Menina

19 set17:52

Adolescente de São Lourenço do Oeste é selecionada no Menina Fantástica

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O ônibus da Menina Fantástica percorre Santa Catarina e já selecionou quatro meninas. Uma delas, Ana Laura Centenaro, 18 anos, foi escolhida na manhã desta quarta-feira em Chapecó. As demais foram selecionadas em São José, Blumenau e Criciúma.

Ana, que mora em São Lourenço do Oeste, percorreu cerca de 110 quilômetros de carro com os pais até Chapecó.

- Havia mandado carta no ano passado e neste ano resolvi vir até o ônibus – disse Ana Laura. Ela está confiante para a seletiva que acontece neste sábado em Florianópolis.

- Estou torcendo bastante, vou cuidar da alimentação nesta semana e quero muito entrar na casa – disse.

Ana foi uma das mais de 80 meninas que participaram da seletiva em Chapecó. Durante a tarde o ônibus esteve em São Carlos.

Quinze meninas serão selecionadas no estado e apenas três passam para a próxima fase. Na classificatória devem participar também as três meninas escolhidas no Paraná e Rio Grande do Sul, mais a escolhida por carta. Destas dez meninas, apenas duas, vão para a casa da Menina Fantástica.

Segundo o olheiro Carlos Paiva o projeto procura uma nova top model que possa representar o país. Para isso ônibus estão percorrendo as cinco regiões do Brasil.

- Sei o que estou procurando e por isso é importante esse giro – disse.




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07 set09:37

Criança de dois anos morre após cair em piscina em Cunha Porã

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Uma menina de dois morreu após cair na piscina da casa em Cunha Porã. Segundo informações de familiares, Lívia Paola Kipper, brincava com outras duas crianças quando ia para a casa da avó, que fica no mesmo terreno, e caiu da piscina.

Segundo o tio da criança, Sidnei Kipper, tudo aconteceu muito rápido.

- Foi um descuido de cinco segundos, um piscar de olhos – disse Sidnei.

Uma tia ouviu o barulho e tentou socorrer Lívia que já estava no fundo da piscina. Ela deu entrada por volta das 11h no Hospital de Cunha Porã e foi encaminhada para o Hospital Regional do Oeste em Chapecó.

Ela chegou a ficar internada da UTI, mas não resistiu e morreu por volta das 19 horas.

Lívia está sendo velada na Igreja da Comunidade Evangélica de Cunha Porã. O enterro será no final da tarde no cemitério da Comunidade.


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07 set08:46

Concurso Menina Fantástica 2012 chega a Santa Catarina neste domingo

A partir deste domingo, o sonho de ser modelo e brilhar nas passarelas está mais perto para as catarinenses de 15 a 25 anos, quando o ônibus do concurso Menina Fantástica chega a Joinville. Em Santa Catarina, o ônibus passará por 17 cidades (confira a lista abaixo).

As candidatas selecionadas nesta primeira fase vão para as seletivas estaduais, que acontecem em 15 capitais, incluindo Florianópolis. Depois, 50 meninas seguem para as semifinais do concurso, a partir de outubro. Após passarem pelas semifinais regionais, as dez finalistas vão disputar o título de Menina Fantástica 2012 na casa das modelos, em São Paulo.

Nas três primeiras edições, a competição recebeu mais de 3 milhões de candidatas em busca do sonho de se tornar uma top model. Este ano, os quatro ônibus que viajam pelo Brasil selecionando as candidatas, irão percorrer 140 mil quilômetros e mais de 250 cidades em todas as regiões do país na primeira fase do concurso.

A vencedora, escolhida pelo público, ganha um contrato no valor de R$ 500 mil com a agência Mega, além de um ensaio para a revista Vogue, em Nova York. A segunda colocada assina um contrato com a Mega no valor de R$ 100 mil.


