Laudo

09 fev20:14

Encerra prazo do inquérito do Caso Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O prazo de conclusão do inquérito da morte do vereador Marcelino Chiarello, que já foi prorrogado uma vez, venceu nesta quinta-feira. O delegado Ronaldo Neckel Moretto, responsável pelo caso, disse que não pode informar se haverá prorrogação e nem se o laudo foi concluído, devido ao segredo de justiça. No entanto afirmou que haverá novidades “em breve”.

>> Polícia Civil de Chapecó prossegue inquérito para apurar causa da morte de Marcelino Chiarello

>> Laudo pericial caso Marcelino Chiarello

Chiarello foi encontrado morto em sua casa no dia 28 de novembro. A cena era de suicídio mas em seguida os delegados afirmaram que o suicídio havia sido forjado. A tese de suicídio voltou a circular nos últimos dias em comentários pela cidade. Mas o primeiro laudo do óbito, feito pelo médico legista Antonio De Marco, apontava como causas da morte asfixia mecânica e traumatismo crânio-encefálico.

Comente aqui
27 jan20:47

Família vai pedir acesso aos laudos

A deputada estadual Luciane Carminatti, que foi colega de Marcelino na Câmara de Vereadores de Chapecó antes de ser eleita para o legislativo, disse estar preocupada com a falta de informações e com a volta de teses como a de suicídio.

Ela também estranhou o pedido de sigilo no inquérito que investiga a morte de Marcelino Chiarello.

–Qual o objetivo disso- afirmou.

Ela informou que o advogado da família de Chiarello vai solicitar o acesso aos laudos. Ela considera que as informações sobre a possibilidade de suicídio vão contra o laudo do médico legista e à própria declaração inicial dos delegados. A deputada voltou a cogitar a possibilidade de federalização do caso.

– Se for necessário vamos chamar outros peritos para analisar o caso- declarou.

Até a exumação do cadáver de Marcelino pode ser realizada.


Comente aqui
27 jan15:16

Laudo pericial caso Marcelino Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O Diário Catarinense teve acesso ao laudo pericial médico da morte do vereador Marcelino Chiarello, ocorrida no dia 28 de novembro. No laudo, assinado pelo médico legista Antonio de Marco, foram identificadas várias lesões no corpo do vereador. Havia uma fratura no nariz, uma lesão no lado superior esquerdo da cabeça, provocada por uma pancada, e uma lesão no olho esquerdo. Havia ainda um hematoma no polegar direito e resíduos nas unhas. Na palma da mão esquerda, estava desenhada uma pirâmide.

Além disso as fotos do laudo mostram grande quantidade de sangue no rosto do vereador e manchas na camisa, tanto na frente quanto nas costas. Há também manchas de sangue na calça. A quantidade de sangue até chamou a atenção do delegado Augusto Mello Brandão, que considera um volume muito grande para se tratar de suicídio.

Parte do sangue escorreu do nariz em direção à orelha, que leva a deduzir que, ele estaria deitado quando o sangue escorreu. Os próprios delegados no início da investigação descartaram a tese de suicídio por essas informações.

No pescoço do vereador foram encontrados dois sulcos, um horizontal e outro oblíquo, provocados pela aça do notebook em que o vereador estava “pendurado” na janela de casa. O médico observou que um sulco tinha 42 centímetros de circunferência e a alça do laço da fita que estava no pescoço do vereador tinha 37,5 centímetros de circunferência .

>> Polícia Civil considera laudo médico inconclusivo

>> Advogado diz que a morte completou 50 dias sem qualquer informação concreta sobre o crime

>> PT acusa Estado de não priorizar caso Chiarello

Logo no dia do crime cinco delegados prestaram uma entrevista coletiva onde levantaram a hipótese de que o laço teria sido dado com o vereador no chão, pois era mais apertado que a circunferência do pescoço, e depois ele teria sido colocado próximo da janela. O delegado Alex Passos, que foi o primeiro delegado a chegar no local da morte, afirmou que não teria como ele ter dado o nó e depois ter se pendurado na grade. Não havia nem um banco ou apoio próximo ao corpo para que o vereador pudesse ter utilizado em caso de suicídio.

No primeiro atestado de óbito, o médico Antonio de Marco não coloca nem como suicídio, nem como homicídio a causa da morte. Ele assinalou a opção “outros”. Já na declaração da “causa mortis” para o seguro de vida de Chiarello, ele indica homicídio.

O Diário Catarinense tentou conversar hoje com o médico mas ele negou-se em dar entrevista.

– O que eu tinha que fazer está no laudo- disse.

Questionado se ele aponta homicídio ou suicídio declarou. –Veja o laudo e tire suas conclusões.


