de veículos.

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11 jan08:29

Haitianos buscam vida nova em Santa Catarina

Dois anos após o terremoto que transformou em escombros a capital do país mais pobre das Américas, a saída para muitos haitianos têm sido procurar no Brasil as condições de vida que não existem dentro de suas fronteiras — onde 60% da população está desempregada e 4,5 milhões sofrem com a escassez de alimentos.

E Santa Catarina está incluída na rota de oportunidades. Vários haitianos já estão trabalhando no Estado, principalmente na Região Oeste, onde oficialmente vivem 32. Eles foram trazidos por empresas que sofrem com falta de mão de obra e viram nos refugiados uma importante força de trabalho.



Irmãos Wendales Zephirin e Lichelet Zephirin, viajaram seis dias para chegar no Brasil.



Na fronteira brasileira com o Acre, Brasileia é um dos pontos de entrada de cerca de 4 mil haitianos que já chegaram ao Brasil desde janeiro de 2011. Sozinhos ou em famílias, enfrentam um roteiro complexo, com passagens por outros países, até alcançar o Norte brasileiro.

Ali, protocolam um registro de refúgio em um posto da Polícia Federal, onde recebem a autorização provisória para permanecer no Brasil. O Brasil tomou esta decisão por questões humanitárias. A previsão é de que, em 90 dias, estejam com um visto humanitário em mãos, com direito a usar o Sistema Único de Saúde e trabalhar de carteira assinada, como ocorrerá na indústria de massas gaúcha.


>>> Clique para ver o trajeto dos haitianos até o Brasil


Risco de migração em massa

Ao mesmo tempo em que lidera a força de paz no país caribenho desde 2004, o Brasil agora é confrontado com uma realidade que ainda aprendendo a lidar: o risco de uma migração em massa na fronteira. Dos 1,6 mil que já conseguiram regularizar sua estadia, acredita-se que 800 já conseguiram emprego, especialmente na construção civil em São Paulo, Rondônia, Pará e Brasília. O cálculo é do representante da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Acre em Brasileia, Damião Borges.

Há um ano acompanhando os haitianos na cidade, Borges está acostumado a que os caribenhos lhe enumerem as razões da imigração: admiração pelo futebol, simpatia pelos brasileiros que participam da missão de paz das Nações Unidas no Haiti, confiança de que o crescimento econômico e a proximidade da Copa do Mundo e das Olimpíadas lhes garantirá uma vaga de trabalho. Uma decepção, porém, já foi detectada no sonho brasileiro: os salários são consideravelmente menores do que os R$ 1,5 mil ou R$ 2 mil que esperavam receber.

A partir de terça-feira, a Polícia Federal, em parceria com o governo do Acre e a prefeitura de Brasileia, passou a emitir 40 vistos por dia na cidade, facilitando a contratação de mão de obra haitiana.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anunciou medidas para tentar limitar a entrada dos imigrantes e garantiu que será concedido visto para os 2,4 mil haitianos que ainda não conseguiram regularizar sua situação. Para o governo, também é importante reforçar a fronteira do Brasil com Peru, Equador e Bolívia para evitar a “rota ilícita de imigração” e a atuação de “coiotes” na região.


Força de trabalho no Oeste

Funcionários negros com sotaque espanhol, misturado com algumas palavras de francês, já fazem parte da rotina de algumas empresas de Chapecó, em Santa Catarina. A empresa Fibratec, fábrica de piscina e caixa d’água, foi a primeira a contratar os haitianos, há cerca de seis meses.

Um dos diretores da empresa, Érico Tormen, disse que seu sócio estava fazendo uma obra no Acre, quando viu dezenas de haitianos em Brasiléia. Como eles estavam procurando trabalho, e a empresa tinha dificuldade de encontrar mão-de-obra, fizeram a proposta para contratá-los.

Na primeira leva, nove haitianos foram contratados. O custo com o transporte foi de R$ 1,5 mil por pessoa, segundo Tormen. A Fibratec chegou a contratar 24 haitianos. Desses, 13 ainda estão na empresa. Alguns desistiram pois não se adaptaram ou não gostaram do emprego e foram buscar outro trabalho.

— Outras empresas também pediram trabalhadores já que há escassez de mão-de-obra na região — disse Tormen.

Cinco haitianos foram para uma empresa de materiais de construção, dois para uma revenda de peças e acessórios de automóveis e dois para um restaurante de Palmitos. Outros ainda estão procurando emprego. Tormen disse que o relacionamento dos haitianos com os demais funcionários é muito bom.

— É ótimo, todo mundo gosta deles — avaliou.

Antes da contratação de estrangeiros, as empresas precisam comunicar a Polícia Federal. No caso dos haitianos, eles devem informar quando houver mudança de endereço. Na delegacia da Polícia Federal de Chapecó a informação é de que os haitianos que fizeram essa comunicação estão legais. Não há informação de clandestinos na cidade. Entre os desafios enfrentados no dia-a-dia pelos haitianos está a língua. A comunicação geralmente é em espanhol. Mas os haitianos já se viram no português.


>>> Confira as fotos dos haitianos em SC


Seis dias de viagem

Os irmãos Wendales Zephirin e Lichelet Zephirin, viajaram seis dias para chegar no Brasil. Eles pegaram avião na República Dominicana e foram até o Equador. Depois foram de ônibus até o Peru e vieram de carro até o Acre, onde chegaram em 24 de abril do ano passado. Desde 11 de julho trabalham em Chapecó. Wendales era pedreiro e Lichelet costureiro.

