Irani

25 jul10:55

Homem morreu após ser atingido por uma árvore em Xavantina

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Dílson da Silva, 38 anos, está sendo velado na Casa Mortuária de Irani e o enterro está marcado para as 13h30 no cemitério municipal. Ele morreu após ser atingido por uma árvore na tarde da terça-feira em Xavantina. O Corpo de Bombeiros Voluntários de Ipumirim foi chamado, mas ao chegar ao local, Dilson já estava sem vida.

No momento do acidente ele e mais dois homens prestavam serviço terceirizado de corte de eucaliptos para uma madeireira da cidade. A área fica na linha Sebastião, cerca de 30 Km do centro da cidade.

De acordo com os Bombeiros, Dilson teve múltiplas fraturas e traumatismo craniano. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Concórdia.


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23 jun15:42

Abertas as inscrições para curso de capacitação sobre gestão de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica Chapecó/Irani

Estão abertas até o dia 25 de junho as inscrições para o curso Introdução à Gestão de Recursos Hídricos e o Papel dos Comitês na sua Implementação, para integrantes do Comitê de Bacia Hidrográfica do Comitê Chapecó/Irani e representantes das entidades parceiras na região.

A capacitação será no Centro de Treinamento da Epagri (CETREC), em Chapecó, nos dias 28, 29 e 30 de junho. Ministrados pela consultora Katiuscia Wilhelm Kangerski, esses cursos são oferecidos para os 16 Comitês de Bacia Hidrográfica de Santa Catarina por meio da Ação Fortalecimento dos Comitês de Bacia Hidrográfica, do Programa SC Rural. Acompanhe a agenda de capacitação pelo www.aguas.sc.gov.br/cursos-comites e faça sua inscrição gratuita pelo site.

Os cursos do SC Rural têm duração de 25 horas-aula e já capacitaram mais de 300 profissionais para a gestão participativa dos recursos hídricos.

- Estamos preparando os consultores técnicos e a comunidade, reunindo todos os atores locais, para a gestão dos recursos hídricos. Os cursos de 2012 são fundamentais para a compreensão dos instrumentos para essa gestão – afirma o diretor de Recursos Hídricos da SDS, Edison Pereira de Lima.

O fortalecimento dos Comitês de Bacia pavimenta o caminho para ações estratégicas em Santa Catarina, visando o planejamento e a gestão dos recursos hídricos, conforme a política nacional e estadual para esta área. Os integrantes dos Comitês de Bacia, bem como os demais agentes sociais desse processo devem aprimorar seu conhecimento sobre o tema, de grande importância no contexto social e econômico catarinense, para a adequada utilização da água e a preservação dos recursos naturais.


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02 mai09:05

Homem será indenizado em R$ 1 mi após ficar 5 anos preso por engano em Irani

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A data de 10 de dezembro de 1998 não sai da cabeça de Jair Dalberti, 38 anos, morador de Irani, no Oeste do Estado.

— Naquele dia o mundo acabou para mim — desabafa.

Jair trabalhava há quatro anos numa agroindústria, onde tinha acabado de ser promovido para o cargo de responsável técnico da unidade de melhoramento genético. Nessa função, tinha sob sua responsabilidade cerca de 20 funcionários, que faziam serviços gerais.

Estava feliz. Cursava o terceiro semestre da faculdade de Administração em Palmas (PR), curso que fez com o objetivo de crescer na empresa. Tinha uma namorada e planos de se casar. Até um terreno já havia comprado para construir sua casa, já que ainda morava com familiares. Tudo se encaminhava bem na vida desse jovem, então com 25 anos.

Mas, de repente, esse mundo desabou. A vida de Jair foi do céu ao inferno. Após longos anos de tortura, a Justiça foi feita e ele será indenizado. O sentimento de inconformidade, no entanto, não será tão facilmente apagado.


A carona que mudou uma vida

Jair Dalberti foi acusado de auxiliar uma quadrilha que assaltou um ônibus e matou o policial rodoviário do posto de Vargem Bonita, Vitor Camargo Neto, no dia 8 de dezembro. Dois dias depois, Jair foi preso e condenado por ter transportado quatro integrantes da quadrilha, antes deles cometerem o crime.

Ele garante que não sabia da intenção dos bandidos. Lembra que estava numa lanchonete quando um amigo, que havia trabalhado com ele na agroindústria, pediu uma carona até uma fruteira no trevo da BR-282 com a BR-153, também conhecido como Trevo do Irani.

