Greve

17 abr18:46

Escolas fechadas ou sem algumas aulas no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Enquanto os professores realizavam sua assembleia em Florianópolis em Chapecó algumas escolas tiveram algumas aulas suspensas ou até fecharam completamente. As escolas Marechal Bormann e Bom Pastor não tiveram aulas.

Na escola Marechal Bormann 996 alunos ficaram sem aula. – Os professores decidiram paralisar hoje (ontem) mas a maioria não deve aderir à greve – afirmou o diretor René Ternus.

Na escola Zélia Scharff, o diretor Jubilei Dalcin disse que apenas uma turma teve aula ontem, de 1,8 mil alunos. Na escola Bom Pastor, apenas seis professores não compareceram, segundo a direção. Os alunos tiveram que ficar no pátio da escola. A sétima série não teve aulas de Artes e Matemática. –A gente fica conversando com os colegas- disse Luis Henrique Balbinot Paludo, de 13 anos. Ele afirmou que os professsores tem direito de reivindicar melhor salário, mas que a greve atrapalha o ensino.

– No ano passado quando voltaram da greve os professores explicavam pela metade – argumentou. – A gente se ferra no final- completou Keythleen Ambrósio, 13 anos, que aproveitava o tempo ocioso para ouvir música. Ela disse que a única coisa que não muda é seus colegas incomodando.

Lara Debona, 12 anos, manifestou que não pretende enfrentar outra greve. – É muito ruim, vou para um colégio particular- ameaçou. Letícia Dalla Vecchia, lembrou que sua irmã estava terminando o Ensino Médio e perdeu conteúdo que caiu no vestibular. Ou seja na briga entre Governo e professores novamente os alunos novamente levam a pior.

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17 abr18:05

Professores da rede estadual entram em greve na segunda-feira

Os professores da rede estadual decidiram entrar em greve na próxima segunda-feira. A definição se deu na assembleia geral realizada na tarde desta terça-feira, no CentroSul, em Florianópolis. Ao longo desta semana, os profissionais trabalharão em mobilizações nas bases regionais.

Depois de muita incerteza e de posicionamentos diversos nas assembleias regionais, os professores votaram pela paralisação, já que não houve um acordo com o governo em relação ao valor do aumento salarial.

DIÁRIO CATARINENSE

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15 mar17:32

Professores estabelecem prazo de 30 dias para contraproposta do governo

A assembleia dos professores estaduais decidiu nesta quinta-feira que o governo estadual tem 30 dias para apresentar a contraproposta à categoria. Se isso não ocorrer, dia 17 de abril uma nova assembleia estadual para definir a greve. Nesta sexta-feira, quando inicia o prazo, o sindicato entrega ao governo um documento com reivindicações.

De acordo com a secretária geral do Sinte, Anna Júlia Rodrigues, a categoria mantém a posição a respeito do piso nacional. Para o sindicato, o aumento de 22,22% no piso nacional, determinado pelo Ministério da Educação, tem de ser aplicado a todos os professores.

Também devem ser confirmadas as datas de três assembleias regionais: 28, 29 e 30 de março.

Os professores estaduais caminharam do CentroSul em direção à Assembleia Legislativa para integrar a passeata com os servidores municipais e federais. De acordo com o Sinte, cerca de 5 mil pessoas participaram da assembleia nesta quinta-feira.


DIÁRIO CATARINENSE



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14 mar10:08

Aulas podem ser suspensas nas escolas estaduais nesta quinta-feira

Júlia Antunes Lourenço | julia.antunes@diario.com.br

As aulas da rede estadual em Santa Catarina devem ser suspensas nesta quinta, quando os professores estarão reunidos em assembleia, em Florianópolis, para decidir se entram em greve.

O movimento faz parte de uma mobilização nacional, organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, que convocou docentes da rede pública de todo o país a paralisarem as atividades nesta quarta, quinta e sexta-feira.

O movimento nacional pede, o cumprimento da lei do piso nacional, que teve reajuste de 22,22%, passando de R$ 1.187 para R$ 1.451.

Em SC, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) orientou os professores a suspenderem as aulas apenas quinta, quando é dia de assembleia, marcada para as 14h, no CentroSul. Apesar disso, a coordenadora do Sinte, Alvete Bedin, explica que cada escola ou docente pode organizar atividades diferentes para quarta e sexta-feira:

– Ele pode dar aulas mais curtas ou deixar o recreio mais prolongado. Fica a critério de cada um.

