Livro

09 dez16:14

Social: Livro ‘Ser um Guerreiro’ do escritor chapecoense Volmir Parizotto é lançado

O escritor chapecoense, Volmir Parizotto, lançou no início do mês de dezembro o livro Ser um Guerreiro. A palestra de lançamento foi na Cantina do Centro Empresarial da ACIC e contou com a presença de cerca de 200 pessoas.

O livro é uma aventura pelo Império Inca, revelando os sete princípios de um guerreiro. A obra procura resgatar os poderes e o potencial latente no interior de cada ser humano.

Na palestra Volmir falou dos sete princípios de um guerreiro: Força de Vontade, Humildade, Foco, Determinação, Ousadia, Comprometimento e Convicção Inabalável, virtudes necessárias para quem quer realizar suas obras e ser um vencedor. Parizotto chamou atenção para a falta de vontade por parte das novas gerações e disse que é preciso despertar no jovem a capacidade de sonhar e batalhar pela concretização de seus projetos de vida.


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03 dez14:15

Livro Ser Um Guerreiro será lançado em Chapecó

O escritor chapecoense, Volmir Parizotto, lança nesta terça-feira, dia 4 de dezembro o livro Ser Um Guerreiro. O evento acontece na Cantina do Centro Empresarial em Chapecó, às 20h30.

Segundo Volmir essa é a terceira obra da carreira.

- Não tenho dúvidas ao dizer que a arte de escrever é fantástica. Por meio dos livros, incentivo as pessoas a embarcarem em um novo mundo – disse o escritor.

Mais informações com o escritor através do email volmiparizotto@hotmail.com.


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05 set14:42

Biblioteca Pública de Chapecó tem acervo atualizado

A Biblioteca Pública Municipal Neiva Maria Andreatta Costella de Chapecó participou do Projeto Portal do Livro da Fundação Biblioteca Nacional, um programa governamental de apoio às bibliotecas. Com o projeto foi contemplada com R$ 17.295,47 em livros de diferentes gêneros, adquiridos de editoras participantes do projeto.

Já foram entregues 1.343 novos livros. Os novos exemplares já estão à disposição dos leitores chapecoenses. O acervo da Biblioteca passa de 45 mil exemplares.

A Biblioteca Pública de Chapecó fica na Rua Benjamin Constant, 110E, no Calçadão. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, sem fechar ao meio-dia.


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10 ago08:55

Fundação Logosófica comemora cinquentenário do livro Deficiências e Propensões do Ser Humano

A Fundação Logosófica de Chapecó realiza nesta sexta-feira o evento comemorativo aos 50 anos de lançamento do livro Deficiências e Propensões do Ser Humano. A programação inicia às 19h30, na livraria Educativa, na esquina das ruas Barão do Rio Branco e Fernando Machado, em Chapecó.

Durante o evento o presidente do Conselho Diretivo da Fundação Logosófica de Chapecó, Gilson Vivian, fará uma breve apresentação do livro para imprensa, autoridades, estudantes e demais convidados. A obra foi escrita pelo pensador e humanista argentino Carlos Bernardo González Pecotche (1901-1963) que dedicou sua vida ao estudo e à criação da Logosofia, ciência que orienta o ser humano a buscar sua evolução consciente.

No livro o autor mostra 44 deficiências e 22 propensões que atrapalham a vida das pessoas tanto na família, quando no trabalho ou em outros ambientes. Um dos exemplos é a intolerância. Gonzalez Pecotche coloca que o intolerante é um ser rígido e que muitas vezes não respeita ideias e comportamentos alheios. É aquela pessoa que briga com o colega de trabalho por causa de um clipe fora do lugar. Para abrandar e eliminar essa característica o autor recomenda a tolerância. Mas essa tolerância deve ser utilizada de modo construtivo, a fim de que a pessoa corrija características de desordem. Afinal, ele ensina que “a tolerância termina quando começa o abuso”.

Pecotche também recomenda paciência inteligente para combater a impaciência. Não é uma paciência passiva, esperando que tudo caia no colo e se resolva por si. Mas uma paciência ativa, que movimenta as coisas e depois aguarda o tempo necessário para que as tarefas se cumpram. Aos tímidos, o autor recomenda resolução. Aos que falam demais, que sejam concisos. Ou seja, a obra que completa 50 anos nos traz técnicas para cultivarmos o equilíbrio e a serenidade.

Ao final do evento haverá sorteio de alguns livros e também venda a preço promocional, para os interessados em adquirir novos conhecimentos para a vida.


