Medicamentos

17 ago15:31

Farmácia Escola em Chapecó inicia manipulação de medicamentos

A Farmácia Escola Unochapecó é uma empresa, que disponibiliza serviços ambulatoriais, medicamentos e produtos manipulados para a comunidade de Chapecó e região. Sua estrutura possibilita na prática o aprendizado dos estudantes do curso, com o auxílio de profissionais formados.

Com essa proposta, a Farmácia Escola iniciou o processo de manipulação de medicamentos fitoterápicos. Segundo a coordenadora, professora Valéria Mokfa, as manipulações são de medicamentos alopáticos, fitoterápicos produzidos de plantas medicinais e dermocosméticos.

- O processo é realizado por farmacêuticos e estagiários na área, que também realizam estágios obrigatórios de conclusão de curso e vivenciam a rotina de trabalho de uma farmácia – indica a professora.

Sobre os fitoterápicos, a coordenadora informa que a farmácia possui um convênio com a Prefeitura Municipal, através do Projeto Fitochapecó. Com essa parceria, os medicamentos são disponibilizados nas unidades municipais de saúde e podem ser adquiridos com receita médica.

Entre eles estão chás de malva, melissa, camomila, sene, alcachofra, erva-doce. Também são manipulados fitoterápicos como pomada de confrei, creme de calêndula, xarope de guaco, pomada orabase de camomila, cápsulas de espinheira santa e hipericum, gel e creme de arnica.

A coordenadora orienta que a solicitação dos produtos manipulados deve ser feita com antecedência e devem ser retirados na Farmácia Escola.

- Esses produtos são benéficos, pois atendem todas as especialidades médicas, dependendo da necessidade, além de prescrições de odontólogos, solicitação de produtos estéticos e para fisioterapia – indica Valéria.


Serviços

Implantada em 2003, a Farmácia Escola Unochapecó, oferece a comunidade, serviços farmacêuticos como verificação de pressão arterial, controle de glicose capilar e aplicação de medicamentos injetáveis.

O horário de atendimento é de segunda-feira à sexta-feira das 8h às 12h e das 13h15 às 18h15h e nos sábados das 8h às 12h.

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27 jul11:58

Medicamentos que não exigem receita médica voltam às prateleiras

A partir desta sexta-feira, 2,3 mil produtos isentos de prescrição médica, como analgésicos e antitérmicos, voltam a ser expostos nas prateleiras das farmácias e drogarias brasileiras. A medida foi tomada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que alterou a Resolução nº 44 de 2009, sobre a proibição da venda desses medicamentos fora do balcão.

A Anvisa realizou consultas públicas e estudos para medir o impacto da medida junto ao consumidor final, e concluiu que a resolução não atingiu o objetivo de reduzir o número de intoxicações por esses medicamentos no país. O levantamento apontou também uma maior concentração de mercado, o que prejudica o direito de escolha do consumidor no momento da compra desses produtos. Nos últimos meses, 11 Estados tentaram reverter a decisão da Anvisa por liminares judiciais.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a antiga decisão não beneficiava a população. No entendimento do ministro, o direito que o consumidor tem de escolher qual o medicamento gostaria de comprar estava reduzido.

— Estavam reduzidas as opções de escolha do medicamento mais barato ou de sua preferência — afirma Padilha.


Novas regras

A partir de agora, as farmácias deverão expor na área destinada aos medicamentos cartazes com a orientação: “Medicamentos podem causar efeitos indesejados”; “Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico”. Também devem expor, no mesmo local, os remédios de mesmo princípio ativo, para facilitar a identificação dos produtos pelo usuário. A portaria estabelece ainda que os medicamentos isentos de prescrição médica devem ficar isolados da área destinada aos produtos correlatos, como cosméticos e dietéticos.

De acordo com o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, as informações obtidas pela agência mostraram que a retirada dos medicamentos de venda livre das gôndolas fez com que o consumidor ficasse alijado de qualquer possibilidade de escolha.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses medicamentos são os que tiveram aprovação das autoridades sanitárias para tratar sintomas e males menores, disponíveis sem prescrição ou receita médica, devido à sua segurança e eficácia, desde que utilizados conforme as orientações disponíveis nas bulas e rotulagens.

