Família

16 nov07:45

Athos pode ser bicampeão da Série C

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Enquanto curtia a manhã de descanso na quinta-feira, meia Athos recebeu a equipe do Diário Catarinense em seu apartamento, no centro de Chapecó. Ele falou da conquista do acesso para a Série B e da primeira partida da semifinal da Série C, sábado, contra o Oeste, às 19 horas, na Arena Condá.



Athos, com o filho Matheus e a esposa Camila, grávida de Emmanuel.



Athos já venceu a competição em 2006, pelo Criciúma. Agora quer o bicampeonato da Série C para incrementar o seu currículo e também para compartilhar essa emoção com os companheiros de clube. O jogador disse que o clima no vestiário é muito bom e que por isso não ficou magoado nos três jogos em que foi para o banco de reservas. Na época chegou a fechar a conta numa rede social devido aos xingamentos. Athos cresceu nos momentos decisivos. Fez um gol e deu o passe para outros três na vitória por 5 a 0 contra o Tupi, que valeu a classificação para a segunda fase. Na primeira partida da segunda fase, contra o Luverdense, deu o passe para o gol de Henrique.

Athos que está muito feliz por jogar na Chapecoense, pelo grupo que foi montado, além da boa adaptação da família à cidade. Sua mulher, Camila, está grávida de seis meses, de um menino, Emmanuel. E o outro filho, Matheus, de sete anos, que era um bebê quando o pai foi campeão da Série C pelo Criciúma, agora já disputa campeonatos de futsal em Chapecó. Athos disse que o crescimento da Chapecoense é fruto de um trabalho sério e honesto, que é reconhecido pelos jogadores que estão ou que passaram pelo clube.

Duas vezes por semana, Athos toca violão na Igreja Quadrangular. E brinca que é mais afinado em campo.


Confira a entrevista que o jogador concedeu.

Diário Catarinense: Você foi um dos destaques do time na conquista da vaga para a Série B, o que isso representa para ti e para o clube?

Athos: Sempre me envolvi com o time e procurei deixar minha marca nos clubes que passei. Foi assim no Paraná, no Criciúma e no Brasil de Pelotas, onde fui escolhido um dos melhores camisa 10 da história do clube. Na Chapecoense cheguei no meio do campeonato catarinense e fui escolhido o segundo melhor meia do campeonato. Tive outras propostas até mais vantajosas e resolvi ficar. Acho que a Chapecoense está colhendo o que semeou. Nos últimos anos sempre vem decidindo título. Tem uma diretoria séria que sempre paga seus compromissos dentro do mês. Aqui é uma família. E quanto a gente sai fala com o padeiro, o caixa do mercado. É um contato direto com a torcida. Na comemoração teve um senhor que me abraçou e soube que foi um dos fundadores da Chapecoense. Foi muito emocionante.


Diário Catarinense: Depois de conseguir o acesso para a Série B pelo Criciúma a pela Chapecoense como está encarando a possibilidade de se tornar bicampeão brasileiro da Série C?

Athos: É a oportunidade do meu segundo título brasileiro. E título brasileiro são poucos os que têm, independentemente se é da A, B, C ou D. A maioria do nosso grupo não tem esse título. E eu quero dar o meu melhor para ajudar meus companheiros. Eu sei o quanto é bom colocar uma faixa de campeão brasileiro no peito. Se for a Criciúma tá lá a minha foto com a faixa.


Diário Catarinense: Como a Chapecoense deve atuar nesse primeiro confronto da semifinal contra o Oeste?

Athos: Já no início da Série C eu disse que o Oeste era o adversário mais difícil contra quem nós tínhamos jogado, pois foi o único que jogou de igual para igual em Chapecó. Ganhamos o jogo por um a zero e depois perdemos por um a zero em São Paulo, o que mostra o equilíbrio entre os times. Eles têm um time muito bom. Vai ser um jogo muito difícil. Temos que manter a humildade e a marcação forte. Um a zero para nós é goleada.



Comente aqui
03 set11:42

Gata de Pinhalzinho adotou dois filhotes de furão

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Dois filhotes de furão foram adotados pela gata Mima da Família Maria em Pinhalzinho. Os animais foram encontrados por Pedro Maria, dono da gata, próximos da BR 282 quando ele estava indo trabalhar.