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12 jul17:10

Livro retoma discussão sobre a passagem de Saint-Exupéry, autor de "O Pequeno Príncipe", por Florianópolis

Viviane Bevilaqua | viviane.bevilacqua@diario.com.br

O livro Os Aviadores Franceses, a América do Sul e o Campeche, do escritor João Carlos Mosimann, que será lançado nesta quinta, em Florianópolis, coloca mais ingredientes na discussão sobre se o aviador e escritor francês Antoine de Saint-Exupéry esteve ou não em Florianópolis, lá pelos anos 1929-30.

Alguns pesquisadores afirmam que sim. Ele pousou seu avião no Campeche, tornou-se amigo dos manezinhos e se deliciou com a culinária. Outros historiadores dizem tratar-se de uma lenda que foi se propagando com o tempo. A única certeza que se tem é a da polêmica.

Na obra, Mosimann enaltece o trabalho realizado pelos pioneiros aviadores franceses da Aéropostale, conta detalhes do trabalho destes “heróis dos ares”, mas afirma que não existe qualquer documento que comprove uma ligação mais íntima de Saint-Exupéry com Florianópolis ou com qualquer morador da cidade.

Para escrever o livro, ele realizou pesquisas no Rio e em Buenos Aires, em busca da histórica presença da Aéropostale no Brasil, na Argentina e no Chile, desde os seus primórdios, em 1925, até a suspensão das operações, quando iniciou a Segunda Guerra, em 1939.

Segundo o pesquisador, as duas únicas viagens documentadas de Saint-Exupéry de Buenos Aires ao Rio, com possível escala técnica no Campeche, foram iniciadas e concluídas no mesmo dia. Portanto, ele não teria tempo para fazer amizades na Ilha. Naquela época, os aviões tinham pouca autonomia de voo e as dunas gramadas do Campeche eram um dos pousos das linhas que transportavam correio aéreo na rota Paris-Dacar-Rio-Buenos Aires-Toulouse.

As paradas serviam para revisar e reabastecer as aeronaves e para que os pilotos descansassem. Até aqui, não há discordância entre os pesquisadores. O que Mosimann não acredita — segundo ele, por falta de provas documentais — é que Saint-Exupéry teria pousado por aqui várias vezes e convivido com os moradores locais.

Já a PhD em Literatura Comparada Brasil-França e representante da Sucession Saint-Exupéry em Santa Catarina, Mônica Cristina Corrêa, e o francês Bernard Banquei, piloto aposentado da Air France, autor de cinco livros históricos sobre as Linhas Latécoère-Aéropostale (leia entrevista ao lado), defendem que não há razões, se comparados depoimentos e documentos, para dúvidas a respeito da presença de Saint-Exupéry em Florianópolis:

— A presença dele aqui é indelével, haja vista o nome da principal avenida do bairro do Campeche (O Pequeno Príncipe, obra-prima de Saint-Exupéry).

Mônica Corrêa idealizou o projeto De Saint-Exupéry a Zeperri. Entre outras iniciativas está a realização de um vídeo-documentário sobre a passagem do escritor por Florianópolis, exibido em 2009. O filme mostra o trabalho dos pioneiros pilotos franceses e da relação deles com o Campeche.

O tema é controverso e apaixonante. Além de piloto arrojado, Exupéry está entre os maiores escritores do mundo. O Pequeno Príncipe foi traduzido em 257 idiomas, já vendeu mais de 80 milhões de exemplares e, apesar de ter sido lançado na dpecad de 40, continua na lista dos livros mais vendidos.

DIÁRIO CATARINENSE



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02 jul08:54

Clássico O Pequeno Príncipe resiste entre os mais vendidos

Gustavo Brigatti | gustavo.brigatti@zerohora.com.br

Não são vampiros que brilham no sol, nem bruxinho órfão, tampouco adolescentes com poderes divinos ou lutando contra um estado totalitário num futuro distópico.

Resistindo a todo tipo de modismo, o grande hit da literatura infanto-juvenil é um gurizinho loiro, algo melancólico, que adora viajar e divide o asteroide onde mora com uma rosa temperamental. Seu nome real permanece um mistério, mas por aqui ele ganhou um apelido que o tornou célebre no mundo todo: O Pequeno Príncipe.

Escrito e publicado em 1943, durante o exílio norte-americano do piloto francês Antoine De Saint-Exupéry, a história do aviador que encontra uma misteriosa criança durante uma pane no deserto do Saara não sai das listas de mais vendidos. No Brasil, onde é impresso desde 1952 pelo selo Agir, do grupo editorial Ediouro, está na 48ª edição, já vendeu mais de quatro milhões de cópias e está sempre entre os 10 primeiros de sua categoria. Em 2011, fechou na oitava posição no ranking geral.

