Gripe A

27 jul08:56

Novo relatório aponta 72 mortes por Gripe A em Santa Catarina

O novo relatório da Gripe A em Santa Catarina aponta 72 mortes pela doença e 741 casos registrados. Os dados foram divulgados ontem pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive). São 10 mortes a mais em relação ao documento da semana passada. Morreram cinco mulheres com idades entre 27 e 82 anos e cinco homens entre 31 e 88 anos. Todas as vítimas apresentavam problemas crônicos ou fumavam.

São Bento do Sul registrou o primeiro caso de morte, uma mulher de 82 anos. Um homem de 67 anos também foi a primeira vítima em Cunha Porã. Com os dois casos—um homem de 39 anos e um de 31—, o número de mortes em Lages chegou a três. Videira já registra a quinta morte, um homem de 88 anos.

Uma mulher de 58 anos é a terceira vítima em Fraiburgo, e um homem de 38, a primeira de Orleans. Indaial registrou seu primeiro caso de morte pelo vírus H1N1, uma mulher de 59 anos, assim como Forquilhinha, uma mulher de 27 anos. Em São José, na Grande Florianópolis, uma mulher de 58 anos foi a segunda vítima.

DIÁRIO CATARINENSE



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19 jul14:47

Número de mortes por Gripe A em Santa Catarina sobe para 62 e casos para 685

Aline Rebequi | aline.rebequi@diario.com.br

Último relatório da Diretoria de Vigilância Epidemilógica (Dive) de Santa Catarina traz dez novas mortes pelo vírus H1N1 totalizando 62 em todo o Estado. O número de casos também aumentou para 685.

Os números mostram que o vírus está mais forte, ou seja, a taxa de mortalidade passou de 7% para 9%. O das outras gripes conhecidas como comums está bem abaixo com apenas 167 casos e 6 mortes.

Desde 2009, quando 144 pessoas morreram em decorrência da infecção, o Estado não registrava um número tão elevado. No ano passado, nenhuma morte foi registrada apesar das cinco notificações feitas a partir de exames laboratoriais. Em 2010, houve 23 casos, sendo duas mortes. Há três anos, quando houve a pandemia mundial, 144 pessoas morreram em SC e foram notificados 3.029 casos.


As novas mortes

Residente em Fraiburgo, feminino, 33 anos, Tabagismo e Depressão,

Residente em Blumenau, masculino, 38 anos, Hipertensão Arterial Sistêmica e tabagismo

Residente em Fraiburgo, feminino, 48 anos, sem registro de doença crônica

Residente em Videira, feminino, 43 anos, Hepatopatia crônica e Hipertensão Arterial Sistêmica

Residente em Blumenau, feminino, 52 anos, Pneumopatia Crônica

Residente em Capivari de Baixo, feminino, 39 anos, Obesidade

Residente em São José, feminino, 83 anos, Imunodeprimido

Residente em Florianópolis, feminino, 43 anos, Pneumopatia Crônica

Residente em Ituporanga, feminino, 69 anos, Pneumopatia Crônica

Residente em Criciúma, masculino, 63 anos, Cardiopatia Crônica


DIÁRIO CATARINENSE



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15 jul20:54

Mortos por Gripe A em SC tiveram tratamento tardio

Gabrielle Bittelbrun | gabrielle.bittelbrun@diario.com.br

Informações preliminares do inquérito realizado pelo Ministério da Saúde e pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) de Santa Catarina apontam que, entre 28 vítimas de gripe A no Estado, metade teve tratamento tardio. O resultado faz parte da pesquisa, iniciada em 18 de junho, que pretende fornecer um perfil dos primeiros mortos pela gripe A neste ano e detalhar as condições de tratamento. SC lidera o ranking de mortes pela doença no país. Dos 148 registros do Ministério da Saúde até o último dia 10, 52 mortes foram no Estado.

O levantamento em parceria com o Ministério da Saúde sinalizou que 50% dos pacientes em questão tomaram o antiviral oseltamivir mais de cinco dias após o início dos sintomas. O acesso rápido ao remédio conhecido comercialmente pelo nome Tamiflu pode evitar agravamento dos casos e a ocorrência de mortes.

