Homícidio

24 jul12:53

Suspeito de homicídio em Chapecó já foi preso flagrante

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O suspeito do homicídio da noite desta segunda-feira em Chapecó já foi preso em flagrante no início de 2012. A prisão foi após uma denúncia feita por Marli Fátima Cavalheiro, que foi assassinada com três tiros.  De acordo com o delegado Danilo Fernandes, que atendeu a ocorrência, o suspeito foi identificado.

- Ele deve se apresentar ainda nesta terça-feira – disse Danilo.

No dia 14 de fevereiro a vítima havia registrado duas ocorrências na Polícia Militar. Uma delas por ameaça e outra por tentativa de homicídio, já que dois homens disparam tiros contra a casa dela.

Chegando ao local uma guarnição da PM abordou dois homens, um de 18 e outro de 23 anos. Com os irmãos os policiais encontraram uma pequena quantidade de maconha, uma moto e um revolver cal. 32, com 6 cartuchos intactos.

De acordo com informações da PM o homem de 23 anos assumiu a posse da arma e também a autoria dos disparos contra a casa da Marli. Ele foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia de Polícia de Chapecó.

O homem não foi encaminhado para o Presídio Regional de Chapecó pois pagou fiança.

Marli foi morta com três tiros, dois na cabeça e um nas costas. O velório acontece no Salão Comunitário do Bairro Quedas do Palmital e o enterro será às 15 horas no Cemitério Jardim do Éden em Chapecó.




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24 jul10:26

Mulher foi assassinada com três tiros em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Marli Fátima Cavalheiro, 38 anos, está sendo velada no Salão Comunitário do Bairro Quedas do Palmital. O enterro será às 15 horas no Cemitério Jardim do Éden em Chapecó. Marli foi encontrada sem vida, com dois tiros na cabeça e um nas costas. O crime foi na noite da segunda-feira, dia 23, na Rua Imperatriz, no Loteamento Dom José Gomes em Chapecó.

De acordo com o delegado Danilo Fernandes, que atendeu a ocorrência, o suspeito foi identificado.

- Ele deve se apresentar ainda nesta terça-feira – disse Danilo.

O irmão do suspeito foi encaminhado para a Delegacia após o homicídio. Ele prestou depoimento e foi liberado.

Segundo informações da Polícia Militar, Marli teria sofrido uma tentativa de homicídio no dia 14 de fevereiro deste ano. Na data ela realizou duas ligações para a PM dizendo que a casa onde morava havia sido atingida por disparos de arma de fogo.

Uma guarnição foi até o local e abordou dois homens em atitude suspeita próximo a casa da vítima. Com eles os policiais encontraram uma quantia de maconha e um revólver. Um deles assumiu a posse da arma e que teria efetuado disparos contra a casa de Marli. Os dois foram encaminhados para a Delegacia de Polícia e após prestar depoimento foram liberados.

O caso será investigado pela Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Chapecó.


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25 jun11:35

Homem é morto com quatro tiros no bairro Efapi em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Por volta das 19 horas deste domingo, dia 24 de junho, a Polícia Militar de Chapecó atendeu uma ocorrência de homicídio na Rua Santo Expedito, no Bairro Efapi. Adílio da Luz Vieira, 26 anos levou quatro tiros, foi socorrido por populares, mas resistiu e morreu no Hospital Regional do Oeste em Chapecó.

Segundo informações da Polícia Civil, a irmã de Adílio foi buscá-lo em um bar. Ele entrou no veículo e um homem, que não foi identificado, efetuou quatro disparos contra ele. Ainda segunda a polícia o homem estava a pé e fugiu em veículo que estava próximo ao local.

Até o final da manhã nenhum suspeito foi localizado pela Polícia Civil, que segue investigando o caso.

Adílio está sendo velado na capela do bairro Jardim do Lago em Chapecó. O enterro acontece às 16 horas no cemitério de Nonoai/RS.


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24 jun19:27

Polícia prende envolvido na morte de policial em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

No final da tarde do domingo a Polícia Civil prendeu Roberson Rodrigues Machado, 20 anos, suspeito de envolvido no homicídio do policial militar José Jadir Seabra. Ele emprestou o casaco para que o adolescente escondesse a arma na hora dos disparos. Ele foi encaminhado para o Presídio Regional de Chapecó.

Durante o dia, um policial militar que acompanhou o caso durante a madrugada, e uma guarnição da PM realizaram buscas no bairro São Pedro e localizaram o terceiro envolvido.