Esses medicamentos normalmente são indicados para dores de cabeça, acidez estomacal, azia, febre, tosse, prisão de ventre, aftas, dores de garganta, assaduras, hemorroidas e congestão nasal. Os medicamentos isentos de prescrição médica correspondem a 30% do volume de vendas nas farmácias.

AGÊNCIA SAÚDE

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25 jul16:12

Ministério da Saúde anuncia novos medicamentos para tratar hepatites virais

Duas medicações contra a hepatite C estarão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 2013, conforme anunciou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. De acordo com o ministério, os medicamentos telaprevir e boceprevir têm 80% de eficácia e irão beneficiar 5,5 mil pacientes, portadores de cirrose e fibrose avançada. No total, 26,6 mil pessoas estão em tratamento contra hepatite B e C pelo SUS no país.

— Estamos dando um passo decisivo no combate às hepatites virais, com a introdução desses medicamentos no SUS — disse Padilha.

O ministro destacou ainda a importância de ampliar o diagnóstico. Nesse sentido, o governo pretende aumentar o acesso a testes rápidos para diagnosticar hepatites. No ano passado, foram feitos 30 mil testes. Até julho deste ano, já foram feitos mais de 400 mil testes.

Os dados foram apresentados em coletiva de imprensa realizada em Brasília na tarde desta quarta-feira, marcando o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, celebrado em 28 de julho, e o lançamento da campanha de combate às hepatites virais, com ações de diagnóstico e prevenção, além de metas para o enfrentamento dessas enfermidades. Foram apresentados também os números mais recentes de hepatites virais no Brasil.


Veja alguns números destacados na coletiva:

:: Houve queda de casos de hepatite A, à medida que melhoram as condições sanitárias no país.

:: Há um predomínio da hepatite B na faixa etária dos 20 aos 24 anos. A principal forma de transmissão da doença é via sexual.

:: São registrados 14 mil casos por ano de hepatite B e 500 mortes. A Região Sul tem a maior incidência da doença.

:: A vacina contra a hepatite B, recomendada a pessoas com até 29 anos, é a melhor forma de prevenir a doença. Desde 1998, mais de 70 milhões de brasileiros foram vacinados, o que representa 75% de cobertura vacinal.

:: A hepatite C é responsável por 80% das hepatites crônicas. Pessoas com mais de 40 anos são as mais atingidas.


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10 jul09:03

Como identificar e tratar a labirintite

Os pés perdem o apoio e o mundo gira. O corpo fica desorientado no espaço e, não raro, surge um zumbido chato, surdez, náuseas, vômito, suor frio e palpitações. Saiba mais sobre a labirintite, doença que pode ser amenizada com uma alimentação regrada.


O que é

A orelha é o órgão responsável pela audição e também pelo equilíbrio do nosso corpo. Ela é dividida em três partes: orelha externa, orelha média e orelha interna. Na orelha interna, encontramos o sáculo, o utrículo e os canais semicirculares, que formam o aparelho vestibular, mais conhecido como labirinto. É a estrutura responsável por informar o nosso cérebro sobre a direção dos movimentos da cabeça e do corpo. Quando seu funcionamento é prejudicado, essas funções entram em pane, causando uma série de reações.


Causas

A lista de causas prováveis dos problemas é extensa. Vai de doenças vasculares a disfunções hormonais. Na verdade, mais de 300 situações podem afetar o labirinto. Na maioria das vezes, os problemas são a campainha de alerta, não o incêndio, diz Arnaldo Guilherme, otorrinolaringologista da Universidade Federal de São Paulo.


Prevenção

- Para livrar o órgão de enrascadas, especialistas recomendam ficar de olho na alimentação. Um dos principais inimigos do ouvido interno é o açúcar, escondido não só em guloseimas como chocolate, sorvete e bolachas recheadas como também em pães, tortas, bolos e massas feitos com farinha refinada.

- Ao ingerir alimentos ricos em açúcares e gorduras, o paciente prejudica o funcionamento do labirinto, afirma o otorrino Ítalo Medeiros, do Hospital de Clínicas de São Paulo.

- Para saborear uma sobremesa sem riscos, aposte no consumo de frutas. – Massas também merecem atenção: opte pelas integrais, pois suas fibras promovem uma absorção mais lenta da glicose.

