Medicina

25 jun10:25

UFFS de Chapecó poderá ter aulas de Medicina em 2014

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Chapecó poderá ter aulas de Medicina na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) em 2014. A previsão foi repassada pelo reitor Jaime Giolo, em entrevista coletiva concedida hoje pela manhã, no prédio da Reitoria, na Avenida Getúlio Vargas, em Chapecó.

– A hipótese mais provável é em 2014 mas numa previsão mais ousada até poderia ser ofertada no segundo semestre de 2013 – disse o reitor.

Mas, para isso, é necessário o envolvimento da Universidade, das lideranças comunitárias e do poder público. A possibilidade de Chapecó também sediar um curso de Medicina foi confirmada na semana passada, em reunião de lideranças políticas de Chapecó, o deputado federal Pedro Uczai, o reitor e representantes do Ministério de Educação.

Há cerca de duas semanas havia sido anunciada a criação de 40 vagas de Medicina da UFFS para Passo Fundo. A decisão causou reação em Chapecó que passou a pressionar para que fosse também contemplada com o plano nacional de expansão dos cursos de Medicina. De acordo com o reitor, Jaime Giolo, foi essa mobilização mostrando que Chapecó também tinha condições de sediar o curso que acabou sensibilizando o Ministério.

Chapecó também vai pleitear 40 vagas. Para isso um projeto deve ser encaminhado ao Ministério da Educação até setembro. Esse projeto dever indicar o número de leitos, médicos, residências médicas, estrutura de saúde, laboratórios, hospitais e investimentos. Giolo disse que é fundamental ter o compromisso dos governos municipal, estadual e federal na ampliação da estrutura de saúde. Ele afirmou que uma das exigências é de cinco leitos hospitalares atendidos pelo Sistema Único de Saúde para cada vaga ofertada. Como são 40 vagas seriam necessários 200 leitos. O Hospital Regional do Oeste tem 300 leitos. Mas há também o curso de Medicina da Unochapecó e por isso resta ver se o Ministério da Educação não vai exigir mais leitos.

–Vamos buscar essas vagas em toda a região – explicou Giolo.

Em relação a laboratórios a UFFS disse que tem condições de receber o curso, pois quatro laboratórios devem estar concluídos até o início do ano que vem e alguns contemplam a área da saúde, com o curso de Enfermagem.

O projeto deve ser concluído até setembro. Depois disso será encaminhado para o Ministério da Educação e passará por vistoria do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e avaliação do Conselho Nacional de Saúde.


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22 jun20:10

UFFS poderá ter Medicina em SC

Depois de ter sido anunciada há duas semanas a criação de um curso de Medicina da UFFS em Passo Fundo-RS, surge a possibilidade de Santa Catarina também ser contemplada com o curso.

Após teoricamente perder o curso para a cidade gaúcha, lideranças políticas de Santa Catarina se articularam e buscaram junto ao Ministério da Educação o apoio para que Chapecó também fosse contemplada no plano nacional de expansão dos cursos. O deputado federal Pedro Uczai esteve durante a semana em Brasília, onde conversou com o secretário executivo do Ministério de Educação, José Henrique Paim Fernandes. Uczai disse que o ministério não fez restrição á criação de Medicina também em Chapecó. Mas, para isso, é necessário encaminhar um projeto consistente.

O reitor da UFFS, Jaime Giollo, convocou para segunda-feria, às 8 horas, na reitoria da UFFS, uma entrevista coletiva onde vai confirmar a elaboração de um novo projeto para criação da Medicina em Chapecó. Giollo disse que é necessário o envolvimento da comunidade e inclusive do Governo do Estado, para garantir a infraestrutura necessária para a criação do curso. Isso prevê aumento no número dos leitos do hospital e oferta de residências hospitalares. Giollo entende que o projeto deve ser elaborado até agosto, pois o Ministério da Educação pretende avaliar os projetos dos novos cursos até o final do ano, para implantação a partir de 2013.

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16 jun08:29

Protesto de estudantes da UFFS contra Medicina no RS

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O anúncio da criação de um curso de Medicina da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) em Passo Fundo continua gerando polêmica em Chapecó. Ontem cerca de 200 estudantes da UFFS realizaram uma manifestação questionando a decisão. Munidos de cartazes eles se concentraram a partir das 8 horas na Praça Coronel Bertaso e depois partiram em caminhada pela Avenida Getúlio Vargas até a reitoria, na esquina com a rua Benjamin Constant.

