Falta

09 jul12:50

Dicas para driblar a falta de dinheiro e pagar contas

A falta de cédulas nos bancos está sendo causada pela greve dos transportadores de valores, no entanto os bancos continuam abertos e com serviços funcionando. O pagamento de contas continua sendo processado normalmente nos bancos e meios eletrônicos (autoatendimento, internet e telefone).

O consumidor que se sentir prejudicado pela falta de dinheiro nos terminais deve imprimir um comprovante e, com o papel em mãos, procurar Procon e Banco Central para reclamar seus direitos.

Sem dinheiro nos bancos, consumidores podem recorrer aos correspondentes casas lotéricas (da Caixa) e Correios (do Banco do Brasil). Nos caixas de supermercado é possível pagar algumas faturas com cartão de débito.

No caso de um débito que não possa ser pago com boleto, cheque ou transferência direta entre contas-corrente, especialistas aconselham negociar prorrogação do prazo para pagamento até que o serviço bancário normalize.

O motivo é a greve dos trabalhadores das empresas de transporte de valores. O Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores (Sintravasc) estima que 1,3 mil funcionários estão de braços cruzados em Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Itajaí, Joinville e Chapecó. A paralisação iniciou no dia 2 de julho. Trabalhadores de Tubarão, Joaçaba e Lages, por outro lado, retornaram ao trabalho na quarta-feira, dia 4 de junho.

Nesta segunda-feira acontece uma audiência de conciliação na 2ª Vara de Trabalho em Itajaí. De acordo com a advogada do Sindesp, Thais Pazin, caso os sindicatos não entrem em acordo será encaminhado um dissídio coletivo e a Justiça do Trabalho que irá decidir quais reivindicações, tanto dos empregados, como das empresas serão atendidas.


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26 mar15:19

Aulas serão retomadas nesta terça-feira em Dionísio Cerqueira

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

As aulas nas redes municipal e estadual de Dionísio Cerqueira serão retomadas nesta terça-feira. A informação foi confirmada no começo da tarde desta segunda-feira pelas secretárias municipal de Educação, Rosane de Andrade Souza, e regional, Nilza Sufredini.

Cerca de quatro mil alunos estão sem aula desde terça-feira por falta de água. Nilza Sufredini disse que nas cinco escolas estaduais e o Centro de Educação de Jovens e Adultos estão sendo instaladas caixas de água de 25 mil litros que a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), disponibilizou. Também serão instaladas bombas destas caixas para levar água aos reservatórios antigos, que tem cerca de mil litros cada.

Nas 13 escolas municipais a secretária Rosane Andrade de Souza informou que também foi solicitado para a Casan a instalação de reservatórios nos locais mais críticos. No entanto ela afirmou que já melhorou o abastecimento.

Desde sexta-feira caminhões da Casan e dos Bombeiros estão buscando água em rios, lagos e açudes para complementar o abastecimento. Além disso está chovendo na região o que pode amenizar a situação.



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09 fev11:07

Falta de água em Seara

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Enquanto a bomba e a tubulação do poço profundo não são consertadas e não chover o suficiente para encher a barragem do rio Caçador a população de Seara vai sofrendo com a falta de água nas torneiras. A Casan e a Prefeitura tentam abastecer o interior e as partes altas da cidade com caminhões pipa. Mesmo assim eles só conseguem amenizar a situação.

Um dos locais mais problemáticos é na Vila Esperança. O auxiliar de lavagem Írio Oliveira chegou a buscar água com um balde num poço no mato. Como a água turva ele só a utilizava para tomar banho e lavar a louça. O banho era de bacia.

Paulo Cesar Oliveira armazenou água em baldes depois de ficar 5 dias sem.

- Só me lavava com a mão- explicou. A água potável era trazida em litros de refrigerante, pela irmã. Ele chegou a ficar cinco dias sem receber água na rede. Írio mora com a família do irmão, Paulo César Oliveira. Paulo César, que é auxiliar de produção, tomava banho no trabalho. E a roupa e louça ficaram acumulados até ontem, quando chegou um caminhão pipa. Oliveira aproveitou para encher o tanque, tambores e panelas.

