Imóveis

30 mai16:42

Pense Carros: Consórcios de carros e imóveis registram crescimento em balanço parcial de 2012

Nos primeiros quatro meses deste ano, o sistema de consórcios voltou a registrar alta em todos os indicadores. O total de participantes saltou de 4,30 milhões (abril/2011) para 4,86 milhões (abril/2012), apontando evolução de 13,0%. As novas adesões, neste quadrimestre, totalizaram 804,2 mil cotas, 4,6% maior que as 768,4 mil contabilizadas no mesmo período no ano passado. O acumulado nas contemplações cresceu 14,0%, partindo de 347,9 mil (jan-abr/2011) para as 396,6 mil atuais (jan-abr/2012).ntonio Valiente

O volume de negócios, refletindo o interesse dos consumidores, também observou alta. A soma do período chegou a R$ 23,6 bilhões (jan-abr/2012) contra R$ 22,5 bilhões (jan-abr/2011), registrando aumento de 4,9%.

- Os resultados acumulados nos 120 primeiros dias confirmou a retomada dos negócios consorciais – explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), “depois de um início de ano desacelerado, em razão do comportamento habitual dos consumidores a cada começo de ano”.


Segmento automotivo

Visto proporcionalmente, o crescimento de consorciados mais forte no segmento automotivo. Conforme dados da assessoria econômica da Abac, enquanto no plano geral o aumento de participantes foi de 13%, passando de 4,30 milhões em abril de 2011 para 4,86 milhões em abril de 2012; no semento automotivo a alta foi de 14,1%, pulando de 3,62 milhões para 4,13 milhões. Entre janeiro e abril de 2012, foram vendidas 718,4 mil novas cotas (+6,5% em relação a 2011).


Segmento imobiliário

Apesar da retração de 6,1% no número de novas cotas vendidas na comparação entre o primeiro quadrimestre de 2011 com 2012 – 67,5 mil novos consorciados em 2011 contra 63,4 mil em 2012 – o número total de participantes de grupos aumentou. O salto foi de 8,6%, pulando de 592 mil no período em 2011 para 643 mil no balanço parcial de 2012.

Foram 23 mil pessoas contempladas com cartas de crédito imobiliário em 2012.


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30 mai16:24

Pense Imóveis: Tacos de madeira ou parquês renovam o clássico e dão sensação de aconchego

Beleza e sensação de aconchego estão entre as características que mantêm os tacos de madeira ou parquês no mercado há décadas. Os produtos evoluíram tanto no tipo de material quanto na aparência, em processo de adaptação à estética contemporânea. Novas madeiras e cortes compõem os catálogos atuais – um aprimoramento da praticidade para áreas sociais ou íntimas.

No quesito instalação,as peças são montadas diretamente sobre o contrapiso e fixadas entre si apenas com o uso de cola. De acordo com o arquiteto responsável pelo projeto de interiores deste apartamento no bairro Bela Vista, em Porto Alegre, Ruy Barcellos, consiste na praticidade pós-instalação uma das principais vantagens desse tipo de produto.

- A circulação é liberada imediatamente após o assentamento,desde que a aplicação esteja completa naquele ambiente – explica o profissional do escritório Maria Christina Rinaldi Arquitetos.

A montagem dos tacos de madeira natural de florestamento do tipo tauari nas três suítes – área de 102 metros quadrados – contou com três profissionais e durou três dias. Como se trata de um prédio novo, com o contrapiso em boas condições,não precisou de revitalização.

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Ainda na fábrica,o produto escolhido sofreu processo de envelhecimento,o que conferiu uma aparência natural de madeira marcada pelo tempo,preservando características como nós, variações de cores e texturas. Também saiu de fábrica o acabamento em resina dos tacos,outro item de praticidade do parquê moderno.

Como é habitual no caso de pisos em tamanho padrão, cortes e arremates para ajuste às paredes e às quinas foram realizados no próprio local da aplicação.


