Filme

22 ago17:19

Katy Perry - Part of Me 3D estreia nesta sexta no cinema de Chapecó

Roberta Ávila | roberta.avila@diario.com.br

Uma maluca que saiu do nada, se veste de cupcake e canta que beijou uma garota e gostou. O objetivo do filme Katy Perry – Part of Me 3D, que entra em cartaz no Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó na sexta-feira, dia 24, é desfazer o preconceito e mostrar uma profissional focada, mas também uma jovem de 27 anos com uma vida amorosa complicada e sujeita a frustrações, medos e tristezas.

Mais de 300 horas de gravação foram utilizadas para compor o roteiro do filme sobre a cantora e compositora que sonhava em escrever letras sobre sentimentos com profundidade, como Alanis Morisette. Part of Me é um documentário musical com imagens de bastidores que revelam a menina comum sem maquiagem, que luta para sair da cama de manhã e cumprir a rotina de dieta, exercícios e shows.

>> Programação CINEMA Chapecó

Vídeos antigos mostram Katy na transição entre o mundo da música gospel e o que não pertence ao universo evangélico em que foi criada. O resultado é a garota permanentemente encantada com a cultura pop que só conheceu depois de adulta. É o que dá coerência à cantora. Faz sentido uma garota que passou a vida sendo podada exagerar na dose depois de liberada. Ela quer se divertir, vestir fantasias, usar maquiagens. Não que isso seja novidade. Desde a década de 1980, Cindy Lauper e Sarah Jessica Parker vêm dizendo em músicas e filmes que, no fim, meninas só querem diversão.


Katy por ela mesma

Em 2010, ela estava estabelecida como sensação da música pop com seu segundo disco, Teenage Dream, liderando a parada da Billboard com cinco singles no número 1 – California Girls, Teenage Dream, E. T., Firework e Last Friday Night. É a única mulher a obter a marca. Também em 2010, casou-se com o ator Russell Brand, mas o relacionamento terminou no fim de 2011. O filme mostra uma Katy triste, mas especula-se que o cantor John Mayer esteja encarregado de dar ao passado a importância que ele deve ter. Nesta entrevista, a cantora fala sobre a estreia do filme.


Como foi ver Part of Me?

Katy Perry – Chorei um pouco sozinha antes de assistir, porque eu tinha atravessado tantas coisas no ano passado. O filme saiu de uma ideia que tive em 2010, e ver aquela bola de neve virar uma oportunidade me fez pensar: “Uau, estou fazendo meus sonhos virarem realidade”.


Você tinha outros filmes musicais em mente quando fez o contato?

Katy - Minha inspiração veio do documentário Na Cama com Madonna. Adorei o filme e adorei assisti-lo, porque eu não tinha sido exposta a algo assim quando estava crescendo. Por exemplo, eu quero assistir a Alien, o Oitavo Passageiro porque quero ver Prometheus e não vi o primeiro filme. Não me deixavam ver ou ouvir diversos momentos da cultura pop dos anos 1980 e 1990 quando eu era criança, devido à minha criação.


Você sentia que estava sendo alienada?

Katy - Não, eu não sabia o que estava perdendo. Era o meu universo particular e tudo nele estava relacionado ao que meus pais achavam que era melhor para mim.


Mas como você se sentiu quando saiu para o mundo?

Katy – Eu era como um esponjão (risos). Ainda sou até hoje. Fico muito animada em experimentar e absorver todo tipo de fato e informação. Adoro aprender. Não tenho um problema de ego com o fato de que existem coisas que desconheço. Eu não frequentei a escola exatamente, então não tenho uma instrução formal forte, mas estou aprendendo ao longo do caminho. Se não sei o que uma palavra significa, eu peço: ‘Você pode, por favor, me dar uma definição disso? Como se soletra? Pra que serve?”. Adoro o idioma. Esse é meu trabalho: comunicar. Às vezes, quando descubro uma nova palavra, penso “posso usar isso numa canção”. São como pequenos tesouros.


Você disse que Alanis Morissette foi uma influência. Você se encontrou com ela?