No caminho, o conhecido de Jair disse que precisava falar com outras pessoas e pediu carona para elas também.

— Parecia que tudo ia acontecendo naturalmente, mas era planejado e eles foram me enredando — contou.

Um dos caroneiros tinha algumas sacolas, que foram colocadas no porta-malas, e, só mais tarde, Jair soube que havia armas dentro delas. Quando chegaram ao Trevo do Irani, o amigo de Jair disse que o grupo iria ficar mais adiante, num posto de combustível. Jair desconfiou que eles iriam para um bar se encontrar com mulheres.

Ele não iria cobrar a corrida, mas acabou recebendo R$ 10 de seu amigo. Jair voltou para casa por volta das 18h. No dia seguinte, a quadrilha foi presa. Pela descrição do carro, um Gol branco, a Polícia Civil chegou a Jair. Foi quando ele soube que tinha transportado os autores de um crime. Jair prestou depoimento sobre o que tinha acontecido.

— Aí, tudo começou a complicar.


Cinco anos, oito meses e 10 dias

No dia 10 de dezembro, por volta das 17h, Jair estava com funcionários arrumando o meio-fio em frente à empresa quando chegou o carro da Polícia Civil. Os policiais pediram para Jair acompanhá-los até a delegacia de Ponte Serrada. Foi quando ele se dirigiu aos funcionários:

— Vão tocando aí que eu já volto.

Ele foi levado ao Presídio de Joaçaba, foi julgado e condenado a 15 anos de detenção por ter participado do latrocínio. Ficou cinco anos, oito meses e 10 dias preso, até ser solto em 19 agosto de 2004.


Justiça concede indenização de R$ 1,1 mi

O advogado Eber Marcelo Bündchen lembra que estava em início de carreira, no ano 2000, quando um outro cliente citou o caso de Jair e afirmou:

— Esse cara não é bandido.

Bündchen disse que conversou com Jair e percebeu que ele era inocente. Como estava sem muito trabalho, topou o desafio de pedir uma revisão criminal. Conseguiu testemunhas que tinham se negado a dar carona para os integrantes da quadrilha e outras pessoas, que estavam na lanchonete e viram o “amigo” de Jair pedir a ajuda. Com isso, em 2004, conseguiu a liberdade de Jair. No ano seguinte, entrou com um pedido de indenização por danos morais e materiais contra a União, pelo erro cometido.

Ele pediu R$ 110 mil de danos materiais, que seria o valor do salário que seu cliente deixou de receber enquanto esteve preso. Depois, mais R$ 1,5 milhão por danos morais por ele não ter podido concluir a faculdade, por não ter conseguido se casar, pelos danos psicológicos causados pela prisão e a pecha de ex-presidiário, que vai carregar pelo resto da vida. No total, o advogado pediu uma indenização de R$ 1,6 milhão.

Bündchen disse que atribuiu um valor estimado de R$ 200 mil a R$ 300 mil para cada dano.

— Isso é subjetivo, não tem uma fórmula — explicou.


Cabe recurso à decisão do TRF

A ação foi negada na Justiça Federal de Concórdia. Mas foi concedida pela terceira turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre. O valor a ser concedido seria de R$ 100 mil por ano de prisão, baseado em indenizações concedidas aos anistiados da ditadura militar.

A desembargadora federal Maria Lúcia Luz Leiria manteve os R$ 110 mil por danos materiais, mas entendeu que a indenização deveria ser de R$ 200 mil por ano de prisão, pela vítima do erro judiciário ter passado todo esse tempo privado de liberdade. Por isso, ela concedeu uma indenização de R$ 1,1 milhão. A desembargadora justificou assim sua decisão: “… fico imaginando não só os danos pessoais, os danos físicos de alguém encarcerado em regime de reclusão nos presídios, que nós conhecemos e sabemos dos problemas, das mazelas do nosso sistema prisional…”

Da decisão do TRF cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça. A União deve recorrer, assim como o advogado Bündchen, pois ele entende que R$ 1,5 milhão seria o valor mais adequado pelo sofrimento de seu cliente.


Livre, mas inconformado

Quem conversa pessoalmente com Jair Dalberti logo tem a impressão de que ele não é uma pessoa com o perfil de um criminoso. Não há maldade em seu olhar. No começo, relutou em dar entrevista. Mas, depois, aproveitou o intervalo do almoço para conversar com a reportagem do Diário Catarinense. Visivelmente emocionado, contou o que passou na prisão.


Diário Catarinense — Como você foi parar na prisão?

