Médico

25 jun17:35

Mateus Paraná pode ficar fora da Série C

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O atacante Mateus Paraná, da Chapecoense, pode ficar fora da Série C. O atleta teve uma lesão grave no joelho durante o treino na manhã desta segunda-feira, na Arena Condá. Ele vai operar o joelho esquerdo na tarde desta terça-feira e deve ficar afastado dos jogos por quatro meses. Segundo o médico do clube, Carlos Mendonça, a lesão é a mesma que o atacante Ronaldo Fenômeno sofreu.

- Ele rompeu o ligamento patelar do joelho – disse o médico.

De acordo com Mendonça somente após seis semanas o jogador deve iniciar os trabalhos de fisioterapia, tempo necessário para a cicatrização.

- Depois desse período vamos acompanhar a evolução do atleta – disse o médico que torce para que o atacante consiga participar da Série C, que termina em novembro.

Mateus Paraná, um dos reforços da equipe para a competição, veio do Ibirama.

A previsão de que o jogador deve ficar fora do time por quatro meses é do fisioterapeuta da equipe, Guilherme Dias de Carli.

- Tudo vai depender do resultado da cirurgia e também da melhora da lesão – disse o fisioterapeuta.

Ainda estão no Departamento médico do clube três volantes. Janderson lesionou o ligamento do joelho direito em um amistoso antes da estreia da equipe no Catarinense deste ano e deve ficar mais um mês fora. Marcos Alexandre, que tem consulta com o médico nesta terça-feira, pode ser liberado para fazer trabalhos com o preparador físico Anderson Paixão. Já Paulinho Dias que teve uma lesão na coxa deve estar a disposição do preparador no final de semana.


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22 jun10:56

João Pedro deve receber alta nesta sexta-feira

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O bebê encontrado em Chapecó deve receber alta nesta sexta-feira. João Pedro segue internado no Hospital da Criança, desde o dia 19 de junho, quando foi encontrado em uma sacola de papel. O médico Ani Werlang que atende o menino disse que aguarda o resultado de alguns exames necessários para que ele possa ir para adoção.

- São exames para comprovar que ele não está com nenhuma doença infectocontagiosa – disse.

João Pedro, com 3,8 quilos e 52 centímetros foi encontrado por Junior Everton Menegildo, de 14 anos quando ia para o Centro comprar roupas. O estudante disse que ouviu uma espécie de miado e quando abriu a sacola viu que era um bebê.

Assim que receber alta o menino será encaminhado para o Abrigo Municipal. De acordo com a coordenadora do Serviço de Acolhimento, Lilian Guntzel, 21 crianças, de 0 a 11 anos estão no Abrigo. Outras 64 crianças e adolescentes, de 12 a 18 anos, estão em quatro casas lares e 18 famílias acolhedoras da cidade.

Segundo a coordenadora, estão inscritas e aptas para adoção no Fórum de Chapecó 112 famílias.


Polícia Civil investiga o caso

Uma solicitação, para levantar o número de mulheres grávidas e que poderiam dar a luz neste período, deve ser encaminhada para a Secretaria Municipal de Saúde.

A delegada Isabel Fauth, disse que com a ajuda desses dados, e se a mãe fez o pré-natal, existe a possibilidade de encontrar a mãe do menino.

- É um caso difícil e vamos fazer de tudo para encontrar a mãe do menino – disse a delegada.


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20 jun17:49

Bebê abandonado em Chapecó está bem

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O pequeno João Pedro, como é chamado pela equipe do Abrigo de Chapecó e pelas enfermeiras do Hospital da Criança, está bem e segue internado em observação. O bebê de cinco dias, 3,8 quilos e 52 centímetros o menino não corre risco e deve receber alta nesta quinta-feira. Ele foi encontrado em uma sacola de papel na tarde da terça-feira por um garoto de 14 anos.

– Ele está bem nutrido e fora de risco – disse o médico Ani Werlang, que atendeu o bebê.

