Gasolina

09 ago12:51

Pesquisa mostra oscilação nos preços da gasolina em SC

Distante das refinarias e distribuidoras, os postos de combustíveis da região Oeste novamente apresentaram em julho preços elevados para a gasolina comum, conforme dados divulgados pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó. A pesquisa utiliza dados levantados entre 01 e 26 de julho, pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Entre as 22 cidades pesquisadas, São Miguel do Oeste apresentou o maior preço médio de revenda ao consumidor em julho, que foi de R$ 2,884 por litro, enquanto o menor foi registrado em Itajaí, com R$ 2,566. Chapecó teve o preço médio de R$ 2,782, Concórdia e Xanxerê de R$ 2,826 e Videira de R$ 2,790.

Quanto à diferença entre os preços de distribuição e de revenda, Xanxerê foi o município que teve, em julho, a maior margem bruta média. O preço de distribuição foi de R$ 2,350, e como na revenda chegou a R$ 2,826, a diferença é de R$ 0,476 por litro. Nos demais municípios do Oeste pesquisados pela ANP e analisados pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, as diferenças entre a compra pelo posto e a venda ao consumidor foram de R$ 0,472 em Concórdia, de R$ 0,470 em São Miguel do Oeste, de R$ 0,416 em Videira e de R$ 0,396 em Chapecó.


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10 jun17:17

Levantamento mostra aumento no preço da gasolina na região Oeste

Dados coletados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), no período de 27 de maio a 2 de junho, servem de base para análise sobre os preços da gasolina comum, organizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó. Através do Projeto de Acompanhamento de Preços Regionais, foram analisados os preços praticados em 384 postos de combustíveis, de 22 municípios catarinenses.

Uma das informações do levantamento é de que os preços chegam a variar R$ 0,41 entre as regiões, com o mínimo encontrado num posto em Itajaí (R$ 2,472) e o máximo em Mafra (R$ 3,000). Na região Oeste, Chapecó apresentou o preço médio de R$ 2,773, São Miguel do Oeste R$ 2,886 e Xanxerê de R$ 2,823.

Quanto às variações percentuais do preço de venda, a maior alta foi registrada em Brusque, com 1,82% em média por litro. Já a maior queda foi no município de Itajaí, com 8,55%. Com relação aos municípios do Oeste, Chapecó registrou alta de 0,11%, São Miguel do Oeste pequena queda de 0,24% e Xanxerê teve aumento de 1%. Quanto aos maiores desvios, Chapecó apresentou variação de R$ 0,082 entre o maior e o menor preço, em São Miguel do Oeste foi de R$ 0,051 e em Xanxerê de R$ 0,043 por litro.

Outra indicação é de que no mês de maio os preços da gasolina comum nos municípios da Região Oeste novamente foram superiores ao preço praticado em Florianópolis. Chapecó teve custo maior em 5,28%, São Miguel do Oeste em 9,57% e Xanxerê em 1,8%.

Os municípios que apresentaram indícios de cartel no mercado da gasolina comum, em maio, foram Blumenau, com 0,0089 de coeficiente de variação do preço de revenda ao consumidor, e Jaraguá do Sul, com 0,0057, ambos com número de postos pesquisados relativamente grande. O coeficiente de variação é a medida sugerida pela ANP para avaliar a possibilidade de cartéis. Nesse sentido, quando esse indicador é inferior a 0,010, durante um período de 24 meses, o mercado está organizado em conluio.


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02 abr16:31

Preço da gasolina sobe em Chapecó

O preço da gasolina registrou alta de 0,11% em Chapecó no mês de março. A variação é apontada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, através do Projeto de Acompanhamento de Preços Regionais. O boletim que acompanha a evolução dos preços da gasolina comum no mercado de combustíveis em municípios de Santa Catarina passou a ser divulgado pela Unochapecó em fevereiro. Objetiva conscientizar o consumidor para que esteja atento às diferenças de custo que pode encontrar.

A pesquisa, que envolve 22 municípios e 385 postos de combustíveis, mostra que com a variação positiva da gasolina comum em março, Chapecó apresentou preço médio de revenda maior que o da capital, de R$ 2,770, enquanto em Florianópolis foi de R$ 2,769. Já o município catarinense que apresentou maior preço médio de revenda foi São Miguel do Oeste, cobrando R$ 2,878 por litro, e o menor preço médio foi registrado no município de Biguaçu, com R$ 2,597. Dos municípios pesquisados, somente sete apresentaram alta.

Conforme o coordenador da pesquisa, professor Guilherme de Oliveira, em março os municípios que apresentaram indícios de cartel no mercado da gasolina comum catarinense foram Jaraguá do Sul, com o coeficiente de variação de 0,00611, e Itajaí, com 0,00831, ambos com número de postos pesquisados relativamente grande.

A pesquisa é inédita em Santa Catarina, pois nenhum outro instituto ou universidade a realizam. O levantamento engloba os municípios de Araranguá, Balneário Camboriu, Biguaçu, Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages, Laguna, Mafra, Palhoça, São José, São Miguel do Oeste, Tubarão, Videira e Xanxerê.

A pesquisa apresenta dados quanto ao número de postos pesquisados, preço médio de revenda da gasolina comum por litro, preço mínimo, preço máximo e desvio padrão médio entre os postos de combustíveis dos municípios catarinenses envolvidos no levantamento.


1 comentário
27 set13:35

Governo federal reduz tributo sobre a gasolina

O Diário Oficial da União publicou na edição desta terça-feira decreto que reduz as alíquotas da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e derivados, de gás natural e derivados e álcool etílico combustível.

O decreto reduz de R$ 230 para R$ 192,60 o valor da Cide sobre o metro cúbico de combustível. A Petrobras informou que só vai se pronunciar sobre os impactos provocados pela mudança depois de analisar o decreto.


AGÊNCIA BRASIL

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