Hipertensão

02 out08:53

Olhos vermelhos podem indicar hipertensão

Um dos muitos sintomas da pressão alta pode ser facilmente identificado estando cara a cara com o paciente: os olhos vermelhos.

Dados da Mayo Clinic revelam que em 90% dos casos trata-se de hipertensão primária, quando não há causa identificável. Já os 10% restantes estão relacionados a algum outro problema de base, como falência dos rins e tumores, ou ainda a medicações como a pílula anticoncepcional e os antigripais.

De acordo com o doutor Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, quando a vermelhidão nos olhos é persistente, vale a pena consultar um oftalmologista para descartar outros problemas relevantes.

“Principalmente se o sintoma for acompanhado de perda de visão, dor de cabeça intensa, sensibilidade exagerada à luz, dificuldade de manter os olhos abertos, ou ainda de uma secreção purulenta, é preciso fazer uma avaliação criteriosa para descartar conjuntivite, reações alérgicas ou infecções”, diz o médico.

Como os vasos sanguíneos dos olhos são relativamente mais finos, Neves diz que, em caso de hipertensão, eles respondem ao aumento de pressão sanguínea inicialmente inchando e, inclusive, rompendo – provocando hemorragia ocular.

“O sangue costuma se espalhar e ficar mais visível na parte branca e aquosa dos olhos. É preciso ressaltar que, inicialmente, não há razão para alarde. Os olhos podem estar vermelhos simplesmente devido a um período de noites mal dormidas. Caso o quadro persista e seja acompanhado de alguns dos sintomas descritos, daí sim é importante procurar um médico oftalmologista e controlar a pressão arterial – ciente de que o padrão da pressão normal é 12×8”.

HORA DE SANTA CATARINA



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31 mai09:51

Fumo só perde para hipertensão em número de mortes, diz OMS

No Dia Mundial sem Tabaco, lembrado nesta quinta-feira, 31 de maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o uso de produtos derivados do fumo é a segunda causa de mortalidade no mundo, respondendo por um em cada 10 óbitos registrados entre adultos. O fumo só perde, em número de mortes, para a hipertensão.

O tema deste ano é Interferência da Indústria do Tabaco. O objetivo é expor e combater tentativas consideradas pela OMS como “descaradas e cada vez mais agressivas” de minar os esforços no controle da substância.

Umas das críticas aborda, por exemplo, ações para acabar com as campanhas de advertências sanitárias que ilustram as embalagens de cigarro. As empresas, de acordo com a OMS, têm processado países, utilizando como argumento tratados bilaterais de investimentos e alegando que as imagens e os dizeres atingem o direito de utilizar marcas legalmente registradas.

Outro problema citado pela entidade trata das tentativas, também por parte da indústria do tabaco, de acabar com leis que proíbem o fumo em locais públicos fechados e que limitam a publicidade de produtos derivados da substância.

O fumo é considerado pela OMS como uma das principais causas preveníveis de morte em todo o mundo. Entretanto, o cenário traçado pelo órgão é de epidemia global, já que o tabaco mata quase 6 milhões de pessoas todos os anos — mais de 600 mil delas são fumantes passivos.

— A menos que tomemos uma atitude, o tabaco vai matar mais de 8 milhões de pessoas [ao ano] até 2030, sendo mais de 80% em países de baixa e média renda — ressaltou a OMS, em nota.

Quase metade das crianças respira, regularmente, ar poluído pela fumaça de cigarros. Mais de 40% das crianças têm pelo menos um dos pais que é fumante. Estima-se, ainda, que a exposição ao fumo seja responsável pela morte de 600 mil fumantes passivos por ano, em todo o mundo. No Brasil, pelo menos 2.655 não fumantes morrem a cada ano por doenças atribuíveis ao tabagismo passivo. Isso equivale a dizer que, a cada dia, sete brasileiros que não fumam morrem por doenças provocadas pela exposição à fumaça do tabaco.


