Jornalista

13 ago11:21

Social: Juliana Giongo é a nova repórter do Jornal do Almoço

Nesta segunda-feira, a jornalista Juliana Giongo assume o cargo de repórter do Jornal do Almoço da RBSTV Chapecó. Juli, que atuava como comunidadora da Rádio Atlântida de Chapecó, já é conhecida dos telespectadores do JA e do Patrola. Além das reportagens de rua ela será responsável pelo quadro Sexta Básica, apresentado todas as sextas no Jornal do Almoço.

Juliana, natural de Águas de Chapecó, é formada em Comunicação Social – Jornalismo, pela Unochapecó.


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29 mai16:37

Globo Universidade promove palestra com Edmilson Ortiz no Intercom/Sul

O XI Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sul, o Intercom, acontece entre os dias 31 de maio a 2 de junho na Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). Através do tema “Esporte na Idade Mídia: diversão, informação e educação”, o evento, que conta com o apoio do Globo Universidade, reúne alunos, professores e pesquisadores brasileiros e estrangeiros da área para debater sobre o assunto.

No dia 1º de junho, às 19h, no Salão dos Atos, o repórter e apresentador do Globo Esporte na RBS TV, Edmilson Ortiz, fará uma palestra sobre sua experiência local, mostrando como é feita a abordagem do esporte na região, e estará aberto a perguntas, contribuindo com as discussões e reflexões sobre o tema.

>> Acesse o site do Intercom Sul


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13 mai13:19

Sindicato dos Jornalistas trará especialistas para debater grandes temas

A partir do dia 15 de maio, os jornalistas profissionais da região Oeste terão um momento especial para debater grandes temas que envolvem o Jornalismo e a sociedade. A Regional Oeste do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina (SJSC)  dará início ao projeto Prosa de Jornalista, que a cada trimestre trará um convidado especializado em alguma área do conhecimento com o objetivo de contribuir para a atualização e a reflexão profissional.

O primeiro encontro terá como convidada a pesquisadora Mônica Hass, doutora em Sociologia Política e professora da Universidade Federal da Fronteira Sul, que vai falar sobre o tema “Sociedade e Política: relações com a mídia”. O evento ocorre no café A Casa do Lado (Avenida Fernando Machado, 977-D, Centro, Chapecó), às 19h30. O acesso é aberto e gratuito para jornalistas profissionais e estudantes de jornalismo que estejam em fase de conclusão do curso.

Segundo os diretores da Regional Oeste, o projeto atende a uma reivindicação de jornalistas da região que manifestaram a importância do Sindicato promover discussões de interesse da categoria. A partir deste primeiro encontro, a direção do Sindicato pretende definir os próximos temas e convidados em conjunto com os participantes do projeto. A intenção é estabelecer temas e compartilhar com especialistas de diferentes áreas, com o objetivo de agregar novos conhecimentos aos profissionais do Jornalismo.

Maiores informações no telefone (49) 9959-0559 ou pelo email regionaloeste@sjsc.org.br.


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13 mar14:43

Sede regional do Sindicato dos Jornalistas foi inaugurada em Chapecó

Jornalistas de Chapecó e região participaram da Assembleia Regional da Campanha Salarial 2012 e da inauguração da subsede do Sindicato dos Jornalistas profissionais de Santa Catarina, em Chapecó, na quinta-feira, dia 8 de março. O momento, de reflexão e discussão para cerca de 30 profissionais, foi também de comemoração, já que pela primeira vez em 59 anos o SJSC tem uma subsede, na região mais distante geograficamente da Capital.

Diretores regionais Oeste Sirliane Freitas, Vagner Dalbosco, Veruska Tasca, Lilian Simioni, com o presidente Valmor Fritsche.

As discussões com relação às propostas da pauta de reivindicações para as negociações da Convenção Coletiva foram conduzidas pelo presidente do SJSC, Valmor Fritsche, e pela assessora jurídica Natália Calliari. Dentre as 52 cláusulas propostas, o enfoque das discussões aconteceu em aspectos como a saúde do jornalista, as horas extras e o desempenho de outras funções por parte dos jornalistas nas empresas empregadoras.

Ao final da leitura da pauta de reivindicações e das sugestões feitas pelos colegas jornalistas, uma pequena cerimônia marcou o início das atividades na sede regional oeste do SJSC. Inicialmente o diretor do sindicato Vagner Dalbosco falou representando todos os colegas do Oeste eleitos para o mandato 2011 a 2014 – Lilian Simioni, Sirliane Freitas e Veruska Tasca. Ele fez agradecimentos especiais para o Sindicato dos Trabalhadores na Saúde de Chapecó e Região (Sitessch), que ofereceu o espaço em sua sede de Chapecó.

A Regional Oeste do SJSC está localizada na Rua Mônaco, 297D, Bairro Passo dos Fortes. O atendimento acontecerá nas manhãs de terças (com plantão jurídico online), quartas e quintas-feiras. O telefone é da sede regional é o (49) 9959-0559. Contatos com os dirigentes também podem ser feitos pelo e-mail regionaloeste@sjsc.org.br.