— Lá não tinha muito trabalho — disse Wendales.

Em Chapecó trabalham na fabricação de piscinas. Provenientes de uma família de 13 irmãos, os Zephirin mandam cerca de R$ 250 a R$ 300 cada um para o Haiti. Eles ganham cerca de R$ 850 por mês. Wendales trabalhou na República Dominicana e até ganhava mais por dia, mas não era sempre que tinha trabalho. Seu objetivo é tentar ganhar um pouco mais no Brasil e assim poder guardar dinheiro.


Estudantes na UFSC

Diferente dos haitianos que vêm ao Estado em busca de trabalho, 29 jovens do Haiti desembarcaram em Florianópolis, em agosto do ano passado, para dar continuidade aos estudos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As instituições de ensino do país caribenho foram destruídas com o terremoto de 2010. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a Estadual de Campinas e a Federal de São Carlos também receberam estudantes haitianos.

Por 18 meses — dos quais seis são para aulas de português e um ano para continuar a faculdade — a UFSC é a responsável por eles. Ainda que com certa dificuldade, mas sem trocar ou errar as palavras, o estudante de economia, Jean Samuel, 27 anos, está gostando da vida em Florianópolis. As primeiras semanas foram difíceis, por causa da saudade de casa. Apesar dos telefonemas para ao Haiti serem semanais, ele ganhou uma nova família aqui, formada pelos 29 colegas haitianos. Jean mora no Bairro Pantanal e considera a UFSC bem organizada.

Para o secretário de Relações Institucionais e Internacionais da universidade, Enio Pedrotti, a experiência é positiva para os dois lados. Os haitianos estão tendo contato com pesquisas feitas na UFSC, conhecendo a cultura e hábitos brasileiros, como a relação com o lixo. Se antes eles eram acostumados a jogar lixo no chão, hoje eles já dão a destinação correta. Em uma das aulas de português, o grupo foi a Jurerê Internacional entrevistar os turistas. Para Pedrotti, também saem ganhando os alunos da UFSC.

— Por enquanto, os haitianos estão fechados no grupo deles, mas depois eles vão ter contato com os outros alunos, nas aulas de graduação. O estudantes daqui também vão aprender muito na convivência.


Colaborou: Rossana Silva, Darci Debona e Julia Antunes Lorenço.


DIÁRIO CATARINENSE

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02 nov11:38

Empreendimento ousado em Concórdia

RBSTV CONCÓRDIA

Uma granja em Fragosos, interior de Concórdia, onde antes eram criados suínos, hoje são confeccionadas roupas de grife. Os empresários Odílio Lins Junior e Mônica Brancher Lins transformaram a propriedade, que chegou a ser considerada uma granja modelo, em um empreendimento de sucesso.

A decisão de instalar a fábrica no local foi uma alternativa encontrada por Odílio e Mônica para driblar as dificuldades que enfrentavam na capital do estado, onde a empresa surgiu. No local são produzidas roupas para três diferentes marcas.

- Em Florianópolis pagávamos R$ 4 mil em aluguel, enfrentávamos o trânsito e estava ficando complicado. E isso motivou com que viéssemos para cá – disse Especialista em Moda, Mônica Brancher Lins.

Nas prateleiras do escritório da empresa estão inúmeros troféus do tempo em que a granja dos pais de Odílio era considerada uma propriedade padrão. Isso nos anos 70. Na década seguinte, descontente com algumas mudanças na forma de criar os suínos, o pai de Odílio decidiu abandonar a suinocultura e a estrutura foi desativada.

- O galpão que hoje abriga parte da fábrica e loja e o setor administrativo era uma maternidade de criação de suínos. Ele ficou 20 anos desativado. Quando chegamos ainda existiam as parideiras, nos removemos e tivemos que reformar piso eo telhado – lembra Odílio Lins Junior,  administrador da empresa.

O casal fez questão de manter o aspecto rústico do local. O telhado continua o mesmo. Não há forro e nem vai ser colocado. Os suportes dos cabides, por exemplo, foram feitos reaproveitando a estrutura das baias. Na sala de corte pouca coisa foi alterada.

A transferência da confecção para Concórdia foi em 2008. Odílio conta que foi bastante criticado por esta decisão. – As pessoas diziam que éramos loucos em trocar a capital e se instalar numa cidade do interior.

Trabalham para a empresa 20 profissionais que produzem cerca de duas mil peças por mês. O casal comemora os resultados obtidos com a mudança.

- A demanda está cada vez maior. Estamos vendendo para São Paulo, Nordeste e também na região Sul e a expectativa é crescer, melhorar cada vez mais – disse Mônica.


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25 ago08:27

Incêndio destrói fábrica e deixa funcionário ferido

Fogo destruiu 120 metros e cerca de 20 toneladas de tinta.

Um incêndio destruiu, no final da tarde de quarta-feira, 120 metros de uma fábrica que efetuava a reciclagem de resíduos líquidos inflamáveis (solventes e tintas) na linha São Roque, em Chapecó. No momento da explosão o funcionário Eduardo Ferrarine, 18 anos, estava no local.

Eduardo teve queimaduras de primeiro e segundo graus no rosto e braços e foi encaminhado para o hospital. Cerca de 20 toneladas de tinta estavam na fábrica. 

Foram gastos 20 mil litros de água e espuma para conter as chamas. O proprietário, Laudemir Nista, não estava na hora do acidente e não soube explicar a causa. O Corpo de Bombeiros de Chapecó deve fazer uma perícia no local.

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