IML

13 ago11:01

Motociclista morreu após colidir em poste em Concórdia

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Um homem, aparentando 26 anos, está no Instituto Médico Legal de Concórdia para reconhecimento. Ele morreu na madrugada desta segunda-feira, após colidir, a moto que pilotava, em um poste na Rua Clóvis Cesar de Oliveira, no Bairro Santa Cruz. Ele estava sem documentos e a documentação da moto estava em nome de outra pessoa.

De acordo com o Corpo de Bombeiros da cidade ele pode ter perdido o controle da motocicleta e colidiu no poste. Ele morreu no local.

O corpo está no IML e o reconhecimento pode ser feito das 8h às 11h30 e das 13h30 as 18h, de segunda à sexta-feira. O Instituto fica nos fundos do Posto de Saúde, na Rua Osvaldo Zandavalli, 184, centro de Concórdia.

Segundo a auxiliar médico legal, Josiane Turatto, uma família procurou o IML nesta manhã.

- Eles procuravam uma pessoa que saiu de casa no final de semana e não atendia o telefone – disse Josiane.



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19 jul17:16

Peritos do IGP de Chapecó aguardam identificação de corpo

O Núcleo Regional de Perícias de Chapecó aguarda identificação de um homem que morreu atropelado no dia 15 de maio de 2012. O acidente foi por volta das 18 horas no acesso Plínio Arlindo de Nes em Chapecó. Ele estava sem documentos de identificação e não foi reconhecido.

Segundo informações, o homem, que está no Instituto Médico Legal de Chapecó (IML), aparenta ter mais de 30 anos, tem pele branca, cabelo raspado e possui tatuagens pelo corpo.

O reconhecimento do corpo pode ser realizado no IML do Hospital Regional do Oeste em Chapecó. Informações pelo telefone 49 3328-9252.

O corpo está no local há 60 dias. Os peritos vão aguardar mais 30 dias para o reconhecimento, caso contrário será enterrado como indigente.


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16 mai10:36

Ainda não foi identificado homem atropelado na BR 480 em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Por volta das 17h50 desta terça-feira um homem morreu atropelado Km 128 da BR 480 em Chapecó. Até o final da manhã desta quarta-feira ele não havia sido identificado. Segundo funcionários do Instituto Médico Legal (IML), o homem de aproximadamente 35 anos, vestia bermuda, jaqueta de um supermercado de Chapecó e chinelo de dedos. Com ele foi encontrado também uma mochila preta cheia de roupas. Familiares podem fazer o reconhecimento no IML do Hospital Regional do Oeste em Chapecó.

Uma van, placas de Cunha Porã, com trabalhadores que saía de Chapecó atropelou o homem que, segundo a Polícia Rodoviária Federal de Xanxerê, teria tentando atravessar a pista. Nenhum ocupante do veículo se feriu.

O acidente gerou engarrafamento no local.



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25 fev19:10

Três meses depois, continua mistério sobre a morte de Marcelino Chiarello

Diogo Vargas | diogo.vargas@diario.com.br

O Ministério Público (MP) vai continuar a investigação da morte do vereador e professor Marcelino Chiarello, 42 anos, de Chapecó. O anúncio foi dado ao DC na sexta-feira à tarde pelo promotor Fernando Guilherme de Brito.

Ele e colegas da cidade não estão convencidos nem de que houve suicídio nem de que houve assassinato. O grupo de promotores pretende esclarecer os pontos que mantém o mistério sobre o trágico fim do político do Partido dos Trabalhadores (PT) que ainda comove o Oeste catarinense e que o DC relata nesta reportagem.

Na próxima terça-feira (28), a morte completará três meses sem que a polícia conseguisse apontar o que realmente ocorreu na manhã do dia 28 de novembro, quando o corpo de Chiarello foi encontrado pendurado na grade da janela do quarto de visitas da sua casa, no bairro Santo Antônio.

As primeiras informações assim que a morte foi descoberta eram de suicídio. Afinal, a cena do crime indicava isso. Em seguida, delegados da Polícia Civil vieram a público afirmar que tratava-se de homicídio. Agora, três meses depois, a polícia mais uma vez dá a entender que concluiu ter havido suicídio. Oficialmente, os policiais ainda não apresentaram publicamente essa condição com a alegação de que o inquérito está em segredo de Justiça.

>> Comissão de médicos legistas devem avaliar o laudo médico

O fato é que a população não sabe o que realmente aconteceu com o vereador conhecido por denunciar irregularidades e suspeitas de corrupção em Chapecó. Essas respostas também não foram respondidas pela Polícia Civil local, nem pela cúpula da segurança pública do Estado.

