Indústria

21 mai14:31

Palestra em Chapecó trata da indústria e seus desafios

Estão abertas as inscrições para a palestra “a indústria e seus desafios”, que será realizada no dia 25 de maio, às 19 horas, no auditório do Sindicato das Indústrias de Serrarias e Móveis do Vale do Uruguai (Simovale), localizado na Rua Mascarenhas de Moraes, 444 E, no bairro Jardim América, em Chapecó. O encontro terá palestra do economista André Luis da Silva Leite.

O evento, promovido pela vice-presidência da FIESC para a região Oeste, pelos Sindicatos Associados e pela Associação Empresarial de Chapecó (ACIC), marca o Dia da Indústria, comemorado em 25 de maio.

- É um momento para trocar experiências e para auxiliar os empresários com informações que dão mais segurança para enfrentar os desafios do dia a dia – afirma o vice-presidente regional, Waldemar Antônio Schmitz.

- O encontro também é uma maneira de valorizar a indústria e de mostrar a importância do setor para a sociedade. É importante comemorar o dia. Então, nada mais justo do que reunir os empresários para buscar mais conhecimento e subsídio – salienta.

Silva Leite é doutor em engenharia de produção pela UFSC e tem pós-doutorado em economia pela UFRJ. Atualmente é professor-adjunto na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS).

As inscrições para o encontro são gratuitas e devem ser feitas pelos e-mails iolanda@iolanda.com.br, secretaria@simovale.com.br ou recepcao@acichapeco.com.br. Informações adicionais pelos telefones (49) 9969-2444 ou (49) 3328-6669.


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27 fev15:23

Tecnoeste 2012 em Concórdia

A Fornari Indústria e Representações vai participar de mais uma edição do Tecnoeste 2012, que será realizada em Concórdia, a partir da quarta-feira, dia 29. Com o objetivo de atender as demandas da produção rural, com foco na suinocultura e avicultura, a empresa reconhecida nacionalmente por desenvolver tecnologias que promovem maior produtividade e rendimento, irá apresentar dois importantes produtos que atendem a Instrução Normativa 59, que tem prazo de adequação para 6 de dezembro deste ano.

De acordo com o representante comercial da empresa, Leandro da Silva, é importante que os produtores estejam atentos as exigências. No Tecnoeste srá apresentado o Arco de desinfecção, equipamento utilizado para a desinfecção nas entradas das propriedades, exigido em todo o país, bem como a eficiência e durabilidade dos produtos utilizados no equipamento, e também levará para o Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense a Tela Anti Pássaro, que promove a proteção dos animais.

- É um produto diferenciado, criado para não sofrer oxidação e os efeitos da expressão do sol, a Tela possui tratamento UV, e isso significa mais durabilidade e economia para os produtores – explicou o representante.

A Tela é produzida pela BMD/MACCAFERRI e foi desenvolvida para atender a normativa quanto a utilização para o fechamento dos aviários. Com custo-benefício comprovado, as telas são resistentes, possuem manejo simples, oferecem toda a proteção para os animais e o mais importante, dispensam manutenção.


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23 fev16:15

Importação excessiva de leite prejudica produtor e indústria em SC

O Brasil está fazendo importações excessivas, predatórias e possivelmente fraudulentas de leite, prejudicando produtores rurais e indústrias. A “farra” da importação maciça de leite em pó de países do Mercosul foi duramente criticada pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC).

O presidente da FAESC, José Zeferino Pedrozo, disse que o governo deve investigar o expressivo e suspeito crescimento das importações de lácteos em janeiro deste ano, conforme denunciado ao Ministério da Agricultura pela Câmara Setorial do Leite da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

Em janeiro as importações de lácteos dispararam e atingiram 11.753 toneladas de leite em pó (equivalente a 200 milhões de litros de leite), muito acima da média mensal do ano de 2011 que foi de 7.162 toneladas. Somente as importações de leite em pó do Uruguai somaram 6.221 toneladas, volume 67% acima das 3.750 importadas em janeiro do ano passado.