Lucivani, esposa de Pedro, disse que o marido resolveu levar os animais para casa quando passou novamente pelo local e viu que os filhotes ainda estavam lá.

- Como a nossa gata estava para ter filhotes ele resolveu trazer os dois – disse Lucivani.

Nos dois primeiros dias os furões foram alimentados por leite que era administrado, com uma bisnaga, pelos filhos do casal.

Após o nascimento dos dois gatinhos de Mima os furões foram colocados na caixa da gata que aceitou bem os ‘filhos adotivos’.

- Eles estão se alimentando com leite da gata, ração e comida que damos para eles – disse Lucivani.

Os filhotes e a mãe passam bem e estão com mais de 15 dias de uma boa convivência.


4 comentários
30 mai20:32

Segundo casamento: apresentando o novo amor à família

Dados do IBGE mostram que aumentou nos últimos dez anos o número de pessoas que decidem se casar pela segunda vez. No ano 2000, 11,7% dos entrevistados disseram estar em uma segunda relação. Em 2010, o percentual foi de 18,3%. Como a internet é uma das fontes preferidas para encontrar um novo parceiro, o departamento de pesquisa do site de relacionamentos eHarmony elaborou um guia com dicas para que esta relação dê certo. Os conselhos foram elaborados por Gian Gonzaga, considerado um dos maiores especialistas em cyber dating, o namoro virtual.

Segundo Gian Gonzaga, é normal que família e amigos recebam a notícia do novo namoro com certa desconfiança. Ele dá conselhos para fazer as apresentações da melhor forma.


Apresente, aos poucos, os amigos e a família

Nem sempre as apresentações são agradáveis. Ao invés de levá-lo à uma mesa de bar, onde todo mundo se conhece e ele é o “ser estranho”, promova um encontro em casa, um churrasco por exemplo, e faça dele o barman ou o churrasqueiro assistente.


Tenha paciência para lidar com o “pé atrás” dos amigos e familiares

Se você sofreu muito na sua última relação, é natural que seus amigos e familiares queiram lhe proteger e olhem com receio para este novo amor. Não se preocupe com esta desconfiança, pois depois de um tempo esta sensação desaparece.


Tenha jogo de cintura com os ex

Qualquer relacionamento em que os ex-parceiros ainda estão no convívio social do seu companheiro(a) seja por simples proximidade, por custódia das crianças, por questões financeiras ou por qualquer outro motivo isto naturalmente tornará a vida mais difícil.


Comente aqui
29 mai10:02

Familiares de Chiarello não acreditam em suicídio

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A morte do vereador Marcelino Chiarello (PT) completou ontem seis meses e segue sem ter sido esclarecida. Há alguns elementos apontando para homicídio e outros para suicídio. Mas os familiares de Chiarello não acreditam na tese do suicídio. –Ele foi morto pelas denúncias que fazia- disse a sogra, Deolinda Damo Guarnieri. Ela afirmou que sua filha, Dione Guarnieri, que era casada há 18 anos com Marcelino, também tem certeza que o marido foi morto.

- Podem vir com quantos laudos quiserem, ele não tinha motivos para se matar – completou Deolinda.

O laudo cadavérico inicial apontou como causa da morte asfixia mecânica e traumatismo crânio-encefálico. Já laudos complementares, feitos por peritos de Florianópolis, apontam para o suicídio. A Polícia Civil concluiu o inquérito apontando que a morte foi causada por asfixia mecânica, mas não concluiu se ela foi causada pelo próprio Marcelino ou por outras pessoas. O vereador foi encontrado morto por familiares no final da manhã do dia 28 de novembro, enforcado, no quarto de visita.

Deolinda Guarnieri disse que seu genro era muito alegre e nunca tomou antidepressivos. Ele tinha uma dívida de R$ 30 mil mas a renda familiar chegava a R$ 10 mil. Ela lembra que seu genro era uma pessoa que sempre procurava ajudar os outros. E que muita pessoas o procuravam para fazer denúncias pois sabiam que ele levava isso adiante. A família queria que Marcelino não comprasse tantas “brigas” pois temiam por sua integridade.