Katy - Passei um tempo com Alanis outro dia. Ela tem uma sabedoria à frente de sua idade. Ela disse algo que colou em mim: “A transparência é o novo mistério”. Concordo com isso, já que na nossa sociedade, infelizmente, você pega muitas mulheres, meninas, e pessoas que são “famosas”, e elas são mostradas com tanta perfeição. Acho que isso pode fazer as pessoas se sentirem inseguras. Essas foram algumas das razões pelas quais mantive momentos no filme em que estou cansada, com uma cara horrível. Construí a imagem de desenho animado e acho que é hora de mostrar que também está aqui o que o capuz esconde. Foi daqui que eu vim.


DIÁRIO CATARINENSE



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16 ago11:53

Novo "Vingador do Futuro" é genérico em ritmo de videogame

Marcelo Perrone | marcelo.perrone@zerohora.com.br

Além de contar uma boa história e usar com eficiência as ferramentas narrativas e dramatúrgicas que o gênero em questão exige, até mesmo um blockbuster precisa mostrar um algo além relevante que o faça ser lembrado após a sessão: o contexto histórico e político da época em que é lançado, um ator que ali desponta para o estrelato, uma inovação que apresenta e se torna referencial, uma cena marcante que se fixa no imaginário coletivo, uma expressão que se agrega à cultura pop.

Filme entra em cartaz nesta sexta-feira no Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó.  Serão disponibilizadas duas salas e versões dubladas e legendadas. Confira a programação completa.

O Vingador do Futuro original, de 1990, reúne vários desses elementos. E mesmo que a divertida aventura de Paul Verhoeven tenha envelhecido um tanto mal no quesito efeitos visuais (e apenas nesse, e mesmo assim parcialmente), o reeencontro com esse universo é o que melhor tem a oferecer a nova versão da ficção científica adaptada do conto Lembramos para Você a Preço de Atacado, escrito em 1966 por Philip K. Dick.

A lógica que move uma refilmagem é complexa e tem entre seus fatores determinantes, de um lado, o potencial de lucro vislumbrado pelos produtores e, do outro, o interesse do público no reencontro afetivo – arrebanhando junto uma nova plateia seduzida pelo marketing maciço que, muitas vezes, sequer sabe estar diante de uma refilmagem. Tão velho como o próprio cinema, o remake já transformou filmes mudos em sonoros, deu cor ao preto e branco, transformou títulos obscuros em clássicos e permitiu pertinentes adaptações ao gosto de distintas épocas, idiomas e culturas.

Esse novo O Vingador do Futuro, que entra em cartaz nesta sexta-feira no Brasil, traz um pouco de cada um desses fatores para justificar ter sido feito, destacando-se coo exemplo de um recurso cada vez mais frequente diante da alarmante falta de ideias originais na linga de produção de Hollywood: a repaginação de um grande sucesso de bilheteria contando que o raio caia duas vezes no mesmo lugar.

Os diferenciais que tem a oferecer o diretor Len Wiseman – conhecido pela cinessérie de vampiros e lobisomens Anjos da Noite, protagonizada por sua mulher, Kate Beckinsale – são a batelada de efeitos visuais e a correria frenética que ditam o ritmo hoje das supreproduções como essa, espelhando nos filmes as etapas a vencer de um videogame.

Colin Farrell, no papel que foi de Arnold Schwarzenegger, vive um operário que, disposto a mudar sua rotina enfadonha, busca num implante de memória emoções que jamais teria. Ocorre que ele teve, sim, mas não lembra, uma vida pregressa das mais agitadas e perigosas. O despertar dessas memórias o torna alvo de uma grande caçada, inclusive daquela que imaginava ser sua mulher (Kate, incorporando a personagem de Sharon Stone e, por ser mulher do diretor, deve ter sido isso, ganhando um destaque na trama muito maior do que a loira no filme original).

>>> Leia entrevista com o ator Colin Farrell sobre o novo Vingador do Futuro

O enredo sofreu mudanças consideráveis. Marte sai de cena, e a ação agora é toda na Terra, que após uma guerra química ficou reduzida a apenas dois blocos habitáveis pelos humanos: a região europeia da Bretanha, onde vive a elite politica e econômica, e a Colônia (região da Austrália), um favelão futurista onde vivem os operários – lá é sempre noite, chove o tempo todo, e a publicidade toma conta de outdoors televisivos (óbvia referência visual decalcada de Blade Runner, também originado da obra de Dick). A conexão entre essas regiões é feita em minutos numa viagem ultrasônica por túnel. A ameaça de uma revolução dos trabalhadores é o pretexto para a grande corporação que manda em tudo colocar em curso uma ação militar, e é nesse conflito que o protagonista tem papel decisivo.