Hoje, a coordenadoria do Sinte estará reunida com representantes do governo, que não adiantou o que será apresentado à categoria.

– Esperamos que eles nos mostrem uma proposta, conforme pedimos. Queremos ter essa proposta para ser analisada pelos professores em assembleia – ressaltou Alvete.

A categoria pede o cumprimento imediato do aumento de 22,22%, retroativo a janeiro, quando o valor do piso foi reajustado pelo Ministério da Educação e deveria ter sido alterado em toda rede pública. Além disso, eles querem a descompactação da tabela salarial, que foi alterada e achatada no ano passado, para que o Estado concordasse em pagar o piso nacional. Outra reivindicação é o cumprimento da questão da hora atividade – também definida na lei do piso. Ela determina que 33% das aulas dos professores sejam dedicadas a preparação de aulas, correção de trabalhos e provas.

DIÁRIO CATARINENSE



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12 mar15:20

Servidores municipais de Chapecó entram em greve dia 14

Em assembleia geral na quinta-feira, 8 de março, 100% dos servidores municipais presentes votaram pela paralisação das atividades na prefeitura de Chapecó a partir do dia 14 deste mês. Os servidores se reunirão na Praça Coronel Bertaso às 8h para dar início à greve, à tarde seguirão para a frente da prefeitura, e no final da tarde realizarão assembleia de avaliação, quando decidirão pelo término ou continuidade do movimento.

Segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Chapecó e Região – SITESPM-CHR, Vania Barcellos, o prefeito foi formalmente comunicado da greve na sexta-feira, dia 9. A presidente adianta que os serviços essenciais serão mantidos.

A assembleia geral deliberou pela greve em virtude da revisão salarial implementada pelas LCs 474 e 480, de 20 de dezembro do ano passado, aprovadas sem negociação com a categoria. A mudança de data base de maio para janeiro e a incorporação do vale alimentação ao vencimento dos servidores municipais refletiu em perdas salariais, além de os servidores terem recebido reajuste abaixo do índice de inflação do período.


Reivindicações

As reivindicações incluem três itens para cobrar da administração municipal: criar os adicionais por titulação aos servidores (o magistério tem desde 1999); igualar o vencimento do agente comunitário de saúde ao do auxiliar de serviços – R$ 1.001,64; e 10% de aumento geral ou incorporar R$ 200 no vencimento de cada cargo.

Segundo o Sindicato, a pouca valorização do servidor público fica visível frente aos números nacionais. De 2005 a 2012 a economia brasileira cresceu 28%; a receita da prefeitura de Chapecó subiu 64%; o salário mínimo teve reajuste de 63%; o salário médio no país apresentou crescimento de 21%; e o salário dos servidores municipais de Chapecó foi reajustado em apenas 5%.


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13 fev13:34

Aulas da rede estadual de ensino iniciam nesta terça-feira

Professores estão em estado de greve. Segundo informações do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Chapecó serão realizadas assembléias regionais até o dia 14 de março.

Depois desta data acontece o encontro estadual onde será definida a situação dos professores. A categoria discute a cobrança do que foi acordado com o Governo durante a greve no ano passado. Na pauta estão o reajuste do piso nacional e a recomposição da tabela salarial.


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09 fev13:01

Professores em estado de greve em Chapecó

Nesta sexta e sábado representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Chapecó reúnem-se com os coordenadores das outras 30 regionais do Sinte para discutir a cobrança do que foi acordado com o Governo durante a greve no ano passado.

Na pauta estão o reajuste do piso nacional e a recomposição da tabela salarial. Os professores continuam em estado de greve e decidem no dia 16 de março, em assembleia estadual, o futuro da categoria.


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17 nov00:09

Mesmo com reajuste de 8% no salário, Polícia Civil decide manter greve

Diogo Vargas | diogo.vargas@diario.com.br*

Mesmo com o reajuste de 8% anunciado pelo governo, os policiais civis decidiram manter a paralisação nas delegacias de polícia de Santa Catarina até quinta-feira. O atendimento e as investigações estão comprometidos nesse período. A internet é a saída para quem precisa fazer boletim de ocorrência (www.pc.sc.gov.br).

