Leite

14 dez15:21

24,7 mil litros de leite arrecadados

A Organização Não Governamental (ONG) Moradia e Cidadania, formada por funcionários da Caixa Econômica Federal, divulgou nesta quarta-feira o resultado da campanha de doação de leite feita nas agências da Caixa e lotéricas de Chapecó. O evento foi na agência Desbravador e contou com a presença das entidades beneficiadas, parceiros da campanha, empregados e clientes da Caixa.

A ação, que consistia na abordagem dos clientes do banco, incentivando-os a fazer doação em dinheiro para compra de leite, teve o apoio dos empregados do banco e de mais quatro empresas (a própria Caixa, Terra Viva, J. Batirolla e Cooperativa Central Aurora). Em duas semanas de campanha foram arrecadados 24.768 litros do produto, superando em 45% as expectativas dos organizadores da ação, que tinha meta de arrecadar 17 mil litros do produto.


Rateio

O total do leite arrecadado foi doado proporcionalmente ao número de pessoas atendidas, para as seguintes entidades:

Associação de Voluntários do Hospital Regional (AVHRO): 6.420 litros;

Ação Social Diocesana (Albergue): 2.004 litros;

Centro de Convivência do Idoso – Asilo: 420 litros;

Sociedade Espírita Bezerra de Menezes: 4.284 litros;

Sociedade Espírita Nosso Lar: 1.716 litros;

Verde Vida: 4.212 litros;

Programa Viver: 2.148 litros;

Centro Terapêutico Dilso Cecchin: 600 litros;

Casa de Recuperação Renascer: 600 litros;

Centro Espírita Gotas de Luz: 2.364 litros.


Nestes doze anos que a ONG promove a campanha, 103.084 litros de leite foram arrecadados e distribuídos para entidades que atendem pessoas carentes da cidade e região.

Segundo o coordenador do Comitê Regional da ONG Moradia e Cidadania, João Guilherme Comerlatto, a parceria para a campanha que a ONG faz a cada final de ano vem dando certo. – Ficamos surpresos com o volume de doações feitas e isto mostra que as pessoas da nossa região estão envolvidas com o bem estar do próximo – frisou Guilherme.


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13 dez14:13

Resultado da campanha

A Organização Não Governamental (ONG) Moradia e Cidadania, formada por funcionários da Caixa Econômica Federal, divulga nesta quarta-feira, 14, o resultado da campanha de doação de leite, que aconteceu nas agências do banco e nas casas lotéricas da cidade, entre 28 de novembro e 09 de dezembro.

O evento acontece às 9 horas na agência Desbravador (Rua Sete de Setembro) e conta com a presença de representantes de 10 entidades beneficentes de Chapecó, que serão beneficiadas pelo rateio das doações feitas pelos clientes e funcionários da instituição. Participam também os parceiros da campanha: Caixa, Terra Viva, J. Batirolla e Cooperativa Central Aurora.


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28 nov15:07

Lançada campanha de doação de Leite em Chapecó

A Organização Não Governamental Moradia e Cidadania, formada por empregados da Caixa Econômica Federal, com o apoio de mais quatro empresas (CAIXA, Terra Viva, J. Batirolla e Cooperativa Central Aurora), lançaram nesta segunda-feira, 28, uma campanha que visa arrecadar leite longa vida. Os produtos serão entregues para 10 entidades de Chapecó que atendem pessoas carentes. A campanha vai até o dia nove de dezembro.

O lançamento foi na agência Chapecó e contou com a presença dos parceiros da ação, dos representantes das entidades beneficentes e do coral infantil do Programa Viver, que faz uma apresentação cultural.


A campanha

O coordenador regional da ONG Moradia e Cidadania, João Guilherme Comerlatto explicou que as cinco unidades da CAIXA de Chapecó (Centro, Rua Sete de Setembro, Justiça Federal, Unochapecó e Efapi) mais as casas lotéricas da cidade irão expor o leite longa..