Divergência de laudos, pressão política, desconfiança de manipulações de provas e clamor popular marcam o caso. A figura central que leva a acreditar que Chiarello foi morto está no médico legista do IML de Chapecó, Antonio José De Marco. Ele tem 22 anos de profissão. Os laudos do legista indicam que a morte ocorreu por homicídio. Há na cidade especulação de que De Marco teria sido pressionado a mudar esse laudo.

O DC conversou na quarta e sexta-feira com o médico em sua clínica, no Centro. De Marco recusou-se a dar entrevista. Disse que não quer polemizar. Ele nega que tenha sido pressionado. No inquérito, há informações complementares dele mantendo a tese de assassinato. De Marco afirma no inquérito que a morte foi provocada por ação de terceiros e descarta hipótese de suicídio.

A tese que gerou dúvida e fez policiais suspeitarem que o vereador tirou a própria vida está no laudo da localística feito por peritos que foram ao local onde o corpo foi encontrado. Os peritos não encontraram vestígios de que mais pessoas estiveram ali e de que tenha sido morto.

Esse caminho é reforçado pelo fato de a polícia local não ter avançado na apuração em cima de pessoas suspeitas. Reforçou a linha de suicídio um parecer anexado ao inquérito feito pelo gerente técnico do IML em Florianópolis, o médico legista Zulmar Vieira Coutinho. Ele sugeriu que as características das lesões indicam suicídio. Zulmar é professor de medicina legal da Universidade Federal de SC (UFSC).

Na última quarta-feira, o delegado Ronaldo Moretto, responsável pelo inquérito, o enviou à Justiça. Não houve indiciamento. O policial pediu mais prazo para concluir questões periciais e se necessário fazer mais diligências.

O delegado disse que vai falar sobre o caso somente após o fim do sigilo no inquérito. Foi o próprio policial quem havia pedido à justiça o sigilo anteriormente para não perturbar a investigação. Até o advogado da família precisou recorrer ao juiz para conseguir acesso às informações.

— Eu pretendo atender a necessidade da comunidade em passar informação e por isso mesmo representei ao Judiciário para que fosse aberto o sigilo do caso. Estou aguardando e pretendo o quanto antes informar — declarou Moretto.

O delegado Moretto é ex-agente da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), onde trabalhou por sete anos. Ele contou com apoio informal na apuração da morte de Chiarello do delegado da Deic, Renato Hendges, policial experiente e que atua nos casos policiais de grande repercussão no Estado.

Renato está convicto que foi suicídio, lembra que existe muita exploração política em cima da morte e acusações negativas contra a polícia que não procedem.

O delegado geral da Polícia Civil em SC, Aldo Pinheiro D’Ávila, disse que o laudo pericial é o referencial em investigação. Segundo ele, desde o início a polícia trabalhou com a chance de homicídio, mas que ao longo dos meses não surgiram indícios de crime. Ele nega que a polícia tenha recebido pressão política.


DIÁRIO CATARINENSE


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24 fev09:04

Homem morre em acidente na BR 282

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O acidente envolvendo um veículo, placas de Flor do Sertão e um caminhão, placas de Ibicaré, foi por volta das 7h45, no Km 618, da BR 282 em Iraceminha. Segundo informações do motorista do caminhão, Lideo Barrichello, 35 anos, o condutor do veículo, Valmir Benjamin De Marco, 32 anos, estava ultrapassando outro veículo quando rodou na pista, colidiu com o caminhão e capotou.

Valmir não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O corpo dele foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de São Miguel do Oeste.

O motorista do caminhão, que saiu ileso, vinha de Treze Tilias e iria buscar leite em São João do Oeste.

O Corpo de Bombeiros precisou limpar a pista para retirar o óleo que vazou dos veículos. Enquanto isso, filas se formaram nos dois sentidos. Após a limpeza a PRF de Maravilha liberou a pista.


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21 fev11:06

Feto humano é encontrado pela Polícia Militar em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A Polícia Militar de Chapecó recebeu denúncia de que havia um feto humano no final da Rua Barão do Rio Branco, no Bairro Saic, por volta das 18h10, desta segunda-feira. Ao chegar no local os policiais encontraram o feto e chamaram o Instituto Geral de Perícias.

O corpo estava dentro de uma sacola plástica e próximo a ele foram encontrados cacos de vidro. Segundo o delegado da Polícia Civil, Leandro Carlos Consolo, existia também cheiro de formol.

A Polícia Civil trabalha com duas hipóteses, a de aborto e a de que o feto poderia pertencer a um laboratório da cidade.

– Vamos esperar as análises e o laudo pericial do IGP e IML para seguir as investigações do caso– disse Leandro.


