Greve

04 jul11:53

Começa a faltar dinheiro em alguns caixas eletrônicos

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

No terceiro dia de greve dos empregados no transporte de valores em Santa Catarina alguns caixas eletrônicos estão sem dinheiro. O último abastecimento foi realizado no domingo, dia 1º de julho. Nesta tarde será realizada, às 14 horas, uma audiência no Ministério Público em Florianópolis, entre representantes das empresas de transportes de valores e o Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores de Santa Catarina (Sintravasc).

O diretor do sindicato em Chapecó, Ademir Dall Bello, que esta na capital, espera que a reunião seja positiva e caso as reivindicações não sejam atendidas a greve deve continuar.

- Não queríamos paralisar as atividades e causar problemas para a população, mas essa é única solução – disse.

Em Chapecó, alguns caixas eletrônicos externos da Caixa Econômica Federal estão com falta de nota. Nos caixas das agências, até o momento, o atendimento está normal, pois eles podem ser abastecidos pelos funcionários.

Já na Grande Florianópolis, desde a terça-feira, um cartaz na entrada das agências orienta que os clientes realizem transferências de valores e procurem as lotéricas para efetuar saques maiores, pois foi estipulado um limite de saque, no valor de R$ 1 mil por cliente, na boca do caixa. A Assessoria da Instituição disse ainda que está conseguindo administrar bem a situação e não está com grandes problemas.

De acordo com o Sintravasc a paralisação ocorre em Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Tubarão, Itajaí, Joinville, Joaçaba, Lages e Chapecó. São 1,5 mil trabalhadores parados desde a segunda-feira, dia 2. Os trabalhadores reivindicam10% de aumento de salário, vale alimentação nas férias e plano de saúde integral.


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02 jul11:09

Cerca de 80 empregados do transporte de valores estão em greve em Chapecó

[Atualizado 14h14]

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Após nove assembleias realizadas em todo o Estado, o Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores de Santa Catarina (Sintravasc) decidiu entrar em greve a partir desta segunda-feira.

Segundo o sindicato, a paralisação ocorre em Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Tubarão, Itajaí, Joinville, Joaçaba, Lages e Chapecó. São 1,5 mil trabalhadores parados.  Só em Chapecó,  80 estão de braços cruzados. Com a greve pode faltar dinheiro nos bancos e caixas eletrônicos que são abastecidos pelos carros-fortes.

Os trabalhadores reivindicam10% de aumento de salário, vale alimentação nas férias e plano de saúde integral. De acordo com o diretor do sindicato em Chapecó, Ademir Dall Bello, não há data para o fim da paralisação.

— Vamos ficar parados até que as nossas reivindicações sejam atendidas — disse.

Em nota, o presidente do Sintravasc, Vilson Soares dos Santos, afirmou que os empresários receberam a pauta de reivindicação há mais de dois meses e se negam a negociar.

— Eles propuseram 4% de reajuste enquanto a inflação do período é de 4,88%. Isso para nós foi um deboche, por isso só nos restou a greve — afirmou.


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22 jun11:44

Servidores do IFSC Campus Chapecó decidem paralisar a partir da segunda, dia 25

Os servidores do IF-SC, Campus Chapecó, decidiram, após reunião no dia 19 de junho, aderir à greve nacional da categoria. A paralisação em Chapecó inicia na segunda-feira, dia 25. Devem paralisar as atividades, professores e técnicos dos cursos de Eletromecânica, Mecânica, Engenharia e Ensino Médio Integrado em Informática.

Segundo a Comissão local de greve, o grupo decidiu também uma agenda de mobilização e preparação para a greve com cronograma de reuniões e atividades.

Nesta sexta-feira, às 17 horas, acontece um encontro no Campus de Chapecó. O objetivo é dialogar com servidores, alunos e comunidade, informando os motivos da greve.

Eixos da campanha da Greve: Carreira dos docentes e TAES; Reestruturação das carreiras; Por uma Política Salarial, com reajuste emergencial de 22,08% e Data Base para os(as) Servidores(as) Federais. Comissão criou um site para informar sobre a greve.

Servidores dos Campus de Xanxerê e São Miguel do Oeste também podem aderir a mobilização.