Lá entregaram uma pauta de reivindicações. O presidente do Diretório Central dos Estudantes, Diogo Hartmann, argumentou que a proposta a não foi discutida com a comunidade, não passou pelo Conselho Universitário e houve a criação de um curso numa cidade que nem campus da UFFS tem, em detrimento dos outros já existentes, como Chapecó.

As estudantes de Enfermagem Cláudia Peliser, Cídia Tomazelli e Rafaela Bedin coloaram narizes de palhaço e reclamaram que enquanto é anunciado o curso em Passo Fundo, os estudantes em Chapecó precisam utilizar laboratórios alugados por falta de infraestrutura. –Se a Medicina viesse para cá viriam mais investimentos que beneficiaria os alunos e a população- afirmou Cláudia.

Os alunos questionaram o fato de que o curso foi para a cidade de onde veio o reitor.

Várias entidades de Chapecó manifestaram sua decepção com a decisão, pois quando ficaram sabendo da possibilidade do curso de Medicina ser criado não houve tempo hábil para mobilização.

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó, Maurício Zolet, disse que uma comissão de entidades está tentando uma agenda com o Ministério da Educação e não desistiram de lutar pelo curso em Santa Catarina.

Chapecó tem um curso privado de Medicina, na Unochapecó, mas o curso federal mais próximo é em Santa Maria-RS, a 415 quilômetros. Em Santa Catarina só existe Medicina na Universidade Federal de Santa Catarina.

O reitor Jaime Giollo disse que o fato de ter trabalhado na Universidade de Passo Fundo não teve interferência no processo. Ele afirmou que o processo de expansão da Medicina foi muito rápido. No início do ano foi acenada essa possibilidade e ele havia encaminhado proposta para o Ministério da Educação no dia 17 de maio, com opção entre Chapecó e Passo Fundo. Ele informou que a decisão do Ministério da Educação foi por critérios técnicos. Passo Fundo teria três hospitais e mais de mil leitos. Chapecó teria menos de 500 leitos, mesmo somando o Hospital Regional do Oeste, o Hospital Materno Infantil e o Hospital Unimed.

Ontem a reitoria divulgou uma nota de esclarecimento no site da instituição. Um dos tópicos tem coloca que a abertura de novas vagas seguiu critérios específicos, como a disponibilidade de uma rede hospitalar que possa acompanhar a formação do médico, além do índice de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), que deve ser de cinco para cada profissional em formação. A nota aponta ainda que podem ser criadas mais vagas além das 40 anunciadas para Passo Fundo, mas que para solicitar as vagas os municípios devem se preparar com a estrutura adequada.


FRASES

“Foi uma decisão do Ministério onde pesou a questão técnica, de melhor infraestrutura em Passo Fundo, e o lado da articulação política”.

Jaime Giollo, reitor da UFFS


“Chapecó tem condições de receber o curso e necessita de um curso gratuito para que a população possa contar com um número maior de profissionais nos postos de saúde e hospitais da região”.

Maurício Zolet, presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó


“A população perde muito pois com o curso de Medicina aqui teríamos mais profissionais e mais saúde pública”.

Cláudia Pelisser, aluna do terceiro ano de Enfermagem da UFFS


“A criação do curso em Passo Fundo não passou pelo Conselho Universitário e beneficiou uma cidade que não tem nem campus”.

Diogo Hartmann, presidente do Diretório Acadêmico da UFFS



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15 jun10:12

Estudantes da UFFS fazem protesto em Chapecó

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Cerca de 200 estudantes da Universidade Federal da Fronteira Sul realizaram um protesto na manhã desta  sexta-feira em Chapecó. Eles se concentraram a partir das 8 horas na Praça Coronel Bertaso e depois partiram em caminhada pela Avenida Getúlio Vargas até a reitoria, na esquina com a rua Benjamin Constant.

Lá entregaram uma pauta de reivindicações. Um dos motivos do ato é o questionamento sobre a criação de um curso de Medicina em Passo Fundo, em detrimento de Chapecó. O presidente do Diretório Central dos Estudantes, Diogo Hartmann, argumentou que a proposta não foi discutida com a comunidade, não passou pelo Conselho Universitário e houve a criação de um curso numa cidade que nem campus da UFFS tem, em detrimento dos outros já existentes, como Chapecó.

