Índice

26 jun10:40

Índice da construção civil acelera em junho, diz FGV

O Índice Nacional da Construção Civil – Mercado (INCC-M) apresentou pequena aceleração em junho, na comparação com o resultado de maio, ao passar de 1,30% para 1,31%, no período.

No ano, o índice acumula variação de 4,98% e, nos últimos 12 meses, de 7,03%. O INCC-M foi divulgado nesta terça-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o INCC-M saiu de 0,35% em maio para 0,30% em junho. O índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,29%, ante 0,35% registrado na leitura anterior. O destaque ficou com dois subgrupos, materiais para estrutura e materiais para acabamento, que desaceleraram, respectivamente, de 0,40% para 0,27% e de 0,37% para 0,25% de maio para junho.

A parcela relativa a Serviços também apresentou desaceleração ao passar de 0,37% em maio para 0,34% em junho. A FGV destaca a variação do subgrupo serviços pessoais, com o índice saindo de 0,73% para 0,49% na mesma base de comparação. Na classe Mão de Obra, o INCC-M acelerou de 2,22% em maio para 2,28% no mês seguinte. Neste grupo, Brasília e São Paulo registraram variações de 3,01% e 4,18%, respectivamente, devido aos reajustes salariais em função da data base. Quatro capitais pesquisadas apresentaram aceleração no INCC-M de junho: Salvador (de 0,08% para 0,34%), Brasília (de 0,15% para 1,68%), Belo Horizonte (de 0,23% para 0,59%) e São Paulo (de 2,17% para 2,23%). Recife (de 0,29% para 0,23%), Rio de Janeiro (de 2,66% para 0,26%) e Porto Alegre (de 0,38% para 0,27%) registraram desaceleração.


AGÊNCIA ESTADO

Comente aqui
06 jun09:55

IGP-DI de maio desacelera e fica em 0,91%, diz FGV

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) desacelerou no mês de maio ao registrar taxa de 0,91%, após subir 1,02% em abril, informou nesta quarta-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Embora não seja mais usada para reajustar a tarifa de telefone, a taxa acumulada do IGP-DI ainda é utilizada como indexador das dívidas dos Estados com a União. Com o resultado divulgado nesta quarta-feira o indicador acumula altas de 2,89% no ano e de 4,80% em 12 meses.

A FGV também informou o resultado dos três indicadores que compõem o IGP-DI: O IPA-DI, que representa o atacado, também subiu 0,91% no mês passado, após registrar alta de 1,25% em abril; o IPC-DI, que apura a evolução de preços no varejo, teve aumento de 0,52% em maio, mesma variação verificada no mês anterior; e o INCC-DI, que mede o impacto de preços na construção, que apresentou elevação de 1,88% no mês passado, em comparação com a taxa de 0,75% de abril.


AGÊNCIA ESTADO



Comente aqui
30 mai12:02

Alta do dólar volta a puxar Índice de Preços ao Produtor

A valorização do dólar frente ao real voltou a acelerar os preços na indústria da transformação em abril. Embora não tenha sido a única causa da aceleração na taxa do Índice de Preços ao Produtor (IPP), que saiu de 1,04% em abril para 1,38% em maio, o câmbio ajudou a puxar os preços de setores importantes, como alimentos, outros equipamentos de transportes, papel e celulose, fumo e outros produtos químicos, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE).

— Todos os produtos que são exportados, quando o dólar se valoriza, a gente converte para reais, e eles ficam mais caros por isso. É o caso do suco de laranja, por exemplo. Aviões são exportados com preço em dólar, e também a celulose — observou Alexandre Brandão, gerente do IPP no IBGE.

No caso de outros produtos químicos, a contribuição de 0,30 ponto porcentual no IPP do mês deveu-se também aos preços mais altos do petróleo no mercado internacional, o que puxou a contribuição de 0,15 ponto porcentual do setor de refino de petróleo e produtos de álcool em abril.

Já o impacto de 0,53 ponto porcentual do setor de alimentos teve influência de produtos de exportação, como suco de laranja e carnes de bovinos refrigeradas, mas também da quebra de safra da soja, que pressiona os preços internacionalmente.


AGÊNCIA ESTADO

Comente aqui
28 mai10:19

Índice de Construção Civil sobe 1,30% em maio, diz FGV

O Índice Nacional da Construção Civil – Mercado (INCC-M) subiu 1,30% em maio, variação acima do mês anterior, de 0,83%, segundo divulgou, nesta segunda-feira, a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No ano, o índice acumula variação de 3,63% e em 12 meses, de 7,16%.

No quesito materiais, equipamentos e serviços a variação em maio foi de 0,35%, menor do que a de 0,58% no mês anterior. Dentro desse grupo, o de materiais e equipamentos ficou em 0,35%, ante 0,65% em abril.

Também houve decréscimo em materiais para estrutura (0,68% para 0,40%), materiais para instalação (1,00% para 0,35%), materiais para acabamento (0,48% para 0,37%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,40% para 0,04%). Os serviços responderam por 0,37% em maio, na comparação com 0,32% em abril, puxado por serviços pessoais, que passou de 0,38% para 0,73%. Já em mão de obra a taxa foi de 2,22%, ante 1,08% em abril.


