Menino

24 ago10:46

Segue internado em Chapecó o menino de três anos atacado por cão

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O menino de três atacado por um cão da raça Chow Chow segue internado em quarto do Hospital Regional do Oeste (HRO) em Chapecó. O quadro do menino, que passou por duas cirurgias e está acompanhado dos pais, é estável.

Três médicos, sendo um oftalmologista, acompanham o caso. O ataque do animal, que estava com a família a menos de seis meses, foi na quarta-feira, dia 22, na Linha Battistelo, interior do município.

O primeiro atendimento foi realizado pelo Corpo de Bombeiros que encaminhou o menino, com ferimentos na face, nariz e olho esquerdo, para o Hospital da Criança.

Como o caso era grave ele foi transferido e passou por cirurgia, ainda na noite da quarta, no HRO. A segunda cirurgia foi no começo da tarde da quinta. Ele saiu da UTI no final da tarde da quinta-feira.


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23 ago16:48

Saiu da UTI menino de três anos atacado por cão em Chapecó

[atualizado 17h06]

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Saiu da UTI o menino de três anos atacado por um cão da raça Chow Chow na tarde da quarta-feira em Chapecó. Ele passou por nova cirurgia no começo da tarde e está internado em um quarto do Hospital Regional do Oeste (HRO). O quadro dele é estável.

O ataque do animal, que estava com a família a menos de seis meses, foi por volta das 17h30 da quarta-feira, dia 22. A família que mora na Linha Battistelo, interior do município, procurou ajuda do Corpo de Bombeiros no posto que fica no bairro Engenho Braun. No local o menino, que apresentava ferimentos na face, nariz e olho esquerdo, recebeu os primeiros atendimentos e foi encaminhado para o Hospital da Criança.

Como o caso era grave ele foi transferido para o Hospital Regional onde passou por cirurgia ainda na noite da quarta.




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23 ago12:01

Menino de três anos foi atacado por cão em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O estado de saúde do menino de três anos, que foi atacado por um cão no interior de Chapecó, é estável. Ele segue internado na UTI do Hospital Regional do Oeste de Chapecó e deve passar por mais uma cirurgia na tarde desta quinta-feira.

O ataque do animal doméstico, de porte médio, foi por volta das 17h30 da quarta-feira, dia 22. A família que mora na Linha Battistelo, interior do município, procurou ajuda do Corpo de Bombeiros no posto que fica no bairro Engenho Braun. No local o menino, que apresentava ferimentos na face, nariz e olho esquerdo, recebeu os primeiros atendimentos e foi encaminhado para o Hospital da Criança.

Como o caso era grave ele foi transferido para o Hospital Regional onde passou por cirurgia ainda na noite da quarta.

Na tarde desta quinta-feira ele passará por novos exames e cirurgia.



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26 abr15:03

Morre menino de um ano que se afogou em balde em Chapecó

[Atualizado 17h07]

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O menino de um ano que se afogou em um balde em Chapecó morreu próximo ao meio-dia desta quinta-feira. Ele estava internado há três dias em estado grave na UTI do Hospital Regional de Chapecó. O menino respira com ajuda de aparelhos.

Ele brincava dentro de casa na noite da segunda-feira, dia 23, no bairro Palmital, quando foi encontrado caído dentro do balde com água. O menino foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e Samu e encaminhado para o Hospital Regional, onde ficou três dias internado em estado grave.

O velório será no Ginásio do Bairro Palmital e o enterro deve acontecer na manhã desta sexta-feira em Chapecó.


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25 abr12:12

Menino de um ano que se afogou em balde segue na UTI do Hospital Regional de Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O menino de um ano que se afogou em um balde segue internado em estado grave na UTI do Hospital Regional de Chapecó (HRO). O estado do menino é grave e ele respira com a ajuda de aparelhos.

O menino brincava dentro de casa na noite desta segunda-feira, dia 23, no bairro Palmital, em Chapecó, quando foi encontrado caído por familiares dentro de um balde.


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25 abr11:26

O Menino Maluquinho nesta quarta em Chapecó

É nesta quarta-feira, a partir das 20h, no Teatro Municipal do Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó, a  Peça “O Menino Maluquinho”.