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06 fev09:32

Jornalista de Chapecó cria blog para mães solteiras e faz sucesso na rede

Cristina Vieira* | cristina.vieira@diario.com.br

O relacionamento foi rápido, durou três meses e, por um vacilo, Flavia Werlang, 32 anos, ficou grávida. Ligou para o parceiro à espera de um alento. Foi um retumbante choque. O rapaz, na época com 27 anos, disse que também ficava com outra menina e que pretendia namorá-la e arrematou “vou até você para conversamos”. Sumiu. Flavia desabou em lágrimas. Chorou um final de semana inteiro. Na segunda-feira, contou ao pai, e o conselho dele foi vigoroso: você é uma mulher. Tem condições de ser pai e mãe dessa criança.

Luna está com um ano e três meses e é, incondicionalmente, o serzinho mais importante na vida de Flavia. O pai hoje fica com a menina em finais de semana alternados, mas não participou dos primeiros meses de vida da pequena e só viu a barriga de Flavia uma vez, por acaso e rapidamente, na rua.

A história acima é real. Publicada pela mãe na internet, provou ser compartilhada por muito mais mulheres do que se imagina. Dados do IBGE confirmam a pluralidade de mães solteiras no Brasil. De acordo com o estudo Indicadores Sociais 2010 do IBGE, mulheres sem cônjuge e com filhos representam 17,4% da população brasileira.

O blog Grávida Solteira completou um ano em janeiro. Às vezes, registra em um único dia picos de 20 mil acessos. Flavia recebe e-mails diários de mães pedindo conselhos e contando dilemas da aventura de ser mãe solteira. Por conta do sucesso, ela criou um grupo de discussões no Facebook que tem 79 membros.

- Eu jamais esperei tanta repercussão. Não imaginava que existiam tantas mulheres na mesma situação que eu – contou.

O blog não foi algo planejado por Flavia. A carioca que se mudou para Chapecó em 2009, e seis meses depois estava grávida, sentia-se sozinha, sem amigos, numa cidade distante. Tinha dificuldade de encontrar informações sobre como lidar com a gravidez sem um companheiro. Decidiu criar um blog para compartilhar o que sabia e poder contar a sua história.

Entre os assuntos mais comentados no blog estão a realização de exames de rotina de gravidez sem o pai do lado, a paquera depois da gravidez e o preconceito da sociedade:

- Uma das coisas que mais incomoda a mãe solteira é a falta de aliança. As pessoas, quando veem o barrigão, já olham automaticamente para sua mão procurando a aliança. Na sequência, vem a pergunta: e o pai? Ele está feliz? – conta Flavia.

A jornalista sente que só quando Luna completou oito meses de vida conseguiu superar a ausência do parceiro. Ela ensina sua fórmula:

- A gente sempre acha que vai mudar o cara e acaba criando expectativas. Quando caiu a ficha para mim de que isso nunca ia acontecer, eu superei. Outra coisa é se apegar à criança. O sorriso da Luna de manhã é a coisa mais maravilhosa do mundo. Às vezes, as mulheres ficam sofrendo, focadas no abandono ou no fim da relação, e não olham com foco para o filho que estão criando e como isso é fantástico.


Flavia Werlang assumiu a criação de Luna sozinha

É quase unanimidade entre mulheres prestes a dar à luz: homens demoram mais tempo para absorver a ideia de que serão pais. A gravidez é um momento em que as mudanças físicas se somam às psicológicas – e passar por tudo sozinha pode ser complicado. Segundo a psicóloga Daniela Panisi, colunista do site Meu Bebezinho, ter alguém para dividir anseios facilita os momentos de “padecimento emocional”.

Mas por que alguns homens não se interessam? Para a profissional, o motivo não está ligado à inconstância de sentimentos:

- Hoje o que vislumbramos é que as configurações de nossa sociedade pós-moderna produzem relações superficiais.

Essa aparente capacidade de não se prender emocionalmente também pode ser uma aliada das mães. Se conseguirem vencer o ressentimento em relação à ausência dos pais da criança que esperam, elas podem resolver os problemas sozinhas. O importante, ensina Daniela, é deixar o caminho livre para o diálogo.

- A mãe tem que manter uma comunicação com o filho, saber ouvi-lo e expor opiniões, deixá-lo formar as convicções sobre o pai – aconselha.

Fugir do pensamento inocente de que a família tradicional – pai, mãe e filhos na mesma casa – é garantia de que a prole seja plenamente saudável e feliz também ajuda a levar a vida de maneira mais racional:

- Existem muitos pais presentes (no lar) que são completamente ausentes da vida dos filhos. Em muitos casos, um avô, um tio, um amigo da família acaba ocupando esse papel de exemplo a ser seguido.


Associação para mães solteiras

O trabalho é um obstáculo para mães solteiras. A Associação das Mães Solteiras do Brasil (Amas) fornece cursos de capacitação. O projeto surgiu em janeiro deste ano e tem mais de mil pessoas envolvidas. Mais informações no site .

*Com Correio Brasiliense


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