3 comentários
27 jan10:57

Caso Marcelino Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A Polícia Civil vai solicitar uma nova avaliação do laudo cadavérico da morte do vereador Marcelino Chiarello, ocorrida no dia 28 de novembro. Os delegados Ronaldo Neckel Moretto e Augusto Mello Brandão receberam nesta semana os laudos pericial, cadavérico e do local do crime, encaminhados pelo Instituto Geral de Perícias.

No entanto eles não ficaram satisfeitos com o resultado do exame cadavérico. –Há pontos inconclusivos- disse Brandão.

Ele não quis comentar sobre boatos de o laudo teria apontado suicídio.

–Se foi homicídio ou suicídio só vamos falar no final do inquérito-disse Brandão. Ele afirmou que o caso está sob segredo de justiça.

O delegado Ronaldo Neckel Moretto afirmou que o pedido de segredo de justiça foi solicitado na semana passada “para não prejudicar as investigações”.

>> Secretaria garante agilidade na investigação da morte do vereador de Chapecó.

>> PT acusa Estado de não priorizar caso Chiarello.

Brandão disse que a Polícia quer a opinião de outro médico sobre o exame cadavérico. E que vai aguardar os resultados. O certo é que uma nova prorrogação do inquérito será solicitada. Neste sábado, dia 28, completam dois meses da morte de Chiarello.

No dia da morte a primeira impressão era de suicídio. Mas, posteriormente, os própios delegados consideraram que o suicídio era forjado e começaram a tratar o caso como homicídio.

O atestado de óbito indicou como causa da morte a asfixia, causada pela fita em que o vereador foi encontrado enforcado na janela de casa, e por traumatismo craniano, causada por uma pancada na cabeça.

Brandão disse que, mesmo sem uma posição conclusiva, a Polícia Civil segue as investigações. Na semana passada foram tomados vários depoimentos. –Precisamos esclarecer todos os pontos- concluiu.


6 comentários
19 jan11:06

Produtores tem dificuldades de acessar o Proagro

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Até o início da semana 3,2 mil agricultores tinham encaminhado pedido ao banco do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária em Santa Catarina, em função das perdas com a estiagem. Mas bastou o início das avaliações técnicas na lavoura para constatar que muitos produtores que imaginavam receber uma compensação, vão ficar sem o benefício.

-Alguns estão retirando o pedido para não ter que pagar o laudo- explicou o gerente regional da Epagri de Chapecó, Valdir Crestani. Ele orientou que antes de fazer o pedido no banco, o produtor procure um técnico de confiança para fazer uma avaliação se vale a pena encaminhar o Proagro.

Para ter direito ao pedido de Proagro o produtor deve ter quebra de 30%. Mas, segundo o engenheiro agrônomo Ivan Carlos Chiapinotto, esses 30% não é da produtividade e sim da receita prevista.

Por isso o que deve ser levado em conta é o valor de estimativa de produção que o agricultor declarou no banco. Se ele declarou que iria colher 100 sacas numa área e o preço do milho era de R$ 22, a previsão de renda por hectare é de R$ 2,2 mil.

Alisson Baldissera, que trabalha no escritório da Epagri de Chapecó, citou que um produtor teve perda de 50% mas a previsão dele era colher 210 sacas por hectare. Ele fez um financiamento de R$ 7,4 mil e gastou mais R$ 3 mil do bolso para planta cinco hectares. Mas, mesmo com a quebra, as 110 sacas estimadas dariam uma renda bruta de R$ 15 mil, o suficiente para pagar o empréstimo.

- O problema no caso do seguro é que o preço do milho está alto- disse o engenheiro agrônomo Ivan Tormen.



O engenheiro agrônomo Ivan Tormen. esteve na propriedade de Marino Basso, no interior de Nova Itaberaba.



Ele foi na propriedade de Marino Basso, no interior de Nova Itaberaba. O produtor estimou uma quebra de 50% na lavoura de milho, para a qual pegou empréstimo de R$ 8 mil. Chegando lá Tormen constatou que o agricultor havia cortado 1,5 hectare da lavoura para as vacas,o que não é permitido. Além disso, nos 3,5 hectares que sobraram ele deveria colher pelo menos 300 sacas, o que daria R$ 8,1 mil, o suficiente para pagar o empréstimo. Mesmo ficando sem renda o agricultor foi orientado a não encaminhar o pedido de Proagro, pois ele seria indeferido e Basso teria que bancar o laudo, que custa R$ 190.

Mesmo ficando sem a safra do milho e perdendo 30% da renda do leite, ele não terá benefício do Proagro. A Federação da Agricultura Familiar da Região Sul já vinha alertando para o problema da falta de renda do agricultor, o que está se confirmando.