- O cliente, ao ser atendido, será convidado a fazer sua doação, que será convertida em litros de leite, a preço subsidiado pelos fornecedores – salientou.

Toda a arrecadação será entregue no dia 14 de dezembro para as entidades: Associação de Voluntários do Hospital Regional (AVHRO), Ação Social Diocesana (Albergue), Centro de Convivência do Idoso (CCI), Sociedade Espírita Bezerra de Menezes, Sociedade Espírita Nosso Lar, Verde Vida, Programa Viver, Centro Terapêutico Dilso Cecchin, Casa de Recuperação Renascer e Centro Espírita Gotas de Luz.

- Este é o décimo segundo ano da campanha e a meta da ONG Moradia e Cidadania de Chapecó é receber mais de 17 mil litros de leite – disse João Guilherme.


Balanço

Nos últimos 11 anos, 78316 litros de leite foram arrecadados e distribuídos para entidades que atendem pessoas carentes da cidade e região. No ano passado foram arrecadados 17 mil litros que foram entregues para dez entidades de Chapecó.


ONG Moradia e Cidadania

A ONG Moradia e Cidadania é classificada com Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) e não tem fins lucrativos. Esta qualificação é decorrente da lei 9.790 de 23/03/99. Além da campanha anual do leite, a entidade coordena o grupo “Amigos da Alegria”, que faz quinzenalmente apresentações artísticas para animar os pacientes na ala de quimioterapia e radioterapia do Hospital Regional de Chapecó e, bimestralmente, para os moradores do Centro de Convivência do Idoso Auri Bodanese e no albergue do município.

Ainda, através de trabalho voluntário, a ONG apoia projetos de inclusão social alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Um deles, na nossa região, atendeu a comunidade indígena Aldeia Kondá, de Chapecó, com implantação de uma horta comunitária, em parceria com a Unochapecó.


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23 out14:34

Audiência Pública da Cadeia Produtiva do Leite

A subcomissão da Cadeia Produtiva do Leite da Câmara dos Deputados se reúne em audiência pública na segunda, dia 24. O encontro acontece às 9h na Epagri em Chapecó.

Na pauta estão para discussão os aspectos sanitários, fiscais e ambientais, além de questões como a carga tributária, as medidas de proteção e fixação de preços, o combate aos cartéis e a pesquisa e inovação.

A Subcomissão da Cadeia Produtiva do Leite é formada por deputados federais e foi constituída para acompanhar e propor medidas sobre a produção de leite no mercado nacional. Parlamentares buscam a adoção de medidas como a fixação de preço justo para os produtores; o estabelecimento de mecanismos de proteção do mercado interno de importação de produtos subsidiados e ainda a redefinição da carga tributária sobre leite in natura.

Uma das principais preocupações dos parlamentares é o volume de leite importado que entra no país prejudicando o mercado interno. Os deputados buscam nos ministérios da Agricultura e Indústria e Comércio a formalização de acordos com outros países para limitar a entrada do produto estrangeiro e proteger o mercado nacional.

Um dos projetos já protocolados na Câmara dos Deputados prevê que o poder público compre apenas o produto nacional em licitações. O deputado federal Celso Maldaner (PMDB-SC), vice-presidente da Comissão de Agricultura, foi o autor do requerimento para realização do encontro em Chapecó. Outras audiências já aconteceram no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

Participarão da audiência os deputados federais Domingos Sávio (PSDB-MG), presidente da Subcomissão; o relator Alceu Moreira (PMDB-RS) além de outros parlamentares federais e estaduais, prefeitos, produtores e técnicos ligados ao setor, cooperativas e laticínios.


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30 set17:01

Leite, qualidade e renda

A produção leiteira voltou a ser considerada uma das atividades rurais de mais rentabilidade para os produtores.O resultado operacional da atividade leiteira é positivo desde maio de 2010, segundo os custos de produção levantados pelo Conselho Paritário Produtor/Indústria de Santa Catarina, o Conseleite.

