Greve

27 set11:20

Quatro agências bancárias fechadas em Concórdia

Em Concórdia, quatro das oito agências bancárias existentes na cidade estão de portas fechadas.

A paralisação também atinge Seara, onde duas das três agências não abriram nesta terça-feira. Nestes locais, apenas o serviço de auto atendimento está funcionando. A expectativa do Sindicato dos Bancários é que na quarta-feira a adesão ao movimento cresça e mais agências sejam fechadas.

O Sindicato de Chapecó, Xanxerê e região, que compreende 34 municípios do Oeste, informou  que bancários  de seis cidades optaram pela greve.

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27 set09:31

Bancários da Caixa e Banco do Brasil em Greve

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O Sindicato de Chapecó, Xanxerê e região, que compreende 34 municípios do Oeste, informou agora pela manhã que bancários do Banco do Brasil e Caixa de cinco cidades optaram pela greve.

Bancários de Chapecó, São Miguel do Oeste, Maravilha, Dionísio Cerqueira e Concórdia estão paralisados. Pela manhã o Sindicato faz um levantamento para verificar se bancários de outras cidades da região também aderiram a paralisação.

A categoria optou pela greve após assembleia realizada na noite desta segunda, dia 26, no Sindicato do Bancários em Chapecó. Cerca de 200 bancários participaram da assembleia.


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27 set09:08

80% dos bancários de Santa Catarina devem aderir à greve nacional a partir desta terça-feira

Janaina Cavalli | janaina.cavalli@diario.com.br

Bancários de todo o país, de bancos públicos e privados, decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira. Em Santa Catarina, cerca de 80% dos funcionários, o que corresponde a 10 mil funcionários, aderiram à paralisação, segundo o sindicato da categoria . Em Joinville e região, a decisão é trabalhar normalmente e monitorar a adesão nacional ao longo do dia. Já em Chapecó, após assembleia, cerca de 200 bancários optaram pela adesão.

De acordo com Cássio Ricardo Marques, secretário geral da Federação dos Trabalhadores em empresas de crédito de Santa Catarina (Fetec/SC), a pauta de reinvindicações dos funcionários foi enviada há dois meses para a Federação Nacional dos Bancários (Fenaban), com pedidos de reajuste salarial de 12,8%, melhorias nas condições de trabalho, plano de carreira, maior participação nos Lucros e Resultados (PLR) e valorização do piso. A contraproposta da Fenaban contempla apenas reajuste salarial de 8% a partir de 1º de setembro.

Segundo o secretário geral da Fetec, a principal reinvindicação dos bancários entra na pauta de saúde. Os funcionários alegam trabalhar pressionados pelas metas consideradas inatingíveis de vendas de produtos dos bancos, como títulos de capital, seguros e cartões de crédito.

— São produtos que os clientes nem precisam, e os bancários se veem obrigados a empurrar — afirma Marques. O secretário diz que o segundo pedido mais urgente é a contratação de novos funcionários. Segundo ele, nenhuma destas reclamações foram negociadas pela Fenaban.

Nesta segunda-feira, 10 assembleias regionais do Estado organizaram a paralisação, que já havia sido decidida na quinta-feira, dia 22. Na assembleia do Sindicato dos Bancários de Joinville e Região, à noite, ficou decidido que os bancários irão trabalhar normalmente.

A baixa participação — compareceram 186 profissionais dos 2,4 mil cadastrados — fez o presidente José Ilton Belli convocar nova assembleia para o fim da tarde de hoje e definir se haverá adesão à greve nacional.

— O número foi pequeno e acreditamos que, para tomar uma decisão importante como essa, precisamos de mais vozes. Vamos ver como fica a situação nacional e do Estado ao longo do dia — disse Belli.

Na greve do ano passado, com duração de 14 dias, a paralisação teve maior adesão dos funcionários da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e do Banrisul. Neste ano, é esperada forte adesão de bancos públicos e privados, com cerca de 70% dos funcionários parados, em todo o Brasil.