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08 mai16:52

Greve dos professores estaduais é suspensa em assembleia

A greve dos professores da rede estadual de ensino é suspensa em assembleia neste terça-feira, em Florianópolis. Em votação, a maioria dos trabalhores votou pelo fim da paralisação, que durava 16 dias. Ao final do encontro, será feito um ato nas ruas do Centro.

Com o fim da paralisação, o comando de greve espera retomar as conversas com o governo. O secretário da Educação, Eduardo Deschamps, afirmou que se a categoria permanecesse parada não haveria negociações salariais.

— Na última greve sentamos para conversar e a greve estendeu por 62 dias. Desta vez, durante as negociações alertamos que caso eles entrassem em greve, não negociaríamos.

Enquanto o Sinte estima que pelo menos 30% dos professores estavam parados, a Secretaria de Estado da Educação afirma que existe apenas 1% de adesão.


Reivindicações da categoria

Uma das reivindicações da categoria é o reajuste do piso em 22,22% de forma igual. De acordo com o Sinte, o governo deu o aumento total somente para parte dos professores, principalmente em início de carreira. E isso dividido em cinco parcelas até 2013.

Atualmente, a rede pública estadual de ensino conta com 65,8 mil professores, dos quais 22 mil são efetivos na ativa, 19,8 mil ACTs e 24 mil aposentados, distribuídos em 1.112 unidades escolares. O número de alunos é de 640 mil.


DIÁRIO CATARINENSE



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04 mai09:13

20% dos professores estão em greve em SC

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) anunciou para o dia 8, terça-feira, nova assembleia no CentroSul, em Florianópolis. Para a presidente do Sinte, Alvete Bedin, a expectativa é boa:

— Fizemos duas grandes manifestações. Em Chapecó, reunimos 1,2 mil professores de toda a região, e em Florianópolis cerca de 1 mil estiveram em frente à Assembleia.

No Oeste, os professores foram recebidos na Secretaria de Educação e mostraram números do movimento na região. O Sinte estima adesão de 20%. A previsão era de que depois do feriado de 1º de Maio este número alcançasse 50%. Para a presidente do Sinte, os números são diferentes, e existem cidades onde as aulas estão 100% suspensas.

Uma das reivindicações da categoria é o reajuste do piso em 22,22% de forma igual. De acordo com o Sinte, o governo deu o aumento total somente para parte dos professores, principalmente em início de carreira. E isso dividido em cinco parcelas até 2013.

Atualmente, a rede pública estadual de ensino conta com 65,8 mil professores, dos quais 22 mil são efetivos na ativa, 19,8 mil ACTs e 24 mil aposentados, distribuídos em 1.112 unidades escolares. O número de alunos é de 640 mil.

Enquanto o Sinte estima que 20% dos professores estejam em greve, a Secretaria de Estado da Educação divulga que a adesão é de 1%.

Em Florianópolis, professores da rede estadual fecharam a SC-401 em frente ao Centro Administrativo do Governo, na tarde desta quinta-feira. As pistas foram liberadas perto das 16h15min. O comando de greve conseguiu entrar no Centro Administrativo e protocolar o pedido de audiência com o governador Raimundo Colombo. O grupo garantiu que deixou o local após o governo de SC reafirmar que não haverá negociação enquanto a greve continuar.

Em Chapecó, os professores protestaram nesta quinta-feira e entregaram uma carta pedindo uma a reabertura das negociações com o governo.


DIÁRIO CATARINENSE



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24 abr09:44

Estudantes fazem ato em apoio à greve

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Estudantes de Chapecó realizaram um ato em apoio à greve dos professores. Cerca de 150 alunos se reuniram no início da manhã na Praça Coronel Bertaso. De acordo com a vice-presidente do Grêmio Estudantil da Escola Zélia Scharff, Diana Chiodelli, os alunos mobilizaram-se pelas redes sociais onde criaram um grupo denominado “Luta pela Educação”. Diana disse que os alunos apoiam a reivindicação dos professores. –Queremos que a greve termine logo- afirmou.

Sua colega Neline Krawolski disse que é melhor perder um ou dois meses para posteriormente ter professores mais qualificados.

>> No Oeste 20% dos professores  estão em greve, segundo o Sinte

Para o presidente regional do Sindicado dos Trabalhadores em Educação do Estado (Sinte), Cléber Ceccon, os alunos deram exemplo para muitos professores. – Eles estão ajudando a construir o movimento e lutando pelos professores – destacou.