Nesta quinta-feira, segundo dia do movimento, os policiais civis marcaram manifestação para as 9h na frente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), de Florianópolis, no Bairro Estreito. A categoria quer aumentar a participação de servidores do órgão de trânsito que, na quarta-feira, praticamente mantiveram o atendimento normal.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Pedro Joaquim Cardoso, estima em 90% a adesão dos agentes de polícia pelo Estado. Na Grande Florianópolis, a participação de delegados, escrivães e investigadores também é significativa. Um grupo protestou em frente a 5ª DP, na Trindade, e na Casa d’Agronômica, mas nenhum incidente foi registrado.

Nas delegacias, os policiais atendem apenas casos graves como homicídios, assaltos e flagrantes. Na Central de Polícia de Florianópolis e de São José, nenhum boletim de ocorrência foi efetuado de manhã e tarde. A assembleia geral dos policiais será quinta-feira às 14 horas no Golden Hotel, em São José. Por enquanto, o indicativo é de greve geral, boicote à operação Veraneio e entrega de cargos comissionados por delegados.

— Isso não é o aumento (8%), é só inflação. Estamos no fundo do poço. O agente arrisca a vida, dá plantão e recebe R$ 781 de salário — lamentou o delegado Renato Hendges, presidente da Associação dos Delegados de Polícia (Adepol).


Policiais parados no Oeste

Cerca de 100 policiais estão parados nos municípios de abrangência da 12 Delegacia Regional de Chapecó, segundo o vice-presidente da Associação Regional dos Policiais Civis, Selmiro Rauber.

Nas delegacias de Chapecó foram registrados apenas os flagrantes e boletins de estupro, homicídio, seqüestro e roubo. Outros serviços estão suspensos por três dias. Teones Andrade, que é funcionário de uma agroindústria da cidade, foi buscar a documentação da motocicleta e não conseguiu. –Disseram pra voltar na segunda-feira-explicou. O mesmo ocorreu com Odair José Ramos, que foi retirar a Carteira de Habilitação.

Os manifestantes usaram camisetas, colocaram faixas e distribuíram panfletos onde pedem reposição salarial.


*colaborou Darci Debona.


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14 nov17:51

Professores tem faltas abonadas em SC

O governador Raimundo Colombo atendeu um dos pedidos dos professores catarinenses. Por meio do decreto de número 644, de 14 de novembro de 2011, que vai ser publicado nesta quarta-feira, 16, no Diário Oficial do Estado de Santa Catarina, Colombo abonou faltas dos professores do Magistério estadual durante as greves de 2008 e 2010. O benefício também abrange o ano de 2011, desde que seja comprovada a reposição das aulas. Com a medida, os professores não terão problemas na progressão da carreira.

A discussão da proposta foi feita durante as negociações entre a Secretaria de Estado da Educação e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte/SC), logo após o término da greve deste ano. A decisão beneficia a categoria. O professor que tivesse apenas uma falta decorrente da paralisação estaria impedido de progredir na carreira durante três anos. – Esse abono também permite o pagamento dos dias de greve, além de limpar a ficha funcional -  informou o secretário-adjunto da Educação, Eduardo Deschamps.

Além do governador, os secretários da Educação, Marco Tebaldi; da Administração, Milton Martini; e o secretário em exercício da Casa Civil, Luciano Veloso Lima, também assinaram o decreto.


Fonte: Secretaria de Estado de Comunicação

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19 out10:57

Funcionários do Banrisul terminam greve

Na tarde de terça-feira os banrisulenses aprovaram as propostas do banco e voltam ao trabalho a partir desta quarta-feira. O Banrisul foi o último a negociar: o encontro entre o Comando dos bancários e a direção do banco iniciou às 10h da manhã de terça-feira, 18, e foi concluída no início da tarde, após a reformulação da proposta global apresentada pelo Banco em negociações anteriores.

A greve no Banrisul foi a maior dos últimos vinte anos, atingindo cerca de 83% da rede de atendimento na última sexta-feira, dia 14. O processo de negociação foi muito desgastante e sua finalização trouxe avanços importantes para os funcionários, como a ampliação da 13ª cesta-alimentação; a melhoria da gratificação de caixa; a criação de uma gratificação fixa para os operadores de negócios; entre outras. O banco também seguiu o reajuste geral de 9% apresentado pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos).


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