João estava enrolado com uma manta e dentro de uma sacola de papel jogada num terreno baldio, na rua Eurico Gaspar Dutra, no bairro São Cristovão. No local é comum os moradores depositarem lixo.

Quem encontrou o menino foi Junior Everton Menegildo que faltou a aula para ir ao centro comprar roupas com alguns amigos. No caminho eles ouviram uma espécie de miado.

– Pensei que era um gato – disse Junior.


Junior mostra a sacola onde encontrou o pequeno João Pedro.


Curioso ele chegou perto da sacola e viu que era um bebê.

– Num primeiro momento achei que era uma boneca, mas quando vi que era um bebê de verdade peguei no colo e ele parou de chorar – contou o menino emocionado.

O jovem ‘anjo da guarda’ de João, disse que a família duvidou da história. A mãe dele, Rosane Sales, só se convenceu quando viu o menino no colo do filho.

- Tinha passado pelo local minutos antes e não havia nenhuma sacola ali – disse Rosane, mãe de quatro filhos e que chamou o Corpo de Bombeiros.

Antes da chegada dos bombeiros, o menino foi levado para um pronto-socorro particular que fica próximo ao local, onde foi aquecido. A guarnição dos bombeiros chegou e levou o bebê, que ainda tinha sangue e líquido amniótico pelo corpo, para o Hospital da Criança de Chapecó.

- O cordão umbilical estava com início de cicatrização – disse a soldado do Corpo de Bombeiros de Chapecó, Daliane Daleaste.

Segundo a conselheira tutelar, Terezinha Lunelli, que acompanhou a chegada do bebê no final da tarde desta terça-feira no Hospital, foi registrado Boletim de Ocorrência na Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAM).

A delegada Isabel Fauth, disse que as investigações da Polícia Civil estão em andamento e que devido ao tamanho da cidade, pode ser complicado levantar o número de mulheres grávidas e que poderiam dar a luz neste período.

- Vamos aguardar os dados da secretaria municipal de saúde e se a mãe fez o pré-natal vamos encontrá-la – disse a delegada. Ela disse ainda que podem ser feitas denúncias anônimas sobre o caso.

- É um caso difícil e vamos fazer de tudo para encontrar a mãe do menino – disse

De acordo com a coordenadora do Serviço de Acolhimento, Lilian Guntzel, o bebê, assim que receber alta, será encaminhado para o abrigo.

– Recebemos na noite da terça uma comunicação sobre o caso. E ele ficará conosco até a decisão da justiça – disse Lilian.

Junior, que encontrou o bebê e a mãe Rosane, tem vontade e visitar o menino.

– Se der eu quero muito ver ele – disse Rosane que até pensou na hipótese de tentar adotar o bebê.

- Os meus estão grandes já e ficaria feliz em ter mais um – disse.



Números em Chapecó

No Abrigo Municipal estão acolhidas 21 crianças, de 0 a 11 anos. Outras 64 crianças e adolescentes, de 12 a 18 anos, estão em quatro casas lares e 18 famílias acolhedoras da cidade.

Segundo a coordenadora do Abrigo, estão inscritas e aptas para adoção no Fórum de Chapecó 112 famílias.


Sobrevivência

Para o médico Jorge Hazin, no geral, o tempo de sobrevivência de um recém-nascido é variável.

– Depende de diversos fatores como a gestação, condições do parto, idade gestacional e grau de nutrição. Além das condições de exposição a fatores ambientais, como temperatura e umidade – disse o médico.


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13 jun14:59

Três jogadores da Chapecoense no DM

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O que continua movimentado na Chapecoense, mesmo antes do início da Série C, do Campeonato Brasileiro, que segue sem previsão, é o Departamento Médico. Quem está a mais tempo no DM são os volantes Janderson e Marcos Alexandre. O atacante Éber é o novo integrante do local, ele sentiu dores na coxa esquerda durante um treino.