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15 fev07:15

Caso Chiarello: laudos tem conclusões diferentes

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A Polícia Civil de Chapecó pediu nova prorrogação para conclusão do inquérito da morte do vereador Marcelino Chiarello. A Polícia Civil ainda aguarda informações complementares pois os laudos até o momento foram inconclusivos. O laudo do médico legista de Chapecó, Antônio de Marco, apontou como causa da morte traumatismo crânio-encefálico. Já outro laudo elaborado por peritos do Instituto Geral de Perícias de Florianópolis, indica suicídio.

De acordo com o advogado da família do vereador, Sérgio Martins de Quadros, o segundo laudo aponta nesse sentido pois não foram encontradas evidências de luta corporal e outros elementos que indicassem o homicídio. A tese é que o vereador teria se apoiado na cama para se enforcar.

-Esse laudo foi arranjado- acusou, atribuindo a influência de interesses políticos. –Da forma que está o inquérito será arquivado- avaliou.

Martins de Quadros disse que o primeiro laudo tem evidências de descartam o suicídio, como o sangue que escorreu na horizontal.

- Ele teria que ter se enforcado no chão e depois se pendurado- argumentou.

Ele acredita que o vereador foi morto, amarrado no chão e depois pendurado, pois havia dois sulcos no pescoço do vereador, a fita era menor que a circunferência do pescoço e o nó era firme.

– O nó foi feito por profissionais e o crime tem técnicas militares- avaliou o advogado.

Ele cogita que especialistas atuaram na morte de Chiarello. Ele afirmou que o vereador não tinha motivo para cometer suicídio e, na sexta-feira anterior ao crime, ocorrido numa segunda-feira, tinha conversado com Chiarello sobre novas denúncias de uso da máquina pública em favor pessoal, suspeita de fraude nas planilhas de transporte coletivo e o encaminhamento de um pedido de impeachmeant contra o vereador Dalmir Pelicioli (PSD), alvo de denúncias de improbidade administrativa que resultaram no seu afastamento do cargo de superintende da Prefeitura no bairro Efapi.

O presidente estadual do PT, José Fritsch, também contesta a tese de suicídio.

–O que vale é o primeiro laudo o resto é manipulação- declarou. Fritsch disse que há indícios de homicídio como lesão na cabeça e no nariz e sangue nas costas do vereador.

Fritsch reclamou do segredo de justiça no inquérito. –É uma vergonha, não pode ter segredo de justiça num caso deses- afirmou. O PT deve pedir que um promotor de justiça acompanhe o caso.


>> Ausência de ligações no celular  será argumento para federalização


Diretor do IML diz que laudo é técnico e IGP é isento de política

O Diretor do Instituto Geral de Perícias José Maurício da Costa Ortiga rebateu que o advogado da família de Chiarello está sendo pago para contestar as informações. –Ele diz o que quer mas a verdade é uma só- declarou. Ele destacou que a elaboração do laudo leva em conta os fatos, pois foram realizados exames de DNA, e todo o trabalho foi técnico. –O IGP é isento de política- afirmou. Ele não vê problema que o primeiro laudo apontou indícios de homicídio e a avaliação de outros peritos tenha sido por suicídio.

- Já pensou se todo mundo torcesse pro Flamengo- comparou.

O diretor do IML só aguarda a liberação do segredo de justiça para fornecer as informações. O delegado que preside o inquérito, Ronaldo Neckel Moretto, já solicitou a quebra do sigilo para a justiça.

Ortiga não disse abertamente que o laudo aponta para suicídio mas chegou a declarar “que todo mundo já sabe” e que o delegado Geral Aldo Pinheiro D’Ávila já teria dado declarações nesse sentido.

Ávila negou que tenha confirmado que o laudo do IGP tenha concluído pelo suicídio.

– Não disse que foi homicídio nem suicídio pois não vi esse segundo laudo- afirmou.

O delegado geral afirmou que isso será apontado pelos delegados responsáveis pelo caso. –Os laudos mais a investigação é que vão definir- explicou. Ele também rebateu as críticas do PT e do advogado da família afirmando que o inquérito policial é neutro.


Linha do tempo

25 de novembro: Marcelino liga para o suplente Euclides Silva dizendo que vai renunciar ao mandato.


26 de novembro: Marcelino vai na casa do deputado federal Pedro Uczai, diz que vai renunciar e afirma que está sendo ameaçado.


27 de novembro: Marcelino passa o final da tarde e o início da noite na área da casa, com a mulher e o filho.


28 de novembro: Vereador dá apenas três aulas na escola Pedro Maciel, vai para casa e é encontrado morto no final da manhã. Tese inicial é de suicídio mas polícia afirma que é homicídio.


29 de novembro: Vereador é enterrado no cemitério Jardim do Éden, centenas de pessoas prestam homenagem.