A obra de 1980 enfoca a história do personagem-título, que não tem denominação específica no livro, uma narrativa de apresentação vazada em terceira pessoa e localizada em qualquer parte já que o autor opta pela indefinição do lugar relatado. Entretanto, pode-se identificar o menino como qualquer criança na faixa etária dos dez a doze anos e, principalmente, membro de família da classe média.

Caracterizado como “maluquinho”, ele pratica todo tipo de peraltice, que o expectador pode depreender já nos primeiros diálogos do espetáculo (“… tinha o olho maior que a barriga; tinha fogo no rabo; tinha vento nos pés; era um menino impossível…”), marcando-se por sua criatividade, inventando músicas, fazendo poemas; individualizando-se nos seus comportamentos escolares (“… este caderno só pode ser do menino maluquinho…”), seja por ter uma visão própria nas aulas de história, seja por desenhar passarinhos no mapa do Brasil, nas aulas de geografia.


Espetáculo: O Menino Maluquinho

Horário: 20h

Local: Teatro Municipal de Chapecó/SC

Ingressos: R$ 10 (antecipado, meio ingresso e na hora com bônus) – R$ 20 (na hora sem bônus)

Pontos de Venda: Livraria Educativa (49) 3323-2029

Informações: Centro de Eventos (49) 3319-1000 ou ACPT (45) 9961-2700


O Menino Maluquinho em Concórdia

A apresentação será a partir das 20h no Teatro Municipal de Concórdia.


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24 abr20:13

Segue internado em estado grave na UTI a criança de um ano que se afogou em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Segue internado em estado grave na UTI do Hospital Regional de Chapecó (HRO), o menino de um ano que se afogou em um balde na noite desta segunda-feira, dia 23, no bairro Palmital, em Chapecó. Segundo o Boletim Médico o estado do menino é grave e ele respira com a ajuda de aparelhos.

De acordo com familiares da criança, ele estava em casa com o avô e brincava na sala na hora do acidente. Próximo a sala onde ele estava havia um balde com água. Quando os familiares perceberam que o menino não estava fazendo barulhos foram procurá-lo e o encontraram caído de cabeça para baixo dentro do balde.

O Corpo de Bombeiros foi chamado por uma vizinha. Enquanto a equipe se deslocava para a casa da família a central passava orientações por telefone para a mulher que ajudava a socorrer o menino.

Segundo o soldado Cleber Carvalho do Corpo de Bombeiros de Chapecó, a calma do bombeiro que estava no atendimento e da mulher que ligou para o 193 foram fundamentais para que o menino sobrevivesse.

- Ela seguiu as orientações e pode dar os primeiros atendimentos a criança – disse Cleber.

Ao chegar ao local os Bombeiros encontraram o menino caído no chão e com parada cardiorrespiratória. Uma unidade avançada do Samu foi chamada para auxiliar no atendimento. O menino foi entubado, medicado e conduzido por volta das 22h30, pelo Samu, com ajuda dos Bombeiros para o Hospital Materno Infantil.

Próximo da meia-noite ele foi transferido para a UTI do HRO onde permanece internado.


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24 abr10:54

Criança de um ano que se afogou em Chapecó está em estado grave na UTI

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Segue internado na UTI do Hospital Regional de Chapecó (HRO), o menino de um ano que se afogou em um balde na noite desta segunda-feira, no bairro Palmital, em Chapecó. Segundo a Boletim Médico o estado do menino é grave e ele respira com a ajuda de aparelhos.

De acordo com familiares da criança, ele estava brincando dentro de casa na hora do acidente. Próximo a sala onde ele brincava havia um balde com água. Quando os familiares perceberam que o menino não fazia mais barulhos foram procurá-lo e o encontraram caído dentro do balde.

O Corpo de Bombeiros e o Samu foram chamados. O menino foi entubado, medicado e conduzido por volta das 22h30, pelo Samu, com ajuda dos Bombeiros para o Hospital Materno Infantil.

Próximo da meia-noite ele foi transferido para a UTI do HRO onde segue internado.