Hoje à tarde haverá uma reunião do comando regional de greve. Amanhã está prevista uma reunião do comando estadual, a partir das 9 horas, na sede do Sinte, em Florianópolis.


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23 abr21:38

20% dos professores em greve no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) estima em pelo menos 20% a adesão dos professores na greve, na região Oeste. Já a Gerência Regional de Educação afirmou que apenas 7,7% dos professores não estavam em sala de aula na tarde desta segunda-feira, nas 40 escolas dos nove municípios abrangidos.

A orientação da gerência é que os pais mandem os alunos para as salas de aula.

Nesta segunda foram realizadas as assembleias em 30 regionais para definir os representantes do comando de greve. Em Chapecó a assembleia foi realizada no Sindicato dos Bancários. De acordo com o Sinte 250 professores participaram do ato.

Para esta terça-feira está prevista uma manifestação a partir das 8h30, na Praça Coronel Bertaso.

Em Chapecó uma das escolas com maior adesão foi a Zélia Scharff. Lá paralisaram 24 dos 83 professores, segundo o diretor Jubilei Dalcin. A escola tem 1,8 mil alunos. Os que tiveram autorização dos pais foram para casa. Foi o caso de Ariel Nolasco, da oitava série. Ele teve apenas uma aula de Ciências, dos cinco períodos previstos. Os professores das duas aulas de Matemática e das duas aulas de Inglês não apareceram.

- É ruim assim porque no final tem que vir de novo – argumentou Nolasco, sobre ter algumas aulas e outras não.

Em outras escolas grandes de Chapecó, como Bom Pastor e Marechal Bormann, a adesão foi de apenas dois professores em casa, segundo os diretores.

A presidente do Sinte, Alvete Bedin, que está em Chapecó, acredita que a adesão da categoria vai passar de 50%.

- O magistério sabe que o plano é achatado – argumentou.

Ela afirmou que foi para o Oeste pois é sua base e cada um dos dirigentes foi para uma regional, para auxiliar na mobilização.

Uma das reivindicações da categoria é o reajuste do piso em 22,22% de forma igual. De acordo com o Sinte, o governo deu esse reajuste somente para parte dos professores, principalmente em início de carreira. Alvete afirma que isso é um desestímulo para a carreira do professor.

Ela afirmou que o Sinte está aberto a negociação com o Governo do Estado e acredita que a sociedade vai ficar ao lado da categoria. Ela não teme desgaste com duas greves seguidas pois entende que a paralisação deste ano é continuidade da mobilização do ano passado.

Na quarta-feira acontece a reunião do Comando de Greve, às 9 horas, na sede do Sinte, em Florianópolis.



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23 abr11:51

Sinte realiza assembleias regionais e acredita em grande adesão

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) programou para hoje as assembleias em 30 regionais para definir os representantes do comando de greve. Em Chapecó a assembleia ocorre a partir das 14h30, no Sindicato dos Bancários.

A presidente do Sinte, Alvete Bedin, que está em Chapecó, acredita em grande adesão da categoria. – Acho que já passa de 50% porque o magistério sabe que o plano é achatado – argumentou.

Uma das reivindicações da categoria é o reajuste do piso em 22,22% de forma igual. De acordo com o Sinte, o governo deu esse reajuste somente para parte dos professores, principalmente em início de carreira. Alvete afirma que isso é um desestímulo para a carreira do professor.

Ela afirmou que o Sinte está aberto a negociação com o Governo do Estado e acredita que a sociedade vai ficar ao lado da categoria. Ela não teme desgaste com duas greves seguidas pois entende que a paralisação deste ano é continuidade da mobilização do ano passado.

Na quarta-feira acontece a reunião do Comando de Greve, às 9 horas, na sede do Sinte, em Florianópolis.


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23 abr09:19

Começa nesta segunda-feira a greve dos professores da rede estadual

Por tempo indeterminado, começa neste segunda-feira a greve do magistério estadual. A expectativa da Secretaria de Educação é de que a minoria de professores pare as atividades e, por isso, as aulas devem ser normais. Já o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) promete ampla adesão ao movimento.

O secretário de Educação, Eduardo Deschamps, informou, com base em informações repassadas pelas gerências regionais de Educação, de que a adesão será pequena e que os professores irão parar as atividades de maneira isolada.