Jair Dalberti — Ainda não me conformo com o que aconteceu, a forma como fui preso. Acho que agiram de má-fé comigo.


DC — Qual foi o momento mais difícil?

Dalberti — Foi o início. No presídio, a gente chega como bandido. Para os quatro que tinham praticado o crime era como se fosse uma festa, pois pensaram que iriam sair logo. Eu estava apavorado. Não conseguia dormir nos primeiros dias. A tua mente fica perturbada. O que vai te matando é estar fechado. Tem que ser forte para não ir às cordas. Mas nunca perdi a esperança. Pensei: não pode ser assim. Fiquei quatro meses fechado. Aí, foram vendo meu comportamento e me deram oportunidade de trabalhar na cozinha. Pensei: a verdade vai aparecer. Depois fui trabalhar na marcenaria e limpando as rodovias. Aí melhorou uns 70%, pois a gente já se sente útil.


DC — O que você fazia para passar o tempo na prisão?

Dalberti — Não tem o que fazer. É um tempo perdido. A gente lê a Bíblia umas duas vezes.


DC — Como era a convivência com os outros presos?

Dalberti — Você tem que ficar neutro, não enxerga nada e, aí, não é visto. Os mais complicados são os ladrões de galinha e os maconheiros, porque só querem fazer confusão. Já o homicida é bom de conversar.


DC — Como era a cela onde você ficava?

Dalberti — Não dava três metros por quatro metros. Ficávamos em três lá. Além disso, a cama, que é de concreto, prejudica a saúde. Estava começando a me doer os rins. Aquilo puxa umidade e vai acabando com a pessoa.


DC — O que você pensava quando estava na prisão?

Dalberti — Eu pensava que não era justo. Eu só queria sair de lá.


DC — O que você sentiu quando saiu?

Dalberti — Deus me livre! Parece que começa a viver de novo. Aquilo lá não é vida. Não consegui me adaptar.


Pedaladas com significado de liberdade

Andar de bicicleta é o hobby preferido de Jair. Talvez seja pela sensação de liberdade. Assim, ele não tem nada que o impeça de sentir o vento em seu rosto. Não há paredes que o impeçam de ir até o lago da represa do Rio Engano. Mas não sobra muito tempo para ele praticar o ciclismo. Jair trabalha durante todo o dia na Eletrônica Dalberti, empresa que montou há mais de dois anos e da qual é o único funcionário. Depois do expediente, ainda faz manutenção de parabólicas, para complementar a renda. Quando foi solto, Jair trabalhou mais quatro anos na agroindústria onde atuava antes de ser preso. Aproveitando seu curso de eletrônica que fez por correspondência quando estava na prisão, Jair decidiu montar o próprio negócio. Ao sair, estudou eletrotécnica no Senai de Concórdia e até ganhou um prêmio de Destaque Empresarial de uma agência de publicidade.


A indenização será para ampliar os negócios

A possibilidade de receber uma boa indenização não está mexendo muito com a cabeça de Jair Dalberti.

— Fiquei feliz porque a Justiça reconheceu o erro — disse, sem demonstrar deslumbramento com o dinheiro que pode receber futuramente.

O eletroeletrônico não acha que isso vai recuperar o tempo de vida que perdeu atrás das grades.

— Ajuda na parte material, mas não substitui a vida que eu perdi na prisão.

Ele sabe que vai carregar para sempre o estigma de ex-presidiário. Assim como sabe também que muitas pessoas acreditaram nele. Mas alguns ainda o olham com desconfiança. O dinheiro pode demorar uns quatro a cinco anos para chegar às suas mãos, por isso, mantém sua vida normal, trabalhando para ampliar a empresa. Aliás, se receber a indenização, seu plano é comprar um prédio e ampliar o negócio.


Um amor interrompido

Quando foi condenado a 15 anos de prisão, Jair chamou a namorada e disse que era melhor ela seguir a vida sem ele. Ela relutou, mas se afastou, e quando ele estava preso, acabou se casando com outra pessoa e teve dois filhos. Ele contou que a sua antiga namorada acabou se separando e que os dois têm conversado. O casal sabe que perdeu muitos momentos juntos por causa do equívoco na vida de Jair.


O cantinho e a família

Jair passa a maior parte do dia em meio a aparelhos de TVs e rádios estragados e mora com o irmão nos fundos da loja. Ele chega a ganhar R$ 2 mil por mês. Metade do dinheiro aplica em estoque. O restante, aplicou numa casa que comprou com o irmão e que ambos alugaram para terceiros. Jair lembra que seus pais foram os que mais sofreram quando esteve preso. Por isso, aproveita os finais de semana para ficar com eles.