O diretor da Dive, Fábio Gaudenzi de Faria, atribui o tratamento tardio a dois fatores: à demora na busca por atendimento pelos pacientes e à não-prescrição de medicamento pelos profissionais da saúde.

— Ou essas pessoas não chegaram ao tratamento em tempo hábil, por acharem que não era grave, ou já tinham sido avaliadas e quem as atendeu não prescreveu medicação por achar que não fosse necessário — destacou Fábio.

O diretor da Dive reforça que, desde maio há o alerta às equipes de saúde, por meio de conferências e encontros, para que esses profissionais estejam atentos e apliquem o tratamento adequado.

Mesmo assim, ainda há dificuldades em colocar essas orientações em prática. Faria ressalta que a falsa crença de que a gripe não é uma doença de gravidade também faz com que as pessoas não tomem as precauções necessárias.

Na última sexta-feira, o diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis, do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, também admitiu as deficiências de tratamento.

— A análise dos dados confirma que não há mudança no padrão de ocorrência da gripe. Se antes tínhamos indícios, agora temos informações concretas de que o tratamento, no momento adequado, ainda não está sendo adotado em todos os serviços — afirmou.

Os órgãos de saúde esperam que a conclusão dos dados do inquérito, que deve ser feita em cerca de 25 dias, deva facilitar as medidas de combate à H1N1.

Até aqui, a análise apontou ainda que, entre os mortos pela enfermidade, 85% tinham doenças crônicas, como obesidades e diabetes, e não foram vacinados. As principais doenças identificadas foram cardiopatias, pneumopatias, obesidade e diabetes, principalmente entre homens de 40 a 59 anos de idade.


Imunização e prevenção continua


Apesar da Dive estimar o fim da fase mais crítica da doença, são mantidos os alertas de higiene:

— Os cuidados de higienização devem ser feitos sempre. Isso é uma realidade para se combater não só o H1N1 mas como outras doenças — afirma Fábio.



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12 jul11:32

Farmácias poderão vender Tamiflu

O medicamento oseltamivir, conhecido como Tamiflu, não integra mais a lista de remédios sujeitos à controle especial. Com isso, pode ser comprado nas farmácias ou retirado em unidades públicas de saúde com apresentação somente de receita médica simples, sem a necessidade de uma via ficar retida no estabelecimento. O antiviral é usado no tratamento da gripe, inclusive em casos de gripe A.

O Ministério da Saúde informou que a determinação tem como objetivo facilitar o acesso da população ao medicamento, diminuindo a burocracia no processo de compra.

A orientação é que o tratamento com o remédio seja iniciado o mais rápido possível após o surgimento dos primeiros sintomas, dispensando a necessidade de aguardar resultados de laboratório ou sinais de agravamento no caso de pacientes que façam parte dos grupos vulneráveis à doença – gestantes, crianças pequenas, idosos, obesos e portadores de doenças crônicas.

O Tamiflu é oferecido de graça pelo Sistema Único de Saúde (SUS) mas, para retirar o remédio, é necessário apresentar prescrição emitida por médicos da rede pública ou privada.


JORNAL DE SANTA CATARINA



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11 jul15:23

Ciclo de circulação do vírus da gripe A pode estar no final, em Santa Catarina

Santa Catarina pode estar vivenciando as semanas finais do período de circulação do vírus da gripe A, que costuma ser de seis semanas. A estimativa, baseada em dados coletados em anos anteriores, é de que o Estado estaria entre a quinta e a sexta semana.

Para o diretor da Vigilância Epidemiológica do Estado (Dive), Fábio Gaudenzi de Faria, as características do inverno neste ano _ que teve períodos de calor entremeando dias frios _ dificultaram a capacidade de prever o fim da circulação do vírus.

_ Podemos estar no final da curva descendente, mas é uma avaliação muito preliminar. As mudanças de temperatura proporcionam uma diminuição da circulação do vírus, mas podem deixar o pico menos alto e mais prolongado _ explica o diretor.

Para ele, independente da circulação do vírus estar no final ou não, as medidas de prevenção e as formas de contágio são sempre as mesmas, e é importante que a população não deixe os cuidados de lado:

_ O que faz a redução drástica e imediata do vírus é a higiene da tosse e do espirro e o hábito de lavar as mãos.