Confira o roteiro do ônibus por Santa Catarina

Dia 09, domingo – Joinville

Dia 10 – Itajaí

Dia 11 – Brusque e Balneário Camboriú

Dia 12 – São José

Dia 13 – Blumenau

Dia 14 – Lages

Dia 15 – Criciúma

Dia 17 – Tubarão e Araranguá

Dia 18 – Curitibanos e Campos Novos

Dia 19- Chapecó e São Carlos

Dia 20 – Caçador e Porto União

Dia 21 – Florianópolis


DIÁRIO CATARINENSE



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05 set10:16

Criança de seis anos morreu atropelada em Abelardo Luz

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Uma menina de seis anos morreu atropelada no final da tarde da terça-feira em Abelardo Luz. Andriele Cristiane Camargo Pires chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu à caminho do Hospital da cidade. O motorista do caminhão, que fugiu do local após o atropelamento, já foi identificado pela Polícia Civil.

- Ele deve se apresentar ainda nesta quarta-feira na delegacia – disse o delegado João Luiz Miotto. O delegado disse ainda que caso ele não se apresente durante o inquérito poderá ser solicitada a prisão preventiva do motorista.

A ocorrência foi por volta das 17 horas na Rua 1400, no bairro São João Maria em Abelardo Luz. Segundo o soldado Elivar Backes do Corpo de Bombeiros, a menina foi encontrada inconsciente.

- Tentamos levá-la para o Hospital Nossa Senhora Aparecida, mas ela não resistiu aos ferimentos – disse Backes.

A Polícia Civil foi chamada e ouviu testemunhas que moram próximo ao local. O caminhão de transporte de frangos que teria atropelado a menina foi encontrado estacionado em um posto de combustível. Os policiais identificaram o proprietário do veículo que disse quem estaria dirigindo o caminhão naquele horário.

A menina que completaria sete anos no próximo dia 20 está sendo velada na Capela da Igreja do Bairro São João Maria. O enterro está programado para as 16h desta quarta-feira, no cemitério municipal.

A polícia investiga o caso.


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16 ago09:13

Menina Fantástica terá seletiva catarinense dia 22 de setembro

Viviane Bevilacqua | viviane.bevilacqua@diario.com.br

Neste domingo, o Fantástico lança a edição 2012 do Menina Fantástica. O concurso vai cruzar as cinco regiões do Brasil, na maior seleção de modelos do país.

A partir da próxima semana, quatro ônibus servirão de estúdio e vão percorrer diferentes roteiros em busca do novo rosto da moda brasileira. Ao todo, vão passar por mais de 250 cidades, em 24 estados e no Distrito Federal.

A cada domingo, os telespectadores poderão acompanhar as etapas do concurso, durante o programa da Rede Globo. A apresentação será de Zeca Camargo, mas na fase final a top model Izabel Goulart vai participar do quadro, acompanhando as 10 finalistas, que estarão reunidas em uma casa em São Paulo para as provas decisivas do concurso.

Na primeira fase do projeto, o ônibus será o local para as inscrições e pré-seleção das candidatas. Moderno e equipado, ele simulará um ambiente de agência de modelos e terá uma passarela em toda sua extensão.

Em toda a viagem, estarão a bordo um booker da agência Mega Models, um produtor, um assistente, além de uma participante das edições anteriores do Menina Fantástica, que contará a sua experiência para as candidatas. As jovens de cidades fora do roteiro dos ônibus poderão se inscrever por carta.

Todas as informações estarão disponíveis no site do projeto (www.g1.com.br/fantastico), a partir deste domingo. Serão indicadas 15 meninas para cada seletiva estadual. A de Santa Catarina será dia 22 de setembro, em Florianópolis.

Três candidatas de cada seletiva vão se classificar para as semifinais, que acontecerão entre 20 de outuro e 17 de novembro, em locações especiais. No dia 18 de novembro, as 10 classificadas seguem para a casa da Menina Fantástica, em São Paulo. Durante quatro semanas elas serão acompanhadas de perto pela top model Izabel Goulart e vão vivenciar todas as fases e desafios do trabalho de modelo.

