Greve

11 out08:50

Justiça decide sobre paralisação de funcionários dos Correios nesta terça-feira


O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julga nesta terça-feira, a partir das 16h, o dissídio coletivo dos funcionários dos Correios, em greve há 28 dias. Ontem, em reunião à noite no TST, os grevistas mantiveram a decisão de não aceitar os termos da proposta apresentada pelo tribunal. A ideia era tentar um acordo antes do julgamento do dissídio.

O relator do processo é o ministro Maurício Godinho Delgado. No último dia 7, a direção dos Correios e os sindicatos que representam os grevistas divergiram sobre os termos de uma negociação para o fim da paralisação.

Os funcionários recusaram a proposta de reajuste linear de 6,87% do salário e dos benefícios, o abono imediato de R$ 800,00 e aumento real de R$ 60 a partir de janeiro de 2012. As divergências principais estão em torno do desconto dos dias parados.

A proposta é descontar seis dias em 12 parcelas a partir do próximo ano.Os demais dias parados seriam compensados com trabalho extra nos fins de semana e feriados, de acordo com a necessidade da empresa. A proposta não foi aceita pelos servidores, que querem a compensação de todos os dias de greve sem desconto de salário.

A empresa reafirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que aceita a proposta do TST. Se os trabalhadores e os Correios chegaram a um acordo antes do horário do julgamento, é possível suspender o processo.

Por determinação do TST, a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) deve manter em atividade o contingente mínimo de 40% dos empregados em cada unidade operacional durante a greve.


Dúvidas sobre a greve

Ainda estão suspensos os serviços SEDEX 10, SEDEX Hoje e Disque-Coleta — por se tratar de atividades com horário marcado. Os Correios colocam à disposição da população a Central de Atendimento dos Correios através do telefone 0800 725 0100, ou do site www.correios.com.br no link Fale com os Correios, para informações ou reclamações sempre que necessário. necessidade da empresa. A proposta não foi aceita pelos servidores, que querem a compensação de todos os dias de greve sem desconto de salário.

A empresa reafirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que aceita a proposta do TST. Se os trabalhadores e os Correios chegaram a um acordo antes do horário do julgamento, é possível suspender o processo.

Por determinação do TST, a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) deve manter em atividade o contingente mínimo de 40% dos empregados em cada unidade operacional durante a greve.


Dúvidas sobre a greve

Ainda estão suspensos os serviços SEDEX 10, SEDEX Hoje e Disque-Coleta — por se tratar de atividades com horário marcado. Os Correios colocam à disposição da população a Central de Atendimento dos Correios através do telefone 0800 725 0100, ou do site www.correios.com.br no link Fale com os Correios, para informações ou reclamações sempre que necessário.

AGÊNCIA BRASIL

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10 out16:08

Greve dos correios completa 27 dias

Os funcionários dos Correios já estão em greve há 27 dias. Em Chapecó 60% dos trabalhadores aderiram ao movimento.

São várias as reivindicações exigidas pelos funcionários, entre elas está o aumento do piso salarial de R$ 807 para R$ 1635.

Segundo o secretário jurídico do Sindicato dos Correios de Santa Catarina, Jaqueson Bittencourt, até o momento não há uma negociação e a greve continua por tempo indeterminado.

Correspondências

Quem está na espera de encomendas ou correspondências e ainda não recebeu pode procurar a Agência dos Correios na Rua Rui Barbosa, 579, no centro de Chapecó.

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10 out12:05

Bancários aguardam negociação

Na semana passada o Comando Nacional dos Bancários esteve de plantão em São Paulo à espera de uma nova negociação, mas os banqueiros não se manifestaram. Uma carta, inclusive, foi enviada aos bancos cobrando a retomada das negociações e, mais uma vez, nada. O fato demonstra o total descaso com os bancários e também com a população.  A greve completou 14 dias nesta segunda.

Diante disso, segundo o Sindicato dos Bancários de Chapecó, a orientação do Comando Nacional dos Bancários é pela manutenção e ampliação da greve até que os bancos decidam negociar e apresentem uma proposta que atenda as expectativas da categoria. Além das reivindicações salariais, os bancários querem também a contratação de mais funcionários e a melhora no atendimento à população por parte dos bancos.

>> 79 agências fechadas na região Oeste

Enquanto a paralisação continua, o Sindicato pede a compreensão da população, pois a greve foi o último recurso que a categoria teve diante da intransigência dos bancos.

- Esperamos que a classe patronal se sensibilize e atenda as reivindicações dos bancários para que tudo possa voltar à normalidade – disse o presidente do Sindicato, Sebastião Araujo.

No oeste de Santa Catarina, o descaso dos bancos tem feito a greve crescer a cada dia, com adesão de novas agências. São 79 agências paralisadas no Oeste e três departamentos.