AGÊNCIA BRASIL

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26 abr10:44

Dia de combate à hipertensão alerta para importância de manter um estilo de vida saudável

Taís Seibt | tais.seibt@zerohora.com.br

Caracterizada pelo aumento sustentado da pressão arterial, a hipertensão pode levar à morte por consequência de complicações renais, infarto ou derrame. Como os sintomas são silenciosos, muita gente só descobre que tem o problema quando ocorre um episódio como esse.

— É comum a pessoa ser hipertensa e não saber, por isso esse tipo de campanha é importante, pois estimula as pessoas a verificarem a pressão arterial — destaca o cardiologista Sérgio Vasconcelos Dornelles, mencionando o Dia Nacional de Combate à Hipertensão, lembrado nesta quinta-feira, 26 de abril.

Dornelles explica que a hipertensão não se caracteriza por um episódio isolado de pressão elevada.

— Trata-se de um aumento sustentado, onde a pessoa tem pressão alta por uma porcentagem significativa das 24 horas do dia — esclarece.

Para confirmar o diagnóstico, pode ser feito um monitoramento com aparelho 24 horas no braço do paciente. Foi o que ocorreu com a professora aposentada Marisa Cohen, 68 anos. Cuidando do marido adoentado, frequentemente sua pressão arterial chegava perto dos 21.

— Era nervosismo. Depois que me acalmei, minha pressão continuou um pouco elevada, mas não tanto. Mesmo assim, faz três anos que tomo dois remédios para pressão alta — conta Marisa.

Além do uso continuado de medicamentos, o estilo de vida também tem interferência sobre a redução dos níveis de pressão: sedentarismo, consumo excessivo de sal, estresse e tabagismo são alguns dos fatores de risco mencionados por Dornelles. Histórico familiar de hipertensão é outro agravante, conforme o médico.


Pesquisa estimula mudança de estilo de vida em hipertensos

Um estudo coordenado pelos pesquisadores Flávio e Sandra Fuchs, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, envolve 24 centros de todo o país em testes com medicamentos para o tratamento da hipertensão. Numa primeira fase do estudo, no entanto, os voluntários são estimulados a mudar seu estilo de vida para manter o níveis de pressão arterial dentro da normalidade, sem a necessidade do uso continuado de medicamentos.

— Reduzir o peso, praticar exercícios físicos e diminuir o consumo de sal, principalmente em produtos industrializados, são algumas das medidas, mas nem sempre a pessoa consegue ter esta atitude — comenta Flávio Fuchs.

Quando os voluntários são selecionados para fazer parte da pesquisa, passam por um período de três meses somente no estágio da mudança de hábitos. Recebem orientações sobre estilo de vida saudável: dieta, atividade física, cessação de tabagismo e moderação no consumo de bebidas alcoólicas. Se a pressão se mantiver alterada após essas orientações, eles passam para a segunda fase, com acompanhamento durante 18 meses.

Por sorteio, os voluntários são divididos em dois grupos: um usa o medicamento mais conhecido no mercado para o tratamento da hipertensão, e outro usa um remédio que está ingressando na indústria. O objetivo é comparar a segurança dos medicamentos. Uma outra linha de estudo trabalha com pacientes pré-hipertensos, no intuito de verificar a eficácia do uso dos remédios como forma de prevenção.

— Queremos verificar se o remédio previne o agravamento e as consequentes complicações da pressão alta, em que proporção e com que segurança ao paciente — explica o pesquisador.

O estudo Prever — prevenção de hipertensão e eventos cardiovasculares envolve 900 voluntários no país. O Hospital de Clínicas de Porto Alegre se prepara para incluir mais 500 participantes no estudo. Serão selecionadas pessoas com pressão arterial no limite da normalidade (superior a 12/8 mmHg), mas que não apresentam hipertensão e hipertensos que usam no máximo um medicamento para controle da pressão arterial.