>>  TJ concede liminar no Caso Marcelino Chiarello

Deolinda, a filha e o Neto estão passando tomando antidepressivos e tem acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Nos dois primeiros meses, não conseguiam nem dormir. –Passou aquele desespero mas ainda temos medo- lembrou a sogra. Na semana passada a mulher de Chiarello saiu da casa da mãe para morar com o filho numa apartamento, pois o menino não conseguia dormir com a janela baixa, pois lembrava de sua casa. A casa de Chiarello, aliás, continua fechada desde sua morte.

O Ministério Público solicitou que a Polícia Federal faça novas investigações e uma novo laudo pericial, para esclarecer o caso.


Comente aqui
17 mai18:04

Família Minski é torcedora da Chapecoense

A Família Minski de Chapecó, formada pela mamãe Rosecler, a pequena Lívia Gabriella de 10 meses e o papai Eliandro é torcedora da Chapecoense.


Você, que é torcedor, também pode participar do Álbum do Torcedor do Blog da Chapecoense. Encaminhe sua foto para o álbum do torcedor através do email participe@clicrbschapeco.com.br.

Comente aqui
08 mai18:18

Trinta são os novos 20: mulheres na faixa dos 30 anos redefinem o termo balzaquiana

Roberta Ávila

Mulheres na casa dos 30 anos não estão nem aí para a idade. Ao contrário. Se libertaram dos preconceitos e fazem tudo o que queriam fazer aos 20 anos e não tinham coragem. Trinta anos, para uma mulher, já foi sinônimo de ter o destino traçado. Tema abordado em A Mulher de Trinta Anos, livro de Honoré de Balzac que completa 180 anos em 2012. Mas, se no século 19 as mulheres podiam se ver presas a um casamento malsucedido para o resto da vida, as trintonas do século 21 dão show de independência. No quesito beleza, as chamadas balzaquianas não devem nada na comparação com as mulheres de 20.

Há também a percepção de que são mais livres. Livres de pudores, obrigações e grilos sentimentais. Entram nas três décadas de vida com a graça e a confiança de mulheres como Isabel Cristina Silveira, 33 anos, que não se sente com 30 (“22, talvez”) e não se trocaria por nenhuma mulher de 20 e poucos anos. O mesmo pode ser dito sobre a modelo e apresentadora Maryeva Oliveira. A manezinha de 31 anos acredita que está no auge e não gostaria de voltar para os 20 de jeito nenhum.

– Não me vejo com 30. Não tenho namorado, não tenho filhos, não tenho planos de ter nenhum dos dois tão cedo e não estou nem aí para o que possam pensar ou dizer. Estou trabalhando muito, tenho tanta coisa para viver antes de casar. Este é o meu auge, o melhor momento da minha vida – analisa.

Ela acredita que ainda vai haver espaço para discutir a sexualidade das balzaquianas.

– A diferença é incrível. A mulher na casa dos 30 passou por todo um processo de autoconhecimento, de busca dos pontos do prazer, é outro jogo – garante.

Natural de Blumenau, Mariana Weickert, modelo e apresentadora, completou 30 anos em fevereiro e divide com Maryeva a paixão pela idade. Para ela, a mudança do dígito foi até almejada:

– Está sendo uma fase ótima, sem encanações. Não sei se a idade influi, mas estou uma mulher segura aos 30. Não fiquei nem um pouco encanada com a mudança, pelo contrário. Fiquei na expectativa, estava preparada para entrar para o time das mulheres de 30. Nesta idade, você passa a aceitar coisas que nem eram tão importantes, mas que você transformava num grande problema. A idade idade te traz tranquilidade.

Para a psicóloga Shirley Stamou, de Florianópolis, criadora do blog Garotas Modernas, não dá para comparar o estereótipo da balzaquiana com as mulheres de hoje:

– As mulheres de 30 são antenadas em moda, tecnologia e música tanto quanto as de 20. Usam minissaia e jeans.

Aos 39 anos, Shirley acredita que, antes, as mulheres de 30 eram senhoras. Hoje, isso mudou.