Pedrozo suspeita da triangulação nas vendas por países vizinhos e parceiros do Mercosul. Outros países poderiam estar utilizando o Uruguai como escala para entrar no mercado brasileiro, aproveitando-se da tarifa zero no comércio dentro do Mercosul.

- É uma concorrência predatória, que desestrutura a produção nacional – argumenta o dirigente. O crescimento expressivo na importação ainda não teve pressão sobre os preços internos por causa da redução da captação de leite provocada pela estiagem no sul do país e excesso de chuvas em Minas Gerais.

O presidente da FAESC afirma que não pretende qualquer tipo de proteção ao mercado interno, mas coibir as práticas desleais de comércio, que trazem graves prejuízos aos produtores de leite catarinenses.

Critica a não fixação de cotas de importação e a revogação, ainda em 2010, das licenças de importações não-automáticas do Uruguai, o que facilita a entrada de produtos no Brasil. O dirigente adverte que haverá recuo da produção leiteira e o sucateamento dos laticínios e propriedades rurais, pois em breve os produtores terão que comercializar o leite abaixo dos custos de produção.


Cotas

O presidente da FAESC reivindica a definição de cotas para o Uruguai, como ocorreu com a Argentina, também integrante do Mercosul, e justifica os custos mais elevados do produtor brasileiro: a alta tributação vigente no Brasil prejudica os produtores nacionais, ampliando a desvantagem competitiva em relação ao Uruguai. No Brasil, os pecuaristas de leite pagam 9,25% de Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) em insumos como ração e sal mineral. Estes itens representam cerca de 40% do custo operacional total da produção.

Esta não é a primeira vez que a Faesc protesta contra o surto de importações de leite em pó proveniente do Uruguai. A Federação alerta que, acrescidas a entrada de produtos lácteos de terceiros mercados, essa importação inviabiliza a competitividade dos produtores de leite brasileiros, que não conseguem concorrer com o volume de subsídios aplicados aos produtores desses países.

O presidente lembra que os demais exportadores considerados competitivos no mercado mundial, a exemplo da Argentina e do Uruguai, adotaram práticas desleais de comércio para continuar exportando seus excedentes.

Em 2009, uma crise semelhante envolveu Brasil e Uruguai. Na ocasião, além de subfaturamento, os parceiros do Mercosul realizavam pagamentos diretos aos seus produtores, ou seja, também subsidiavam a produção. A Faesc e a CNA chegaram a solicitar o cancelamento das importações de leite em pó do Uruguai e de outros países para a redução das distorções do mercado internacional do leite.


Efeitos

O leite é o principal produto de grande parte dos estabelecimentos rurais. Santa Catarina produz 2,2 bilhões de litros/ano gerados por 60.000 estabelecimentos rurais e processados por 23 indústrias de laticínios. O Estado ocupa a sexta posição nacional como maior produtor, concentrando 72% da produção no Oeste, onde a maioria dos produtores é vinculada às cooperativas. As pequenas propriedades (com menos de 50 hectares) respondem por 82% do leite produzido.


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24 jan09:57

Formosa do Sul incentiva geração de empregos no setor têxtil

O prefeito, Jorge Comunello, visitou o local onde serão instaladas máquinas de costura. Uma indústria será implantada por membros da Associação de Artesãos de Formosa do Sul.

As 36 máquinas de costura industrial foram adquiridas com recursos na ordem de R$ 147 mil, buscados junto ao Ministério da Integração do Governo Federal e mais R$ 3 mil, pela Prefeitura. O município ainda se comprometeu com o aluguel do espaço físico durante o primeiro ano de funcionamento desta indústria.

Parte dos recursos conquistados ainda serviu para a capacitação das mulheres, em curso realizado no SENAI de São Lourenço do Oeste. O município ofereceu o transporte durante a capacitação.

A indústria deve gerar, inicialmente, cerca de 30 empregos diretos.


