Leite

11 set11:48

Mercoláctea 2012 é apresentada em Chapecó

“Sem medo de errar: Santa Catarina tem o melhor leite do Brasil e um dos melhores do mundo”, afirmou o presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Marcos Zordan, durante o café da manhã de apresentação à imprensa da Mercoláctea 2012. A feira, que está na 4a edição, ocorrerá entre os dias 8 e 11 de novembro de 2012, no Parque da Efapi, em Chapecó. Serão mais de 120 expositores, negócios da ordem de 85 milhões de reais e mais de 15 mil visitantes-compradores.

O diretor da empresa Latina, organizadora da feira, Auro Pinto, destacou a importância dos eventos para o desenvolvimento econômico de Chapecó, falou sobre a programação da Mercoláctea 2012 e anunciou, como novidade para esta edição, a presença da Miniusina Via Láctea – uma estação de processamento de leite, produzido pelos animais expostos na feira, que será transformado em queijo e distribuído para degustação dos visitantes.

De acordo com o presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Maurício Zolet, o envolvimento de todos os parceiros demonstra a importância do setor leiteiro para a economia regional. Zolet observa que a entidade busca, permanentemente, a criação da estrutura necessária para a realização dos eventos e a atração de investimentos para todos os setores, inclusive o do leite.

Representando o presidente da Mercoláctea 2012, Odacir Zonta, o vice-presidente para assuntos estratégicos do Agronegócio da Fiesc, Mário Lanznaster, fez um resgate histórico da cadeia produtiva leiteira do oeste catarinense. Citou exemplos de países como a Nova Zelândia e Austrália, que conseguem produzir leite e derivados com baixo custo e destacou a importância do sistema cooperativo para o desenvolvimento da cadeia leiteira.

Paralelo à feira ocorrerá o Seminário Internacional do Leite, organizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Fórum Catarinense da cadeia leiteira, realizado pela Comissão Parlamentar Permanente do Leite da Câmara dos Deputados. Além disso, haverá Feira de comercialização de animais, produtos e serviços agropecuários; Feira de comercialização de equipamentos, produtos e serviços da indústria Láctea e Showroom de marcas e produtos lácteos.


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10 set19:03

Mercoláctea 2012 tem pré-lançamento em Chapecó

A programação oficial, as metas e objetivos da Mercoláctea 2012 serão apresentados nesta terça-feira, 11 de setembro, durante café da manhã para a imprensa, no Lang Palace Hotel, em Chapecó. A feira programada de 8 a 11 de novembro de 2012, no Parque da Efapi, deve reunir mais de 120 expositores, oportunizar negócios da ordem de R$ 85 milhões e atrair mais de 15 mil visitantes.

A Mercoláctea é promovida pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) e Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc). Organizada pela empresa Latina, a feira conta com apoio institucional da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos Leiteiros (Abcol), da União Nacional de Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes), Ascooper, Fiesc, Ciesc, Sesi, Senai, Iel, Epagri, Cidasc, Sindicato Rural de Chapecó e Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau.

Os patrocinadores da Mercoláctea são Banco do Brasil, Denacoop, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Governo Federal, Secretaria do Estado da Agricultura e da Pesca, Governo de Santa Catarina, Sebrae, Coopercentral Aurora, Fecoagro e Sicoob.

Paralelo à feira acontece o Seminário Internacional do Leite, organizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Fórum Catarinense da cadeia leiteira, realizado pela Comissão Parlamentar Permanente do Leite da Câmara dos Deputados. Além disso, haverá Feira de comercialização de animais, produtos e serviços agropecuários; Feira de comercialização de equipamentos, produtos e serviços da indústria Láctea e Showroom de marcas e produtos lácteos.

Informações sobre a 4a Mercoláctea podem ser obtidas no site www.mercolactea.com.br, pelo e-mail info@mercolactea.com.br ou pelo telefone (49) 3322 2292.