O fenômeno cresce quando se considera que O Pequeno Príncipe não está atrelado a nenhum derivado, como filmes e gibis, e não é amparado por nenhuma campanha ostensiva de marketing. Sua edição mais vendida, inclusive, permanece inalterada, incluindo a capa e as famosas aquarelas de autoria de Saint-Exupéry. Foi somente no mês passado que a franquia ganhou algum tipo de renovação, com o lançamento, via editora Leya, dos primeiros livros de uma coleção inspirada no desenho animado que é sucesso no canal a cabo Discovery Kids.

- É um caso de livro que se vende sozinho, já está no imaginário das pessoas. Se você vai abrir uma livraria, não pode deixar faltar O Pequeno Príncipe. E uma das razões é o seu conteúdo, que fala com qualquer tipo de público – analisa Carlo Carrenho, consultor editorial e fundador do site de referência Publishnews.

Para o psicanalista e escritor Celso Gutfreind, a maneira como Saint-Exupéry trata a busca por nós mesmos – um dos pilares mais significativos do livro – é parte do segredo da universalidade do livro e segredo da longevidade do monarca do asteroide B-612.

- No fundo, trata do resgate de quem se é, na procura da alma em um mundo inóspito por fora e por dentro. Precisamos falar disso. Precisamos falar de nós. E, na forma, o autor o faz sempre com imagens instigantes, como a de um geógrafo que escreve livros, mas não vai a campo, ou sobre homens perdidos, beberrões, sovinas, incapazes de se vincular, além da presença de sugestivas serpentes e raposas. Tudo o que interessa está ali – aponta Gutfreind.

Carrenho salienta ainda que, diferentemente de sucessos contemporâneos, O Pequeno Príncipe não foi escrito com a intenção de ser um sucesso de vendas – portanto, não tem condições de competir de igual para igual com as séries Crepúsculo e Jogos Vorazes, por exemplo. Mas por não estar vinculado a nenhum tendência, está sempre na lembrança dos leitores.

- É a história da lebre e da tartaruga. E a gente sabe quem ganha no final – brinca.


NÚMEROS DO FENÔMENO POP

500 milhões de leitores em todo o mundo

150 milhões de cópias vendidas

Traduzido para mais de 260 idiomas

600 mil livros de pop-up vendidos

500 mil unidades da graphic novel vendidas

Reuniu 25 mil expectadores durante uma exibição de som e luz no distrito de La Défense, em Paris, em 2011

150 mil visitantes por mês no site oficial, que tem tradução para cinco idiomas incluindo em português.

Mais de 5 milhões de fãs no Facebook


ZERO HORA



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26 abr16:42

Semana do Livro em São Carlos

A sexta edição da semana do livro de São Carlos, promovida pela secretaria municipal de educação, será realizada na quarta, dia 2 e quinta-feira, 3 de maio, no auditório municipal, ao lado da biblioteca pública. Segundo a secretária de educação, Gorete Wickert, o evento visa incentivar o hábito da leitura. A data é alusiva ao dia do livro infantil no Brasil que foi comemorado no dia 18 de abril.

A programação deste ano, contará apresentação de teatro pelos alunos dos programas sócio educativos Peti e Renascer e também da brincadeira soletrando.

A grande novidade fica por conta da participação da pedagoga e contadora de histórias Vera Montevani, que fará no total oito apresentações.

- Há tempos queríamos trazê-la para nossa comemoração. Ela vai contar histórias usando cenários e fantoches, de acordo com a temática do momento, e a idade dos alunos – disse Gorete.

A biblioteca estará preparada com o “cantinho da leitura” e decorada, criando um ambiente confortável, incentivando a leitura. – O dia de ler é todo dia, mas realizamos esta comemoração para incentivar as crianças a terem o hábito desde pequenas, para que continuem lendo o resto de suas vidas. Quem lê fala bem, escreve bem e tem argumentos – disse.

A secretaria de educação estima que mais de 1100 alunos acompanhem a programação nos dois dias do evento. Participarão da semana do livro alunos de todas as idades das escolas municipais, estaduais, centro de ensino e também da Apae, desde a educação infantil até as séries finais do ensino fundamental.


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19 mar10:38

Chapecoense Juliana Dal Piva lança livro

A jornalista chapecoense Juliana Dal Piva, que atualmente reside no Rio de Janeiro, escreveu entre 2008 e 2010 um livro-reportagem sobre trabalho escravo indígena na Bolívia, no interior de Santa Cruz, na região do Chaco. A obra com o título Em luta pela terra sem mal, ganhou em 2010 na categoria reportagem crônica o XXVII Prêmio Direitos Humanos em Jornalismo, concedido pela OAB/RS e pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos.