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21 jan14:25

Consumo cai, mas preço do leite continua bom para criador em SC

O Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de Leite (Conseleite) projetou em 64 centavos o valor de referência para pagamento aos produtores rurais pelo litro de leite-padrão produzido em Santa Catarina, mas, na prática, o mercado continua pagando bem mais. O preço pago aos criadores na compra de leite cru pelas indústrias continua na faixa de R$ 0,86 por litro e mantém a escalada de recuperação iniciada em 2011.

Reunido nesta semana em Campos Novos, o Conseleite projetou em R$ 0,7454 o leite acima do padrão, em R$ 0,5893 o leite abaixo do padrão e em R$ 0,6482 o leite padrão. Essas projeções são inferiores em 1 centavo ao mês de dezembro e serão confirmadas ou reajustadas na próxima reunião mensal do Conseleite, ocasião em que serão anunciados os números definitivos de janeiro e a projeção dos valores para fevereiro.

O vice-presidente do Conseleite e vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc), Nelton Rogério de Souza, explicou que os números definidos pelo conselho refletem uma situação mercadológica: o consumo cai em janeiro e fevereiro em razão das férias escolares e da paralisação do serviço de merenda escolar. O mercado se retrai em razão do calor e do alto consumo de outras bebidas.

O diretor de agropecuária da Coopercentral Aurora e presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Marcos Antonio Zordan, confirma que as condições do mercado recomendariam uma redução nos preços. Os laticínios, porém, estão pagando valores acima dos preços de referência para manter a cadeia produtiva organizada e a produtividade elevada da pecuária leiteira.

Desde o início da entressafra, em abril do ano passado, os produtores melhoraram o nível de remuneração. Em alguns momentos o preço esteve em 1 real o litro. A entressafra acabou e os preços continuaram em alta. Os bons produtores – aqueles que têm qualidade e volume elevado – estão recebendo bons preços.

- Essa escalada de recuperação de preços devolveu a lucratividade à atividade leiteira na hora certa, porque os custos de produção em 2011 cresceram, especialmente os preços do milho e da soja, principais insumos da ração animal – explica Nelton.

Quadro

O leite é uma riqueza econômica e nutricional em Santa Catarina. Sexto produtor nacional, o Estado gera 1,9 bilhão de litros/ano. Praticamente todos os 190 mil estabelecimentos agropecuários produzem leite que gera renda mensal às famílias rurais e contribui para o controle do êxodo rural. O oeste catarinense responde por 60% da produção com cerca de 50 mil estabelecimentos rurais.


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11 nov18:48

Criação da Câmara Temática da Indústria agrada empresários

Um encontro entre empresários ligados à indústria de Concórdia foi realizado na sala de reuniões do gabinete do prefeito João Girardi na tarde desta sexta-feira, 11. A iniciativa de criar uma Câmara Temática da Indústria partiu do (CMDS) Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável, presidido pelo vice-prefeito Neuri Santhier.

- Este primeiro encontro serviu para mostrar ao empresariado concordiense que o desenvolvimento industrial está dentro do nosso planejamento para Concórdia 2030 e que estamos abertos a novas ideias – disse.

Participaram da reunião cerca de 20 empresários. Segundo o presidente desta Câmara Temática, Juliano Zandonai, somente pessoas capacitadas para discutir o desenvolvimento industrial de Concórdia estavam ali presentes. – Até a próxima reunião, que será na primeira quinzena de dezembro, teremos em mãos um levantamento de dados para buscar estratégias para o setor – destacou Zandonai.

Tudo que se propõe para o desenvolvimento industrial, principalmente a instalação de novas indústrias, deve ser muito bem analisado, na opinião dos empresários. – Não adianta trazermos empresas de fora e esquecermos dos empresários daqui, que estão começando e precisam de incentivos para crescer – disse o empresário Adalberto Hinkel.

No próximo encontro da Câmara Temática da Indústria, o CMDS se comprometeu em apresentar ao grupo de empresários o Plano Diretor, que está em tramitação na Câmara, e também o Projeto do Trânsito de Concórdia. Todos os empresários que participaram da reunião elogiaram a iniciativa da Prefeitura Municipal. O CMDS é órgão de assessoramento da Administração Municipal e de caráter consultivo.


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