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07 out10:03

Funcionários dos Correios ainda não voltaram a trabalhar em Santa Catarina

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que 40% dos funcionários dos Correios voltem a trabalhar a partir desta sexta-feira, o que ainda não ocorreu. A notificação ainda não foi encaminhada aos sindicatos estaduais, como o de Santa Catarina, que organiza o pedido de uma nova liminar.

Uma audiência pública de conciliação entre os trabalhadores e representantes das diretorias dos Correios está marcada para a manhã desta sexta-feira. A reunião será comandada pelo presidente do TST, João Oreste Dalazen.

De acordo com o secretário do sindicato dos trabalhadores em Santa Catarina, Hélio Samuel de Medeiros, um pedido de liminar está sendo estudado em conjunto com a federação.

– Pelos nossos cálculos, há uma adesão à greve de aproximadamente 60% dos funcionários, o que respeita a determinação legal –, afirma o sindicalista.

A decisão de ordenar a volta ao trabalho partiu do presidente do TST. Caso a decisão seja descumprida, a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) será obrigada a pagar R$ 50 mil por dia de multa.

A greve dos Correios começou em 14 de setembro. Em Santa Catarina, há aproximadamente 1.200 funcionários em greve, segundo o sindicato.

Para suprir a necessidade de despacho das correspondências e encomendas, a empresa contratou serviço terceirizado temporário.


DIÁRIO CATARINENSE

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06 out09:10

Funcionários da Epagri e Cidasc suspendem greve programada para sexta-feira em Santa Catarina

Alessandra Ogeda | alessandra.ogeda@diario.com.br

A greve dos 1,1 mil engenheiros, médicos-veterinários e outros profissionais das duas principais empresas públicas do setor agrícola em Santa Catarina prevista para começar nesta sexta-feira está suspensa.

O governo do Estado e os sindicatos que representam as categorias retomaram as negociações e chegaram a um pré-acordo.

A decisão definitiva sobre a aceitação ou a recusa da proposta pelo governo catarinense será tomada amanhã, às 14h, na votação dos profissionais convocados para 22 assembleias nas sessões regionais que as empresas têm no Estado.

Depois de conseguirem um aumento que representa a reposição da inflação entre maio de 2010 e abril deste ano, mais um ganho real de 1% no salário e o acréscimo de R$ 2 no vale-refeição, os profissionais pediam a criação de um grupo de trabalho para rever o plano de cargos e salários das empresas.

A cláusula que criava esse grupo foi redigida na semana passada em uma reunião de representantes dos quatro sindicatos envolvidos na negociação e o secretário de Estado da Agricultura, João Rodrigues. Mas ela foi vetada pela Fazenda. Em uma reunião terça-feira à tarde, entre Rodrigues e o novo secretário da Fazenda, Nelson Serpa, o texto foi aprovado, mas com uma alteração.

A frase de que o governo faria a revisão observando “a legislação vigente” foi retirada. De acordo com Rodrigues, o Estado já cumpre a legislação. A resistência em tornar isso evidente no texto, segundo Jorge Dotti Cesa, diretor presidente do Sindicato dos Engenheiros-Agrônomos de SC (Seagro) tem a ver com a mesma polêmica que motivou a greve do magistério, este ano: o governo estaria cumprindo a legislação com abonos, e não com o pagamento do salário previsto em lei como piso-base.

— Mesmo com essa resistência por parte do governo, tivemos uma vitória importante com a garantia da revisão do plano e a retomada das nossas carreiras. Acredito que isso será reconhecido pelas categorias — projeta Cesa.

A retomada das negociações entre governo e funcionários procura evitar uma paralisação que poderia tornar o Estado vulnerável à entrada da febre aftosa — atualmente SC está em alerta após a identificação de um foco da doença no Paraguai.

A greve também prejudicaria os investimentos e pesquisas na área agrícola e pecuária. Para Rodrigues, a cláusula aprovada pelo governo traz um avanço histórico na discussão do plano de carreiras e salários.

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05 out14:42

No Oeste 79 agências fechadas

O Comando Nacional dos Bancários divulgou, nesta terça-feira, Nota Oficial repudiando o silêncio dos bancos e reiterando que os bancários permanecem abertos ao diálogo e à retomada das negociações. Segundo a nota, até agora a Federação Nacional dos Bancos – Fenaban não se manifestou.

Já são nove dias de greve. Em todo Brasil 8.328 agências de bancos públicos e privados estão fechadas.

Na região Oeste o movimento também cresce. Com a paralisação de mais agências, como é o caso das agências do Banco do Brasil de São Lourenço do Oeste e de Xaxim, que ingressaram na greve nesta quarta, o número de agências paralisadas subiu para 79, mais três departamentos.