- O sal também é um forte perturbador do labirinto, já que está relacionado ao aumento da pressão nos vasos, que dificulta a irrigação e a chegada de nutrientes à parte interna da orelha. O condimento pode ser substituído por temperos naturais.

- É preciso dizer não a salgadinhos, empanados, sopas prontas e lanches de fast food.

- Também deve-se evitar alimentos que estimulem demais o labirinto, como a cafeína presente no café e nos refrigerantes.

- Bebidas alcoólicas estão no topo da lista de proibições.


HORA DE SANTA CATARINA



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20 jun12:26

PRF apreendeu medicamentos na BR 282 em Maravilha

Por volta das 3 horas da madrugada desta quarta-feira, Policiais Rodoviários Federais apreenderam no Km 605, da BR 282 em Maravilha medicamentos em um ônibus que fazia a linha Foz do Iguaçu/PR para Porto Alegre/RS. Os medicamentos estavam em duas poltronas do coletivo.

Foram apreendidas 20 cartelas de Desobesi-M, totalizando 300 comprimidos, 10 cartelas de Digran (100 comprimidos, 32 cartelas de Pramil (640 comprimidos e quatro cartelas de Oxitaland (40 comprimidos).

As mercadorias foram encaminhadas para a Receita Federal de Dionísio Cerqueira.


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18 mai10:04

Dilma aprova isenção de impostos sobre aparelhos para deficientes e veta venda de medicamentos em supermercados

A presidenta Dilma Rousseff vetou a proposta de liberar a venda de medicamentos em supermercados, armazéns, empórios e lojas de conveniência sem a apresentação de receita médica, mas sancionou a isenção de impostos cobrados sobre produtos para pessoas com deficiência, como cadeiras de rodas. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

O veto à comercialização de produtos de saúde que dispensam prescrição médica em supermercados já era esperada, diante das reações contrárias manifestadas pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pelo diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, e representantes de entidades do setor farmacêutico.

Dilma concordou que a medida dificultaria a fiscalização e poderia estimular a automedicação, como já havia sido argumentado pelo ministro da Saúde.

As demandas integram a proposta de Medida Provisória 549/11.


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10 mai07:30

Gastos com medicamentos poderão ser deduzidos do Imposto de Renda

As despesas com medicamentos de uso contínuo ou de alto custo poderão ser deduzidas do imposto de renda pago todo ano pelo contribuinte, de acordo com projeto de lei aprovado nesta quarta-feira,  dia 9, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Os medicamentos de alto custo estão na faixa de 30% de três salários mínimos e são vendidos a valores mais baixos, subsidiados pelo governo.

A matéria vai agora ser examinada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e terá que passar pela Câmara dos Deputados para depois ser votada pelo Senado Federal.

O senador Armando Monteiro (PE) destacou que a medida ajuda na subsistência das famílias que muitas vezes arcam com gastos elevados para manter a saúde, porque um determinado remédio pode não estar disponível para distribuição pelo governo.

Esses gastos poderão contar com a mesma faixa de desconto dado para recibos de atendimento por profissionais da área da saúde e nas despesas hospitalares. O senador Paulo Davim (PT-RN) destacou que será uma medida de apoio importante para portadores de diabetes, transtornos mentais, AIDS e ‘uma legião de pacientes que precisam contar com subvenção para manter a saúde’.


AGÊNCIA BRASIL



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20 mar11:11

Preços de medicamentos será reajustado

Foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, dia 19, a Resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) que autoriza reajustes de até 5,85% no preço dos remédios vendidos em todo o país.

As alterações podem ser feitas a partir do próximo dia 31 e devem ter como referência o chamado preço fabricante (limite usado por laboratórios ou distribuidores de medicamentos para venda no mercado brasileiro) cobrado em 31 de março de 2011. Até a data limite para a entrada em vigor do reajuste, as empresas produtoras de medicamentos deverão apresentar à Cmed o relatório de comercialização com os preços que pretendem cobrar após a aplicação da correção.

De acordo com a resolução, a categoria de remédios em que o faturamento com a venda de genéricos seja igual ou superior a 20% pode sofrer reajuste de até 5,85%. Já a categoria de remédios com faturamento de genéricos entre 15% e 19% tem reajuste autorizado de até 2,8%.

O reajuste de até 5,85% tem como base a variação, nos últimos 12 meses, do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

AGÊNCIA BRASIL


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