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23 mai15:51

Epagri ministrou curso de queijos e derivados de leite em São Carlos

A Epagri de São Carlos promoveu no Balneário Pratas um curso completo sobre fabricação caseira de queijos e derivados de leite, nos dias 15 a 17 de maio. Durante os três dias foram trabalhados o queijo colonial, queijo frescal, frescal temperado, ricota, keschmier, queijo mussarela e também doce de leite, leite condensado e iogurte. Além disso, foram feitas receitas de aproveitamento do soro, como o pão de soro, bebida láctea e balas de soro de leite. A instrutora foi a extensionista social da Epagri de Caibi, Jane Zanin.

O curso contou com a participação do engenheiro agrônomo, responsável pela Epagri local, Humberto Bicca Neto, que falou sobre a qualidade do leite, alimentação animal e ordenha higiênica. Também participou das palestras a médica veterinária da Cidasc de Chapecó, Luciane de Cássia Surdi, que palestrou sobre saúde animal e a importância do controle de exames da brucelose e tuberculose.

A extensionista da Epagri de São Carlos, a nutricionista, Lilian Castelani, falou sobre as boas práticas e os cuidados de higiene e limpeza na manipulação de alimentos.

- O público foi pequeno, porém foi discutido durante o curso que a qualidade e sabor do alimento preparado em casa não tem comparação, além disso, tem a questão econômica – destacou Lilian. Segundo ela, para se fazer o queijo colonial – que rendeu uma peça de 1,3 quilos – foram utilizados dez litros de leite, que quando vendidos a R$ 0,75 o litro (média) sairiam por R$ 7,50.

Para comprar este queijo no mercado, a um custo de R$ 15 o quilo em média, a peça sairia por R$ 19,50.

- São cerca de R$12 que não saem do bolso, sem contar a qualidade e a satisfação de servir um produto feito em casa. As participantes aproveitaram muito o conhecimento e as dicas que a instrutora repassou e todas saíram animadas para preparar em casa para a família os produtos aprendidos – completou Lilian.


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20 abr18:26

I Expo-Leite de Guatambu

A I Expo-Leite de Guatambu tem o objetivo de estimular ainda mais a bovinocultura de leite do município. Serão três dias de exposição. A Expo abre nesta sexta-feira e segue até o domingo, dia 22, no Parque de Exposições de Guatambu que fica próximo ao CTG Potro Sem Dono.

O evento deve reunir cerca de 250 expositores de animais, além de empresas de máquinas agrícolas, comércio local e artesanato.


Programação

Dia 20/04

20h

- Abertura oficial;

- Palestra sobre produção de silagem com Mikael Neumann;


Dia 21/04

9h

- Exposição de gado leiteiro (vacas, novilhas e terneiros da raça Illawarra);

- Concurso da bezerra mais bem criada em Guatambu;

- Exposição de artesanato;

- Exposição de máquinas agrícolas;


22h30

- Show Xiru Missioneiro e Grupo Chão Colorado [gratuito]


Dia 22/04

9h

- Exposição de gado leiteiro (vacas, novilhas e terneiros da raça Illawarra);

- Concurso da bezerra mais bem criada em Guatambu;

- Exposição de artesanato;

- Exposição de máquinas agrícolas;

Encerramento às 17h.


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13 abr11:14

Importação de leite é tema de audiência pública em Pinhalzinho

Acontece em Pinhalzinho nesta sexta-ferira uma audiência pública para discutir o controle da importação de leite e derivados que entram no Brasil a partir do Uruguai e da Argentina.

A iniciativa é do deputado estadual Mauro De Nadal através da Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa e conta com o apoio da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catarina – Fetaesc.

A audiência será no Salão Paroquial Católico de Pinhalzinho. Conforme explica o deputado, o Uruguai e a Argentina estão colocando leite no mercado brasileiro com preços muito baixos o que dificulta a concorrência do produto nacional.