— Não recebi informação de escolas parando completamente — ressaltou.

Na última sexta-feira, foi feita uma videoconferência com os diretores dos colégios. A orientação encaminhada a todos foi a de manter a normalidade das aulas e das atividades. Além disso, será feito o lançamento das faltas dos professores ausentes. Como há a previsão de adesão baixa, o secretário acredita que os estudantes não terão apenas uma ou duas aulas, como acontecia no ano passado:

— Se confirmar o que estamos esperando, os pais podem encaminhar os filhos ao colégio, porque eles terão atividades. Hoje, as aulas devem ser normais e, se não for em todas as escolas, é porque teremos alguns casos isolados.

As negociações seguem paradas. Deschamps voltou a afirmar que elas só voltarão a acontecer quando os professores retornarem para a sala de aula:

— Não vamos fazer isso, porque só estende a paralisação, gerando mais prejuízos aos alunos e aos familiares. Se houve uma interrupção das negociações foi por parte da categoria que entrou em greve.

Neste final de semana, o governo veiculou, na televisão, um comunicado oficial informando os reajustes dados ao magistério e pedindo aos professores que não paralisem as atividades.


Sindicato rebate e afirma que adesão será grande

Após o anúncio da greve, na última terça-feira, as regionais do Sinte começaram a mobilização em escolas e com os professores. Por isso, a coordenadora do sindicato, Alvete Bedin, afirma que o movimento terá uma adesão grande, com a maioria dos professores em greve. Ela observa que, desde julho do ano passado, o governo teve tempo para negociar com a categoria em aula.

— Ficamos em estado de greve e poderíamos ter paralisado desde o início do ano letivo. Foi pedida uma proposta e o governo apresentou uma sem contemplar a nossa reivindicação. Ele que quis a greve, porque disse que essa era a última oferta. Estamos abertos a novas conversas — explicou.


DIÁRIO CATARINENSE

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18 abr09:55

Estudantes de Chapecó criticam decisão de greve dos professores em SC

Darci Debona e Marcelo Becker | darci.debona@diario.com.br | marcelo.becker@diario.com.br

Enquanto os professores realizavam, em Florianópolis, na terça-feira, a assembleia para decidir sobre greve, escolas de Chapecó tiveram aulas suspensas e até foram fechadas completamente. As escolas Marechal Bormann e Bom Pastor, por exemplo, não tiveram aulas.

—Os professores decidiram paralisar, mas a maioria não deve aderir à greve — afirmou o diretor René Ternus.

Na escola Marechal Bormann 996 alunos ficaram sem aula. Na escola Zélia Scharff, que tem 1,8 mil alunos, o diretor Jubilei Dalcin disse que apenas uma turma teve aula na quarta-feira.

Na escola Bom Pastor, apenas seis professores não compareceram, segundo a direção. Os alunos tiveram que ficar no pátio da escola. A sétima série não teve aulas de Artes e Matemática.

— A gente fica conversando com os colegas — disse Luis Henrique Balbinot Paludo, de 13 anos.

Ele afirmou que os professsores tem direito de reivindicar melhor salário, mas que a greve atrapalha o ensino.

— No ano passado quando voltaram da greve os professores explicavam pela metade — argumentou.

— A gente se ferra no final — completou Keythleen Ambrósio, 13 anos, que aproveitava o tempo ocioso para ouvir música.

Lara Debona, 12 anos, manifestou que não pretende enfrentar outra greve.

— É muito ruim, vou para um colégio particular.

Letícia Dalla Vecchia lembrou que sua irmã estava terminando o Ensino Médio e perdeu conteúdo que caiu no vestibular.


Em Lages, a greve será construída aos poucos

Em Lages, na Serra Catarinense, os três mil professores da rede estadual foram representados na assembleia da categoria, em Florianópolis, por colegas que lotaram dois ônibus.

Apenas uma escola, a Belizário Ramos, localizada no Bairro São Cristóvão, ficou fechada durante toda a terça-feira. O conselheiro estadual do Sinte e ex-coordenador do sindicato em Lages, Enio Ribeiro, diz que na cidade a greve precisará ser construída aos poucos, de escola em escola.

— O objetivo é atingir pelo menos os 92% de adesão registrados na greve do ano passado.


DIÁRIO CATARINENSE

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