Por meio de nota oficial, a Fenaban considerou a greve “fora de propósito” e avaliou que o calendário de negociações pelo reajuste estava sendo cumprido. No texto, a entidade também afirma que atitudes que dificultem “o atendimento aos usuários é condenável, principalmente quando a negociação pode continuar e evitar qualquer paralisação”.

Chapecó e região

Bancários de Chapecó entram em greve nesta terça. A categoria decidiu pela greve por tempo indeterminado após cinco negociações sem avanços.

Em assembleia realizada na noite desta segunda-feira, 26, no auditório do Sindicato dos Bancários de Chapecó, Xanxerê e Região, os bancários votaram pela greve da categoria. A paralisação inicia nesta terça-feira, 27, e segue por tempo indeterminado, em todo o país. Cerca de 200 bancários participaram da assembleia.

O Comando Nacional dos Bancários realizou cinco reuniões de negociação com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), que apresentou, no último encontro, uma proposta de reajuste de 8% em todas as verbas, o que representa apenas 0,56% de aumento real. A categoria reivindica reajuste de 12,8% (5% acima da inflação).

A proposta também não contemplou a valorização do piso da categoria e não aumenta a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Ainda, não houve avanços em relação às contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, melhoria do atendimento aos clientes, entre outros pontos.

Nas negociações específicas com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil também não houve avanços.

Reinvindicações

Na pauta geral de reivindicações, os principais pontos são:

• Reajuste salarial de 12,8%;

• Piso igual ao salário mínimo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos);

• Melhora na PLR (Participação nos Lucros e Resultados);

• Plano de Cargos e Salários em todos os bancos;

• Proteção contra a dispensa imotivada, combatendo a rotatividade;

• Contratação de mais bancários;

• Fim das terceirizações, das metas abusivas e combate ao assédio moral;

• Condições de acessibilidade nas agências;

• Melhorias na segurança nas agências e postos.


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26 set18:53

Bancários de SC reúnem-se em assembleias nesta segunda para organizar greve a partir de terça

Bancários de Santa Catarina participam de assembleias a partir das 18h desta segunda-feira para discutir e organizar a greve da categoria, que foi definida na última quinta e deve iniciar às 0h de terça-feira. As reuniões também servirão para avaliar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na última sexta-feira:

— Vamos analisar a última proposta, mesmo sabendo que provavelmente não teremos nenhum efeito prático, pois a categoria já rejeitou a proposta. A assembleia de hoje (segunda-feira) terá caráter organizativo — explica o secretário geral do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Florianópolis e região (SEEB), Jacir Zimmer.

De acordo com ele, o SEEB representa 4,5 mil bancários na Grande Florianópolis, entre funcionários de bancos públicos e privados.

Para o diretor do Sindicato dos Empregados de Estabelecimentos Bancários de Lages, Manuel Costa, a categoria pode decidir pelo estado de greve na assembeia desta segunda:

— Vamos avaliar a última proposta e fazer os encaminhamentos. Se a maioria não aprovar a greve imediata, podemos entrar em estado de greve e acompanhar os rumos do movimento nacional.

Em Chapecó, o sindicato congrega 1,6 mil bancários de 22 municípios.

— A greve só será deflagrada nesta assembleia. A princípio a proposta da Fenaban foi rejeitada, mas se tiver alguém favorável a ela vamos abrir espaço para discussão — afirma o secretário de imprensa do Sindicato dos Bancários de Chapecó, Xanxerê e região, Alzumir Rossari.

Bancários de Joinville e região também reúnem-se nesta noite para definir rumos da paralisação. De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários de Joinville e Região, José Ilton Belli, o objetivo é conseguir mobilizar o máximo possível de bancários para aderirem à greve. Na última paralisação, em outubro de 2010, cerca de mil funcionários pararam as atividades em 15 municípios da região.