- O leite é um produto diferenciado por que todo mês faz chegar dinheiro nas nossas pequenas propriedades. Além de fundamental para diminuir o êxodo rural e estimular a sucessão familiar no campo – afirma De Nadal.


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02 abr10:47

Atração de investimentos é tema do Interleite Sul

O ambiente institucional como fator de atração de investimentos para o setor de lácteos. Esse tema foi objeto de pesquisa do Milkpoint e será apresentado durante o 3o Simpósio Internacional sobre a Produção Competitiva de Leite – Interleite Sul. O evento inicia nesta terça-feira, dia 3, e encerra na quinta-feira, dia5, no Centro de Cultura e Eventos Plínio de Nes, em Chapecó. O simpósio deve reunir mil profissionais do setor, além de produtores, industrializadores e pesquisadores.

A pesquisa inédita será apresentada pelo coordenador geral do Interleite Sul, Marcelo Pereira de Carvalho, engenheiro agrônomo com mestrado em Ciência Animal e Pastagens. Ele é sócio-fundador e diretor-executivo da AgriPoint, que opera os sites MilkPoint, CaféPoint e FarmPoint . Carvalho também integra o Comitê de Política Econômica da Federação Internacional de Lácteos (FIL-IDF) e o Global Dairy Economists Group, grupo que reúne cerca de 20 economistas atuantes no mercado de leite em diversos países.

A rede AgriPoint possui mais de 210 mil pessoas cadastradas de 55 países, já treinou mais de 22 mil pessoas em cursos online e realizou 15 grandes eventos do setor leiteiro, entre eles o Interleite.

Marcelo Carvalho expõe que o Brasil passa por um período de forte crescimento na produção de leite. De uma taxa anual de aumento de 3,18% no período 1990 a 2000, o crescimento aumentou significativamente na década seguinte (4,43% de 2000 a 2010), atraindo investimentos na indústria e na produção. No entanto, de dois anos para cá a valorização do real tirou a competitividade externa novamente e o Brasil voltou a ser deficitário: consome mais leite do que produz e as exportações praticamente minguaram.

O coordenador realça que o Brasil continua tendo um dos mais altos potenciais para expansão da produção de leite no mundo, mas o desenvolvimento traz novos desafios, como a valorização da moeda e a competição com outras alternativas. – É necessário cada vez mais analisar essa nova realidade de forma a criar as condições para que continuemos a crescer como nos 10 anos anteriores. Nossas vantagens naturais não são mais suficientes – é preciso trabalhar a eficiência na produção e a coordenação na cadeia produtiva – destaca.


Programa intenso

Palestras de alto nível compõem a programação. Na terça-feira, as atividades iniciam às 9 horas com debate sobre competitividade dos sistemas de produção do Sul do país, reunindo os executivos Hernani Alves da Silva (Castrolanda), Selvino Giesel (Coopercentral Aurora) e Wagner B. Beskow (CCGL Tecnologia).

No período da tarde, a pauta tratará das tendências para o leite no Sul do país com os seguintes enfoques: mudanças na economia e na agricultura brasileira e seus possíveis impactos na oferta de leite, com Alexandre Mendonça de Barros (MBAgro) e mudanças no perfil do produtor de leite no Brasil: possíveis cenários futuros – revisão do projeto Cenários 2020, com Paulo do Carmo Martins (Embrapa).

Na sequência, será debatido o tema “Integração (verticalização) na produção de leite faz sentido como ferramenta para o aumento da eficiência de empresas do setor leiteiro?”, com palestra de Fábio Ribas Chaddad, da Universidade de Missouri.

Às 16h30, o MilkPoint fará apresentação de pesquisa sobre ambiente institucional como fator de atração de investimentos para o setor. Na sequência, o secretário adjunto de Agricultura de Santa Catarina Airton Spies apresentará um sumário do que foi discutido durante o dia.