No gabinete da reitoria a informação é que o reitor Jaime Giollo teria esperado as propostas na noite da quinta-feira, pois hoje estaria viajando. Na semana passada, quando anunciou a criação do curso em Passo Fundo, o reitor afirmou que havia encaminhado proposta para o Ministério da Educação no dia 17 de maio, com propostas para Chapecó e Passo Fundo. Ele informou que a decisão do Ministério da Educação foi por critérios técnicos.

Nesta sexta a reitoria divulgou uma nota de esclarecimento no site da instituição. Um dos tópicos tem a seguinte redação: “de acordo com o Ministro da Educação, Aloízio Mercadante, a abertura de novas vagas seguiu critérios específicos, como a disponibilidade de uma rede hospitalar que possa acompanhar a formação do médico, além do índice de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), que deve ser de cinco para cada profissional em formação. De acordo com o próprio plano, apresentado no dia 05/06, foram contempladas cidades-pólo de cada região, que atenderam, obrigatoriamente, às demandas estruturais necessárias”.

A nota aponta ainda que podem ser criadas mais vagas além das 40 anunciadas para Passo Fundo, mas que para solicitar as vagas os municípios devem se preparar com a estrutura adequada.


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06 jun11:09

Curso de Medicina da UFFS será oferecido em Passo Fundo

O Ministério da Educação (MEC) anunciou no final da tarde desta terça-feira, dia 5, o plano de expansão das vagas para cursos de Medicina em todo o país. A Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) foi a única instituição contemplada no Sul do Brasil, com 40 vagas. O curso, que estava sendo disputado pelas cidades de Chapecó e Passo Fundo/RS, será oferecido na cidade gaúcha.

- O fato da UFFS ter sido contemplada no plano de expansão do curso de Medicina representa o reconhecimento dos poderes da República, e específico do Ministério da Educação, ao Dinamismo da instituição e aos princípios que orientam suas ações – afirmou o reitor da UFFS, Jaime Giolo, que reuniu a imprensa nesta manhã.

O reitor agradeceu também o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, pela confiança depositada na instituição.

Ao todo são 2.415 vagas, distribuídas em instituição públicas federais 355 vagas em cursos existentes e 1.260 vagas em cursos novos, totalizando 1.615 vagas. Em instituições privadas, 800 vagas.

Das vagas em cursos novos das universidades federais, 140 foram destinadas para a região norte, 640 para a região nordeste, 220 para a região centro-oeste, 220 para a região sudeste e 40 vagas para a região sul.


Histórico

A UFFS encaminhou uma proposta de inclusão da instituição no plano de expansão dos cursos de Medicina, em 17 de maio de 2012, ao Ministério da Educação. O projeto, enviado pelo reitor, trazia duas demandas de cidades para sediar o curso: Passo Fundo/RS e Chapecó/SC. A decisão foi tomada pelo próprio Ministério da Educação.

Veja a íntegra da apresentação do plano de expansão dos cursos de medicina no site do MEC.


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04 jun16:12

Audiência pública debate implantação do curso de Medicina na UFFS

A pedido da deputada Luciane Carminatti, a Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembléia Legislativa realiza nesta segunda-feira, dia 4, uma audiência pública para discutir sobre Investimentos efetivos e futuros, Políticas de permanência dos estudantes e Implantação do curso de Medicina na Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS/Campus Chapecó.

A audiência acontece às 19h, no Clube Industrial e conta com a participação da reitoria da UFFS, representantes do Movimento Pró-Universidade, estudantes, integrantes da ACIC, lideranças locais, regionais e estaduais.

A deputada ressalta que a audiência é importante no sentido de debater a consolidação da UFFS, para pensar o futuro da universidade e o desenvolvimento regional.

- A Universidade Federal da Fronteira Sul será a principal matriz de desenvolvimento de Chapecó e do Oeste nos próximos anos, por isso, a audiência terá o objetivo de expor os investimentos já realizados – justifica Luciane.

A parlamentar salienta que as prefeituras do Oeste, frequentemente, colocam a necessidade de ter mais médicos na região para atender a população, por isso, Chapecó se tornando referência na área da saúde conseguirá atender a demanda da região.


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30 mai16:07

Audiência pública debate implantação do curso de Medicina na UFFS de Chapecó

Será realizada na segunda-feira, dia 4 de junho, uma audiência pública para discutir sobre Investimentos efetivos e futuros, Políticas de permanência dos estudantes e Implantação do curso de Medicina na Universidade Federal da Fronteira Sul– UFFS/Campus Chapecó.