Quadro da Greve no Oeste:


Banco do Brasil


● Ag. Centro – Chapecó

● Ag. Catedral – Chapecó

● Ag. São Cristóvão – Chapecó

● Ag. 25 de Agosto – Chapecó

● Ag. Empresarial – Chapecó

● Ag. Pinhalzinho

● Ag. Xanxerê

● Ag. BB/BESC Xanxerê

● Ag. BB/BESC Saudades

● Ag. Industrial – Chapecó

● Ag. Xaxim

● Ag. São Domingos

● Ag. Palmitos

● Herval d’ Oeste

● 2 Ag. Campos Novos

● Água doce

● Capinzal

● 2 ag. Catanduvas

● 2 Ag. – São Miguel do Oeste

● Maravilha

● São José do Cedro

● 2 Ag. – Seara

● 2 Ag. – Concórdia

● PAB Arabutã

● Ipumirim

● Caçador

● 2 Ag. Videira

● São Carlos

● São Lourenço do Oeste

● Herval Velho


Caixa

● Ag. Centro – Chapecó

● Ag. Desbravador e Departamentos – Chapecó

● Ag. EFAPI – Chapecó

● Ag. Pinhalzinho

● Ag. Xanxerê

● Ag Xaxim

● Ag. Abelardo Luz

● PAB Unochapecó

● PAB Justiça Federal

● Ag. São Lourenço do Oeste

● Joaçaba

● Campos Novos

● Capinzal

● Catanduvas

● PAB Joaçaba

● São Miguel do Oeste

● Maravilha

● Dionísio Cerqueira

● São José do Cedro

● Seara

● Concórdia

● Caçador

● Videira

● Palmitos

● Catanduvas

● PAB Joaçaba


Banrisul

● Ag. Chapecó

● Ag. Caçador

● Ag. Concórdia


Santander

● Ag. Centro

● Ag. Real/Santander

● Ag. Concórdia


HSBC

● Ag. Centro Chapecó

● Ag. Caçador


Itaú

● Ag. Centro

● Ag. Itaú/ Unibanco

● Ag. São Cristovão

● Ag. Concórdia


Safra

● Ag. Chapecó


Bic Banco

● Ag. Chapecó


Bradesco

● Ag. Centro

● Ag. São Cristovão


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04 out17:27

Correios e sindicato entram em acordo para por fim à greve

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), aceitou nessa terça-feira (4) proposta da direção dos Correios para colocar fim à greve que começou no dia 14 de setembro. O acordo vai ser levado para votação em assembléias e, se aprovado, os funcionários retomam o trabalho na quinta-feira.

Os sindicalistas concordaram em ter seis dias de trabalho descontados a partir de janeiro, sendo meio dia por mês, num total de 12 parcelas. Quem preferir, pode autorizar desconto em período menor. O desconto dos dias parados era o principal entrave para um acordo com que colocasse fim à paralisação.

A proposta prevê ainda pagamento de aumento real de R$ 80 retroativo a 1º de outubro. E o reajuste de 6,87% nos salários e benefícios a partir de 1º agosto. Os trabalhadores também aceitaram trabalhar durante finais de semana e feriados para colocar em dia as entregas atrasadas.

G1

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04 out14:13

Greve dos bancários cresce

O Comando Nacional dos Bancários esteve reunido nesta segunda-feira, dia três, em São Paulo, decidiu orientar os sindicatos a intensificarem as ações para ampliar a greve em todo país, já que a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não responde as reivindicações.

A greve dos bancários completa uma semana nesta terça-feira. A adesão está aumentando em todo o país. Na região do Alto Uruguai Catarinense não é diferente, dez agências estão com as portas fechadas. Em Concórdia estão em greve o BB Besc, Banco do Brasil, HSBC, Santander, Caixa Econômica Federal e Banrisul.

Em Seara estão paralisados os trabalhos no BB Besc, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Em Ipumirim a greve iniciou no Banco do Brasil. A presidente do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região Sonia Hack lembra que os caixas eletrônicos estão em funcionamento. A categoria paralisou 7.950 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados em todo o país.

>> Confira a lista dos bancos fechados na Região Oeste

Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança e igualdade de oportunidades.


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04 out09:00

Rumo da greve dos Correios pode ser decidido hoje

A greve dos Correios, que já dura mais de 20 dias, pode ter um desfecho hoje. Está marcada para as 13h a audiência de conciliação entre a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e os trabalhadores, resultado do dissídio coletivo ajuizado na semana passada pela estatal.

O encontro será presidido pela ministra Maria Cristina Peduzzi, do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Durante a audiência, a ministra poderá apresentar proposta para que as partes cheguem a um consenso. Se isso não for possível, o processo será encaminhado a um relator e será julgado pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos.