Na quarta-feira, dia 4, o Interleite Sul reinicia às 8h30 com o professor Amauri Alfieri, da Universidade Estadual de Londrina, abordando os desafios impostos pelas doenças da reprodução. O professor Mateus Paranhos da Costa, da Unesp Jaboticabal, falará sobre conforto térmico e bem-estar animal como fatores limitantes para a produtividade de rebanhos leiteiros. Flávia Fontes, do Leite Integral/MilkPoint, prelecionará sobre como a criação da bezerra pode impactar sua vida produtiva futura.


Temas atuais

O período da tarde será ocupado com três temas: nutrição de precisão em busca de maior eficiência alimentar, com mínimo impacto ambiental (Alexandre Pedroso, Embrapa), manejo de pastagens tropicais para o Sul do país: desafios, limitações e potenciais (André Fischer Sbrissia, Udesc), e manejo de pastagens de inverno para o Sul do país na busca de maior conversão em leite (Paulo César de Faccio Carvalho, UFRGS).

A etapa final do Interleite Sul será cumprida na manhã de quinta-feira (5 de abril) a partir das 8h30, quando o pesquisador José Luiz Moraes Vasconcelos, da Unesp Botucatu, falará sobre Novidades para o desafio de emprenhar vacas de alta produção em clima quente.

Luiz Gustavo Nussio, docente da Esalq/USP, discorrerá sobre a tomada de decisão na escolha de híbridos para silagem. Marcos Veiga dos Santos, da FMVZ/USP, abordará o estágio atual do conhecimento aplicado sobre vacinas para a mastite bovina.

A programação será entremeada com intervalos (“milk break”) e espaços empresariais para anúncio de produtos e de inovações tecnológicas para o setor lácteo.

O Interleite Sul é uma realização é do MilkPoint e AgriPoint, em parceria com o Núcleo Oeste de Médicos Veterinários. Informações sobre o evento e as inscrições estão disponíveis no site www.interleite.com.br/sul.


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23 fev16:15

Importação excessiva de leite prejudica produtor e indústria em SC

O Brasil está fazendo importações excessivas, predatórias e possivelmente fraudulentas de leite, prejudicando produtores rurais e indústrias. A “farra” da importação maciça de leite em pó de países do Mercosul foi duramente criticada pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC).

O presidente da FAESC, José Zeferino Pedrozo, disse que o governo deve investigar o expressivo e suspeito crescimento das importações de lácteos em janeiro deste ano, conforme denunciado ao Ministério da Agricultura pela Câmara Setorial do Leite da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

Em janeiro as importações de lácteos dispararam e atingiram 11.753 toneladas de leite em pó (equivalente a 200 milhões de litros de leite), muito acima da média mensal do ano de 2011 que foi de 7.162 toneladas. Somente as importações de leite em pó do Uruguai somaram 6.221 toneladas, volume 67% acima das 3.750 importadas em janeiro do ano passado.

Pedrozo suspeita da triangulação nas vendas por países vizinhos e parceiros do Mercosul. Outros países poderiam estar utilizando o Uruguai como escala para entrar no mercado brasileiro, aproveitando-se da tarifa zero no comércio dentro do Mercosul.

- É uma concorrência predatória, que desestrutura a produção nacional – argumenta o dirigente. O crescimento expressivo na importação ainda não teve pressão sobre os preços internos por causa da redução da captação de leite provocada pela estiagem no sul do país e excesso de chuvas em Minas Gerais.

O presidente da FAESC afirma que não pretende qualquer tipo de proteção ao mercado interno, mas coibir as práticas desleais de comércio, que trazem graves prejuízos aos produtores de leite catarinenses.

Critica a não fixação de cotas de importação e a revogação, ainda em 2010, das licenças de importações não-automáticas do Uruguai, o que facilita a entrada de produtos no Brasil. O dirigente adverte que haverá recuo da produção leiteira e o sucateamento dos laticínios e propriedades rurais, pois em breve os produtores terão que comercializar o leite abaixo dos custos de produção.