>> Limpeza na barragem para acumular água em Seara

A família de Elisama de Oliveira teve mais sorte. Eles ficaram “apenas” dois dias sem água. Ontem ela chegou a mãe de Elisama aproveitou para lavar a roupa. Ela ficou de “guarda” perto da torneira para encher 19 litros de refrigerante, com a ajuda do irmão Elizeu. Assim eles conseguiram um estoque para os próximos dias. Ela também aproveitou para lavar a louça que estava acumulada.

- Falta dois dias daí vem um pouco – relata.

Essa rotina da família desde dezembro. Ela relata que às vezes o pai chega cansado do trabalho e não tem água para tomar banho. A solução é esperar até meia-noite ou então ir na casa dos avós.


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31 dez07:34

Ano Novo sem água

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A falta de água vai marcar a virada de ano de milhares de famílias do Oeste Catarinense. Para elas uma chuva forte é o maior desejo para 2012. Nesta sexta-feira até chegou a cair uma garoa em alguns municípios da região. Mas ela foi insuficiente.

Armando Keller, morador da Linha Marcon, no interior de Chapecó, tentou acumular um pouco de água com um balde e uma caixa de água colocados nas goteiras do telhado de sua casa.

Mas o resultado foi apenas um volume que mal dava para ele fazer a limpeza da moradia, o que já vinha adiando há dias.

–Só passo um pano- disse A roupa ele está levando para lavar na cidade.

O poço que abastecia a casa está com apenas 20 centímetros de água. –Dá só pra cozinhar e tomar banho- explicou. O açude que abastecia as três vacas e dois bezerros, também secou. –Se a prefeitura não me trouxer água logo vou ficar sem- preocupou-se. Ele já está na lista dos caminhões-pipa.

Sua vizinha Dejanira Klauss também está com pouca água. O poço dela minguou e há uma semana não consegue mais encher a caixa d’água. –Vem muito pouco- mostra. Ela não liga mais a máquina de lavar roupa há uma semana. –Estou pagando para lavar na minha irmã- explicou.

Para limpar a casa ela pega um pouco do líquido no balde e passa um pano. A água que acumula no reservatório é só para tomar banho e fazer comida. Para beber ela está trazendo do trabalho. Ontem ela pegou 14 litros em garrafas de refrigerante. –A gente dá um jeito- explicou.

Com tanta escassez ela nem vai passar o Réveillon em casa. –Vou pra casa do meu pai- informou.

Nesta sexta-feira o prefeito de Chapecó, José Cláudio Caramori, também decretou situação de emergência. Já são 26 municípios nessa situação.

Segundo Caramori o problema maior é no interior, onde cerca de 100 famílias estão recebendo água em 15 pontos de distribuição. Dois caminhões que transportam 50 mil litros por dia para o interior. Desde sexta mais um caminhão dos Bombeiros está disponível. A perda nas lavouras que chega a 40% no milho e 30% na soja.

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23 dez10:00

Falta de chuva preocupa

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Planalto Alegre foi a primeira cidade do Oeste a decretar Situação de Emergência devido a estiagem. Não chove há 40 dias no município. A maior preocupação é a falta de água para o consumo humano. Um caminhão pipa da Prefeitura está há mais de uma semana abastecendo cerca de 20 famílias do interior do município que estão sem água para o consumo.

Segundo o prefeito Edgar Rohrbeck a situação poderia ser ainda pior se não fosse o sistema de captação de água no Rio Chapecó. – O que realmente preocupa é que muitas fontes do interior secaram – disse o prefeito.

As perdas na agricultura são perceptíveis, na cultura da melancia e milho a produtividade teve queda de 35%. Na produção de leite a quebra é de 25%. – Técnicos da Secretaria de Agricultura e Epagri fazem o levantamento, mas já podemos dizer que os agricultores vão ter prejuízos – lamenta o Secretário de Agricultura, Carlos Panho.

O prefeito de Ipuaçu Denilso Casal também assinou decreto de Situação de Emergência devido a estiagem. A produção de milho é a mais castigada. O levantamento dos prejuízos será feito pela Epagri e Secretaria Municipal de Agricultura. De acordo com o Denilso a prefeitura vai disponibilizar o abastecimento de água para o interior, visando amenizar os prejuízos e riscos existentes.

O prefeito em exercício de Guaraciaba Nelson Hüning deve assinar na manhã desta sexta-feira o decreto de Situação de Emergência. Ele esteve em Brasília para a assinatura de um convênio de mais de R$ 3,5 milhões para investir em abastecimento de água no município.


