Hepatites

25 jul16:12

Ministério da Saúde anuncia novos medicamentos para tratar hepatites virais

Duas medicações contra a hepatite C estarão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 2013, conforme anunciou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. De acordo com o ministério, os medicamentos telaprevir e boceprevir têm 80% de eficácia e irão beneficiar 5,5 mil pacientes, portadores de cirrose e fibrose avançada. No total, 26,6 mil pessoas estão em tratamento contra hepatite B e C pelo SUS no país.

— Estamos dando um passo decisivo no combate às hepatites virais, com a introdução desses medicamentos no SUS — disse Padilha.

O ministro destacou ainda a importância de ampliar o diagnóstico. Nesse sentido, o governo pretende aumentar o acesso a testes rápidos para diagnosticar hepatites. No ano passado, foram feitos 30 mil testes. Até julho deste ano, já foram feitos mais de 400 mil testes.

Os dados foram apresentados em coletiva de imprensa realizada em Brasília na tarde desta quarta-feira, marcando o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, celebrado em 28 de julho, e o lançamento da campanha de combate às hepatites virais, com ações de diagnóstico e prevenção, além de metas para o enfrentamento dessas enfermidades. Foram apresentados também os números mais recentes de hepatites virais no Brasil.


Veja alguns números destacados na coletiva:

:: Houve queda de casos de hepatite A, à medida que melhoram as condições sanitárias no país.

:: Há um predomínio da hepatite B na faixa etária dos 20 aos 24 anos. A principal forma de transmissão da doença é via sexual.

:: São registrados 14 mil casos por ano de hepatite B e 500 mortes. A Região Sul tem a maior incidência da doença.

:: A vacina contra a hepatite B, recomendada a pessoas com até 29 anos, é a melhor forma de prevenir a doença. Desde 1998, mais de 70 milhões de brasileiros foram vacinados, o que representa 75% de cobertura vacinal.

:: A hepatite C é responsável por 80% das hepatites crônicas. Pessoas com mais de 40 anos são as mais atingidas.


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19 jul12:31

Prevenção das Hepatites em Chapecó

Prevenir e combater a hepatites. Esse foi o objetivo de uma atividade realiza na quarta-feira, dia 18, em parceria com o Centro de Saúde da Família do bairro Eldorado e AIESEC, na Escola Básica Municipal Maria Bordignon Destri. Duas intercambistas, Amber Harris dos Estados Unidos e Alejandra Olano da Colômbia, conversaram com os alunos de 6ª e 7ª séries da escola, mostrando dados e passando informações sobre a doença. O evento faz parte da programação da Semana Municipal de Combate a Hepatites, de 23 à 27 de julho e também para marcar o Dia Mundial de Combate a Hepatite que acontece no dia 28 de julho.

De acordo com Maria Luiza Trizotto Stormovski, enfermeira coordenadora do setor de hepatites, é preciso que as pessoas façam os exames e procurem as vacinas, que tenham cuidados com a relação sexual sem proteção e também com relação aos materiais utilizados em ações que tenham sangue, como por exemplo, os alicates de cutícula.

- São pequenas ações que podem prevenir e evitar a doença – comentou.

Maria Luiza destaca ainda que o principal ponto com relação a hepatites é que a doença não apresenta sintomas na fase inicial, apenas na fase aguda e por isso a maioria das pessoas não sabem que tem o vírus da doença.

- As pessoas não devem esperar ter os sintomas para realizar o exame, sempre é importante procurar os centros de saúde e realizar os exames periódicos – explicou.

Em Chapecó o número de casos de hepatite B continua alto. O município é o que mais tem casos em Santa Catarina.


Vacina contra a Hepatites

Maria Luiza disse que podem ter acesso a vacina as pessoas menores de 30 anos, gestantes, doadores de sangue, militares, profissionais de saúde, manicures, motoristas, pessoas com doenças especificas.

- Todas as pessoas que não estão nesses grupos, devem realizar o exame, e se tudo der negativo, irão receber a vacina – disse.


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01 jun18:13

Hepatites em debate em Chapecó

“Cidadão Catarinense na Luta Contra as Hepatites Virais”. Esse foi o tema de uma palestra que aconteceu na sexta-feira, dia 1º de junho, no Centro de Cultura e Eventos Plinio Arlindo De Nes em Chapecó. O evento reuniu agentes e profissionais de saúde e educação, entidades filantrópicas, cursos de ciências da saúde, portadores de hepatites, familiares e pessoas da comunidade com interesse na área para o debate com o tema Hepatites.