Até o momento, segundo o último relatório da Dive, foram confirmados 600 casos de contaminação por H1N1 em todo o Estado e 47 óbitos em decorrência da doença. Em Blumenau, foram registrados 64 casos positivos e 10 óbitos.

Segundo a Vigilância Epidemiológica de Blumenau, no momento, há 20 pessoas internadas, sendo três em UTI, e 18 pessoas aguardando resultados de exames feitos Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen).


JORNAL DE SANTA CATARINA



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29 jun09:36

Prevenção da Gripe A entre idosos e crianças deve ser intensificada

Aline Rebequi | aline.rebequi@diario.com.br

Se as doenças respiratórias já são perigosas para adultos jovens para crianças e idosos o alerta precisa ser ainda mais constante. Nos últimos sete anos, 6.044 pessoas com 60 anos ou mais, morreram por conta destes vírus, além de 280 crianças com idades entre 1 e 4 anos.

Um adulto fica com os sintomas da gripe pelo período médio de sete a 10 dias, os idosos precisam do dobro de tempo para se recuperar bem. Quando estão curados, os cuidados não podem ser deixados de lado. Como têm um metabolismo mais lento, precisam de resguardo até que a saúde se recomponha totalmente.

Desde chegada do H1N1 os idosos formam o grupo de pessoas menos atingido por este tipo de vírus. Há duas hipóteses para isso. A primeira é que eles viajam menos e, por consequência, estariam menos expostos ao contágio. A segunda é que os mais velhos teriam criado anticorpos para o vírus durante a epidemia de 1957 que se espalhou pelo mundo e tinha semelhanças com a gripe atual.

Cardiopatas As infecções virais ou bacterianas podem piorar o chamado débito cardíaco, ou seja, um funcionamento considerado abaixo do ideal, e provocar problemas gerais na saúde da pessoa. Então, é muito importante minimizar o risco de infecções nesses pacientes e cuidar para que não sejam contagiados pelo vírus da gripe.

Imunodeficientes Quem tem aids ou diabetes ou passa por tratamentos pesados, como quimioterapia e radioterapia, costuma estar com o sistema imunológico em baixa, ficando mais suscetíveis a vírus e bactérias. Por isso, devem redobrar a atenção com a gripe A, que, mesmo pouco letal, pode evoluir para quadros graves em pacientes fragilizados.

Menores de dois anos Crianças muito pequenas merecem cuidados especiais porque seu organismo ainda não está maduro o suficiente e nem preparado para enfrentar os inimigos externos. São alvos mais fáceis para o vírus e possíveis complicações, como a pneumonia.

Portadores de doenças respiratórias crônicas Fumantes ou qualquer um que sofre com doenças crônicas do sistema respiratório, como asma, bronquite e enfisema, também apresentam riscos maiores de complicações por causa das alterações estruturais e inflamatórias dos brônquios e dos pulmões. O organismo já está minado por uma doença que ataca um sistema vital.

Bebês de poucos meses correm mais risco em caso de contaminação? O meu filho mama no peito, isso o torna mais resistente? Os pacientes nos extremos de idade (menor de dois anos ou maiores de 60 anos) estão mais suscetíveis às complicações da gripe A (por exemplo, pneumonia) e, consequentemente, podem apresentar maior índice de mortalidade. Esses indivíduos, assim como pessoas dos outros grupos de risco para complicações (doenças crônicas pulmonares e cardíacas, gestantes, insuficiência renal, hemoglobinopatias, imunodeficiências), devem ser priorizados na prevenção e no tratamento desse tipo de infecção. O leite materno não fornece proteção contra a infecção pelo vírus novo.

Estou grávida e gostaria de saber quais as complicações geradas para o feto caso a mãe seja infectada pelo vírus da gripe A. Quais os riscos do antiviral disponível para o tratamento do feto? O antiviral, que antes era liberado, não é mais disponibilizado pelo governo, que o colocou somente à disposição dos hospitais que possuem internação para pacientes com a doença.