Categoria não aceitou proposta de reajuste da Fenaban

A Fenaban ofereceu reajuste salarial de 8% aos bancários na última sexta-feira, mas a categoria quer aumento de 12,8%. Insatisfeitos com a proposta, bancários de todo o país pretendem iniciar greve na próxima terça-feira.

Na pauta da Campanha Nacional de 2011, os bancários também reivindicam a valorização do piso salarial, aumento do vale-alimentação, auxílio-educação com pagamento para graduação e pós-graduação, ampliação das contratações, mais segurança nas agências, combate às terceirizações e à rotatividade e aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

DIÁRIO CATARINENSE

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26 set09:37

Bancários de todo o país devem entrar em greve nesta terça-feira

Insatisfeitos com a proposta de reajuste salarial apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), bancários de todos o país pretendem iniciar uma greve na próxima terça-feira, 27. A categoria quer reajuste de 12,8%, mas a última proposta da Fenaban, apresentada na sexta-feira, 23, foi reajuste de 8%.

Na pauta da Campanha Nacional de 2011, os bancários também reivindicam a valorização do piso salarial, aumento do vale-alimentação, auxílio-educação com pagamento para graduação e pós-graduação, ampliação das contratações, mais segurança nas agências, combate às terceirizações e à rotatividade e aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Na reunião de sexta-feira com a Fenaban, o Comando Nacional dos Bancários considerou insuficiente o percentual proposto para o reajuste salarial e julgou que a proposta não traz aumento maior para a PLR, nem a valorização do piso.

O Comando Nacional dos Bancários informou ter comunicado à Fenaban que, nesta segunda-feira, 26, haverá assembleias em todo o país para organizar a greve a partir do dia 27.

Em Chapecó, a assembleia do Sindicato dos Bancários de Chapecó, Xanxerê e Região acontece às 18h30min desta segunda no Auditório do Sindicato dos Bancários.


AGÊNCIA BRASIL

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23 set17:23

Funcionários dos Correios decidem continuar com greve nacional

Os funcionários dos Correios, em greve desde o dia 14, aprovaram na tarde desta sexta-feira manutenção da paralisação por tempo indeterminado. Eles não aceitaram a posição da diretoria da empresa, que ontem voltou a oferecer a proposta apresentada aos trabalhadores antes da greve — de reajuste de 6,87%, mais aumento real de R$ 50 e abono de R$ 800.

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) protocolou, na manhã de hoje, uma contraproposta que prevê aumento linear de R$ 200, além de reposição da inflação de 7,16% e aumento do piso salarial de R$ 807 para R$ 1.635. A categoria também exige a contratação imediata de todos os aprovados no último concurso público dos Correios.

O impacto dessas exigências nas contas dos Correios pode chegar a R$ 4,3 bilhões, o que representa um aumento de 70% na folha de pagamento da estatal. De acordo com os Correios, desde o início da greve, a média de atraso nas entregas chega a 35%.

Segundo dados apresentados pelos Correios, a adesão dos trabalhadores à greve estava em 19% ontem. Mas a estimativa dos grevistas é que cerca de 70% dos funcionários estejam sem trabalhar.

Os serviços de Sedex 10, Sedex Hoje e Disque Coleta foram suspensos, já que eles funcionam com horários marcados para a entrega.

AGÊNCIA BRASIL

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23 set15:43

Hoje tem negociação decisiva com a Fenaban

Em assembleias na quinta-feira, sindicatos de bancários de cinco regiões de Santa Catarina aprovaram greve por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira. Uma nova rodada de negociações da categoria nacional ocorre na tarde desta sexta-feira. Depois disso, os sindicalistas reúnem-se novamente na segunda-feira para definir os rumos do movimento.

Em assembleia do sindicato de Joaçaba, no Meio-Oeste, que congrega 25 municípios, cerca de 70 bancários decidiram pela paralisação. Em Criciúma, 99 pessoas de sindicatos de 9 cidades da região também aprovaram a greve. Além desses, os sindicatos de Florianópolis e Blumenau optaram pela paralisação em assembleia na quinta-feira.