O policial militar José Jadir Seabra, 41 anos, morreu após levar três tiros na madrugada deste domingo em Chapecó. Ele estava de folga da corporação e estaria trabalhando como segurança em um clube no centro da cidade. A câmera de monitoramento próxima ao local flagrou o momento em que um adolescente de 15 anos efetuou os disparos. O autor dos disparos mais outro adolescente de 16 anos, que teria passado a arma para o crime, foram apreendidos ainda na madrugada e encaminhados ao Centro de Atendimento Sócio Educativo Provisório (Casep)

O soldado, pai de quatro filhos e que atuava a 16 anos na Polícia Militar, será enterrado na manhã desta segunda-feira no cemitério da Linha Tomazelli, interior de Chapecó.



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29 mai10:02

Familiares de Chiarello não acreditam em suicídio

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A morte do vereador Marcelino Chiarello (PT) completou ontem seis meses e segue sem ter sido esclarecida. Há alguns elementos apontando para homicídio e outros para suicídio. Mas os familiares de Chiarello não acreditam na tese do suicídio. –Ele foi morto pelas denúncias que fazia- disse a sogra, Deolinda Damo Guarnieri. Ela afirmou que sua filha, Dione Guarnieri, que era casada há 18 anos com Marcelino, também tem certeza que o marido foi morto.

- Podem vir com quantos laudos quiserem, ele não tinha motivos para se matar – completou Deolinda.

O laudo cadavérico inicial apontou como causa da morte asfixia mecânica e traumatismo crânio-encefálico. Já laudos complementares, feitos por peritos de Florianópolis, apontam para o suicídio. A Polícia Civil concluiu o inquérito apontando que a morte foi causada por asfixia mecânica, mas não concluiu se ela foi causada pelo próprio Marcelino ou por outras pessoas. O vereador foi encontrado morto por familiares no final da manhã do dia 28 de novembro, enforcado, no quarto de visita.

Deolinda Guarnieri disse que seu genro era muito alegre e nunca tomou antidepressivos. Ele tinha uma dívida de R$ 30 mil mas a renda familiar chegava a R$ 10 mil. Ela lembra que seu genro era uma pessoa que sempre procurava ajudar os outros. E que muita pessoas o procuravam para fazer denúncias pois sabiam que ele levava isso adiante. A família queria que Marcelino não comprasse tantas “brigas” pois temiam por sua integridade.

>>  TJ concede liminar no Caso Marcelino Chiarello

Deolinda, a filha e o Neto estão passando tomando antidepressivos e tem acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Nos dois primeiros meses, não conseguiam nem dormir. –Passou aquele desespero mas ainda temos medo- lembrou a sogra. Na semana passada a mulher de Chiarello saiu da casa da mãe para morar com o filho numa apartamento, pois o menino não conseguia dormir com a janela baixa, pois lembrava de sua casa. A casa de Chiarello, aliás, continua fechada desde sua morte.

O Ministério Público solicitou que a Polícia Federal faça novas investigações e uma novo laudo pericial, para esclarecer o caso.


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16 mai14:46

TJ concede liminar no Caso Marcelino Chiarello

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br*

Na sexta-feira, dia 11 de maio, o Desembargador Moacyr de Moraes Lima Filho do Tribunal de Justiça de Santa Catarina  deferiu a liminar contra a decisão do juiz Jefferson Zanini, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Chapecó, que solicitava que o Instituto Geral de Perícias (IGP) de São Paulo emitisse um parecer sobre a morte do vereador Marcelino Chiarello, ocorrida no dia 28 de novembro de 2011.

De acordo com o promotor do Ministério Público (MP) de Chapecó, Jackson Goldoni , que é um dos três promotores que foram designados para o caso, o mandado de segurança encaminhado para o Tribunal de Justiça solicitava a suspensão da decisão que determinava o envio de um novo parecer ao IGP de São Paulo.

- A determinação do juiz foi ilegal uma vez que o MP, com auxílio da Polícia Federal e do Grupo de Apoio e Combate ao Crime Organizado (GAECO), está revisando os laudos e buscando uma nova análise pericial – disse o promotor.

No documento assinado pelo desembargador consta que a produção de provas comandada pela autoridade judicial é uma medida excepcional e que no momento não é necessária.

- Além do juiz ter determinado que o Instituto Médico Legal do Estado de São Paulo procedesse ao exame do material encartado no inquérito policial, fornecendo quesitos (fls. 18/21), ainda fez contato pessoal, por meio telefônico e por mensagem eletrônica, com o Diretor (fl. 22) – disse o desembargador no documento.

Ele complementa ainda dizendo que a decisão combatida não demonstra a urgência e relevância da produção da referida prova. Embora seja necessário esclarecer se houve suicídio ou homicídio, e existam divergências nos laudos periciais elaborados.