– Me olho no espelho, vejo minha energia e não me sinto com 30. Nem identifico as mulheres que foram minhas pacientes nos últimos 13 anos no consultório com as balzaquianas. Eu não sou uma senhora! – brinca.

Casada há sete anos, ela se sente mais próxima das amigas e primas de 20 e poucos do que das parentes mais velhas, com 40 ou 50:

– Passar dos 20 aos 30 é duro, mas, depois, a pessoa percebe que nada caiu de um dia para o outro.

Se os 30 anos são o auge, não se preocupe, os 40 não precisam ser a decadência. Basta ver Jeniffer Aniston, que declarou que seus 30 anos não foram muito bons, mas que os 40 estão sendo sensacionais. Courtney Cox, ex-colega na série Friends, chegou aos 40 linda e começou seu novo seriado, Cougar Town, tratando da situação de uma mulher nesta faixa etária que acaba de se divorciar. Seja na vitalidade de Luciano Huck, que acabou de entrar para o clube dos quarentões – uma camiseta de sua marca diz que “os 40 são os novos 20” –, ou na beleza de Patrícia Pilar e Carolina Ferraz, a lição é: idade, cada vez mais, é só um número.


Carreira em primeiro lugar

Em nome do sucesso na profissão, a família fica para depois ou vira opção. É o caso da consultora de imóveis Isabel Cristina Silveira, de Jaraguá do Sul. Aos 33 anos, ela está separada e gostaria de ter filhos, mas, se não acontecer, tudo OK.

– Se aparecer alguém que queira as mesmas coisas do que eu, tudo bem. Mas, se não acontecer, tudo bem também – diz.

É o mesmo com Janelize Borges, de Lages. Aos 30 anos, a jornalista deixou tudo para mais tarde e investiu na carreira.

– Pretendo casar e ter filhos. Mas ainda vai demorar para isso acontecer. Meu foco até agora sempre foi a minha carreira. Deixei o resto para mais tarde – confessa.

Fernanda de Nes

Fernanda de Nes, de Chapecó, dá sua opinião:

– As mulheres, hoje, demoram para se formar e querem independência financeira, um status legal na profissão.

A ginecologista Neuza Bornholdt acredita que, apesar de se tratar de uma decisão sem volta e extremamente delicada para as mulheres, as que deixam para depois a chegada dos filhos – mesmo correndo o risco de ter problemas para engravidar mais tarde – não se arrependem.

– As mulheres que têm essa postura são esclarecidas, sabem no que implica a decisão – garante a ginecologista.

Ela adverte, no entanto, que não ter filhos, ou tê-los muito mais tarde, tem alguns efeitos:

– A chance de engravidar depois dos 35 é muito menor e a possibilidade de ter um bebê com síndromes como a de Down aumenta com a idade para as mulheres, diferentemente do que acontece com os homens. As mulheres que não têm filhos também têm maior chance de ter câncer de mama.


Espelho, espelho meu

As entrevistadas foram unânimes: as mulheres se sentem mais bonitas aos 30 do que aos 20 anos. Se, por um lado, o psicológico e a autoestima fazem diferença, por outro, os tratamentos estéticos disponíveis fazem possível parecer ter 20 aos 30.

Fabíola Benvenuti, 30 anos, é dona de um corpo de dar inveja a mulheres de qualquer idade. Mantém a forma com dieta e malhação, mas já pensa em um dia fazer cirurgias estéticas ou procedimentos mais invasivos, como botox:

– Tenho orgulho de dizer que nunca fiz nenhuma plástica, mas, depois que tiver filhos, vou colocar silicone e quero usar botox. Pretendo manter a forma, mesmo que para isso precise de plásticas.

Segundo a esteticista Maya Marques, da Clínica Le Fabian, em Florianópolis, mesmo os tratamentos mais eficientes só vão funcionar se combinados com uma dieta balanceada.

– O peeling é um tratamento que rejuvenesce muito a pele, e atualmente existem outros além do químico, como o peeling de diamante, que é menos agressivo e tem um efeito excelente. Além disso, existem opções como o bioativo de nanoesferas, que trata as três camadas da pele de uma vez. É a evolução dos cosméticos junto com a tecnologia – afirma.