É quase tudo diferente (a personagem de Kate incorpora também a figura do caçador do herói no filme de 1990), mas Wiseman lança algumas piscadelas para os fãs do longa original emulando algumas situações parecidas, como a mulher de três seios. Como passatempo, a nova versão cumpre a função para quem aprecia o gênero. Mas lhe falta todo um contexto que assegure sua permanência na memória. Daqui a 22 anos, quando se falar em O Vingador do Futuro, a imagem referencial desse filme continuará sendo a consagrada pela combinação do talento visionário de Verhoeven com a divertida canastrice coberta de músculos de Schwarzenegger e a exuberância de Sharon Stone no auge da beleza. Esses elementos fizeram a fórmula funcionar apenas uma vez, proporcionando um prazer que não pode ser reproduzido por um genérico qualquer.


ZERO HORA

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13 jul09:25

Cinema: Ela é “Valente”

Ela tem os cabelos longos como os da Rapunzel, o coração puro como o da Branca de Neve e sonha com um amor verdadeiro como a Cinderela. Mas não espere que a princesa Merida adormeça à espera de um beijo que a desperte ou de uma fada madrinha que tenha um truque capaz de ajudá-la. Em Valente (Brave, no original), pela primeira vez o estúdio Pixar mostra uma princesa, uma figura dominante no cinema de animação desde A Bela Adormecida (1959) da Disney. Merida é uma habilidosa e impetuosa arqueira escocesa, filha do rei Fergus e da rainha Elinor. Determinada a trilhar seu próprio caminho, ela desafia a tradição, o destino e os mais ferozes monstros.

Valente une um novo conto à sabedoria popular sobre as batalhas épicas e lendas míticas escocesas. Na história, Merida é uma jovem de caráter forte que rejeita as tradições familiares, em particular, o casamento acertado com um dos herdeiros da corte.

Muitos dos conflitos entre Merida e sua mãe acontecem porque elas não querem ouvir uma a outra. Querem que a outra renuncie a tudo porque cada uma considera que sua maneira de ver as coisas é a melhor. Decidida a convencer a mãe, que é a guardiã das tradições, a mudar de ideia, a princesa pede a ajuda de uma bruxa, que lança um feitiço poderoso sobre a rainha, obrigando assim Merida a revisar suas prioridades.

>> Galeria de fotos “Valente” da Pixar

A princesa acaba despertando a ira dos ruidosos senhores da terra: o imponente lorde MacGuffin, o carrancudo lorde Macintosh e o perverso lorde Dingwall. Assim, faz com que o caos se instale no reino. Os perigos resultantes a forçam a descobrir o significado da verdadeira valentia para poder mudar o curso dos acontecimentos.


Pioneira

O estúdio Pixar, da Disney, é considerado o mais confiável de Hollywood durante a sua história de 17 anos de produção de filmes. Valente foi a 13ª estreia da Pixar a liderar as bilheterias norte-americanas no fim de semana de sua estreia mundial, que ocorreu no dia 18 de junho.

A Pixar, que construiu sua reputação com filmes que subvertem os padrões da animação tradicional, demorou sete anos para produzir Valente, que faz sua estreia nacional hoje, com sessões no Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó. O estúdio, geralmente elogiado pela qualidade dos roteiros, enfrentou um desafio duplo com o filme: contar a história de uma princesa (um gênero trabalhado durante décadas pela Disney, a casa matriz da Pixar) e confiar o papel principal, pela primeira vez na história do estúdio, a um personagem feminino.

O filme multiplica as proezas técnicas que caracterizam a Pixar, em particular com a fascinante animação dos cabelos ruivos da princesa e a representação das paisagens escocesas.Além disso, guarda duas curiosidades: Brenda Chapman, ex-diretora da animação, foi a primeira mulher a dirigir um filme da Pixar, sendo que o longa também é a primeira produção da casa que traz uma menina à frente da história.

A outra é o fato de o novo diretor, Mark Andrews, antes mesmo da produção, usava um kilt (típica saia escocesa) nas festas da Pixar, sem contar que, como a personagem, é arqueiro.