O problema

- Santa Catarina tem 130 mil contratos de custeio das lavouras com o Proagro

- Destes 3,2 mil tinham encaminhado pedido e perdas ao banco até segunda-feira

- Podem solicitar pedido ao banco produtores com perdas a partir de 30%

- O Proagro cobre só o valor do financiamento e mais uma cobertura de renda até R$ 3,5 mil.

- Ou seja, quem perder 100% da lavoura vai ter o empréstimo isento e poder receber 3,5 mil ou 65% da renda prevista (o que for de menor valor)

- Só vai receber o Proagro quem colher menos que o valor do empréstimo.

- Quem colheu R$ 2 mil e tem empréstimo de R$ 3 mil vai isentar apenas R$ 1 mil do empréstimo.

- Se o produtor não pedir o laudo e não ganhar o Proagro terá que pagar R$ 190 do laudo.



83 Municípios em situação de emergência

Irani e Peritiba também decretaram Situação de Emergência em SC.


Abelardo Luz

Águas de Chapecó

Águas Frias

Anchieta

Arvoredo

Bandeirante

Barra Bonita

Belmonte

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Caibi

Campo Erê

Caxambu do Sul

Chapecó

Cordilheira Alta

Coronel Freitas

Coronel Martins

Cunhataí

Cunha Porã

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Faxinal dos Guedes

Formosa do Sul

Flor do Sertão

Galvão

Guaraciaba

Guarujá do Sul

Guatambu

Iporã do Oeste

Ipuaçu

Iraceminha

Irati

Irani

Itá

Itapiranga

Jardinópolis

Jupiá

Lajeado Grande

Lindóia do Sul

Maravilha

Marema

Modelo

Mondaí

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro Verde

Palma Sola

Palmitos

Paraíso

Passos Maia

Peritiba

Pinhalzinho

Planalto Alegre

Ponte Serrada

Princesa

Quilombo

Riqueza

Romelândia

Saltinho

Santa Helena

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São João do Oeste

São José do Cedro

São Lourenço do Oeste

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Sul Brasil

Tigrinhos

Tunápolis

União do Oeste

Vargeão

Xanxerê

Xavantina

Xaxim


Lista atualizada em 18 de janeiro de 2012, pela Defesa Civil.



Comente aqui
12 jan02:22

Caso Marcelino Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Passados 46 dias da morte do vereador Marcelino Chiarello o Instituto Geral de Perícias (IGP) ainda não concluiu o laudo pericial. O documento é peça primordial para a sequência das investigações. –Eu preciso desse laudo senão fico de mãos amarradas- confirmou o delegado responsável pelo caso, Ronaldo Neckel Moretto.

Ele explicou que a investigação tem duas linhas, uma é a autoria do caso e outra é a materialidade do crime, que vai ser definida a partir da conclusão do laudo.

O diretor geral do IGP, Rodrigo Tasso, disse que não há nenhum problema de falta de equipamento ou pessoal para a realização do laudo. –É um caso bastante complexo- explicou. Tasso disse que ele mesmo determinou que não seja divulgado o laudo sem uma boa fundamentação.

Tasso afirmou que há vários elementos na morte do vereador, como a lesão na cabeça, lesão no nariz, o nó da fita em que o vereador estava pendurado na janela da casa, as manchas de sangue no chão. –Temos que ter a certeza de qual foi a dinâmica da morte- explicou.

O diretor do IGP disse que foram designados os melhores profissionais para o caso. São cinco pessoas trabalhando. Além dos peritos de Chapecó mais dois médicos legistas e um perito criminal de Florianópolis estão trabalhando no caso. Eles estiveram na terça-feira no Oeste trocando informações e analisando os dados. Até um especialista da Universidade Federal de Santa Catarina foi consultado.

A previsão é que em 20 dias o trabalho esteja concluído. O delegado Moretto disse que quer celeridade mas disse que prefere um laudo demorado e bem feito do que algo incompleto.

Na segunda-feira, quando o Fórum de Justiça e Ministério Público voltaram do recesso, ele pediu a prorrogação do inquérito, que foi concedida por mais 30 dias. Por enquanto o delegado disse que não houve alteração no rumo das investigações e não há informações de suspeitos.

Ele não descarta que o criminoso seja algum conhecido do vereador, já que ele foi para sua casa e não há sinais de arrombamento. Outra coisa que intriga é o crime ter sido praticado à luz do dia. –Há muita coisa estranha nesse caso- desabafou Moretto.