O primeiro lançamento do livro foi na capital carioca, no começo de março. Agora a jornalista participa de lançamentos em São Paulo, Florianópolis e em Chapecó, no dia 7 de abril.


O livro

A narrativa utiliza a história dos escravos, em alguns casos por mais de 50 anos, para contar como se produziu e persiste um sistema escravocrata dentro das fazendas de criação de gado do Chaco. Uma história que começou em 1892 e persiste dentro do departamento de Santa Cruz, região mais rica da Bolívia e desenvolvida apenas depois da dominação dos guaranis pelo governo. A luta pela conquista dos direitos depende agora de uma das principais pautas do governo boliviano, que é a autonomia indígena e os rumos que o país tomará com a nova Constituição aprovada em janeiro de 2009.

São muitos os pontos interessantes da história dos guaranis na Bolívia, mas desde 2007 eles possuem um decreto que permite as reversões das propriedades onde foi constatado trabalho escravo e estão realmente revertendo. Já são 10 propriedades no coração do Chaco que devem ir para os índios.

Um dado interessante é que o Brasil tenta aprovar uma legislação semelhante desde 2001 sem sucesso, a tal PEC do trabalho escravo que também pretende confiscar terras sem indenização aos fazendeiros que violam direitos humanos.


Conheça mais sobre o trabalho de Juliana no site Em Luta pela Terra sem Mal.



Em luta pela terra sem mal

A saga guarani contra a escravidão na Bolívia

Juliana Dal Piva

1ª Edição | 176 páginas

Lançamento do livro:

Dia 7/04, a partir das 11h, na Grão Espresso Cafeteria, no Shopping Pátio Chapecó


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23 fev10:32

Conheça seis livros que inspiraram concorrentes ao Oscar

Carlos André Moreira | carlos.moreira@zerohora.com.br

Não é novidade que as listas de indicados ao Oscar estejam cheias de produções adaptadas da literatura. O que é relativamente novo no Brasil é a agilidade das editoras nacionais em colocar nas prateleiras versões de filmes adaptados para o cinema (muitas vezes usando o cartaz do filme como capa da edição).

Dos nove indicados a melhor filme em 2012, seis são adaptações literárias — deixando de fora Meia-Noite em Paris, de Woody Allen, uma história original que se inspira parcialmente na Paris dos anos 1930 descrita por Ernest Hemingway em Paris É uma Festa.

Cinco dos livros adaptados já têm edições nacionais. Algumas saíram para pegar carona na adaptação, enquanto outras já haviam sido lançadas e ganharam nova notoriedade com a chegada do filme. Zero Hora lista os filmes que deram origem aos concorrentes a filme do ano.


11 Indicações – A Invenção de Hugo Cabret


> Filme: Direção de Martin Scorsese. Com Ben Kingsley e Asa Butterfield (foto).

> Livro: Baseado na obra infanto-juvenil de mesmo nome, escrita por Brian Selznick e lançada aqui no Brasil em 2007 pela editora SM (tradução de Marcos Magno, 533 páginas). O livro alterna narração e ilustrações de página dupla para contar a história do órfão de 12 anos que vive em uma estação de trem na Paris dos anos 1930 e acompanha com maravilhamento algumas das invenções tecnológicas que mais impacto causaram no início do século 20 — a principal delas, o cinema. Sequências inteiras são contadas pelas ilustrações detalhistas, em preto e branco, que criam texturas por meio de hachuras e sobreposições de traços.


6 indicações – Cavalo de Guerra

> Filme: Direção de Steven Spielberg. Com Jeremy Irvine.

> Livro: Obra infanto-juvenil do poeta e dramaturgo inglês Michael Morpurgo. Foi lançado no Brasil pela WMF Martins Fontes, em 2011 (tradução de Rodrigo Neves, 184 páginas), e reimpresso este ano com imagem do cartaz do filme na capa — prática chamada de “tie in” no mercado editorial. É narrado do ponto de vista do próprio cavalo protagonista, Joey, que testemunha os horrores da I Guerra e reflete sobre a saudade de seu primeiro dono, o jovem Albert.

6 indicações – O Homem que Mudou o Jogo

> Filme: Direção de Bennett Miller. Com Brad Pitt.

> Livro: Não é uma ficção, como os demais concorrentes, mas um livro-reportagem: Moneyball: The Art of Winning an Unfair Game, do jornalista especializado em economia Michael Lewis. A obra conta a história do executivo Billy Beane, que aplicou métodos inovadores à frente dos Athletics, pequena equipe de futebol americano de Oakland, na Califórnia. O livro ainda não tem edição no Brasil.