— Ser voluntário nesse tipo de pesquisa é uma contribuição humana importante para a ciência, para que se possa diminuir o risco de doenças cardiovasculares na população — avalia Fuchs.

Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão no Brasil atinge 35% da população acima de 40 anos.


BEM-ESTAR



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07 nov18:39

Prevenção à Diabetes e Hipertensão

A Associação dos Diabéticos e Hipertensos de Chapecó (ADHI) realizou, em parceria com a Administração Municipal de Chapecó, através da Secretaria da Saúde, evento alusivo ao Dia Internacional do Diabético, 14 de novembro. A ação ocorreu durante todo o dia de sábado, 5, na Praça Coronel Bertaso.

O prefeito José Caramori e o Secretário de Saúde, Américo do Nascimento Júnior, prestigiaram o evento e reforçaram o compromisso da Administração Municipal quanto a prevenção e promoção da saúde. – Temos hoje cerca de 20 mil pessoas cadastradas no Sistema Único de Saúde (SUS) em nosso município que são diabéticos e hipertensos. Acreditamos que o mesmo contingente de pessoas tem diabetes ou hipertensão e não sabe, ou não procurou atendimento, o que é muito grave – enfatiza Nascimento.

Durante o sábado foram desenvolvidas atividades como medição de glicemia; verificação de pressão arterial; avaliação de Índice de Massa Corpórea (IMC); orientação nutricional; orientação nos cuidados da visão do diabético; entre outros. Foi realizada ainda rua de lazer, pintura facial, gincanas, sorteio de brindes, mateada, e outras atividades.


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21 out07:38

“Caminhando a vida com saúde”

A Secretaria da Saúde, através do Centro Integrado de Saúde Norte (CIS Norte), realiza neste sábado, dia 22, a partir das 14h, no Mercado Público Regional, o evento de prevenção “Caminhando a vida com saúde”. A programação oportunizará as pessoas a verificação da pressão arterial, do IMC (Índice de Massa Corporal), RCQ (Relação Cintura Quadril) e também orientação com relação aos resultados.

Dieta adequada para hipertensos, doação de temperos, caminhada orientada com alongamento e aquecimento, uso e armazenamento correto dos medicamentos e informações sobre tabagismo e consumo de álcool serão outras ações do evento. Também serão realizadas coletas de exames de Hepatite, HIV, Sifilis, orientação sobre tuberculose, hanseníase e vacinação.

Além de informação, o evento “Caminhando a vida com saúde” será de descontração, com a presença de gaiteiros, sorteio de cestas de produtos sem sódio, entre brindes, corte de cabelo gratuito, mateada e cama elástica para as crianças.

O evento da Administração Municipal é uma parceria da Secretaria de Saúde, CIS Norte, PET-Saúde, Pró-Saúde, Unochapecó, Celeiro, Mano Cabeleireiros, Ervateira Folle e Apti. Podem participar hipertensos e não hipertensos, além do público em geral.


O perigo da pressão alta

A hipertensão arterial é uma das doenças que mais acomete a população mundial. Estimativas apontam que cerca de 20% da população tenha pressão alta. Só em Chapecó existem aproximadamente 15 mil hipertensos cadastrados no SIAB. Isso significa que é a doença que mais atinge os chapecoenses.

O tratamento da hipertensão é complexo e envolve diversos fatores como o uso correto de medicamentos, a adoção de uma dieta adequada e exercícios físicos frequentes. Os hipertensos devem ainda parar de fumar e de consumir bebidas alcoólicas.

Hipertensão é ter a pressão arterial igual ou maior que 14 por 9. A pressão se eleva por vários motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem. A pressão alta ataca os vasos sanguíneos, coração, rins e cérebro e é a principal causa, por exemplo, de derrames cerebrais e infartos. Prevenir é o primeiro passo para evitá-los e também para se ter uma maior qualidade de vida.


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