Segundo o fisioterapeuta da equipe, Guilherme Dias Carli, a maioria dos jogadores que passaram pelo departamento nos últimos dias eram por lesões musculares. – Nenhuma era grave, e podem ter sido ocasionados em função do frio – disse o fisioterapeuta.

O volante Janderson é quem está a mais tempo no DM. Ele lesionou o ligamento do joelho direito em um amistoso antes da estreia no Campeonato Catarinense 2012. Segundo o fisioterapeuta, o atleta deve ficar mais dois meses em tratamento.

Outro remanescente é o volante Marcos Alexandre. O atleta que ficou um mês em tratamento, melhorou, voltou a sentir dores, e passou por nova cirurgia, deve voltar a realizar trabalhos de preparação física em uma semana.



Janderson – volante

Lesão: Ruptura total do ligamento cruzado anterior no joelho direito

Previsão de volta: 2 meses


Marcos Alexandre- volante

Lesão: joelho esquerdo

Previsão de volta: 1 semana


Éber – atacante

Lesão: coxa esquerda

Previsão: 10 dias


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13 jun14:33

Dema e Galiardo estão liberados do DM da Chapecoense

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O zagueiro Dema e o lateral direito Galiardo estão liberados do Departamento Médico. Eles seguem agora para o trabalho com o preparador físico Anderson Paixão.

Dema sentiu dores no posterior da coxa direita, após um treino, e ficou 15 dias no DM. Já o lateral direito Galiardo, que também lesionou a coxa, ficou duas semanas no departamento.

O goleiro Vaná, que também estava no DM, já treina com bola a uma semana.

Nesta quarta-feira a equipe realiza amistoso contra o Concórdia na Arena Condá,a partir das 19 horas.

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17 mai07:51

Seis jogadores da Chapecoense estão no DM

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O Departamento Médico da Chapecoense está movimentado. Seis jogadores estão em tratamento e não devem participar da primeira da rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. O Verdão estreia no dia 26 de maio contra o Santo André em Araras/SP.

Quem está a mais tempo no DM é o volante Janderson. Ele lesionou o ligamento do joelho direito em um amistoso antes da estreia no Campeonato Catarinense. Segundo o fisioterapeuta Guilherme Dias Carli, o atleta deve ficar mais três meses em tratamento.

Outro remanescente no departamento é o volante Marcos Alexandre. Ele ficou um mês em tratamento, melhorou e voltou a sentir dores. O atleta passou por cirurgia para a retirada de um ponto interno no joelho e deve ficar mais 30 dias fora.

O meia Neném, que sentiu a coxa direita na partida contra o Avaí na Arena Condá, deve fazer uma ressonância nesta quinta-feira para ver como está a lesão.


Nivaldo deve ficar três semanas sem treinar com a equipe.


– Dependendo do resultado do exame ele pode voltar a treinar já na próxima segunda-feira – disse o fisioterapeuta da equipe. O lateral esquerdo William, que sentiu dores na panturrilha esquerda durante o treino também deve voltar aos trabalhos físicos na segunda.

Quem também está no DM é o zagueiro Dema. Ele sentiu dores no posterior da coxa durante o treino e deve ficar fora de 15 a 20 dias.

Itamar Schulle não poderá contar também com o goleiro Nivaldo. Ele fraturou a costela no treino do sábado dia 12. O fisioterapeuta disse que ele deve ficar três semanas sem treinar com a equipe.

Nesta quinta-feira a Chapecoense treina pela manhã na Arena Condá e após o meio-dia viaja para Curitiba/PR. Às 10h da sexta o time faz um amistoso contra o Atlético Paranaense no CT Alfredo Gottarde, mais conhecido como CT do Caju.