>> Polícia Federal entra no Caso Chiarello

Entenda o caso:

O vereador Marcelino Chiarello foi encontrado morto no final da manhã do dia 28 de novembro, no quarto de visitas de sua casa, pela mulher e o filho. Ele estava enforcado na janela, aparentando suicídio. No entanto a Polícia Civil avaliou que o suicídio teria sido forjado e deu entrevista nesse sentido.

O primeiro laudo do médico legista de Chapecó, Antônio de Marco, apontava para homicídio, em virtude de alguns ferimentos na cabeça e nariz e dois sulcos nos pescoço. Mas laudos complementares de peritos do Instituto Geral de Perícias de Florianópolis apontaram suicídio como causa da morte.

Após três meses de investigação a Polícia Civil concluiu o inquérito apontando como causa da morte o enforcamento mas não concluiu se houve homicídio ou suicídio. O Ministério Público decidiu continuar as investigações em virtude das dúvidas entre os laudos.


* colaborou Darci Debona.


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05 mai12:01

Homicídio em Chapecó


Um homicídio foi registrado na noite de ontem,na Rua Victor Meirelles, bairro São Pedro, em Chapecó. Paulo César Boita, 28 anos, foi atingido por disparos de arma de fogo. De acordo com um morador que fez registro na Polícia Civil, a vítima teria ido buscar uma motocicleta na casa do irmão e, em seguida, foi atingido na rua por disparos de arma de fogo. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Regional do Oeste mas não sobreviveu aos ferimentos. Até o início da manhã ninguém tinha sido preso.

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27 abr14:45

Ato marca cinco meses da morte de Marcelino Chiarello

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Representantes do Fórum em Defesa da Vida, por Justiça e Democracia, composto por 42 entidades, realizam ato neste sábado, dia 28, a partir das 17h30, em frente Catedral Santo Antonio, na Praça Coronel Bertaso em Chapecó.

O ato marca os cinco meses da morte do vereador Marcelino Chiarello. O parlamentar foi encontrado morto em casa na manhã do dia 28 de novembro de 2011.

>> Junta conclui que Marcelino morreu por enforcamento

>> Peritos do caso Nardoni devem analisar os laudos sobre a morte do vereador Chiarello em Chapecó

>> Entidades pedem que MP aprofunde investigação do Caso Chiarello

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13 abr18:29

Polícia Civil prende autor de homicídio em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Na tarde desta quinta-feira, dia 12, a Polícia Civil de Chapecó prendeu Alex Aparecido Melo da Maia acusado de matar Alessandro Machado no feriado de Páscoa. Alex foi preso pelo delegado da Polícia Civil Marcio Marcelino dentro de uma lanchonete no centro da cidade.

O crime aconteceu no dia 5 de abril no loteamento Rosana, no bairro Efapi. Segundo o delegado Augusto Melo Brandão, Alex efetuou cinco disparos de arma de fogo contra a vítima dentro de uma casa. – Ele veio com o advogado na quarta-feira e confessou a autoria do crime – disse o delegado. Após ser informado de que Alex voltou a ameaçar a ex-esposa da vítima, o delegado expediu mandado de prisão preventiva.

Ele foi preso e encaminhado para o Presídio Regional de Chapecó.


Em Chapecó já foram registrados 12 homicídios em 2012

De acordo com a Polícia Civil de Chapecó em 2012 já foram registrados 12 homicídios, destes, as quatro últimas ocorrências foram no feriado da Páscoa. – Este número é o mesmo registrado em 2011, até a segunda semana de abril – disse o delegado.

Augusto disse ainda que a taxa de resolução também é alta. Dos 12 casos, nove já tem autoria conhecida e alguns estão com as investigações em fase de conclusão.

- Esta estatística somente é possível com a participação da comunidade na resolução dos crimes através das denúncias efetuadas ao 181, o Disque-Denúncia da Polícia Civil Catarinense – completou.


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28 mar14:06

Dois homicídios foram registrados em Chapecó

Segundo a Polícia Militar o primeiro homicídio foi por volta das 22h no bairro Bom Pastor, entre as ruas Uruguai e João Turatti. Anestor Lemes, 38 anos, foi atingido por diversos disparos de arma de fogo e morreu no local.

O segundo homicídio foi por volta das 3h30 da madrugada desta quarta-feira. Juliano dos Anjos, 21 anos, estava em frente a um bar na Avenida Fernando Machado, quando foi atingido por tiros pelas costas e morreu no local. Outro rapaz, de 25 anos, também foi atingido. Ele foi socorrido e encaminhado para o Hospital Regional do Oeste e não corre risco de morte.


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