‘Valente’ (Brave)

Direção: Mark Andrews e Brenda Chapman

Com: vozes de Luciano Szafir, Murilo Rosa, Rodrigo Lombardi e Manu Gavassi

Produção: EUA, 2012, 100min, animação (dublado)

Classificação: livre

Confira a programação completa e horários das sessões


DIÁRIO DE SANTA MARIA

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29 jun09:31

"A Era do Gelo 4"estreia nesta sexta-feira em Chapecó

Estreia hoje o quarto filme da franquia de animação A Era do Gelo, com versões convencional e 3D, ambas dubladas. Na história, o mamute Manny, a preguiça Sid e o tigre-dentes-de-sabre Diego deparam com a separação do então único continente do mundo, após um desastre causado pelo desajeitado esquilo Scrat na caça de sua noz. Confira a programação do Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó.

No momento em que o chão começa a se mover, Manny está brigando com sua superprotegida filha, Amora, adolescente que não aguenta mais a desconfiança do pai. Por acaso, uma fenda enorme surge entre os dois, e o mamute e seus melhores amigos acabam à deriva no mar, em cima de um pedaço de gelo.

A nova aventura do trio, dublado pelos atores Diogo Vilela, Tadeu Mello e Márcio Garcia, será enfrentar tempestades terríveis, criaturas marinhas estranhas e piratas malvados.

Os diretores do novo capítulo – o carioca Carlos Saldanha deixou o projeto para se dedicar à realização de Rio – são Michael Thurmeier e Steve Martino (de Horton e o Mundo dos Quem e parceiro de Saldanha em a Era do Gelo 3). A direção de fotografia é do gaúcho Renato Falcão (de Rio).

A continuação da saga deixa a desejar. Se o longa de estreia tinha piadas que agradavam a adultos e crianças, Era do Gelo 4 oferece um humor próprio para agradar só os pequenos. Não há muitas surpresas. O maior destaque continua sendo a preguiça Sid, que agora ganhou o reforço cômico de sua avó.


ZERO HORA



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24 mai17:16

"Os Vingadores" tem a maior bilheteria da história no Brasil e na América Latina

O filme de super-heróis Os Vingadores atingiu a maior bilheteria da história da indústria do cinema no Brasil. O filme superou os números de bilheterias de Tropa de Elite 2 e Avatar no país e já chega a incrível marca de R$104.372.752 (segundo o site Rentrak), atingindo o topo do ranking nacional.

O gigante da Marvel e da Disney também bateu recorde na América Latina, tornando-se a produção de maior bilheteria de todos os tempos na região – superando os antes líderes Avatar e Titanic. Até o momento, arrecadou mais de US$ 177 milhões em toda América Latina.

>> Confira as estreias e a programação do CINEMA de Chapecó

Mundialmente, a bilheteria de Os Vingadores já soma US$ 1.184 bilhão, despontando como a quarta maior da história, depois de Harry Potter e as Relíquias da Morte 2, no terceiro lugar, com arrecadação de US$ 1.328 bilhão.

A Disney já anunciou que será produzido Os Vingadores 2.


ZERO HORA



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09 mai16:30

"Os Vingadores" terá sequência

Em uma conferência com acionistas da Disney nesta terça-feira, o CEO do estúdio, Bob Iger, confirmou que a continuação de Os Vingadores já está em desenvolvimento. As informações são do site Omelete. No entanto, ainda não há previsão de estreia.

O longa-metragem, que reuniu alguns dos principais super-heróis dos quadrinhos da Marvel, arrecadou US$ 207 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA, transformando-se na maior estreia de todos os tempos.

>> Os Vingadores em 3D está em cartaz no cinema de Chapecó. Acompanhe a programação completa do CINEMA.

Na conversa, que visava repassar os ganhos do estúdio no trimestre, Iger também não adiantou quais serão os próximos longas originais da parceria com a Marvel, além das já anunciadas continuações dos filmes de Homem de Ferro, Thor e Capitão América.

Homem de Ferro 3 chega aos cinemas em 3 de maio de 2013; Thor 2, em 15 de novembro de 2013; e Capitão América 2, em 4 de abril de 2014.