Na literatura

Comer, Rezar, Amar – Elizabeth Gilbert

Best-seller e sucesso nos cinemas, o livro é resultado da busca de Elizabeth Gilbert para um novo sentido em sua vida, que teve início ao completar 30 anos.


Persuasão – Jane Austen

Os livros da autora inglesa, considerada uma das mais lidas romancistas da língua, estão cheios de mulheres que deixam de lado suas paixões para apostar seu futuro no que é sensato e bem pensado. E vice-versa. O interessante, aqui, é que Leonor, a protagonista, vive o resplendor de sua beleza aos 30 anos e acaba encantando ótimos partidos, o que para a época era excepcional.


Depoimentos

“Ter 30 anos é como ter 20, mas com mais serenidade e experiência. Sou mãe de segunda viagem. Tive meu primeiro bebê com 19 anos e era completamente diferente a maneira de criar um filho, até a amamentação era diferente. Engravidei sem querer e, por causa disso, casei com meu namorado. Acabamos nos separando um ano depois. Casei de novo quatro anos depois de me separar e estou casada até hoje. A diferença é muito grande de casar mais jovem e mais madura. Vejo pela minha filha: um dia ela está namorando, no outro não está mais, depois está de novo. Quando se é mais velho, temos mais maturidade. Minha segunda gravidez também foi totalmente diferente, superplanejada. Foram dois anos estruturando as condições e mais um ano tentando engravidar. Conversei com meus chefes antes para saber se seria um momento conveniente para a empresa. Adiei meu segundo filho por muitos anos por causa da minha carreira de publicitária. Depois de algum tempo tentando, veio a Valentina, que hoje está com três meses. Desta vez fiz tudo que a pessoa deve fazer quando está grávida: trabalhei menos, mantive a calma.”

Solange Cardoso, 35 anos, de Florianópolis. Publicitária


“Concordo totalmente que as mulheres de 30 anos, hoje, são as mulheres de 20 anos de algumas décadas atrás. A gente aproveita muito a vida. Aproveitei muito meus 20, mas meus 30 estão ainda melhores. Tem uma malícia diferente, sei me safar de algumas roubadas e não tenho mais os grilos que tinha aos 20 e poucos. Não me preocupo mais com que roupa eu vou sair, se meu corpo está como deveria. Eu me aceito. Estou separada há um ano e, por incrível que pareça, está cheio de homem mais novo atrás das mulheres de 30, e eles não estão nem aí para a idade. Fiquei casada por oito anos, agora estou me redescobrindo. É difícil no começo, você fica meio perdida, mas, quando se encontra, é muito legal. Estou saindo com minhas amigas, indo para a balada. Me dou o direito de sair, tomar um porre e pegar um cara muito mais jovem se der vontade. Mas também me dou o direito de escolher. Desde que me separei, não tive relações sexuais por opção, preferi assim. Vou fazer sexo quando achar que vale muito a pena. Se eu tivesse 20 e poucos anos, acho que seria diferente.”

Andréa da Silva, 37 anos, de Jaraguá do Sul. Advogada


Quem foi Balzac

O escritor francês Honoré de Balzac (1799-1850) teve como uma de suas marcas a capacidade de fazer descrições minuciosas para analisar as convenções sociais e a consequência do destino dos homens quando guiados pela paixão. Serviu como influência para autores como Charles Dickens, Henry James, Machado de Assis e Jorge Amado.

Um de seus romances mais famosos, A Mulher de Trinta Anos, parte de sua ambiciosa série de livros A Comédia Humana, conta a história de uma mulher infeliz no casamento, mas presa a ele. Na época de Balzac, as mulheres de 30 anos já eram vistas como entradas na meia-idade ou até mesmo no crepúsculo da vida. Vem daí o termo balzaquiana. Em suas obras, o escritor as exalta como mulheres com uma personalidade e beleza mais maduras e serenas, que seriam capazes de amar e ser felizes com mais intensidade do que as frívolas moças entre a adolescência e os 20 anos – as heroínas típicas dos romances literários.