Em reunião o Conseleite/SC estabeleceu o preço de referência para o leite padrão, no mês de agosto/11, em R$ 0,721 o litro e projetou o preço de referência para setembro/11 em R$ 0,7256 o litro. Os valores se referem ao leite posto na propriedade e com o INSS incluso. O preço final de agosto/11 foi 6,6% superior ao preço final de julho/11 (R$ 0,6771). Para setembro/11, a projeção apresenta um aumento de 0,5% em relação ao preço final de agosto/11.

O vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) e do Conseleite, Nelton Rogério de Souza, aponta que em 2011 a remuneração do produtor de leite foi expressiva: os preços recebidos pelos produtores, posto na indústria, nos meses de fevereiro, maio e agosto, foram maiores que os custos de produção, respectivamente, 5%, 13% e 15%.

Situação inédita

Desde 2008 quando os custos começaram a ser calculados, destacando-se pela margem de lucro do produtor e pelo tempo que a margem se mantém elevada, essa situação é inédita.

O preço médio recebido pela maioria dos produtores catarinenses, no mês de agosto/2011 foi de R$ 0,79 por litro de leite posto na plataforma da indústria, segundo o levantamento sistemático de preços efetuado pelo Epagri-Cepa. Este é o maior preço recebido pelos produtores nos últimos anos. Apesar disso, o preço médio em Santa Catarina situa-se abaixo do preço médio nacional.

Levantamento do Cepea revela que, por três meses consecutivos (junho, julho e agosto), o preço pago ao produtor catarinense ficou abaixo do preço médio nacional. Esta situação se deve, principalmente, ao baixo nível da oferta no Sudeste e no Centro-Oeste brasileiro e a guerra fiscal entre os Estados.

De acordo com Nelton de Souza, não há consenso no mercado quanto ao prognóstico de preços para o próximo pagamento. A maioria dos agentes econômicos vislumbra uma queda no preço do leite, que está sendo entregue neste mês, entre dois e quatro centavos por litro de leite.

Outras avaliações convergem para a estabilidade dos preços, com o argumento de que a demanda continua aquecida e os preços praticados no atacado e no varejo estão dando sustentação ao preço do leite em nível de produtor.

Produção catarinense

Os dados levantados pelo Epagri-Cepa indicam que a produção catarinense, nos meses de maio, junho, julho e agosto de 2011, cresceu, em média, em torno de 10% ao mês. Para setembro/11, no entanto, o crescimento pode chegar a 15% em relação a agosto/11. Este cenário, em grande parte, pode ser estendido para o Rio Grande do Sul e para o Paraná.

A base produtiva do leite, em Santa Catarina, é formada por 60 mil estabelecimentos rurais que geram 1 bilhão 900 milhões de litros de leite ao ano. Essa matéria-prima é 90% processada por 23 indústrias de laticínios. Santa Catarina ocupa a sexta posição nacional, mas caminha rapidamente para 5a posição. A produção está concentrada em 64% no Oeste, onde a maioria dos produtores é vinculada às Cooperativas. As pequenas propriedades (com menos de 50 hectares) respondem por 82% do leite.


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26 set10:03

Agronegócio no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O Oeste Catarinense está na mira de grandes investimentos. Entre o segundo semestre deste ano e o final 2012, o agronegócio da região vai somar R$ 420 milhões em investimentos. Isso, contando apenas os projetos de cinco grandes empresas que prometem gerar cerca de 2,5 mil empregos diretos.

Juntas, as obras ultrapassam o valor do projeto anunciado como o maior do Estado neste ano — o investimento de US$ 200 milhões (em torno de R$ 370 milhões) da gigante do aço ArcelorMittal na sua unidade de São Francisco do Sul, no Norte do Estado.

O presidente da Companhia Integrada para o Desenvolvimento Agrícola do Estado (Cidasc), Enori Barbieri, diz que o valor dos investimentos e do número de vagas no Oeste Catarinense estão acima da média histórica da região e que isso representa uma retomada do setor.