DIÁRIO CATARINENSE



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30 abr18:17

Agricultor é atacado por três cães no Meio-Oeste de Santa Catarina

Daisy Trombetta | daisy.trombetta@diario.com.br

Três cachorros atacaram um agricultor de 43 anos na comunidade de Caroveira, no interior de Irani, no Meio-Oeste catarinense, na tarde de domingo. Artemio Habas teve ferimentos nas duas pernas, mas passa bem.

O ataque ocorreu por volta das 15h, quando ele foi até a propriedade de um amigo acertar uma dívida. Os animais, de grande porte e mestiços da raça pastor alemão, teriam avançado nas pernas de Artemio quando ele desceu da moto.

A vítima contou que tentou se livrar das mordidas dando chutes nos animais. Mas, desmaiou durante o ataque e foi salvo por um vizinho da propriedade, que afastou os cães e acionou os bombeiros. Por pouco, a veia artéria da perna do agricultor não foi rompida.

— Desci da moto e fui atacado. Não me lembro de muita coisa porque desmaiei. Eu sempre ia à propriedade e os cachorros ficavam soltos, mas nunca tinham reagido com violência — diz.

Conforme o bombeiro Joel de Lima, os cachorros que atacaram Artemio não eram vacinados contra a raiva, que pode ser transmitida aos seres humanos através da mordida. Ele alerta que os donos devem prevenir os animais de doenças e mantê-los presos.

Ele explica que principalmente no interior, quando os moradores têm costume de deixar os cachorros soltos para ajudar na segurança das propriedades, os cuidados devem ser redobrados para evitar acidentes.


DIÁRIO CATARINENSE



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18 mar14:21

Senai abre vagas em cursos do Pronatec no Oeste

O Senai oferece 1,1 mil vagas, em 17 turmas nas cidades de Chapecó, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste, Xanxerê, Xaxim, Concórdia, Seara e Irani, em cursos de qualificação, no âmbito Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), iniciativa do governo federal. Os cursos são destinados a estudantes do ensino médio da rede pública (preferencialmente do 3º ano). Em todo o Estado, são 7,5 mil vagas, em 264 turmas, que atendem demandas de todos os segmentos industriais.

Os cursos oferecidos pelo Senai tem carga horária de 160 a 400 horas. Os estudantes recebem material escolar e ajuda de custo para lanche e transporte. O estudante interessado deve procurar mais informações na escola em que esteja cursando o ensino médio ou a unidade do Senai, locais onde também efetivará a inscrição. Em fevereiro e no início de março, a entidade formalizou mais de 3 mil matrículas em cursos técnicos, também em parceria com a Secretaria de Estado da Educação e para alunos do ensino médio da rede pública.

Veja abaixo os cursos oferecidos na região Oeste e em algumas cidades do Meio Oeste no primeiro semestre (com carga horária e período de realização).


OESTE

Chapecó

Instalador e Reparador de Redes de Computadores – 160 horas-aula – vespertino

Programador WEB – 160 horas-aula – vespertino


São Lourenço do Oeste

Montagem e Manutenção de Computadores – 160 horas-aula – vespertino


São Miguel do Oeste

Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão – 300 horas-aula – matutino

Padeiro – 300 horas-aula – noturno


Xanxerê

Eletricista Industrial – 300 horas-aula – noturno

Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão – 300 horas-aula – matutino

Mecânico de Usinagem – 300 horas-aula – matutino


Xaxim

Eletricista Industrial – 300 horas-aula – noturno

Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão – 300 horas-aula – noturno

Operador de Computador – 160 horas-aula – noturno


MEIO OESTE

Concórdia

Desenhista da construção civil – 200 horas-aula – matutino

Instalador de Acessórios Automotivos – 160 horas-aula – noturno

Instalador e Reparador de Redes de Computadortes – 160 horas-aula – matutino e vespertino

Mecânico de Manutenção de Freios, Suspensão e Direção Automotivos – 320 horas-aula – vespertino

Mecânico de Manutenção de Máquinas Industriais – 300 horas-aula – noturno

Mecânico de Manutenção e Instalação de Aparelhos de Climatização e Refrigeração – 200 horas-aula – matutino e vespertino

Mecânico de Usinagem – 300 horas-aula – matutino

Montagem e Manutenção de Computadores – 160 horas-aula – matutino e vespertino


Irani

Desenhista da construção civil – 200 horas-aula – vespertino


Seara

Montagem e Manutenção de Computadores – 160 horas-aula – noturno


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16 mar10:21

Ônibus incendiou na BR 153 em Irani

Passageiros que estavam em  ônibus levaram um susto na tarde desta quinta-feira na BR 153, em Irani, o veículo incendiou. Nenhum dos 31 ocupantes se feriu.