A principal divergência entre a empresa e os funcionários é sobre o desconto dos dias parados. A direção dos Correios apresentou uma proposta de descontar os dias não trabalhados na proporção de um dia de greve por mês. Os trabalhadores, no entanto, não aceitam o desconto e se propõem a compensar os dias de greve com horas extras e mutirões para colocar o serviço em dia.

A empresa também manteve a proposta de aumento linear de R$ 80 a todos os empregados, reajuste salarial e dos benefícios em 6,87% e abono imediato de R$ 500. A reivindicação dos trabalhadores é por um aumento linear de R$ 200, além de reposição da inflação de 7,16% e aumento do piso salarial de R$ 807 para R$ 1.635. A categoria exige ainda a contratação imediata de todos os aprovados no último concurso público.

De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), representantes de São Paulo, Goiás, do Rio de Janeiro, de Mato Grosso do Sul, da Bahia e de Minas Gerais vão se concentrar, a partir das 8h, em frente à sede da empresa, para um ato público.

Para tentar diminuir os prejuízos da greve à população, os Correios fizeram mais um mutirão nacional no último fim de semana, que resultou na entrega de 13 milhões de cartas e encomendas, além da triagem de 22 milhões de objetos postais. Desde o início da greve, os mutirões foram responsáveis pela entrega de cerca de 25 milhões de cartas e encomendas em todo o país e pela triagem de mais 69 milhões, segundo dados da empresa.

AGÊNCIA BRASIL

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04 out08:57

Cerca de mil profissionais da Epagri e da Cidasc anunciam paralisação a partir desta sexta-feira

Alessandra Ogeda | alessandra.ogeda@diario.com.br


Engenheiros agrônomos, médicos veterinários e outros profissionais das duas principais empresas públicas do setor agrícola em Santa Catarina comunicaram ontem ao governo que vão entrar em greve a partir de sexta-feira.

O momento escolhido para cumprir a paralisação, aprovada em agosto, é crítico porque Santa Catarina vive uma situação de alerta sanitário preventivo contra a febre aftosa.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de SC (Faesc), José Zeferino Pedrozo, o maior risco para o Estado, caso a greve seja efetivada, é que SC ponha em risco o status de área livre de febre aftosa sem vacinação. SC está em estado de alerta depois que foi identificado um novo foco da doença no Paraguai, em uma cidade a 126 quilômetros da fronteira com o Mato Grosso do Sul.

— O governo vai ter que encontrar uma saída, porque levamos muito tempo para conseguir esse status e não podemos, em hipótese alguma, colocá-lo em risco. Esperamos que o bom senso dos profissionais também prevaleça — opina Pedrozo.

A decisão por recusar as ofertas de acordo propostas pelo governo foi tomada em 22 assembleias no dia 18 de agosto. Mas os quatro sindicatos que representam os 1,1 mil funcionários da Epagri e da Cidasc que atuam diretamente no controle sanitário e no apoio técnico do setor agrícola e pecuário no Estado decidiram adiar a paralisação. Até agora.

Depois de conseguirem atender uma parte das reivindicações, os sindicatos se reuniram com o secretário de Estado da Agricultura, João Rodrigues, na semana passada. Na ocasião, o grupo redigiu uma cláusula que previa a criação de um grupo de trabalho para fazer a revisão do plano de cargos e salários.

Mesmo com a cláusula prevendo que qualquer mudança passasse pela aprovação do Conselho de Política Financeira do Estado, a Secretaria da Fazenda rejeitou a proposta. O diretor presidente do Sindicato dos Engenheiros Agrônomos de SC (Seagro), Jorge Dotti Cesa, afirma que as categorias não vão ceder na exigência do novo enquadramento dos profissionais no plano de carreira.

— O Estado não cumpre uma lei federal de 1966 que prevê que os médicos veterinários e os engenheiros ganhem 8,5 salários mínimos como salário-base. Chegamos a esse valor através de abonos, mas não como piso salarial — critica.

O secretário Rodrigues contribuiu para a elaboração da cláusula que prevê a criação do grupo de trabalho e diz não entender a negativa da Fazenda.

— A justificativa foi de que essa readequação abriria precedente para as demais categorias de funcionários do Estado pedirem a mesma mudança.

A Secretaria da Fazenda comunica que mantém sua posição, mas que a decisão final está com o governador Raimundo Colombo. Na opinião de Rodrigues, a greve não deve ser efetivada. Mas caso ocorra, o secretário está confiante que poucos funcionários envolvidos com o controle das barreiras sanitárias vão aderir a ela.

— Ninguém é irresponsável de fazer uma paralisação neste momento. Mas caso isso aconteça, temos um plano B preparado. Faremos a substituição imediata destes profissionais e entraremos na Justiça para tornar a greve ilegal — avalia.

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