Em Chapecó, o Sindicato realiza Assembleia Geral na próxima segunda-feira, 26, às 18h30, quando os bancários vão avaliar eventuais propostas e se haverá greve. O sindicato de Lages, na Serra Catarinense, não realizou assembleias. Os bancários também se reúnem na segunda-feira.

A categoria reivindica reajuste de 12,8% no salário, o que equivale a um ganho real de 5%. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propõe um reajuste de 7,8% sobre os salários, o que representaria 0,37% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no período.

DIÁRIO CATARINENSE


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21 set18:47

Greve dos bancários pode ser deflagrada após assembleia geral nesta quinta-feira em SC

Os bancários de Santa Catarina devem se reunir em uma assembleia geral nesta quinta-feira para definir se a categoria entrará em greve a partir da próxima semana.

O comando nacional de greve rejeitou a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste de 7,8% sobre os salários, em uma rodada de negociação realizada em São Paulo, e orientou os sindicatos de todo o país a avaliar a proposta e paralisar as atividades por tempo indeterminado a partir de terça-feira.

Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% no salário, o que equivale a um ganho real de 5%. Já o aumento proposto da Fenaban representaria 0,37% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no período.

Conforme o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários (SEEB), a categoria deve parar nacionalmente por que o reajuste foi votado coletivamente em conferência. Os bancos públicos, como a Caixa Econômica e Banco do Brasil devem ter maior adesão à greve.


DIÁRIO CATARINENSE

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14 set23:30

Após assembleia, servidores dos Correios de Santa Catarina decidem continuar em greve

Os servidores dos Correios de Santa Catarina continuarão em greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia na Praça XV de Novembro, em Florianópolis. Cerca de 50 pessoas participaram do evento, que ocorreu no final da tarde desta quarta-feira.

Em Santa Catarina, dos 4 mil funcionários, 1,6 mil aderiram ao movimento neste primeiro dia de paralisação, de acordo com o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos e Similares de Santa Catarina (Sintect-SC), Hélio Samuel de Medeiros. A maior parte das agências do correios funcionou de maneira precária e houve a suspensão de serviços como Sedex 10, Sedex Hoje e Disque-Coleta.

Conforme a assessoria de imprensa dos Correios, entre os carteiros a adesão à greve é de 30% do efetivo. Os funcionários que permanecem trabalhando devem se concentrar em entregar as cartas.


Brasil

Dos cerca de 108 mil funcionários dos Correios em todo o Brasil, 35% aderiram à greve que começou nesta quarta-feira. Entre os carteiros, a adesão é de cerca de 60%. A informação foi repassada em coletiva de imprensa nesta tarde, em Brasília, pelo presidente da empresa, Wagner Pinheiro de Oliveira.

Ele disse que, somente nesta quarta-feira, cerca de cinco milhões de entregas deixaram de ser feitas, aproximadamente 17% do total. O presidente afirmou que o Sedex 10, Sedex Hoje e Disque-Coleta estão suspensos por tempo indeterminado, já que são serviços que exigem hora certa para entregas.


DIÁRIO CATARINENSE

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14 set12:14

Carteiros em greve

Funcionários dos Correios de todo o país entraram em greve nesta quarta-feira. Eles reivindicam a revogação da medida Provisória 532 que transforma os Correios em sociedade anônima. No entendimento dos colaboradores, seria a privatização da empresa.

Em Chapecó a greve tem adesão de 50% dos carteiros. Segundo o comando de greve, em todo o país 34% dos estados aderiram ao movimento.

Além de protestar contra a privatização, os funcionários pedem alteração no piso salarial de R$ 807 para R$ 1,635.

A entrega de sedex e cartas registradas está mantida. Somente as cartas e entregas simples estão suspensas.


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