Saiba mais:

- A espessura dos tacos depende do tipo de madeira. Os mais grossos permitem a lixação da superfície ao longo do tempo, sendo possível revitalizar o piso periodicamente. Em ambientes com pé-direito considerado baixo, se utilizam os mais finos;

- Em caso de infiltração ou alagamento, é preciso avaliar e analisar como ficou a superfície do piso seco. Se resultou danificado, naturalmente se torna imprescindível a troca dos tacos. Mas, em alguns casos, a água seca e não mancha.


Fonte: Arquiteto Ruy Barcellos, do escritório Maria Christina Rinaldi Arquitetos


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16 mai07:40

Pense Imóveis: Saiba como usar o FGTS para abater a dívida na Caixa Econômica Federal

Quem vive de aluguel e sonha com a casa própria não vê a hora de estar morando naquilo que é seu. Há também aqueles que já conquistaram o próprio teto por meio de financiamentos habitacionais e, agora, sonham com o dia em que as prestações chegarão ao fim. Com a explosão dos financiamentos de imóveis nos últimos anos, há milhares de pessoas nessa situação. Muitos desses novos proprietários nem sabem, mas há uma alternativa para quitar o financiamento de forma bem mais rápida, ou então, fazer com que as prestações fiquem mais suaves. Reduzir a dívida sem tirar um real do bolso pode parecer milagre, mas não é. Basta usar o dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Mesmo tendo usado o FGTS para dar a entrada no financiamento imobiliário, os mutuários podem fazer saques do fundo a cada dois anos ou mesmo todos os anos, em caso de extrema necessidade. Dependendo de quanto o proprietário do imóvel está pagando e do seu saldo no fundo de garantia, recorrer a essa possibilidade pode significar a economia de pelo menos o dobro do valor sacado do FGTS. Isso porque esse direito trabalhista pode ser empregado para abater o saldo devedor (a dívida propriamente dita) do financiamento do imóvel, diminuindo o número de prestações e fazendo desaparecer do boleto os juros e as taxas dessas prestações pagas antecipadamente.

A receita é simples, de acordo com Rúbia Aita Xavier, gerente da Caixa Econômica Federal. O cliente precisa estar financiando o seu primeiro imóvel, estar trabalhando há pelo menos três anos no regime do FGTS, ter no máximo três prestações em atraso e possuir o valor equivalente a no mínimo cinco prestações no saldo do fundo de garantia. Respondendo a essas condições, é só o cliente decidir como quer usar esse recurso.

“O fundo de garantia pode ser usado tanto como entrada no financiamento como também para amortizar, liquidar ou para pagar parte da prestação. Se o cliente quiser abater a dívida do financiamento, pode reduzir o prazo ou diminuir o valor da prestação. Pode fazer uma de cada vez ou usar uma parte do valor para uma situação e outra para a outra”, explica Rúbia.

Uma terceira alternativa é o cliente destinar o saldo do FGTS para pagar uma parte das prestações dos próximos 12 meses. Se comparada com as outras opções, esta é a menos vantajosa, porque o fundo de garantia, que é uma reserva do trabalhador, acaba sendo usado para pagar juros e taxas, além de ajudar a quitar a dívida. Mas usar o fundo e conseguir reduzir em até 80% o valor das prestações por um ano pode ajudar muita gente a sair do aperto e reorganizar as contas.


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14 mai13:13

Pense Imóveis: Venda de um imóvel para compra de outro pode ficar isenta de imposto por 365 dias

Quem vender um imóvel residencial e adquirir outro com o dinheiro da transação terá prazo de até 365 dias para se beneficiar da isenção do Imposto de Renda (IR) sobre lucro imobiliário (ganho de capital). O projeto de lei do Senado (PLS 21/2009) que previa isso foi aprovado terminativamente no último dia 8 de maio de 2012 pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Como disse o relator da proposta, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), ao Jornal do Senado, o rigor exigido na documentação dificulta a conclusão das operações no prazo atual de 180 dias.