AGÊNCIA ESTADO

Comente aqui
22 mai10:49

Puxado pelos serviços bancários, IPCA-15 tem alta de 0,51% em maio

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,51% em maio, após subir 0,43% em abril. O resultado, divulgado nesta segunda-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo AE Projeções, que esperavam inflação entre 0,45% e 0,63%, com mediana de 0,56%. Com o resultado anunciado nesta segunda-feira, o IPCA-15 tem taxa acumulada de 2,39% no ano e de 5,05% em 12 meses, até maio.

Tarifas de bancos tiveram alta de 1,66%, um dos destaques no índice de 0,51%. No IPCA fechado de abril, os serviços bancários já tinham subido 1,42%, contribuindo para a alta de 2,23% no grupo Despesas Pessoais no período. Em maio, o grupo Despesas Pessoais teve alta de 1,32%, a maior dentre o grupo que compõem o índice.

Além dos serviços bancários, do cigarro, dos remédios e do feijão carioca, destacaram-se também na inflação medida em maio pelo IPCA-15 os artigos de vestuário (0,97%), seguro de veículos (1,66%), telefonia celular (1,58%), mão de obra para pequenos reparos (1,51%), táxi (1,29%), taxa de água e esgoto (1,16%), gás de botijão (1,01%) e artigos de limpeza (0,99%).


AGÊNCIA ESTADO

Comente aqui
21 mai10:40

Índice que reajusta o aluguel sobe 1% na segunda prévia de maio

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 1% na segunda prévia de maio, após ter registrado alta de 0,71% em igual prévia do mesmo indicador em abril. O resultado, anunciado nesta segunda-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficou acima das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE-Projeções, que esperavam uma elevação entre 0,85% a 0,96%.

O resultado acumulado do IGP-M é usado no cálculo de reajuste nos preços dos aluguéis. Até a segunda prévia de maio, o IGP-M acumula aumentos de 2,49% no ano e de 4,23% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo da segunda prévia do IGP-M deste mês foi do dia 21 de abril a 10 de maio.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M. O IPA-M subiu 1,24% na prévia anunciada nesta segunda-feira, após aumentar 0,77% em igual prévia do mesmo índice em abril. Por sua vez, o IPC-M teve alta de 0,41% na segunda prévia deste mês, em comparação com o aumento de 0,52% na segunda prévia do mês passado. Já o INCC registrou taxa positiva de 0,81% na segunda prévia do indicador deste mês, após registrar elevação de 0,82% na segunda prévia de abril.


Agropecuária

A inflação agropecuária perdeu força no atacado, enquanto a industrial acelerou na segunda prévia do IGP-M de maio. Os preços dos produtos agrícolas no atacado subiram 0,87%, após uma alta de 0,94% na segunda prévia do mesmo índice de abril.

De acordo com a FGV, os preços dos produtos industriais no atacado tiveram aumento de 1,37% na segunda prévia em comparação com a alta de 0,71% na segunda prévia de abril.

No âmbito do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais subiram 0,74% na segunda prévia de maio, após terem aumentado 0,68% na segunda prévia de abril.

Os preços dos bens intermediários subiram 1,60% na prévia divulgada nesta segunda-feira em comparação com a elevação de 0,86% na segunda prévia do IGP-M do mês passado. Os preços das matérias-primas brutas tiveram taxa positiva de 1,33% na segunda prévia de maio, em comparação com a alta de 0,76% na segunda prévia de abril.


AGÊNCIA ESTADO

Comente aqui
18 jan16:58

Índice de reprovação diminui nas Escolas Municipais de Chapecó

A Prefeitura de Chapecó, através da Secretaria Municipal de Educação, avaliou e constatou queda significativa nos índices de reprovação dos alunos que frequentaram o ensino fundamental no ano passado. Em 2009 a reprovação chegava a 6,2%, em 2010 baixou para 5,6% e em 2011 foi de 2,1%, chegando ao resultado final de 3,5% de alunos reprovados.

A diminuição acontece desde 2006, quando o índice marcava 14,98%. Os seis anos consecutivos de queda comprovam o trabalho que está sendo realizado diariamente nas Escolas Básicas do Município. Para a Secretária de Educação, Astrit Tozzo, estes resultados se dão pela união de esforços.

- A reprovação acontece não somente por culpa do aluno, mas envolve a gestão escolar, o professor, o conteúdo e o material didático. Essa queda significa aponta que este conjunto de fatores está indo bem – destaca.

Há dois anos uma equipe de profissionais da Secretaria junto com os professores, trabalha nas escolas a questão do processo de reprovação escolar. Astrit explica que essa queda de praticamente 50% em relação ao ano de 2010 é muito significativa. – Estamos vendo a resposta do trabalho desenvolvido na sala de aula. Isso nos deixa muito felizes. Significa que estamos evoluindo – comemora.


Comente aqui