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16 mar09:07

Grazi Massafera estreia como protagonista no cinema

Cristina Vieira | cristina.vieira@diario.com.br

A estreia de Grazi Massafera como protagonista no cinema pode ser lida como caricatura de sua vida pessoal. Em Billi Pig, que entra em cartaz em Chapecó nesta sexta-feira, dia 16, ela interpreta Marivalda uma moça humilde que sonha em ser atriz. Casada com o corretor de seguros falido Wanderley (Selton Mello), ela conversa com Billi, um porco de plástico que guarda desde a infância.

Hoje, Grazi é uma das mais bem-sucedidas celebridades brasileiras, com participações em campanhas publicitárias de peso como a da L’Oréal, papéis de destaque na TV – Lucena, de Aquele Beijo (no ar no horário das 19h, na Globo) -, além de ter construído uma imagem de mulher elegante, discreta e ícone de beleza (looks usados por ela são sempre elogiados). Grazi também conquistou o coração do galã Cauã Reymond, com quem terá Sofia, a primeira filha do casal. A gestação chega ao sétimo mês em março.

A trajetória da loira com jeito meigo e sorriso largo, que já estampou de capas de revistas “mulherzinha” a publicações pop como a Rolling Stone Brasil, tem requintes de conto de fadas – pano de fundo do roteiro de Billi Pig.

>> Confira a PROGRAMAÇÃO DO CINEMA DE CHAPECÓ

Quando surgiu, chamava atenção o sotaque com o “r puxado“, tipicamente interiorano. Nascida em Jacarezinho, no Norte do Paraná, foi vendedora de cosméticos, cabeleireira e miss. O pulo do gato aconteceu em 2005, com a entrada no Big Brother Brasil. Aquela edição do reality show foi uma das mais bem-sucedidas da história, e Grazi tem boa parcela de contribuição. Na final do programa – ela ficou em segundo lugar -, Pedro Bial sintetizou: “Com sua inteligência intuitiva, Grazi superou o preconceito da mulher bonita, miss e loira, que sempre é taxada de burra.” Aos 30 anos, a atriz se prepara para marcar mais um gol na consolidação da carreira. Estreia no cinema como protagonista, e ao lado de Selton Mello, ator consagrado no cinema.

- Foi ótimo dividir o set com ela. Grazi é uma pessoa querida e com muita vontade de aprender, de crescer. Ela vai surpreender nesse trabalho e fazer uma bela trajetória como atriz – derrete-se Selton.

À vontade como Marivalda, a atriz arrisca-se na comédia e até acabou por dublar a voz do porquinho da história, já que ele insurge como sua consciência na trama.

- A equipe do set de filmagens, nesses momentos, serve de termômetro. Se eles riem, é porque eu acertei na dose. O roteiro era ótimo e o Selton, que já é naturalmente engraçado, ajudou nesse processo e o todo ficou bem legal – comenta a atriz.

A mamãe do ano sabe que Marivalda e sua própria trajetória se confundem naturalmente:

- Marivalda é uma sátira de uma parte da minha vida. Somos duas sonhadoras. E a letra de uma das músicas que está no filme – Sonho com as colunas sociais…” foi um carinho do José Eduardo Belmonte e da Vânia Catani com esse meu jeito, meio sonhador – comenta.

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26 jan17:03

Millenium – Os Homens que não Amavam As Mulheres

Embora já tivesse um respeitável currículo como coadjuvante, Daniel Craig só virou astro na pele de James Bond. O ator  de Os Homens Que Não Amavam as Mulheres está no remake do primeiro capítulo da trilogia literária Millennium, do sueco Stieg Larsson.

A refilmagem, nas mãos de David Fincher, estreia no Brasil em 27 de janeiro.

Craig vive o jornalista investigativo Mikael Blomkvist, contratado por um milionário que busca saber o que ocorreu com uma sobrinha desaparecida 40 anos atrás. Blomkvist tem como parceira na missão a hacker Lisbeth Salander (Rooney Mara).

Confira a programação completa do CINEMA de Chapecó.

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17 nov11:09

Saga "Crepúsculo" chega ao "Amanhecer"

A saga finalmente termina. Depois de Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse, não só a franchising (ou ‘série’, como Robert Pattinson gosta de chamar) chega a seu Amanhecer como também os adolescentes mais sedutores dos últimos anos chegam a seu despertar para a vida adulta. O longa tem estreia em 1100 salas do país na sexta-feira, dia 18. Em Chapecó, o filme pode ser conferido em quatro horários: 14h, 16h30, 19h e 21h30.