— Santa Catarina vive um de seus melhores momentos no agronegócio — comemora.

Na análise do diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados (Sindicarnes) e da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Ricardo Gouvêa, o Brasil está se transformando no grande fornecedor mundial de proteína animal e Santa Catarina se destaca nesse cenário. Ele lembra que a crise internacional de 2008 levou empresas da região a suspenderem investimentos. Agora, apesar de uma nova crise na Europa, os projetos são retomados.

Ele cita, como exemplo, a Brasil Foods (BRF), que antes estava mais preocupada com a fusão entre a Sadia e a Perdigão, e agora passa a ter uma atuação mais forte, retomando os investimentos.

— Vamos por o pé no acelerador — anuncia o presidente do Conselho de Administração da BRF, Luiz Fernando Furlan, que esteve na semana passada em Chapecó. A Marfrig, que comprou a marca Seara, também está investindo na modernização das plantas. E empresas como a Coopercentral Aurora também são obrigadas a investir para não ficar para trás.

Diferencial sanitário

A retomada dos investimentos dos frigoríficos em Santa Catarina tem muito a ver com o diferencial sanitário do Estado, o único no país com certificado de Zona Livre de Aftosa Sem Vacinação.

Esse status diferenciado pode começar a dar novos frutos ainda neste ano. Uma missão do Japão esteve visitando o Estado no início do mês. Em outubro, será a vez do governo do Estado visitar o Japão, com a meta de assinar o sonhado acordo de fornecimento de carne para este país. Barbieri, da Cidasc, explica que o Japão é referência na Ásia e na esteira do contrato viriam os mercados da Coreia do Sul e China. Ele diz que há disposição dos grandes frigoríficos em fazer plantas específicas para exportar para o Japão e que a autorização de exportação traria uma nova onda de investimentos a Santa Catarina.

Novos investimentos

Outro fator para a atração de investimentos no Oeste Catarinense é o crescimento da bacia leiteira da região, que responde por 70% da produção do Estado.

De acordo com o diretor da Cidasc, Enori Barbieri, o crescimento está próximo de 15% neste ano.

— Nosso custo é mais barato pois temos mão de obra familiar, produção à pasto e chuva o ano inteiro — explica, lembrando que o setor está atraindo novos empreendimentos.

Um exemplo é o Laticínios Bela Vista, dono da marca Piracanjuba, que é de Goiás e investiu R$ 35 milhões na unidade de Maravilha, inaugurada neste mês. A indústria tem capacidade de processamento para 450 mil litros por dia. A meta é chegar a 1,5 milhão de litros/dia até 2015.

— Escolhemos estrategicamente Santa Catarina, que hoje conta com a produção de seis milhões de litros diários — afirma o diretor da empresa, Marcos Helou.

O presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster, lembra que as cooperativas e indústrias do setor estão investindo em programas de qualidade e melhoria genética.

— Vacas que produziam quatro litros por dia hoje produzem oito e devem chegar a produção de 12 litros por dia — afirma.


>> Confira o mapa de investimentos no Oeste


Preço ao produtor também melhorou

Lanznaster acredita que a produção de leite pode dobrar no prazo de cinco anos. O presidente da Aurora diz, ainda, que a entrada das cooperativas na industrialização ajudou a melhorar o preço, que há quatro anos estava entre R$ 0,50 e R$ 60 o litro e, atualmente, está em R$ 0,77, com alguns produtores ganhando até R$ 0,90 por litro.

Em julho, a Aurora Alimentos inaugurou o laticínio de Pinhalzinho, com capacidade de processamento de 2,2 milhões de litros de leite por dia, incluindo uma torre de produção de leite em pó. O investimento foi da ordem de R$ 180 milhões.

O secretário de Agricultura do Estado, João Rodrigues, anuncia que nos próximos dias o governo do Estado vai lançar um programa de melhoria da qualidade genética do rebanho catarinense, com distribuição de embriões, para aumentar ainda mais a produtividade.


DIÁRIO CATARINENSE

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