Vigília em homenagem ao vereador

A comunidade do bairro Santo Antônio, onde Marcelino Chiarello morava, organizou uma novena em homenagem à memória do vereador. Durante nove dias eles se encontraram todas as noites para rezar, cantar e refletir sobre a trajetória de Chiarello. Nos salão foi colocado um banner com a foto do vereador, mais cartazes, fotos e mensagens de entidades, sindicatos, alunos e amigos. Cerca de 60 pessoas participaram todos os dias das celebrações. A previsão para hoje, quando encerra a vigília, é reunir cerca de 500 pessoas.

O presidente da Associação dos Moradores do Bairro Santo Antônio, José Roberto Gregori, disse que sente-se angustiado com a falta de solução para a morte. Mas não perdeu a esperança. –A gente confia na justiça- disse. Ele afirmou que a comunidade está abalada e busca na oração o fortalecimento.

Um dos amigos de Chiarello, Geromil Matte, também está abatido. Ele afirmou que o vereador era muito participativo na comunidade. –Ele participava das audiências sobre segurança, infraestrutura e as demandas do bairro- explicou. Até a tradicional festa da comunidade, que ocorria em dezembro, foi adiada.

A comunidade confeccionou bandeiras pretas, camisetas e adesisvos que devem ser utilizados durante a vigília de hoje. Também está prevista uma caminhada com velas.




Comente aqui
05 out10:04

Motorista de caminhão é considerado culpado por 29 mortes em Descanso

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O laudo pericial do acidente com 29 mortes e 17 feridos, ocorrido no dia 5 de março, na BR 282, em Descanso, apontou que o acidente foi provocado pelo motorista da carreta placas de Pelotas, Fernando Zanetti Furtado, que transportava pranchas de madeira. A carreta que ia em direção ao Rio Grande do Sul tombou no quilômetro 639 e atingiu um ônibus de turismo placas de Horizontina, que levava moradores de Santo Cristo que iriam participar de uma confraternização em Pato Bragado-PR.

De acordo com o laudo a culpabilidade é do motorista do caminhão- a firmou o delegado da Polícia Civil de Descanso, Rudinei Charão Teixeira. O laudo aponta que a carreta entrou na curva que antecedeu a colisão em alta velocidade e, no final da curva, chegou a invadir parcialmente a contramão. Diz o laudo: “ao chegar no fim da curva o condutor do caminhão efetuou uma manobra brusca virando o volante para a direita tormando um raio de curvatura de 145 gaus”.


Cruzes lembram o acidente na BR 282.


Além disso o tacógrafo indicou que o veículo estava a 95,4 quilômetros por hora quando tombou. Os peritos chegaram à conclusão de que a alta velocidade mais o movimento brusco provocaram o tombamento da carreta, que levava pelo menos 27 toneladas de pranchas de madeira.

Nisso o caminhão e a carga atravessaram na pista. O ônibus, que trafegava a 70 quilômetros por hora no momento da colisão, ainda tentou tirar para a esquerda mas bateu contra a cabine da carreta. No local do acidente o limite é de 80 quilômetros por hora.

-O caminhão estava com velocidade acima do limite e o ônibus não- concluiu o delegado.

Entre o tombamento e o choque demorou apenas 1,89 segundos. A carroceria do caminhão chegou a arrastar 72 metros após o tombamento.

O tacógrafo também apontou que, às 2h20 da manhã, 42 minutos antes do acidente, o caminhão atingiu velocidade de 118 quilômetros por hora.

-Em vários momentos o motorista ultrapassou 90 quilômetros por hora e, em outros mais de 100- explicou o delegado.

Ele afirmou que, como o responsável pelo acidente morreu, o processo não deve ter prosseguimento na área criminal. No entanto deve servir para ações de indenização. Ele aguarda apenas um laudo complementar dos feridos de Santo Cristo-RS para fazer o relatório e concluir o inquérito, que será remetido ao Fórum de Descanso.


O que diz a perícia

1-Uma carreta bitrem Volvo placas de Pelotas, carregada com pranchas de madeira, que fazia o sentido São Miguel do Oeste/Maravilha, entrou em alta velocidade na curva, invadiu a pista contrária.

2-O motorista da carreta fez um movimento brusco para a direita, para volta à sua pista, nisso a carga pendeu e tombou a carreta

3-O caminhão atravessou na pista

4- Nisso um ônibus Scânia da empresa Nyland Turismo Ltda, placas de Horizontina, que fazia o sentido Maravilha/São Miguel do Oeste, não teve como evitar a colisão. O motorista tendou tirar levemente para a esquerda mas bateu na cabine.

5- A carreta deslizou por 72 metros para o lado direito e o ônibus saiu para o seu lado direito também, saído da pista e ficando escorado nas árvores do barranco.


Comente aqui