De acordo com Maria Luiza Trizotto Stormovski, enfermeira coordenadora do setor de hepatites, o evento é um alerta para a população, devido aos grandes números de pessoas portadoras do vírus da doença.

Ela orienta para que as pessoas façam os exames, quem tem direito procure fazer a vacina, cuidados com a relação sexual sem proteção, relação aos materiais utilizados em ações que tenham sangue, como por exemplo, as alicates de cutícula.

- São pequenas ações e formas que podem prevenir a doença – comentou.

Maria Luiza disse que o principal ponto com relação a hepatites é que a doença não apresenta sintomas na fase inicial, apenas na fase aguda e por isso a maioria das pessoas não sabem que tem o vírus da doença.

- Por isso, as pessoas não esperarem ter os sintomas para realizar o exame, sempre é importante procurar os centros de saúde e realizar os exames periódicos – explicou.

Com relação a vacina, Maria Luiza enfatiza que podem ter acesso as pessoas menores de 30 anos, gestantes, doadores de sangue, militares, profissionais de saúde, manicures, motoristas, pessoas com doenças especificas.

- Todas as pessoas que não estão nesses grupos, devem realizar o exame, e se tudo der negativo, irão receber a vacina – esclareceu.

Com relação aos números, Maria Luiza destaca que o índice, principalmente da hepatite B continua sendo alto em Chapecó, em Santa Catarina, Chapecó é o munícipio que mais tem casos. – Para tentar alterar esses índices e conscientizar as pessoas através de ações educativas – finalizou.


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30 mai15:22

Hepatites em debate em Chapecó

Na sexta-feira, dia 1º de junho, no Centro de Cultura e Eventos Plinio Arlindo De Nes em Chapecó, será realizada palestra “Cidadão Catarinense na Luta Contra as Hepatites Virais”. O evento, que é organizado pelo Setor de Hepatites da cidade, com o apoio da Secretaria de Saúde, acontece das 8h30 às 11h30. Pela manhã o foco será as Hepatites Virais e pólos de tratamento, durante a tarde, das 13h30 às 17 horas o foco será o SUS.

De acordo com Maria Luiza Trizotto Stormovski, enfermeira coordenadora do setor de hepatites, o evento é direcionado para agentes, técnicos e demais profissionais de saúde e educação, entidades filantrópicas, cursos de ciências da saúde, portadores de hepatites, familiares e pessoas da comunidade com interesse na área. A palestrante será Anna Maria Gomes Haensel Schmitt, do Grupo Hércules de Florianópolis.

Ação será realizada também em Concórdia e São Miguel do Oeste.


Hepatites

Maria Luiza explica que as hepatites são infecções do fígado causadas por vírus e as vezes por agentes tóxicos. Segundo ela, os sintomas da doença são pele e olhos amarelados, cansaço, falta de apetite, tontura, enjoo, febre, fezes esbranquiçadas, urina escura e dor abdominal. – Existem vários tipos de hepatites, mas as mais comuns são hepatite A, B e C – comentou.

A transmissão da Hepatite A, segundo Maria Luiza é fecal/oral e pode ser adquirida através de água ou alimentos contaminados por fezes, uso de objetos contaminados pelas secreções da pessoa infectada e contato direto com esgoto ou lixo.

- Para evitar a Hepatite A é preciso beber água tratada ou fervida; lavar sempre as mãos com água e sabão, antes das refeições e após usar a privada ou banheiro; lavar frutas e verduras em água corrente e tratada; cobrir os alimentos para proteção contra os insetos – informou.

Já sobre a Hepatite B, Maria Luiza informa que a transmissão pode ocorrer através da transfusão de sangue, soro e plasma contaminados com o vírus; contato sexual com pessoa contaminada, sem uso de preservativo; agulhas, seringas e objetos contaminados por sangue.

- Para evitar a Hepatite B, devemos exigir controle de qualidade do sangue, em caso de transfusão sanguínea e de produtos derivados de sangue; usar preservativo nas relações sexuais; não compartilhar alicates de cutícula, cortador de unhas, giletes, aparelho de barbear e agulhas – comentou.

Maria Luiza destaca que a Hepatite C é transmitida através da transfusão de sangue; pessoas que compartilham agulhas e seringas; tatuagens e piercings, se não for material individual; nos salões de beleza quando os materiais não são adequadamente esterilizados.

- Os cuidados para evitar a Hepatite C são as mesmas da B, exigir controle de qualidade do sangue, em caso de transfusão sanguinea e de produtos derivados de sangue; usar preservativo nas relações sexuais; não compartilhar alicates de cutícula, cortador de unhas, giletes, aparelho de barbear e agulhas -finalizou.



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