A vencedora receberá como prêmio um contrato de cinco anos no valor de R$ 500 mil com a agência Mega Models e um ensaio de moda produzido em Nova York para a revista Vogue. A segunda colocada ganhará um contrato de R$ 100 mil.



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14 fev10:58

Rosa para meninas e azul para meninos? Como agir diante das questões de gênero na infância

Fabio Priklandnicki | fabio.pri@zerohora.com.br

No filme Tomboy, produção francesa que está em em cartaz em Porto Alegre e saiu há poucos dias das telas de Florianópolis, a pequena Laure, 10 anos, se passa por um menino para se enturmar com as crianças da nova vizinhança para onde se muda com os pais e com a irmã menor. Dirigido e escrito por Céline Sciamma, o longa mostra como Laure se transforma temporariamente em Michaël, adotando postura, guarda-roupa e corte de cabelo masculinos.

Cena do filme "Tomboy".

Ao mesmo tempo, busca estratégias para esconder sua condição biológica refugiando-se em um bosque, por exemplo, para urinar durante a partida de futebol. Tomboy reacende o debate sobre como as crianças e os pais devem lidar com as convenções culturalmente estabelecidas sobre o que é próprio de cada gênero.

Uma irreverente síntese do que está por trás desse debate aparece em um vídeo que virou fenômeno na internet no final do ano passado (embora tenha sido postado em maio), assistido por mais de 3,6 milhões de pessoas. Em uma loja de brinquedos, a garota Riley, quatro anos, moradora do Estado de Nova York, questiona por que as meninas precisam sempre brincar de princesas, enquanto os meninos brincam de super-heróis. Riley argumenta que tanto meninos quanto meninas podem gostar de ambas as brincadeiras.

– As empresas que fazem esses (brinquedos) tentam levar as meninas a comprar coisas rosas, em vez das coisas que os meninos gostam de comprar, certo? – ela pergunta ao pai, que está atrás da câmera.

A questão sobre o que cabe aos meninos e o que é das meninas está por todos os lados. Hoje com cinco anos, a garota Shiloh, primeira filha biológica de Angelina Jolie e Brad Pitt, é vista publicamente vestindo roupas usualmente preferidas por meninos. A postura do casal hollywoodiano, que tem outros cinco filhos (três adotados e dois biológicos), é de compreensão: Shiloh se veste como se sente melhor. Mas, afinal, como devem agir os pais?

Casais começam a desafiar as convenções de gênero também longe das lentes dos paparazzi. A advogada e empresária Daniela Policarpo, 26 anos, e o advogado Volnir Aragão, 46 anos, compraram recentemente uma bermuda lilás para o filho Lorenzo, 11 meses.

– É natural para nós. O Lorenzo brinca de boneca e de cozinha. E outras brincadeiras soam como coisa guri: ele destrói coisas, gosta de jogar bola. Nunca limitamos. Se surgirem diferenças de gênero, será naturalmente – diz Daniela.

Ela conta que o casal já foi questionado por parentes e amigos, mas mantém a convicção.

– Comprei fraldas de pano que tinham estampas de animais. Me disseram: “Isso é gay”. Mas prefiro criar um filho gay a criar um filho homofóbico. É na primeira infância que formamos a sociedade do futuro – defende.


Diferenças desafiadoras

Como agir se seu filho ou sua filha se interessar por brinquedos ou roupas característicos do outro sexo? Não menos importante do que isso: o que o comportamento dos pais neste tipo de situação diz a respeito de suas próprias inseguranças?

Mais do que uma questão familiar, as convenções de gênero atribuídas às crianças são definidoras de sua saúde emocional e têm repercussões na forma com que elas interagirão em sociedade quando adultas. Meu Filho ouviu especialistas sobre o tema.

Insegurança dos pais

Se antigamente as marcações de gênero eram mais definidas do que hoje, por outro lado havia uma margem de idade para a cobrança começar, compara a psicanalista Diana Corso. Com brincadeiras cada vez mais sexuadas, o tempo para experimentar foi reduzido a quase zero.