A audiência, a pedido da deputada Luciane Carminatti, a Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembléia Legislativa, acontece às 19h, no Clube Industrial e contará com a participação da reitoria da UFFS, representantes do Movimento Pró-Universidade, estudantes, lideranças locais, regionais e estaduais.

A deputada ressalta que a audiência é importante no sentido de debater a consolidação da UFFS, para pensar o futuro da universidade e o desenvolvimento regional.

- A Universidade Federal da Fronteira Sul será a principal matriz de desenvolvimento de Chapecó e do Oeste nos próximos anos, por isso, a audiência terá o objetivo de expor os investimentos já realizados e queremos mobilizar a sociedade para que tenhamos, em Chapecó, um Centro de Saúde com o curso de Medicina – justifica Luciane.

A parlamentar salienta que as prefeituras do Oeste, frequentemente, colocam a necessidade de ter mais médicos na região para atender a população, por isso, Chapecó se tornando referência na área da saúde conseguirá atender a demanda da região.


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21 mai13:36

Os perigos da medicina antienvelhecimento

Além da falta de comprovação científica quanto à sua eficácia, as novas terapias de combate aos efeitos do envelhecimento podem comprometer o bom funcionamento do organismo e aumentar os riscos de câncer, segundo a presidenta da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Silvia Pereira.

A reposição de nutrientes e o uso de remédios, como hormônio do crescimento (GH), para ganhar músculos e queimar gordura com facilidade, podem aumentar a incidência de cânceres.

— Estão vendendo ilusão de antienvelhecimento para a população sem nenhuma comprovação científica e que pode fazer mal a saúde. Com a idade, o metabolismo mais lento e a ingestão de algumas substâncias podem aumentar o risco de várias doenças — alertou a médica.

Segundo ela, estudos sobre vitaminas E, C e betacaroteno, por exemplo, apontam que, se consumidas em excesso, essas substâncias aumentam o risco de câncer e não reduzem doenças crônico-degenerativas.

O tema será discutido durante o 18º Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, que reunirá mais de 4 mil pessoas. O encontro começa amanhã (22) e termina na sexta-feira (25). Entre os convidados está o especialista em longevidade Tomas Perls, da Boston University School of Medicine, nos Estados Unidos. O diretor da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Rubens de Fraga, ressaltou que velhice não é doença e, portanto, não deve ser prevenida.

— Hoje os consumidores estão obcecados com o envelhecimento. Esse mercado gera US$ 100 bilhões por ano no mundo. Tem seu lado positivo, que é a busca da alimentação balanceada e do exercício físico. Mas tem o lado negativo, que é o medo das rugas e a idolatria dos ideais de juventude eterna. Os velhos são bibliotecas vivas e em muitos casos sustentam famílias inteiras. Não existe uma pílula mágica. O importante é buscar envelhecer com autonomia e independência — diz Rubens.

Ele criticou a venda dos chamados hormônios bioidênticos para retardar a velocidade do envelhecimento, que são produzidos em laboratório, e passam por um processo industrial de síntese, transformação ou de modificação na sua estrutura química.

— Não existe estudo científico sério que ateste qualquer benefício dos hormônios chamados bioidênticos manipulados. A fabricação individualizada de um hormônio é praticamente impossível — alerta.

Na sexta-feira, geriatras, gerontólogos e representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Médica Brasileira (AMB), entre outros, vão discutir a criação de mecanismos para coibir a prática do antienvelhecimento no Brasil. O encontro será aberto ao público. Mais informações podem ser obtidas no site: http://www.cbgg2012.com.br/


AGÊNCIA BRASIL



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17 dez14:00

Primeira turma de medicina

A Unochapecó forma neste sábado, 17 de dezembro, sua primeira turma do curso de Medicina. Implantado em fevereiro de 2006, e com 12 semestres componentes da matriz curricular, o curso forma 29 novos médicos para atuar na área da saúde.

A solenidade, que acontece às 17h no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, vai ter como integrantes da mesa de honra o reitor Odilon Luiz Poli, a diretora da Área de Ciências da Saúde, professora Maria Tellechêa da Silva, e o coordenador do curso e homenageado como patrono e nome da turma, professor Marcelo Moreno. Além do professor Elton Backes, homenageado como paraninfo da turma, o professor Aland Waldow, destacado como amigo da turma e a funcionária homenageada Gisele Vanturin Fedrigo.