5 indicações – Os Descendentes

> Filme: Direção de Alexander Payne. Com George Clooney.

> Livro: Romance de estreia da americana Kaui Hart Hemmings, foi lançado no Brasil pela Alfaguara em 2011 (tradução de Cássio Arantes Leite, 304 páginas). A história do protagonista, Matthew King, é um pouco a da própria autora, nascida em Honolulu e criada em uma família capaz de traçar sua ascendência até a aristocracia nativa das ilhas, por um lado, e os primeiros missionários protestantes a aportar no arquipélago, em meados do século 19, por outro. Como o filme, o romance se concentra no legado das relações familiares de King, que precisa admitir que não conhecia tão bem a própria família quanto pensava.


4 indicações – Histórias Cruzadas

> Filme: Direção de Tate Taylor. Com Emma Stone e Viola Davis.

> Livro: A Resposta, de Kathryn Stockett, lançado pela Bertrand Brasil em janeiro de 2012 (Tradução de Caroline Chang, 574 páginas). Escrito em uma prosa cativante capaz de agarrar o leitor pela mão e levá-lo por entre suas páginas (ritmo preservado na tradução em português), o romance reconstitui as relações domésticas entre donas de casa e suas empregadas negras no Mississipi de 1962, época em que vigoram leis racistas de segregação.


2 indicações – Tão Forte e Tão Perto

> Filme: Direção de Stephen Daldry. Com Thomas Horn (foto) e Tom Hanks.

> Livro: De autoria de Jonathan Safran Foer, um dos grandes escritores de língua inglesa revelados no século 21, Extremamente Alto e Incrivelmente Perto (2006, tradução de Daniel Galera, 392 páginas) é dos melhores romances publicados sobre o trauma do 11 de Setembro. Oskar, menino de nove anos e inteligência precoce, perambula por Nova York tentando encontrar a fechadura para uma chave misteriosa encontrada no bolso de um dos ternos de seu pai, morto no ataque às Torres Gêmeas. No caminho, retoma o contato com o avô, um homem calado, também ele carregando um trauma, o do bombardeio de Dresden, na II Guerra.


>> Conheça os indicados ao Oscar 2012

>> Confira o Quiz do Oscar 2012

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24 nov18:27

Pequenas Empreendedoras

Com estudo e uma imaginação infinita as pequenas Laura Schurmiak Puton, de oito anos, e Ana Luíza Ficcagna Primon, nove, alunas do Peixinho Feliz, publicam, através da editora da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), o livro As Aventuras de Lóren. O trabalho é resultado das aulas de Empreendedorismo. O lançamento oficial acontece nesta sexta-feira, 25, com apoio da Livraria Educativa, a partir das 20h, na chácara da escola.

Em Aventuras de Lóren a criatividade das crianças se apresenta em fatos concretos, que misturam realidade e imaginário num processo fantástico que envolve as vivências experimentadas nas relações familiares e sociais e os conceitos científicos e temas abordados em sala de aula.

O livro mostra como o imaginário infantil é rico, colorido, e em nada subestimável no tocante à apreensão de conceitos éticos, morais e de boa convivência social. Com linguagem simples, direta e inocência infantil, Ana Luíza e Laura contam histórias de crianças para crianças.

O livro conta com um comentário especial do jornalista e escritor Márcio Vassalo, autor de diversos livros infantis premiados nacionalmente e que atualmente presta serviço de consultoria para autores e várias editoras do país: – Fico muito contente quando vejo crianças que mergulham na fantasia com o coração aberto e sensibilidade apurada. Parabéns à Pré-escola pela iniciativa de incentivar a paixão pela leitura e o gosto pela escrita em seus alunos. Continuem a nada nessa direção – disse.


Noções de Empreendedorismo que começam cedo

O livro escrito pelas meninas foi produzido em dois semestres, durante as aulas de Empreendedorismo do 3º ano do Ensino Fundamental. Com noções anteriores repassadas desde a educação infantil, chegou o momento em que os alunos da turma criaram seus projetos de negócio. No primeiro semestre foram apresentados os conceitos, focando-se nas capacidades de cada um, para que pudessem escolher a área e desenvolver o trabalho. Muitos optaram pela escrita de um livro.

No segundo semestre começaram a escrever encorajados pelos professores da escola. Os textos foram corrigidos preservando o estilo de cada um e por destacar-se em qualidade literária, os pais decidiram ir adiante. Foi aí que o livro de Ana Luíza e Laura foi analisado e aceito para publicação na editora Unoesc. O trabalho é dedicado aos pais e professores pelo incentivo e apoio.


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