- O alto valor monetário do imóvel residencial, o rigor documental exigido nas operações de compra e venda e o número de pessoas envolvidas tornam a transação com imóveis um procedimento complexo, que muitas vezes não se resolve no exíguo prazo de 180 dias – afirmou Suplicy.

De acordo com Eduardo Suplicy, a perda na arrecadação fiscal será mínima, pois não se está concedendo nova hipótese de isenção, mas apenas facilitando a utilização de benefício já existente.

A proposta PLS 21/2009 foi apresentada em 2009, pelo então senador Papaléo Paes (PSDB-AP).


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14 mai07:46

Pense Imóveis: dormitório para meninos gêmeos

A surpresa da vinda de gêmeos fez do projeto de dormitório um desafio: em 12,2 metros quadrados, seria preciso colocar dois berços, trocador, uma cama auxiliar para a babá, cadeira de amamentação e o guarda-roupa. Tudo com estrutura para durar mais do que o primeiro ano de vida dos dois meninos.

Exigências de soluções que acompanhem os pequenos em várias idades, e não apenas na primeira infância, aparecem na maioria dos projetos para quartos de bebês, prova de que os pais estão mais conscientes e práticos. Berços viram minicamas ou mesmo camas de solteiro em tamanhos tradicionais, os guarda-roupas já têm tamanhos maiores e as cores, mesmo que sigam as tradicionais azul e rosa, aparecem em tons menos doces do que os óbvios rosa-bebê e azul-bebê.

No caso deste projeto para os gêmeos, em uma casa em Porto Alegre, a arquiteta Cíntia Aguiar buscou exatamente nas cores a perenidade da proposta. Os dois berços, com acabamento em laca alto-brilho e acrílico no tom chumbo, oferecem segurança e, ao mesmo tempo, a praticidade da transformação em uma cama, apenas baixando a guarda.


Cinza substitui o branco em projeto contemporâneo

O branco é apenas detalhe, aparece na cadeira de amamentação que, depois de perder sua função no ambiente, será deslocada para o home theater da casa. Mesmo nas paredes, quem dá o tom é o cinza claro (na parede e no painel das camas) e o turquesa, que aparece no jogo de cama e no papel de parede estampado com letras e bichos.

- Eles não queriam nada muito cheio de frufrus – explica Cíntia Aguiar, apontando os tons e as linhas retas e modernas escolhidas para o projeto.

Recurso escolhido em uníssono pelos arquitetos para projetos infantis, as luzes dimerizadas e as fitas de LEDs aparecem como soluções de iluminação versáteis para os pequenos, adaptáveis aos diversos momentos do bebê – do sono à troca de fraldas.

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Mobiliário para durar

Nem espelho infinito (apenas na altura dos olhos), nem branco. O guarda-roupas dos gêmeos chama a atenção por ocupar toda a parede (tamanho adequado para os próximos anos) e guarda uma solução para o espaço pequeno. Dentro de uma das portas do armário está embutido o trocador, recurso útil para pouco mais do que um ano.

Depois, o apoio dos pequenos será substituído por prateleiras e o móvel, em melamina amadeirada, cumprirá sua principal função. Preste atenção ao recurso de iluminação – a fita de LEDs embutida na parte interna da marcenaria – que ajuda na troca de fraldas noturna sem agredir os olhos da criança. A cama da babá fica desmontada e oculta sob a persiana, para entrar em cena apenas à noite.


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09 mai12:48

Mudanças no setor elétrico podem reduzir as tarifas de energia em 10%

O presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hübner, disse na terça-feira, 8 de maio de 2012, que poderá haver uma redução nas tarifas de energia de até 10% com a renovação das concessões do setor elétrico que começam a vencer a partir de 2015. “Nós fizemos simulações e a redução pode ser de até 10%, dependendo das premissas e dos critérios que serão utilizados.”