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14 fev10:58

Rosa para meninas e azul para meninos? Como agir diante das questões de gênero na infância

Fabio Priklandnicki | fabio.pri@zerohora.com.br

No filme Tomboy, produção francesa que está em em cartaz em Porto Alegre e saiu há poucos dias das telas de Florianópolis, a pequena Laure, 10 anos, se passa por um menino para se enturmar com as crianças da nova vizinhança para onde se muda com os pais e com a irmã menor. Dirigido e escrito por Céline Sciamma, o longa mostra como Laure se transforma temporariamente em Michaël, adotando postura, guarda-roupa e corte de cabelo masculinos.

Cena do filme "Tomboy".

Ao mesmo tempo, busca estratégias para esconder sua condição biológica refugiando-se em um bosque, por exemplo, para urinar durante a partida de futebol. Tomboy reacende o debate sobre como as crianças e os pais devem lidar com as convenções culturalmente estabelecidas sobre o que é próprio de cada gênero.

Uma irreverente síntese do que está por trás desse debate aparece em um vídeo que virou fenômeno na internet no final do ano passado (embora tenha sido postado em maio), assistido por mais de 3,6 milhões de pessoas. Em uma loja de brinquedos, a garota Riley, quatro anos, moradora do Estado de Nova York, questiona por que as meninas precisam sempre brincar de princesas, enquanto os meninos brincam de super-heróis. Riley argumenta que tanto meninos quanto meninas podem gostar de ambas as brincadeiras.

– As empresas que fazem esses (brinquedos) tentam levar as meninas a comprar coisas rosas, em vez das coisas que os meninos gostam de comprar, certo? – ela pergunta ao pai, que está atrás da câmera.

A questão sobre o que cabe aos meninos e o que é das meninas está por todos os lados. Hoje com cinco anos, a garota Shiloh, primeira filha biológica de Angelina Jolie e Brad Pitt, é vista publicamente vestindo roupas usualmente preferidas por meninos. A postura do casal hollywoodiano, que tem outros cinco filhos (três adotados e dois biológicos), é de compreensão: Shiloh se veste como se sente melhor. Mas, afinal, como devem agir os pais?

Casais começam a desafiar as convenções de gênero também longe das lentes dos paparazzi. A advogada e empresária Daniela Policarpo, 26 anos, e o advogado Volnir Aragão, 46 anos, compraram recentemente uma bermuda lilás para o filho Lorenzo, 11 meses.

– É natural para nós. O Lorenzo brinca de boneca e de cozinha. E outras brincadeiras soam como coisa guri: ele destrói coisas, gosta de jogar bola. Nunca limitamos. Se surgirem diferenças de gênero, será naturalmente – diz Daniela.

Ela conta que o casal já foi questionado por parentes e amigos, mas mantém a convicção.

– Comprei fraldas de pano que tinham estampas de animais. Me disseram: “Isso é gay”. Mas prefiro criar um filho gay a criar um filho homofóbico. É na primeira infância que formamos a sociedade do futuro – defende.


Diferenças desafiadoras

Como agir se seu filho ou sua filha se interessar por brinquedos ou roupas característicos do outro sexo? Não menos importante do que isso: o que o comportamento dos pais neste tipo de situação diz a respeito de suas próprias inseguranças?

Mais do que uma questão familiar, as convenções de gênero atribuídas às crianças são definidoras de sua saúde emocional e têm repercussões na forma com que elas interagirão em sociedade quando adultas. Meu Filho ouviu especialistas sobre o tema.

Insegurança dos pais

Se antigamente as marcações de gênero eram mais definidas do que hoje, por outro lado havia uma margem de idade para a cobrança começar, compara a psicanalista Diana Corso. Com brincadeiras cada vez mais sexuadas, o tempo para experimentar foi reduzido a quase zero.

– Antes, as meninas podiam ser molecas até uma certa idade. Hoje, têm de ser meninas desde o dia em que nascem. Os meninos são vestidos de surfistinha aos dois anos. Parece que os pais querem ter muitas certezas sobre isso – afirma Diana.