Os primeiros médicos formados são: Ana Paula Pereira Dal Magro, André Luiz Bortoluzzi, Carolina Canton Sandrin, Cíndiamar Tomé, Daniel Henrique Bischoff, Danilo Salandini Rosseto, Dario Lino Gennari, Débora Nakatani Lopes, Elton Andreolla, Fábio Roberto Bardemaker Batista, Gabriel Faquetti Morandini, Jackson Rossoni Mendes, Jean Miguel Andary, José Guilherme Romero de Souza, Kaline Filippi Chiella, Kaline Velho Canal, Laura Zanchet, Maria Gabriela Lang, Maríndia Sitta, Naina Steimetz Confortin, Nayara Denise Immich, Pablo Tiago Rodrigues Gonçalves, Patrícia Hermann Batista, Rafael Felipe Lucena Barbosa, Thais Cristina Bonetti, Tiago Fracasso, Vanessa Gheno, Vanessa Lunelli e Vinícius Chies de Moraes.


Projeto pedagógico e diferenciais

O curso de Medicina da Unochapecó, criado dentro das mais modernas tendências do ensino médico, enfatiza a articulação entre teoria e prática em todos os momentos do processo de formação. Possui 26 laboratórios específicos, equipados para suprir necessidades do ensino, articuladas com atividades de pesquisa e extensão. Seu projeto pedagógico tem, entre os diferenciais, o caráter generalista e reflexivo e a promoção da atenção integral ao paciente.

A formação oferecida pelo curso objetiva graduar profissionais capacitados para resolver problemas relacionados à saúde e doença da comunidade, com conhecimentos para promover a prevenção, o tratamento e a reabilitação. O currículo valoriza o tratamento e também o olhar crítico em relação à origem e prevenção das doenças. Tem como marcos filosóficos a permanente postura ética e o comprometimento do futuro profissional com a qualidade de vida do ser humano.


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22 nov12:40

Unochapecó já criou programa para aumentar número de doutores

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A baixa nota do curso de Medicina da Unochapecó, que ficou com nota 1,93 no Conceito Preliminar de Cursos, foi atribuída ao baixo número de doutores, baixo número de horas dedicados ao curso e poucas publicações. –Já estamos com um cronograma para capacitar mais doutores- informou o reitor da Unochapecó, Odilon Poli. Ele informou que a instituição está estimulando, inclusive com auxílio financeiro, para ampliar o número de doutores.

O coordenador do curso de Medicina, Marcelo Moreno, afirmou que o curso ainda é novo, vai formar a primeira turma no final do ano, mas que há vários professores que já estão fazendo doutorado. Tanto o reitor, quanto o coordenador, afirmam que esse resultado não representar risco para o curso pois estão convictos de um resultado melhor nas próximas avaliações.

Eles ressaltaram que no Enade os alunos foram bem, com uma nota 3 numa escala que vai até 5.

Em relação a algumas restrições apontadas pelo Conselho Estadual de Educação, sobre uma suposta falta de centro cirúrgico, afirmaram que existe um laboratório de Cirurgia Experimental, onde foram apontadas algumas melhorias como a colocação da pia de higienização em outra sala. Além disso, nos dois últimos dos seis anos os alunos ficam acompanhando os médicos no Hospital Regional do Oeste, inclusive nos procedimentos cirúrgicos. –Um dos pontos fortes do curso é a parte procedimental- argumentou Moreno.

Alguns alunos, como o goiano Vitor Hugo Gouveia, ficaram preocupados com a baixa avaliação. Sua colega do segundo semestre, a baiana Fernanda Dourado, considera que a nota baixa vai ter reflexo positivo na capacitação dos professores, embora considere o corpo docente bom. A paulista Natália Cardoso, que trocou um curso na Argentina por Chapecó, considera a infraestrutura do curso boa. Armando Sbeghen, que é do diretório acadêmico do curso, também está otimista em relação a avaliações futuras.


Cursos de Medicina que ficaram com nota abaixo de 2 no Estado

Medicina UNIPLAC – Lages: 1,61

Medicina UNOESC – Joaçaba: 1,89

Medicina UNOCHAPECÓ – Chapecó: 1,93

Medicina UFSC – Florianópolis: 1,66






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