Segundo informações as chamas iniciaram pelo rodado traseiro e destruíram parte da lateral do ônibus. O Corpo de Bombeiros de Irani foi chamado e conseguiu conter as chamas.

Os passageiros do ônibus estavam retornando para Curitiba após passarem uma semana de férias em Itá. As causas do incêndio ainda serã investigadas.


RBS TV CONCÓRDIA


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21 jan13:10

Caminhoneiro argentino bate contra barranco e fica gravemente ferido no Oeste

Um caminhoneiro argentino ficou gravemente ferido em acidente na madrugada deste sábado em Irani, no Oeste de Santa Catarina. O homem bateu contra um barranco por volta das 4h40min na BR 153.

Segundo os Bombeiros Voluntários de Irani, após a batida, a carreta fez um “L” na pista. O caminhão transportava máquinas agrícolas para argentina.

O caminhoneiro Antonio Andrez Cabrera, de 35 anos, sofreu fraturas e apresentava suspeita de hemorragia interna, quando foi encaminhado ao hospital em Concórdia.

DIÁRIO CATARINENSE

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15 jan19:02

Dois acidentes com morte no Oeste

Dois acidentes com morte ocorreram no Oeste no final de semana, ambos no sábado.

Um deles ocorreu por volta da 1h15, no quilômetro 58,9 da BR 153. Uma Kia Besta de Campo Alegre bateu num ônibus da Pluma, que fazia a linha Porto Alegre/Curitiba. Morreu Edésio Pereira Soares, 45 anos, de Navegantes, passageiro da Kia. O motorista do veículo, Milton Emanuel Mafra, 53 anos, e o passageiroAdemilson Santos Ferreira, 36 anos, ficaram feridos e foram levados ao hospital de Irani mas não correm risco de vida. Do ônibus o motorista Amilton Oliveira Antunes, 25 anos, e os 58 passageiros saíram ilesos.

O outro acidente com morte ocorreu às 12h30 no quilômetro 84 da BR 163, em Guaraciaba. Uma motocicleta Honda placas de Guaraciaba bateu na traseira de um caminhão placas de São José do Cedro. O condutor da motocicleta, Ivomar Mossmann, 26 anos, morreu no local. De acordo com relatório da Polícia Rodoviária Federal a vítima fez uma ultrapassagem de outro veículo pela direita e acabou batendo no Merceces Benz. O condutor do caminhão, Romeu Ammon, 60 anos, saiu ileso.

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14 jan15:00

Batida entre van e ônibus provoca uma morte e deixa dois feridos graves na BR-153

A batida entre dois veículos provocou a morte de uma pessoa na madrugada deste sábado na BR-153, em Irani, no Oeste de Santa Catarina. Edesio Pereira Soares, 45 anos, passageiro de uma Kia Besta, de Campo Alegre, não resistiu aos ferimentos após o acidente.

A Kia bateu contra um ônibus da empresa Pluma, por volta da 1h15min, no km 58,9. O ônibus fazia a linha Porto Alegre-Curitiba. Outras duas pessoas ficaram gravemente feridas no acidente: Milton Emanuel Mafra, 53, motorista da van, e Ademilson Santos Ferreira, 36, passageiro da van.

Eles foram socorridos e encaminhados para hospitais da região. O motorista do ônibus, Amilton Oliveira Antunes, 25, que transportava 58 passageiros, saiu ileso do acidente. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Vargem Bonita, que atendeu à ocorrência, nenhum passageiro do ônibus se feriu.

Na van havia ainda outras três pessoas. Elas sofreram apenas ferimentos leves. Os agentes da PRF informaram que a provável causa do acidente foi o desrespeito à sinalização, já que o local do acidente é um trevo da BR-153 com a BR-282.

DIÁRIO CATARINENSE



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21 nov09:49

Motociclista morre na BR 153

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O motociclista Rogério Signor, 32 anos, morreu em acidente ocorrido por volta das 15h30 de sábado na BR 153, em Irani. Ele conduzia uma motocicleta Fazer placas de Concórdia quando bateu na lateral de uma carreta de Parai/ RS. O motorista da carreta, Vagner Correia Lima, 29 anos, saiu ileso.


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