O medo de falhar na tarefa de transmitir a identidade de gênero para os filhos reflete uma insegurança dos pais a respeito de si próprios, como ela ressalva:

– Hoje, vemos homens aliviados quando nasce uma filha mulher, pois, se fosse um menino, a tarefa seria desse pai. Se um filho ou filha revela uma identidade sexual ambígua, é como se o pai ou a mãe se sentisse desautorizado. Mas é uma insegurança de todos nós, que dura a vida inteira. Nunca nos sentimos definitivamente capazes de ter certeza de sermos suficientemente masculinos ou femininos.


Quando se preocupar

Antes de criticar ou repreender a criança pelo tipo de brinquedo que ela escolhe, é preciso tentar compreender. Muitos pais se assustam precipitadamente com atividades que reproduzem ingenuamente cenas que as crianças veem na vida real, conforme explica a psicopedagoga Maria Jacinta Staudt:

– Brinquedo infantil não tem gênero. O fato de um menino brincar de casinha ou de bebê não vai definir sua sexualidade. Essa definição se dá por outras áreas, não pelo jogo lúdico.

A dúvida que aflige muitos pais é: existe um indício de que a brincadeira pode não ser positiva para a saúde emocional da criança? Responde Maria Jacinta:

– Os pais devem estar atentos quando a criança apresentar uma questão excessivamente destrutiva. Não me refiro ao ato de desmontar para ver como funciona, mas à destruição com muita raiva. Não que isso signifique uma patologia, mas o excesso, a dose exagerada deve fazer com que o olhar dos pais seja mais minucioso, e a presença, mais efetiva.

Consequências para a sociedade

Reforçados pela família, pela escola e por outras instituições, os padrões do que é supostamente adequado para meninos e para meninas influenciam diretamente a vida das crianças quando adultas e, portanto, a sociedade.

– A consequência mais grave está relacionada à violência de gênero – afirma Jane Felipe de Souza, professora da Faculdade de Educação da UFRGS e integrante do Grupo de Estudos de Educação e Relações de Gênero (Geerge) e do Grupo de Estudos em Educação Infantil (Gein) da UFRGS.

Segundo Jane, os pais são mais condescendentes com os filhos homens na hora de impor limites.

– O menino cresce com a ideia de que não pode ser frustrado em seus desejos, o que acaba gerando um sujeito mais violento. Se uma namorada, no futuro, disser que ele não é mais o objeto de seu desejo amoroso, ele será capaz de bater nela.


Coisa de menino ou de menina?

A psicóloga Cristina Bergonsi propõe reflexões e atitudes que podem ajudar os pais a lidar com situações de limites de gênero.


PARA PENSAR

- O que importa não é o brinquedo, mas o significado que a criança dá ao seu brincar com o objeto e o prazer que mostra.

- Meninos e meninas podem compartilhar experiências de brincar de carrinho, boneca ou comidinha porque ensaiam no seu imaginário como percebem o mundo.

- Brincar é um momento de construção de conceitos no qual adultos e crianças podem aproveitar para administrar raivas, entender tristezas e promover alegria.

- Pais que brincam, conversam e procuram ser criativos nas vivências com seus filhos têm acesso para questionar e problematizar dúvidas que possam surgir.


PARA EXPERIMENTAR

- Quando seu filho escolher um brinquedo que pareça fora do padrão considerado de seu sexo, participe observando o seu brincar de modo despretensioso e questione o que lhe parece divertido nesta brincadeira.

- Preste atenção ao conversar sobre comportamento com seus filhos, pois o fato de uma criança experimentar algo considerado do padrão do sexo oposto não significa que ela esteja se identificando com o sexo oposto.

- As crianças aprendem mais pelos exemplos que vivenciam do que por conselhos.

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09 fev18:13

Menino morre afogado em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Um menino de 14 anos morreu afogado na tarde desta quinta-feira em Chapecó. Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima tomava banho com amigos em um açude no Distrito de Marechal Bormann. Ele estava apoiado em pedaços de isopor e litros de refrigerantes na hora do acidente.

Após buscas no local os bombeiros encontraram o corpo a cerca de 10 metros da margem e a aproximadamente 3,5 metros de profundidade. O corpo foi encaminhado para o IML de Chapecó.

A Polícia Civil vai investigar o caso.


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