30 de novembro: advogado criminalista Luiz Eduardo Greenhalgh vai a Chapecó para acompanhar o caso. Vereador Dalmir Pelicioli (PSD), afastado da superintendência da Efapi por denúncias que teriam Chiarello como um dos autores, dá coletiva dizendo que não tem nada a ver com o crime. Alunos da Escola Pedro Maciel colam cartazes em homenagem ao professor.


1 de dezembro: Greenhalgh tem encontro com autoridades de Segurança Pública em Florianópolis. Polícia diz que crime está ligado á vida pública do vereador.


2 de dezembro: Perícia complementar é realizada na casa do vereador


3 de dezembro: Diretório do PT dá coletiva onde anuncia ação contra o Estado por vazamento de fotos do vereador. PM apreende computadores que teriam vazado as fotos.


5 de dezembro: Ato público por Justiça e Cidadania reúne entre duas e três mil pessoas.


6 de dezembro: MP anuncia que já tem roteiro do vereador entre a escola e sua casa.


19 de dezembro: Entidades fazem vigília em frente à Delegacia Regional de Polícia pedindo agilidade no caso.


28 de dezembro: Celebração em frente à Catedral Santo Antônio lembra um mês da morte do vereador.


3 a 13 de janeiro: Vigília no Salão Paroquial da Comunidade Santo Antônio, com celebrações todas as noites.


9 de janeiro: Polícia Civil pede prorrogação para conclusão do inquérito.


19 de janeiro: Delegado Ronaldo Neckel Moretto afirma que não pode passar informações pois o inquérito está sob segredo de justiça.


20 de janeiro: Lideranças do PT e o advogado criminalista Luiz Eduardo Greenhalgh realizam audiência com o secretário de Segurança Pública e Defesa do Cidadão César Grubba pedindo empenho no caso e conclusão dos laudos.


27 de janeiro: Diário Catarinense tem acesso ao laudo do médico legista Antonio De Marco onde as causas da morte são apontadas como traumatismo crânio-encefálico e asfixia mecânica. Delegado de Chapecó, José Augusto Brandão, informa que polícia vai pedir nova avaliação do exame cadavérico pois considera o laudo inconclusivo.


3 de fevereiro: Caminhada na Avenida Getúlio Vargas e ato ecumênico na Praça Coronel Bertaso pede esclarecimento do caso Chiarello.


9 de fevereiro: Polícia Civil solicita nova prorrogação do inquérito.


10 de fevereiro: Deputados Pedro Uczai , Luciane Carminatti e Dirceu Dresch realizam audiência com o Procurador Geral da República, Roberto Monteiro Gurgel, para solicitar a federalização das investigações do caso Chiarello.



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09 fev18:13

Menino morre afogado em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Um menino de 14 anos morreu afogado na tarde desta quinta-feira em Chapecó. Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima tomava banho com amigos em um açude no Distrito de Marechal Bormann. Ele estava apoiado em pedaços de isopor e litros de refrigerantes na hora do acidente.

Após buscas no local os bombeiros encontraram o corpo a cerca de 10 metros da margem e a aproximadamente 3,5 metros de profundidade. O corpo foi encaminhado para o IML de Chapecó.

A Polícia Civil vai investigar o caso.


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23 jan10:46

Homem é encontrado morto na SC 283 em Seara

RBS TV CONCÓRDIA

Um homem de aproximadamente 40 anos foi encontrado morto na manhã do domingo, dia 22, na margem da SC 283, em Seara.

O corpo foi localizado por populares próximo ao CTG. Pelo avançado estágio de decomposição, a morte teria ocorrido há aproximadamente 10 dias.

De acordo com a Polícia Civil, trata-se de um andarilho. Não há indícios de que ele tenha sofrido qualquer tipo de violência.

O corpo foi encaminhado para o IML de Concórdia para a identificação.


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13 jan12:30

Jovem morre em acidente na BR 282 em Vargeão

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Uma jovem morreu em um acidente por volta das 10h da manhã desta sexta-feira, no Km 472, na BR 282, em Vargeão. Um táxi, placas de Ponte Serrada, saiu da pista e bateu em uma árvore. O motorista e dois passageiros estavam no carro. Lucimara Alcântara Fernandes, de 20 anos, não resistiu ao impacto e morreu no local. O motorista e outra passageira foram encaminhados para o Hospital São Paulo de Xanxerê.

O motorista do táxi, Ernesto de Oliveira Pimentel, 45 anos, foi socorrido pelo Samu de Xanxerê. No caminho para o hospital quase aconteceu outro acidente. A viatura aquaplanou e saiu da pista. Outra viatura de Ponte Serrada foi chamada para conduzir o motorista ao hospital, já que houve danos materiais no veículo.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal de Xanxerê, o segundo acidente não teria agravado a situação do paciente.

A passageira Joceli Sutil foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros de Xanxerê.

O corpo de Luciana foi encaminhado para o IML de Xanxerê.


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