Aviso aos maiores de 20 anos (cronológica e mentalmente): Crepúsculo é fenômeno dos mais simbólicos dos últimos anos. Os livros que deram origem à série venderam mais de 120 milhões de cópias, em 37 idiomas de dezenas de países e transformaram sua autora, a norte-americana Stephenie Meyer, na 49ª pessoa mais influente do mundo segundo a Forbes.

Por que uma saga romântica e nada lasciva (como costumam ser as tramas vampirescas) sobre uma garota virgem que se apaixona por um vampiro adolescente (para sempre), que se recusa a transar com ela antes de casar (coisa mais século 19) e praticamente vegan (só bebe sangue ‘limpinho’ de animais) se tornou fenômeno quase sobrenatural dos cinemas?

Boa pergunta. Não há como comparar séries como Harry Potter ou Senhor dos Anéis à saga Crepúsculo. Mais que a jornada do herói (neste caso, um herói púbere) em busca de seu destino, no ‘épico em capítulos’ escrito por Stephenie, a jornada de Bella (Kristen Stewart), Jacob Black (Taylor Lautner) e Edward (Robert Pattinson) é também sobre como descobrir e lidar com seus desejos, instintos, desafios, medos e, claro, a descoberta do amor. Ora, já não há milhares de histórias escritas sobre isso no mundo?

– Claro que há, mas o fato é que nos dias de hoje, quando o romantismo parece ter morrido, Ed é o símbolo do homem romântico que, no fundo, a gente adora – explicou, e pulou, uma animada fã que fazia plantão em frente ao hotel Four Seasons em Los Angeles onde a trupe do filme se hospedava durante o lançamento mundial do filme, no início do mês.

O filme que estreia na sexta é o primeiro capítulo do fim. Dividido em dois episódios, Amanhecer traz a parte um quase como um “filme família”, como bem definiu o diretor Bill Condon à reportagem:

– Não foi por acaso que me chamaram. E também não foi por acaso que filmamos cenas no Brasil. O País está no livro, mas, ao mesmo tempo, é um do lugares mais improváveis para se pensar em vampiros em lua de mel. E é lá, em um país tão famoso por sua espontaneidade, que Ed e Bella finalmente puderam ser quem eles sempre quiseram ser.


>> Confira a programação dos filmes em cartaz no seção Cinema do clicRBS Chapecó.


AGÊNCIA ESTADO


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28 out17:44

Manda-Chuva, só se for na telona

Baseado na clássica série de animação produzida pela norte-americana Hanna-Barbera Productions e sucesso nas décadas de 1960 e 1970 na TV, estreia nos cinema Manda-Chuva: O Filme. O longa, que chega neste sábado, dia 30, em Chapecó, narra a história de um gato malandro, que vive num beco de Manhattan, na cidade de Nova York aprontando com uma turma de felinos.

Bacana, Espeto, Gênio, Xuxu e Batatinha são os gatos parceiros de Manda-Chuva, observados de perto pelo Guarda Belo, que sempre tentar barrar os planos mirabolantes deste turma.

No filme, a vida do personagem principal é abalada por uma nova onda de crimes em Nova York. Quem comanda este cenário do mal é um vilão poderoso, que usa recursos tecnológicos para dominar a cidade.

O Guarda Belo anda preocupado porque seu chefe está insatisfeito com sua atuação e pede providências urgentes. Manda-Chuva está pronto a ajudar, mas sua ajuda atrapalhada nem sempre é bem-vinda.

>> Confira a programação completa do Cinema em Chapecó.

Manda-Chuva: O Filme é uma coprodução entre México e Argentina, com direção de Alberto Mar, responsável por 37 episódios de Chaves em desenho animado, e chega ao Brasil só com cópias dubladas.

Ao mesmo tempo em que trabalha com as novas tecnologias (3D), o filme também está disponível em versão 2D e mantém uma aura saudosista que remete aos anos 1960, quando a animação foi criada pela dupla Hanna-Barbera, responsável por clássicos como Zé Colmeia, Os Flinstones e Os Jetsons, entre outros.

Na versão brasileira do desenho animado, Nova York foi transformada em Brasília, onde os gatos faziam as suas traquinagens.

JORNAL DE SANTA CATARINA


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