DIÁRIO CATARINENSE



Comente aqui
16 abr12:15

Família foi assaltada e mantida refém em Chapecó

Uma família foi assaltada e mantida refém na noite deste domingo, dia 15, em Chapecó. Duas vítimas e dois assaltantes ficaram feridos. Dois homens foram presos e dois adolescentes apreendidos pela Polícia Militar.

O assalto foi por volta das 23 horas, na rua Amazonas, no bairro Universitário. A família estava de carro e entrava em casa, quando foi rendida por três homens. Um quarto ficou em um veículo, do lado de fora da residência.

Vizinhos perceberam a ação dos assaltantes e avisaram a Polícia Militar. Enquanto isso, um dos familiares, que é delegado no Rio Grande do Sul e estava armado, atraiu os assaltantes para fora da casa. Eles começaram a trocar tiros. O delegado foi atingido no tórax.

Depois de buscas e com a ajuda de testemunhas, a PM conseguiu chegar aos outros assaltantes e a caminhonete de uma das vítimas, que foi roubada na fuga.

Foram presos Antonio Ferreira de Matos, de 22 anos, que levou dois tiros nas pernas e Elton Faccin, que estava dando cobertura aos assaltantes. Os dois já estão no Presídio Regional de Chapecó e vão responder por tentativa de latrocínio.

Os dois adolescentes, um de 16 e outro de 17 anos devem ser encaminhados ao Centro de Internação Provisória.

O delegado atingido no tórax passou por cirurgia e segue internado em estado grave na UTI do Hospital Regional de Chapecó. O quadro dele é estável.


RBS TV CHAPECÓ


Comente aqui
11 abr10:04

Uma família com o coração dividido

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A família Cerqueira estará dividida hoje à noite no estádio Índio Condá, quando se enfrentam Chapecoense e Cruzeiro, a partir das 21h50, em partida válida pela segunda rodada da Copa do Brasil. Enquanto Sebastião Franklin de Cerqueira vai estar na Geral da Chapecoense, com o filho Rafael e o sobrinho Pedro Dal Bosco, a filha Maria Luísa de Cerqueira vai estar na torcida do Cruzeiro.


aria Luisa, Pedro, Rafael e Sebastião vestiram as camisas mescladas com as cores e símbolos dos dois times.


Os quatro são torcedores da Chapecoense e do Cruzeiro, por influência de Sebastião, que é natural de Janaúba, em Minas Gerais, e foi morar em Chapecó em 1972. Sebastião fez concurso nacional da Caixa Econômica Federal e se mudou para Chapecó, cidade que gostou tanto que casou, teve dois filhos e mora até hoje. Cruzeirense desde criancinha, o “Mineiro da Caixa” influenciou a família a torcer pelo time do coração. Quando ia para Minas, trazia de volta camisas do Cruzeiro para presentear os familiares.

Maria Luísa gostou tanto que hoje é mais torcedora do Cruzeiro do que o pai. Ela chegou ontem de Joinville, onde estuda Engenharia Mecânica, para visitar a família e ver o jogo. Maria Luísa já assistiu até uma final de Libertadores no Mineirão, em 2009, onde o Cruzeiro perdeu o título para o Estudiantes ao ser derrotado por 2 a 1.

Agora está empolgada por ver seus dois times jogando na sua terra natal. Já o pai decidiu mostrar suas duas paixões ao mandar confeccionar 23 camisas com o lado esquerdo da Chapecoense e o lado direito do Cruzeiro. –A Chapecoense está no lado do coração- disse Mineiro, que já considera o time catarinense como o time número um.

Ele e o filho Rafael já usaram as camisas no domingo passado, quando a Chapecoense perdeu por 3 a 2. Para não dar problema hoje vão com a camisa da Chapecoense. Rafael disse que torce para o time de Chapecó nos estaduais e, em competições nacionais e Libertadores, é cruzeirense. Mas no confronto de hoje o Verde pesa mais forte.

>> Acompanhe o MINUTO A MINUTO DA PARTIDA.

Esta é a segunda vez que Sebastião vai assistir o Cruzeiro no Índio Condá. A primeira foi em 1995, quando o time mineiro enfrentou o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro. O time gaúcho venceu por 2 a 0. –O Dida era o goleiro- lembrou “Mineiro”.