Hübner disse que espera que a proposta sobre o destino das concessões que estão vencendo seja concluída pelo governo até o fim deste mês e poderá incluir requisitos de qualidade que deverão ser cumpridos pelas distribuidoras.

Em 2015, 67 usinas hidrelétricas terão suas concessões vencidas, o que representa 18,2 mil megawatts, além de usinas térmicas, distribuidoras e linhas de transmissão. De acordo com a legislação vigente, com o fim das concessões, as usinas devem passar por novo leilão, mas o governo pode mudar a lei e prorrogar os atuais contratos.


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09 mai10:48

Pense Imóveis: Governo estuda novas regras para facilitar portabilidade do crédito imobiliário

O Ministério da Fazenda confirmou que o governo estuda regras que facilitem a portabilidade do crédito imobiliário. A área técnica do governo está finalizando os estudos, mas não foi divulgada uma data para o anúncio das medidas com os ajustes na portabilidade. A alteração facilitaria a transferência de crédito imobiliário de um banco para outro que oferecesse mais vantagens para o mutuário. A portabilidade, segundo o Ministério da Fazenda, está em vigor desde setembro de 2006.

O assunto passou a ser destaque depois de o governo anunciar a nova regra para a caderneta de poupança, no dia 3 de maio de 2012. A mudança estabeleceu alteração na remuneração da aplicação quando a taxa básica de juros, a Selic, estiver em 8,5% ao ano ou menor do que esse patamar. Nesse caso, o rendimento passa a ser 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR). Atualmente, a Selic está em 9% ao ano. Assim, a remuneração continua sendo 0,5% ao mês mais a TR.

Para tentar esclarecer os poupadores, foi publicada uma lista com perguntas e respostas no site do ministério, incluindo as questões sobre o crédito imobiliário. O ministério procura esclarecer que “não há vinculação direta entre a alteração na remuneração dos novos depósitos de poupança e a redução nas taxas de juros dos financiamentos habitacionais já existentes, até porque estes são instrumentos juridicamente perfeitos que devem ser respeitados.”

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Por outro lado, o argumento do Ministério da Fazenda é que a redução nas taxas de juros da economia terminará incentivando os bancos a financiarem imóveis a taxas menores do que as dos contratos já firmados e, diante desse quadro, os mutuários devem exercem o direito de portabilidade. Como o governo anunciou a mudança no cálculo da poupança justamente para abrir caminho para uma eventual queda nos juros, os contratos antigos passarão a ser menos vantajosos à medida que as taxas ficarem menores.

No dia 4 de maio 2012, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, informou à Agência Brasil que a expectativa do governo é ter, daqui a alguns anos, uma taxa de juros que flutue entre 4% e 8%. De acordo com o boletim Focus do Banco Central (BC), a taxa básica de juros (Selic) que, como o nome diz, serve como base de cálculo para as demais taxas, terminará o ano em 8,5% ao ano.

Os dados do documento, no entanto, refletem dados até o dia 4 de maio, quando começaram a valer as novas regras da poupança. O Comitê de Política Monetária do Banco Central deverá ser reunir nos próximos dias 29 e 30 de maio de 2012 para definir a taxa básica de juros.

O Ministério da Fazenda também esclarece aos mutuários que a mudança na regra na caderneta de poupança não reduzirá o valor da prestação no financiamento da casa própria dos contratos já existentes. Isso porque os contratos de financiamento imobiliário, em sua maioria, apresentam uma taxa fixa, com correção do saldo devedor pela Taxa Referencial (TR) e não dependem diretamente da Selic, embora a mesma taxa tenha certa influência no valor da TR.