Sou asmática, tenho rinite e, vez ou outra, coriza. Tenho mais chances de contrair a gripe A do que outras pessoas? Os asmáticos são mais suscetíveis por terem uma doença pulmonar, mesmo que a doença esteja controlada por medicamentos.


Como agir durante a gravidez

A gestante deve evitar contato com pacientes que forem diagnosticados com a gripe A. No início da gravidez, quando a febre chega a 38°C, o feto passa a correr risco de sofrer malformações.

Ao menor sinal de aumento da temperatura corporal, procure um médico.

Alguns remédios muito populares não são recomendados para grávidas. É o caso da dipirona e do ácido acetilsalicílico, usados para baixar a febre, e que podem prejudicar o desenvolvimento do bebê.

A vacina contra a influenza comum está liberada, mas só a partir do segundo trimestre de gestação.

Cuidados como lavar sempre as mãos e evitar aglomerações devem ser redobrados.


Como agir com as crianças

Os pais devem ficar sempre atentos às gripes, ainda mais com o novo vírus em circulação. O que os médicos pedem é que não haja histeria nem excessos. Avalie bem a situação. Se tiver dúvidas ou ficar angustiado, ligue para um médico e peça orientações.

Se a criança não está bem, vá ao consultório de um profissional conhecido ou a um posto de saúde. Assim, eles fazem as avaliações necessárias e você ajuda a não superlotar as emergências.

Tosse, espirros e indisposições breves não precisam de maiores cuidados. Aguarde para ver se a criança reage bem.

Febre é sinal de alerta, mas abaixo dos 38°C e sem outros sintomas importantes não é necessário ir a uma emergência. O indicado é consultar o pediatra mais próximo ou de confiança.


Saiba como se prevenir contra a Gripe A


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27 jun09:13

Sobe para 35 o número de mortes por Gripe A em SC

Mais duas pessoas morreram em Santa Catarina por causa da Gripe A. A divulgação foi feita no fim da tarde da última terça-feira pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) da Secretaria de Estado da Saúde. A novas vítimas são uma menina de nove anos, de Videira, e um homem de 52 anos, que residia em Blumenau.

Agora são 35 as mortes em Santa Catarina desde o começo do ano. Pelas investigações da Vigilância Epidemiológica, a menina não fazia parte do grupo com maior possibilidade de contrair a doença. A morte ocorreu dia 20 deste mês.

O homem morreu dia 21 e era fumante. Ontem, a equipe da Secretaria de Saúde e do Ministério de Saúde viajou para cidades do Sul do Estado. Mas o foco principal continua sendo Blumenau, onde, neste ano, morreram sete pessoas por causa da gripe A.

O Estado recebeu nesta semana as cerca de 250 mil doses do medicamento oseltamivir, mais conhecido pelo nome comercial de Tamiflu, prometidas pelo Ministério da Saúde ao prefeito João Paulo Kleinübing, de Blumenau, em uma reunião na última sexta-feira.

O remédio está armazenado na Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) e será enviado para cada gerência de saúde de acordo com a demanda, explica a secretária de Saúde, Juliana Rigo. Atualmente, Blumenau possui cerca de 30 mil doses de Tamiflu, que estão sendo distribuídas aos pacientes com sintomas de gripe.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica alerta que nem toda gripe pode ser entendida como a doença, mas lembra que as pessoas devem permanecer atentas com os sintomas de febre alta (superior a 38°C) e falta de ar.

Nestes casos, devem procurar um médico nas primeiras 48 horas. Outra recomendação é com relação aos ambientes, que devem ficar arejados. Para quem estiver gripado, uma dica é evitar aglomerações.


Revisão dos números

A Vigilância Epidemiológica de SC está revisando todos os prontuários médicos dos pacientes que morreram infectados pela gripe A no Estado. Os documentos estão incompletos o que dificulta o monitoramento da doença.

Em meados de junho, representantes do Ministério da Saúde chegaram ao Estado e identificaram o problema. Não se sabe, por exemplo, quantas vítimas da gripe A já tinham uma doença crônica antes de serem infectadas pelo vírus.

— Pelos dados que existem hoje, apenas 20% das pessoas que morreram tinham uma doença crônica ao serem infectadas. Mas, acreditamos que essa porcentagem pode chegar a 80% depois que os documentos forem preenchidos corretamente — explica o diretor da Vigilância Epidemiológica, Fabio Gaudenzi de Faria.