A família Cerqueira acha difícil a Chapecoense eliminar o Cruzeiro. Mas, exceto Maria Luísa, acreditam que o time catarinense possa ter um bom resultado hoje e faça o jogo de volta, em Minas Gerais.

Já Maria Luísa, que foi recepcionar a chegada to time ontem à tarde, no aeroporto Serafim Enoss Bertaso, aposta em vitória por 3 a 0 por time visitante. A Chapecoense não pode perder por dois gols ou mais senão o Cruzeiro elimina o jogo de volta. Sebastião avisa que, se houver o segundo jogo, vai para Minas Gerais. Ele está muito feliz por ver seus dois times do coração, jogando uma competição nacional. –Para mim o jogo de hoje é histórico- concluiu.



Comente aqui
25 fev19:30

Advogado da família de Marcelino Chiarello fala sobre a morte do vereador

Diogo Vargas |  diogo.vargas@diario.com.br

Dione Chiarello, viúva de Marcelino Chiarello, contratou o advogado Sérgio Quadros, de Chapecó, para acompanhar a investigação. Ela reluta em dar entrevista e designou o defensor para se manifestar sobre qual a visão da família sobre o ocorrido e o trabalho policial nesses três meses.


DC — A sua tese então é de que houve assassinato?

Sérgio Quadros — Todas as evidências provam que o vereador foi assassinado. Porque, primeiro, no seu telefone celular foi confirmado que havia várias ligações, mas a polícia não encontrou nada. No aparelho, nenhuma ligação foi encontrada, nem no relatório da operadora Oi no dias dos fatos.


DC — O senhor acha que foram suprimidas essas informações?

Sérgio — Com certeza. O crime foi praticado por estrategistas e especialistas que ao nosso ver fraudaram o sistema de telecomunicações ingressando com ligações no seu telefone.


DC —Mas essa teoria não é um pouco exagerada? Afinal é incomum problema com operadora.

Sérgio — É incomum, como também é incomum no dia dos fatos o telefone central da Câmara de Vereadores apresentar defeito com a queima de um modem. E o telefone que o Marcelino usava era da Câmara de Vereadores.


DC — O laudo da nercropsia apontou traumatismo craniano. Já o segundo laudo, da localística, aponta para suicídio. Qual sua avaliação disso?

Sérgio — Tive acesso aos dois lados. Deverá aportar até sexta-feira (sexta que passou) um laudo complementar onde o delegado requisitou ao médico quesitos complementares para esclarecer os fatos visto que os dois lados são altamente contraditórios.


DC — Por que essa contradição?

Sérgio —Enforcamento segundo o médico foi posterior ao estrangulamento. E o pescoço da vítima mostra bem isso (aponta para o desenho do laudo que mostra dois sulcos). Segundo, apareceram marcas de sangue (ao lado do rosto) enquanto ele estava pendurado. Agora, a física diz que o sangue não corre para o lado e sim para baixo. Ele foi estrangulado e depois pendurado.


>> Três meses depois, continua mistério sobre a morte de Marcelino Chiarello


DC —E a camisa para dentro, toda arrumada direitinha, não é estranho se ele tivesse sido morto por alguém?

Sérgio — É estranho, como também é estranho ter marca de sangue atrás da camisa, que comprova que alguém com a mão suja de sangue tocou. E aí a grande falha do IGP, do segundo laudo, é que não levou isso em consideração, não tirou impressões digitais, não coletou cabelos, e não isolou a área onde deveria ter isolado. Como foi no caso dos Nardoni (em SP), por exemplo, que foi toda isolada. Aqui não, todo mundo podia entrar. Houve a perca das provas no início. E esse comprometimento ao meu ver foi a mando de setores políticos.


DC — E qual a motivação da morte?

Sérgio — Foi um crime político por causa das denúncias que ele havia fazendo contra os poderosos da cidade.


DC — Há quem diga que está havendo exploração política da morte.

Sérgio — O partido só quer a verdade. Quem está explorando é a oposição que não traz a verdade. E é incrível que Chapecó está parecendo uma cidade lá do interior da Paraíba onde o coronelismo manda e desmanda inclusive nos delegados e autoridades policiais.