O Ministério da Fazenda garante que o risco de um eventual descasamento entre os ativos e passivos da fonte de recursos (funding) do financiamento imobiliários não será alterado, mas descarta a diminuição dos recursos para o crédito habitacional já que não há expectativa de queda no volume dos depósitos em poupança. No dia 8 de maio de 2012, o Banco Central informou que a poupança teve melhor resultado para abril desde 2007, com os depósitos superando as retiradas em R$ 1,977 bilhão.


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19 mar12:06

Índice que reajusta aluguéis sobe para 0,35% na segunda prévia de março de 2012

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que serve como referência para reajustes em contratos de aluguel, subiu na segunda prévia de março de 2012 e registrou taxa de 0,35%. Um mês antes, o índice havia apresentado queda de 0,11%. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 19 de março, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), no ano, o IGP-M acumula alta de 0,53% e, no período dos últimos 12 meses, elevação de 3,15%.

O resultado foi influenciado pelo aumento no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que passou de queda de 0,31% para alta de 0,32% entre os dois meses. Foram registrados acréscimos nas taxas de alimentos processados (de -1,96% para -0,43%), suprimentos (de -1,98% para 0,03%), além de algumas matérias-primas brutas, como soja em grão (de -0,62% para 4,34%), aves (de -6,76% para 4,48%) e minério de ferro (de -3,39% para -0,73%).

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O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também subiu na passagem de um mês para o outro, de 0,19% para 0,43%. A principal pressão partiu de habitação (de 0,17% para 0,88%). Pesaram mais no bolso do consumidor os gastos com empregada doméstica mensalista (de 0,00% para 4,56%), a taxa de água e esgoto residencial (de 0,02% para 1,29%), o condomínio residencial (de 0,01% para 0,91%) e a mão de obra para reparos em residência (de 0,11% para 0,52%).

Também aumentaram as despesas com alimentação (de -0,06% para 0,35%), vestuário (de -0,57% para 0,18%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,35% para 0,52%).

Por outro lado, foram observados decréscimos em educação, leitura e recreação (de 1,27% para 0,31%), despesas diversas (de 0,43% para 0,06%), comunicação (de 0,16% para -0,05%) e transportes (de 0,22% para 0,21%).

Apenas o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) diminuiu nesta leitura, ao passar de 0,52% para 0,29%, influenciado pela redução no custo da mão de obra (de 0,64% para 0,09%). Já a taxa dos materiais, equipamentos e serviços subiu de 0,41% para 0,5%.

Para calcular a segunda prévia do IGP-M, foram coletados preços entre os dias 21 de fevereiro e 10 de março de 2012.


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18 mar14:25

Núcleo dos Corretores de Imóveis está em formação na CDL de Maravilha

Será criado em Maravilha o Núcleo dos Corretores de Imóveis junto à CDL/Associação Empresarial. Este será o 10º núcleo ativo na entidade, seguindo a metodologia do Programa Empreender. Para definir os primeiros trabalhos do grupo, foi realizada reunião com o diretor do Projeto Empreender, Rafael Baratto, o consultor Jean Carlos Ribeiro e o delegado do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci-SC), Vitaliano Tonkiel, que sugeriu a formação do núcleo.

Segundo Tonkiel, a organização do setor irá fortalecer os profissionais de Maravilha e região. – O mercado mudou, a sociedade se modernizou e o corretor de imóveis está sendo uma das molas propulsoras da economia mundial. O Creci comemora, em 2012, 50 anos de regulamentação da profissão de corretor e o núcleo de Maravilha vai contribuir muito, valorizando ainda mais os profissionais e garantindo boas relações no mercado imobiliário – acredita.

Os corretores de imóveis de toda região estão sendo convidados a participar de reunião no dia 3 de abril, às 7h30, na CDL/Associação Empresarial, onde serão definidos o planejamento e os objetivos do núcleo. Mais informações podem ser obtidas com o consultor Jean, na entidade, pelo telefone (49) 3664-0414 ou pelo e-mail empreender@aemaravilha.com.br.


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