Cotas

O presidente da FAESC reivindica a definição de cotas para o Uruguai, como ocorreu com a Argentina, também integrante do Mercosul, e justifica os custos mais elevados do produtor brasileiro: a alta tributação vigente no Brasil prejudica os produtores nacionais, ampliando a desvantagem competitiva em relação ao Uruguai. No Brasil, os pecuaristas de leite pagam 9,25% de Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) em insumos como ração e sal mineral. Estes itens representam cerca de 40% do custo operacional total da produção.

Esta não é a primeira vez que a Faesc protesta contra o surto de importações de leite em pó proveniente do Uruguai. A Federação alerta que, acrescidas a entrada de produtos lácteos de terceiros mercados, essa importação inviabiliza a competitividade dos produtores de leite brasileiros, que não conseguem concorrer com o volume de subsídios aplicados aos produtores desses países.

O presidente lembra que os demais exportadores considerados competitivos no mercado mundial, a exemplo da Argentina e do Uruguai, adotaram práticas desleais de comércio para continuar exportando seus excedentes.

Em 2009, uma crise semelhante envolveu Brasil e Uruguai. Na ocasião, além de subfaturamento, os parceiros do Mercosul realizavam pagamentos diretos aos seus produtores, ou seja, também subsidiavam a produção. A Faesc e a CNA chegaram a solicitar o cancelamento das importações de leite em pó do Uruguai e de outros países para a redução das distorções do mercado internacional do leite.


Efeitos

O leite é o principal produto de grande parte dos estabelecimentos rurais. Santa Catarina produz 2,2 bilhões de litros/ano gerados por 60.000 estabelecimentos rurais e processados por 23 indústrias de laticínios. O Estado ocupa a sexta posição nacional como maior produtor, concentrando 72% da produção no Oeste, onde a maioria dos produtores é vinculada às cooperativas. As pequenas propriedades (com menos de 50 hectares) respondem por 82% do leite produzido.


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15 fev17:35

Ipumirim decreta situação de emergência

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Subiu para 93 o número de municípios em situação de emergência em Santa Catarina, devido a estiagem. Segundo a Defesa Civil são mais de 590 mil pessoas afetadas. Concórdia também decretou, porém a documentação ainda não foi recebida pela Defesa Civil.

Em Ipumirim as perdas na produção de milho passam dos 20%. Segundo levantamento da Epagri, 70% da área plantada foi atingida. – A estimativa inicial era colher 9600 toneladas, devido a estiagem, foram perdidas 1344 toneladas de grãos. Um prejuízo de R$ 672 mil – disse Nédio Luis Patzlaff, representante da Epagri.

Já a produção leiteira teve uma redução de 10%, um prejuízo de R$ 337.500,00. Nédio acredita que as perdas no leite devem continuar, pois a pastagem de verão está comprometida e a pastagem de inverno ainda não pode ser plantada.


93 Municípios em situação de emergência

Os últimos decretos foram de Ipumirim, Iomerê, Jaborá e Piratuba. Concórdia também decretou, porém a documentação ainda não foi recebida pela Defesa Civil do Estado.