– Antes, as meninas podiam ser molecas até uma certa idade. Hoje, têm de ser meninas desde o dia em que nascem. Os meninos são vestidos de surfistinha aos dois anos. Parece que os pais querem ter muitas certezas sobre isso – afirma Diana.

O medo de falhar na tarefa de transmitir a identidade de gênero para os filhos reflete uma insegurança dos pais a respeito de si próprios, como ela ressalva:

– Hoje, vemos homens aliviados quando nasce uma filha mulher, pois, se fosse um menino, a tarefa seria desse pai. Se um filho ou filha revela uma identidade sexual ambígua, é como se o pai ou a mãe se sentisse desautorizado. Mas é uma insegurança de todos nós, que dura a vida inteira. Nunca nos sentimos definitivamente capazes de ter certeza de sermos suficientemente masculinos ou femininos.


Quando se preocupar

Antes de criticar ou repreender a criança pelo tipo de brinquedo que ela escolhe, é preciso tentar compreender. Muitos pais se assustam precipitadamente com atividades que reproduzem ingenuamente cenas que as crianças veem na vida real, conforme explica a psicopedagoga Maria Jacinta Staudt:

– Brinquedo infantil não tem gênero. O fato de um menino brincar de casinha ou de bebê não vai definir sua sexualidade. Essa definição se dá por outras áreas, não pelo jogo lúdico.

A dúvida que aflige muitos pais é: existe um indício de que a brincadeira pode não ser positiva para a saúde emocional da criança? Responde Maria Jacinta:

– Os pais devem estar atentos quando a criança apresentar uma questão excessivamente destrutiva. Não me refiro ao ato de desmontar para ver como funciona, mas à destruição com muita raiva. Não que isso signifique uma patologia, mas o excesso, a dose exagerada deve fazer com que o olhar dos pais seja mais minucioso, e a presença, mais efetiva.

Consequências para a sociedade

Reforçados pela família, pela escola e por outras instituições, os padrões do que é supostamente adequado para meninos e para meninas influenciam diretamente a vida das crianças quando adultas e, portanto, a sociedade.

– A consequência mais grave está relacionada à violência de gênero – afirma Jane Felipe de Souza, professora da Faculdade de Educação da UFRGS e integrante do Grupo de Estudos de Educação e Relações de Gênero (Geerge) e do Grupo de Estudos em Educação Infantil (Gein) da UFRGS.

Segundo Jane, os pais são mais condescendentes com os filhos homens na hora de impor limites.

– O menino cresce com a ideia de que não pode ser frustrado em seus desejos, o que acaba gerando um sujeito mais violento. Se uma namorada, no futuro, disser que ele não é mais o objeto de seu desejo amoroso, ele será capaz de bater nela.


Coisa de menino ou de menina?

A psicóloga Cristina Bergonsi propõe reflexões e atitudes que podem ajudar os pais a lidar com situações de limites de gênero.


PARA PENSAR

- O que importa não é o brinquedo, mas o significado que a criança dá ao seu brincar com o objeto e o prazer que mostra.

- Meninos e meninas podem compartilhar experiências de brincar de carrinho, boneca ou comidinha porque ensaiam no seu imaginário como percebem o mundo.

- Brincar é um momento de construção de conceitos no qual adultos e crianças podem aproveitar para administrar raivas, entender tristezas e promover alegria.

- Pais que brincam, conversam e procuram ser criativos nas vivências com seus filhos têm acesso para questionar e problematizar dúvidas que possam surgir.


PARA EXPERIMENTAR

- Quando seu filho escolher um brinquedo que pareça fora do padrão considerado de seu sexo, participe observando o seu brincar de modo despretensioso e questione o que lhe parece divertido nesta brincadeira.

- Preste atenção ao conversar sobre comportamento com seus filhos, pois o fato de uma criança experimentar algo considerado do padrão do sexo oposto não significa que ela esteja se identificando com o sexo oposto.

- As crianças aprendem mais pelos exemplos que vivenciam do que por conselhos.

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