Chapecó

A falta de chuva começa a preocupar e a prejudicar o abastecimento de água em Chapecó. Desde o dia 21 de novembro não é registrada uma chuva significativa na cidade. Segundo o observador metereológico da Epagri Francisco Schervinski a única chuva representativa no mês de dezembro, até agora foi no dia 09, quando foram registrados 19 mm de chuva. – Tivemos também outros dois dias com pancadas isoladas na cidade que totalizam 22 mm de chuva no mês. Bem diferente da média histórica que é de 170 mm e da registrada em dezembro de 2010, que foi de 392 mm. Esse verão não será tão chuvoso como o do ano passado – salientou o observador.

A umidade baixa do ar também tem preocupado. Na tarde da quarta-feira, 21, a umidade chegou a 21%. Na manhã desta quinta-feira estava em 45%, o ideal seria de 60%. Uma das conseqüências disso pode ser o aumento no atendimento de crianças e adultos com problemas respiratórios. Segundo informações do Hospital Materno Infantil os atendimentos ainda não tiveram alterações.

Ainda segundo o observador metereológico a previsão para os próximos dias é de pancadas de chuva em pontos isolados.


Caminhão pipa no interior

O interior de Chapecó está recebendo água de caminhões pipa. Segundo o secretário de agricultura Ricardo Lunardi, cinco comunidades estão sendo atendidas com água. O secretário disse ainda que desde 2005 já foram construídos 200 poços artesianos no interior.


Sistema de rodízio nos bairros

A Casan iniciou um sistema de rodízio para garantir o abastecimento de água nos bairros de Chapecó. As residências ficam com o abastecimento de água interrompido durante um período do dia:

Bela Vista, Cristo Rei e Eldorado – 20h as 6h;

Passo dos Fortes, Loteamento Valville e Don Fabiano – 20h30 as 5h30;

Santo Antonio, Palmital, Quedas do Palmital e Universitário – 20h30 as 6h;

Grande Efapi e Centro – 21h as 5h30;

Seminário, Santa Maria e Esplanada – 20h as 6h.


O superintendente regional da Casan Nilso Macieski havia convidado a imprensa  para esclarecer e apresentar as obras que estão sendo realizadas para resolver o problema nesta sexta-feira. Porém o encontrou foi cancelado na tarde da quinta-feira.

- Voltaremos a marcar uma nova data para que seja possível acompanhar o sistema já em  funcionamento – disse Macieski.



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22 dez12:18

Falta de chuva preocupa em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A falta de chuva começa a preocupar e a prejudicar o abastecimento de água em Chapecó. Desde o dia 21 de novembro não é registrada uma chuva significativa na cidade.

Segundo o observador metereológico da Epagri Francisco Schervinski a única chuva representativa no mês de dezembro, até agora foi no dia 09, quando foram registrados 19 mm de chuva. – Tivemos também outros dois dias com pancadas isoladas na cidade que totalizam 22 mm de chuva no mês. Bem diferente da média histórica que é de 170 mm e da registrada em dezembro de 2010, que foi de 392 mm. Esse verão não será tão chuvoso como o do ano passado – salientou o observador.

A umidade baixa do ar também tem preocupado. Na tarde da quarta-feira, 21, a umidade chegou a 21%. Na manhã desta quinta-feira estava em 45%, o ideal seria de 60%. Uma das conseqüências disso pode ser o aumento no atendimento de crianças e adultos com problemas respiratórios. Segundo informações do Hospital Materno Infantil os atendimentos ainda não tiveram alterações.

Ainda segundo o observador metereológico a previsão para os próximos dias é de pancadas isoladas.


Sistema de rodízio nos bairros

A Casan iniciou um sistema de rodízio para garantir o abastecimento de água nos bairros de Chapecó. Uma reunião nesta sexta-feira vai esclarecer sobre as obras que estão sendo realizadas para resolver o problema.


Caminhão pipa no interior

O interior de Chapecó está recebendo água de caminhões pipa. Segundo o secretário de agricultura Ricardo Lunardi, cinco comunidades estão sendo atendidas com água. O secretário disse ainda que desde 2005 já foram construídos 200 poços artesianos no interior.


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