O trabalho de revisão dos prontuários deve ser finalizado até a semana que vem, entre os dias 4 e 5 de julho. Com os dados completos será possível traçar um perfil dos casos de gripe A em Santa Catarina, além de monitorar a infecção pelo Estado.

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25 jun20:28

Primeiro caso de meningite causada por vírus H1N1 é confirmado em Santa Catarina

Daisy Trombetta | daisy.trombetta@diario.com.br

Um caso de meningite causada por vírus H1N1 foi confirmado em Joaçaba, no Meio-Oeste catarinense, nesta segunda-feira. Conforme a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), não há outras notificações do tipo no Estado.

O diagnóstico chama a atenção porque a Gripe A geralmente evolui para outras doenças, principalmente para a pneumonia. Só que, neste caso, pode ter ocorrido alguma mutação no vírus H1N1, que levou à meningite.

O médico neurologista que cuida do caso, Jean Ragnini, explica que na maioria dos casos é difícil identificar o vírus que leva à meningite, porque existem mais de 100 tipos. Mas, afirma que todos têm cura se o diagnóstico for precoce.

— O H1N1 não dá só gripe. Pode evoluir para outras doenças, mas ainda não tínhamos registros de casos de meningite causados por esse vírus — diz o médico. O paciente infectado tem 19 anos e o estado de saúde é considerado estável. A previsão é de que o jovem, que está internado há sete dias no Hospital São Miguel, tenha alta em uma semana. Ele recebe medicações tratar a meningite e também a Gripe A.

A suspeita do médico é de que o paciente possa ter contraído o H1N1 durante uma prova de vestibular que realizou na semana passada, quando teve contato com pessoas de várias cidades.

Conforme Maria Inês Sant’Anna Rodrigues, infectologista da Dive, não há registro de outros casos de meningite causada por H1N1 no Estado. Ela explica que como a Gripe A é considerada uma doença nova, podem existir outras evoluções de casos que ainda não foram notificadas, já que nem sempre é possível identificar o vírus causador da meningite.

— Qualquer vírus que entrar no sistema nervoso pode causar a meningite. Então o da H1N1 também pode, embora não existam outros casos notificados no Estado — explica.

A infectologista explica que o tratamento adotado para combater esta doença é o mesmo da convencional, já que o tipo viral – independente do causador – é o mais comum entre os infectados.

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21 jun08:47

Chapecó realiza distribuição de panfletos sobre a Gripe A

Em Chapecó o clima é de tranquilidade em relação à Gripe A. Mesmo assim foi reativado do  Comitê de Controle da Influenza, composto por 14 órgãos de saúde.

De acordo com a presidente do comitê, Paula Senna da Silva, o trabalho é preventivo com distribuição de panfletos nas escolas. A cidade tem 36 casos suspeitos e quatro confirmados de H1N1, vírus da Gripe A. O comitê faz o monitoramento e, caso o número de casos comece a aumentar, tomará outras medidas.



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19 jun11:52

Gripe A já causou a morte de pelo menos 29 pessoas em Santa Catarina neste ano

A 29ª morte por Gripe A H1N1 foi registrada na madrugada desta terça-feira. O paciente era um homem de 59 anos que estava internado desde o dia 2 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Isabel, em Blumenau. Desde o início do ano, a Secretaria Estadual de Saúde tem monitorado o registro de infecções e as mortes em decorrência do vírus.

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O homem, que não teve a identidade divulgada, foi diagnosticado com Gripe A na semana passada e estava na UTI havia 10 dias. Este é o quinto caso na cidade.

De acordo com os dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), atualizados no dia 17 de junho, Santa Catarina já registrou 309 casos de infecção por Gripe A, confirmados laboratorialmente.

O número é o segundo maior da história do Estado, atrás apenas de 2009, quando 144 pessoas morreram em decorrência da infecção.

Até agora, Blumenau aparece como o município com o maior número de casos: 38. Fraiburgo aparece em segundo, com 22 e Itajaí em terceiro, com 19. Florianópolis registrou nove casos até agora.


DIÁRIO CATARINENSE

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