Abelardo Luz

Águas de Chapecó

Águas Frias

Alto Bela Vista

Anchieta

Arvoredo

Bandeirante

Barra Bonita

Belmonte

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Caibi

Campo Erê

Caxambu do Sul

Celso Ramos

Chapecó

Concórdia*

Cordilheira Alta

Coronel Freitas

Coronel Martins

Cunhataí

Cunha Porã

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Faxinal dos Guedes

Formosa do Sul

Flor do Sertão

Galvão

Guaraciaba

Guarujá do Sul

Guatambu

Iomerê

Iporã do Oeste

Ipuaçu

Ipumirim

Iraceminha

Irati

Irani

Itá

Itapiranga

Jaborá

Jardinópolis

Jupiá

Lajeado Grande

Lindóia do Sul

Maravilha

Marema

Modelo

Mondaí

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro Verde

Paial

Palma Sola

Palmitos

Paraíso

Passos Maia

Peritiba

Pinhalzinho

Piratuba

Planalto Alegre

Ponte Serrada

Presidente Castello Branco

Princesa

Quilombo

Riqueza

Romelândia

Saltinho

Santa Helena

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São João do Oeste

São José do Cedro

São José do Cerrito

São Lourenço do Oeste

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Sul Brasil

Tigrinhos

Tunápolis

União do Oeste

Vargeão

Xanxerê

Xavantina

Xaxim


Lista atualizada em 15de fevereiro de 2012, pela Defesa Civil.

*A Defesa Civil do Estado ainda não recebeu a documentação do município.


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09 fev15:54

Prefeito mobiliza lideranças para manter laboratório de análise do leite em Concórdia

O prefeito João Girardi está mobilizando lideranças estaduais e federais para manter em Concórdia o Laboratório de Análise do Leite, que está instalado no campus da Universidade do Contestado.

- Temos que manter o laboratório em nosso município. Afinal, temos a maior bacia leiteira do estado. Os produtores de leite precisam que este laboratório permaneça aqui – disse.

Segundo Girardi, o acesso às análises do leite, cerca de 30 mil análises mensais, seria prejudicado se instalado em outra cidade.

Um ofício será encaminhado ao governo do Estado de Santa Catarina e também ao Ministério da Agricultura.


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21 jan14:25

Consumo cai, mas preço do leite continua bom para criador em SC

O Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de Leite (Conseleite) projetou em 64 centavos o valor de referência para pagamento aos produtores rurais pelo litro de leite-padrão produzido em Santa Catarina, mas, na prática, o mercado continua pagando bem mais. O preço pago aos criadores na compra de leite cru pelas indústrias continua na faixa de R$ 0,86 por litro e mantém a escalada de recuperação iniciada em 2011.

Reunido nesta semana em Campos Novos, o Conseleite projetou em R$ 0,7454 o leite acima do padrão, em R$ 0,5893 o leite abaixo do padrão e em R$ 0,6482 o leite padrão. Essas projeções são inferiores em 1 centavo ao mês de dezembro e serão confirmadas ou reajustadas na próxima reunião mensal do Conseleite, ocasião em que serão anunciados os números definitivos de janeiro e a projeção dos valores para fevereiro.

O vice-presidente do Conseleite e vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc), Nelton Rogério de Souza, explicou que os números definidos pelo conselho refletem uma situação mercadológica: o consumo cai em janeiro e fevereiro em razão das férias escolares e da paralisação do serviço de merenda escolar. O mercado se retrai em razão do calor e do alto consumo de outras bebidas.

O diretor de agropecuária da Coopercentral Aurora e presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Marcos Antonio Zordan, confirma que as condições do mercado recomendariam uma redução nos preços. Os laticínios, porém, estão pagando valores acima dos preços de referência para manter a cadeia produtiva organizada e a produtividade elevada da pecuária leiteira.

Desde o início da entressafra, em abril do ano passado, os produtores melhoraram o nível de remuneração. Em alguns momentos o preço esteve em 1 real o litro. A entressafra acabou e os preços continuaram em alta. Os bons produtores – aqueles que têm qualidade e volume elevado – estão recebendo bons preços.

- Essa escalada de recuperação de preços devolveu a lucratividade à atividade leiteira na hora certa, porque os custos de produção em 2011 cresceram, especialmente os preços do milho e da soja, principais insumos da ração animal – explica Nelton.

Quadro

O leite é uma riqueza econômica e nutricional em Santa Catarina. Sexto produtor nacional, o Estado gera 1,9 bilhão de litros/ano. Praticamente todos os 190 mil estabelecimentos agropecuários produzem leite que gera renda mensal às famílias rurais e contribui para o controle do êxodo rural. O oeste catarinense responde por 60% da produção com cerca de 50 mil estabelecimentos rurais.


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