DC — O que a defesa fará?

Sérgio — Vamos aguardar o lado complementar e com a ajuda do Ministério Público vamos esperar a continuidade pela SSP/SC para elucidar os fatos ou então a possibilidade de federalizar para que a Polícia Federal dê prosseguimento.


DC — O senhor não acredita em arquivamento nesse momento?

Sérgio — Não. O caso não será arquivado nesse momento porque os delegados daqui da DIC são altamente competentes e não vão se render.


DC —Por que o silêncio da viúva até agora com a imprensa?

Sérgio —É devido que ela está muito abalada, inclusive pela proteção de seu próprio filho.


DC — Família sofreu ameaças?

Sérgio — Sofreu ameaças. Eles receberam através de telefonemas e palavras que possam não ser ameaça mas que possam ser entendidas como ameaça no momento.


DC — Qual a sua avaliação sobre o trabalho da polícia no caso?

Sérgio — Eu acredito que a polícia tem boa vontade. Porém, está tendo dificuldade com o IGP de Florianópolis, porque até agora não aportou ao inquérito o laudo do aparelho telefônico, sobre que forma foram apagadas essas ligações do telefone. O aparelho está apreendido.


DC — A família lhe relatou os últimos momentos do Chiarello, o que ele falava?

Sérgio — Sim. Na sexta-feira antes da morte me encontrei com ele e tratamos das denúncias que seriam tocadas na semana seguinte. Ele tinha me solicitado sobre estava a questão da liminar que havia afastado o vereador Pelicioli.


DC — E a vida pessoal, há comentário que ele tinha dívidas.

Sérgio — Tinha em torno de R$ 40 mil em bancos. Mas uma dívida normal porque ele como vereador e a esposa como professora tinham condição de pagar.


DC — Pode haver motivação por algo pessoal?

Sérgio — Não, porque a literatura criminalística diz que em vinganças pessoais não se pendura, se mata.


DC — O senhor disse a jornais locais que o suposto crime teve técnicas militares?

Sérgio —Sim, eu afirmei que o crime foi praticado com táticas militares. Entraram sem ser vistos na casa, ingressaram no sistema de telecomunicações sem ficar registrado. Eu não acreditava que em Chapecó se matava um vereador por questão política. Era um vereador combativo, de luta.


DIÁRIO CATARINENSE



2 comentários
03 fev00:56

Bolsa Família antecipa pagamentos a 18 cidades atingidas pela estiagem em SC

Os moradores de 18 cidades afetadas pela estiagem podem receber os benefícios do Bolsa Família adiantado em Santa Catarina. Os recursos dos meses de janeiro e fevereiro, que só saem no fim do mês, já estão disponíveis.

Conforme a Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Habitação, os beneficiários devem procurar a Coordenação do Bolsa Família na Prefeitura antes de retirar o pagamento na Caixa Ecômomica Federal. Todos as famílias cadastradas no programa terão direito ao adiantamento, independente se foram prejudicadas pela seca.

Os recursos foram liberado apenas aos 18 municípios que fizeram a solicitação, de acordo com a diretora de Assistência Social, Dalila Maria Pedrini. Outras cidades, das 86 em situação de emergência, podem fazer o pedido nos próximos dias. Para ter o adiantamento, a Prefeitura deve fazer a solicitação à diretoria de Assistência Social.

O pagamento do Bolsa Família já havia adiantado no ano passado aos municípios afetados pelas enchentes de 2011.

—  Assim como fizemos durante as cheias, negociamos a liberação dos recursos de forma antecipada para auxiliar as pessoas que estão sofrendo e tendo prejuízos durante as catástrofes climáticas — destaca o secretário de Assistência Social, Trabalho e Habitação, Serafim Venzon.


Cidades beneficiadas:

Águas de Chapecó

Anchieta

Bandeirante

Barra Bonita

Bom Jesus

Caibi

Descanso

Irani

Modelo

Mondaí

Ouro Verde

Palmitos

São Carlos

São José do Cedro

São João do Oeste

Saudades

Serra Alta

Tigrinhos



DIÁRIO CATARINENSE

Comente aqui