Luiz Eduardo Greenhalgh

30 nov22:55

PT traz criminalista famoso para acompanhar o caso

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Convictas de que a morte do vereador Marcelino Chiarello se trata de crime político, as lideranças do Partido dos Trabalhadores acionaram o famoso advogado criminalista Luiz Eduardo Greenhalgh. Ele foi deputado federal pelo PT, foi candidato à presidência da Câmara dos Deputados e atuou no caso do assassinato do prefeito petista Celso Daniel, de Santo André.

Greenhalgh disse que seu trabalho será o de “acompanhar a investigação”. Ontem ele falou com o delegado que preside a investigação, Ronaldo Neckel Moretto. Também pretende falar com o médico legista. Hoje ele deve ir para Florianópolis, para conversar com as autoridades de segurança pública do estado. Greenhalgh afirmou que a responsabilidade pela investigação é da Segurança Pública do Estado. E que o Partido dos Trabalhadores quer apenas que a investigação chegue à verdade dos fatos.


Angela Vitória (Vereadora PT), Luiz Eduardo Greenhalgh (Advogado criminalista), Pedro Uczai (Deputado Federal PT) e Itamar Agnoletto (presidente Câmara de Vereadores PSDB).


O deputado federal e presidente da executiva do PT em Chapecó, Pedro Uczai, disse que já deu informações e dicas para a Polícia. Ele recebeu Chiarello em sua casa na manhã de sábado, quando o vereador afirmou que iria renunciar ao mandato para proteger sua vida.

>> Segundo a Polícia Civil ninguém estava em casa na hora do homicídio do vereador de Chapecó

Uczai solicitou à Polícia que busque mais informações sobre a pasta que o vereador levava consigo. De acordo com o deputado, nessa pasta havia documentos sobre algumas denúncias que o vereador teria encaminhado. Alguns documentos eram sobre a denúncia contra Pelicioli. Mas acredita que havia mais coisas do que foi encontrado. O delegado Ronaldo Moretto confirmou que a polícia apreendeu alguns objetos na casa do vereador, mas não quis adiantar o conteúdo, para não prejudicar as investigações.


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30 nov15:24

Segundo a Polícia Civil ninguém estava em casa na hora do homicídio do vereador de Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

No final da tarde de terça-feira, 29, após o enterro do vereador Marcelino Chiarello (PT), prestaram depoimento o filho de 10 anos e Dione Chiarello, esposa do vereador. Segundo o delegado Ronaldo Neckel Moretto, ninguém estava em casa na hora do homicídio.

Moretto disse ainda que não foram encontradas marcas de violação na porta de entrada da casa.

– Acreditamos que mais de uma pessoa esteja envolvida no caso – ressaltou o delegado que segue nas investigações para elucidar o caso.

Familiares, amigos e correligionários consideram que houve crime político, já que o vereador, que estava em seu segundo mandato, era conhecido na cidade por suas denúncias contra supostos atos de corrupção. Numa de suas denúncias conseguiu o afastamento do superintendente do bairro Efapi, Dalmir Peliciolli (PSD), por suspeita de improbidade administrativa.

Peliciolli, convocou a imprensa para uma coletiva, as 16h desta quarta-feira, no Gabinete na Câmara de Vereadores. Na pauta o caso da morte do vereador petista.


PT contrata advogado criminalista

O advogado criminalista Luiz Eduardo Greenhalgh, contratado pelo PT de Santa Catarina, já está em Chapecó. Ele vai acompanhar as investigações do caso. Durante a tarde ele participa de uma coletiva com a imprensa, as 17h15 na Presidência da Câmara de Vereadores. Greenhalgh Também foi o advogado do partido encarregado de acompanhar as investigações do assassinato do ex-prefeito de Santo André/SP, Celso Daniel.


Ministério Público auxilia no caso

Segundo o Promotor Fabiano Baldissarelli, 10 policiais do Gaeco – Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações estão a disposição da Polícia Civil.


>> População pede justiça no enterro de vereador

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