Janderson – volante

Lesão: Ruptura total do ligamento cruzado anterior no joelho direito

Previsão de volta: 3 meses (já ficou 3 meses parado)


Marcos Alexandre- volante

Lesão: joelho esquerdo

Previsão de volta: 30 dias


Neném – meia

Lesão: posterior da coxa direita

Previsão de volta: deve voltar aos treinos na segunda-feira, dia 21


William – lateral esquerdo

Lesão: panturrilha esquerda

Previsão de volta: deve voltar aos treinos na segunda-feira, dia 21


Dema – zagueiro

Lesão: coxa direita

Previsão de volta: 15 a 20 dias


Nivaldo – goleiro

Lesão: fratura de costela

Previsão de volta: 3 semanas


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16 mai10:36

Ainda não foi identificado homem atropelado na BR 480 em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Por volta das 17h50 desta terça-feira um homem morreu atropelado Km 128 da BR 480 em Chapecó. Até o final da manhã desta quarta-feira ele não havia sido identificado. Segundo funcionários do Instituto Médico Legal (IML), o homem de aproximadamente 35 anos, vestia bermuda, jaqueta de um supermercado de Chapecó e chinelo de dedos. Com ele foi encontrado também uma mochila preta cheia de roupas. Familiares podem fazer o reconhecimento no IML do Hospital Regional do Oeste em Chapecó.

Uma van, placas de Cunha Porã, com trabalhadores que saía de Chapecó atropelou o homem que, segundo a Polícia Rodoviária Federal de Xanxerê, teria tentando atravessar a pista. Nenhum ocupante do veículo se feriu.

O acidente gerou engarrafamento no local.



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27 jan15:16

Laudo pericial caso Marcelino Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O Diário Catarinense teve acesso ao laudo pericial médico da morte do vereador Marcelino Chiarello, ocorrida no dia 28 de novembro. No laudo, assinado pelo médico legista Antonio de Marco, foram identificadas várias lesões no corpo do vereador. Havia uma fratura no nariz, uma lesão no lado superior esquerdo da cabeça, provocada por uma pancada, e uma lesão no olho esquerdo. Havia ainda um hematoma no polegar direito e resíduos nas unhas. Na palma da mão esquerda, estava desenhada uma pirâmide.

Além disso as fotos do laudo mostram grande quantidade de sangue no rosto do vereador e manchas na camisa, tanto na frente quanto nas costas. Há também manchas de sangue na calça. A quantidade de sangue até chamou a atenção do delegado Augusto Mello Brandão, que considera um volume muito grande para se tratar de suicídio.

Parte do sangue escorreu do nariz em direção à orelha, que leva a deduzir que, ele estaria deitado quando o sangue escorreu. Os próprios delegados no início da investigação descartaram a tese de suicídio por essas informações.

No pescoço do vereador foram encontrados dois sulcos, um horizontal e outro oblíquo, provocados pela aça do notebook em que o vereador estava “pendurado” na janela de casa. O médico observou que um sulco tinha 42 centímetros de circunferência e a alça do laço da fita que estava no pescoço do vereador tinha 37,5 centímetros de circunferência .

>> Polícia Civil considera laudo médico inconclusivo

>> Advogado diz que a morte completou 50 dias sem qualquer informação concreta sobre o crime

>> PT acusa Estado de não priorizar caso Chiarello

Logo no dia do crime cinco delegados prestaram uma entrevista coletiva onde levantaram a hipótese de que o laço teria sido dado com o vereador no chão, pois era mais apertado que a circunferência do pescoço, e depois ele teria sido colocado próximo da janela. O delegado Alex Passos, que foi o primeiro delegado a chegar no local da morte, afirmou que não teria como ele ter dado o nó e depois ter se pendurado na grade. Não havia nem um banco ou apoio próximo ao corpo para que o vereador pudesse ter utilizado em caso de suicídio.

No primeiro atestado de óbito, o médico Antonio de Marco não coloca nem como suicídio, nem como homicídio a causa da morte. Ele assinalou a opção “outros”. Já na declaração da “causa mortis” para o seguro de vida de Chiarello, ele indica homicídio.

O Diário Catarinense tentou conversar hoje com o médico mas ele negou-se em dar entrevista.

– O que eu tinha que fazer está no laudo- disse.

Questionado se ele aponta homicídio ou suicídio declarou. –Veja o laudo e tire suas conclusões.


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