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11 set09:13

Marca do artesanato da Aldeia Kondá será lançada em Chapecó

Cursos de capacitação para o aprimoramento e preservação da cultura indígena com vistas à ampliação da renda familiar e melhoria das condições de vida da comunidade indígena da Aldeia Kondá de Chapecó. Essas foram algumas das ações do “Projeto Aldeia Indígena Kondá – Desenvolvimento Sustentável e Capacitação Artesanal”, desenvolvido pelo Instituto de Desenvolvimento Regional – Saga, em parceria com o Banco do Brasil e com apoio da Secretaria Municipal de Agricultura e Araapoc, através do DRS Indígena.

O projeto vem sendo realizado desde 2010, no sentido de ordenar e aprofundar os conhecimentos básicos de Gestão respeitando as peculiaridades inerentes à cultura indígena dos kaingangues, promovendo a compreensão e capacitação em processos de empreendedorismo, marketing, comercialização e relacionamento com os consumidores, qualificando os produtos originais para atender as expectativas dos compradores potenciais da região, do país e do exterior. Todos os conhecimentos foram transmitidos aos indígenas através de oficinas teóricas e práticas.

Agora, após a capacitação e a constituição de uma associação de artesanato na Aldeia, será lançada no dia 12 de setembro, às 16h, no Mercado Público Regional, a marca dos produtos da Aldeia Kondá. O evento terá a participação de indígenas e apoiadores do Saga e Banco do Brasil.

Segundo a diretora presidente do Instituto Saga, Marlene de Andrade, a partir do projeto, os indígenas tem as condições para o desenvolvimento da capacidade empreendedora, assegurando sustentabilidade e perspectivas de futuro para o artesanato típico, confeccionado na aldeia a principal fonte de subsistência de seus habitantes.


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30 ago10:33

Secretaria de Agricultura e Serviços Gerais de Chapecó vai atender em novo endereço

Melhorar o atendimento aos agricultores chapecoenses e oferecer todos os serviços em um só lugar, são os objetivos da mudança de endereço da Secretaria Municipal de Agricultura e Serviços Rurais.

A Secretaria será transferida para o prédio que abriga o Mercado Público Regional, localizado na Rua John Kennedy esquina com Sicília, no bairro Passo dos Fortes.

A inauguração da nova sede será nesta sexta-feira, dia 31. O atendimento será realizado de segunda a sexta-feira das 12h às 18h.


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07 jul10:05

Ações inscritas ao Prêmio Ação Comunitária serão conhecidas neste sábado

O Prêmio Ação Comunitária terá apresentadas neste sábado, 7 de julho, as indicações feitas para sua oitava edição. Participam escolas públicas e particulares, movimentos comunitários e organizações não-governamentais, dentro do objetivo de destacar atividades desenvolvidas na comunidade e contribuir com a maior notoriedade de ações de voluntariado que beneficiam segmentos da sociedade. A apresentação das ações inscritas será feita às 14h, no palco do Mercado Público Municipal, numa iniciativa da Unochapecó, Rádio Super Condá e Caixa Econômica Federal.

Na edição de 2012 foram inscritas 21 ações de ONGs, 15 de movimentos comunitários e 11 de escolas. A apresentação será feita durante o programa Condá na Comunidade, que vai ao ar das 14h às 16h.

As 21 ações das ONGS foram inscritas por 16 organizações. São elas: Conselho Comunitário dos Bairros Saic e Jardim Itália; Sociedade Espírita Filhos de Dom Inácio de Loyola/Programa Viver; Banda Estudantil Marechal Bormann; Verde Vida; Associação de Fraternidade Ecumênica – Asfrec; Pastoral da Criança; Aiesec em Chapecó; GPO Escoteiros Xapecó; Cruz Vermelha; Centro Social Ilma Rosa De Nes/Bairro Saic e Jardim Itália; Adevosc; Albergue João Piltz; Associação Catarinense de Professores/Núcleo Regional de Chapecó; Educar, Servir e Amar a Deus (Esad); Gapa; e Projeto Sombra e Água Fresca.

Os movimentos comunitários que apresentaram as 15 ações são em número de 13. Estão inscritos os seguintes movimentos: Grupo de Jovens Ruah; Associação de Moradores do Loteamento Universidade; Conselho Comunitário do Loteamento Sereno Soprana; Grupo de Idoso Florescer/Alta Floresta; Grupo de Idosos Santa Luzia/Parque das Palmeiras; Igreja Assembleia de Deus Fé para as Nações; Associação Amigos do Parque Alberto Fim; Comunidade Santa Maria Madalena; Oficina de Violão; Oficina de Palhaço – Klawes; Oficina de Dança Germânica; AGCF – Associação Geração Chapecó de Futsal; e Grupo de Viola Comunitário.

Na categoria escolas, as 11 ações foram indicadas por sete estabelecimentos. São eles as escolas: Básica Municipal Alípio José da Rosa; Educação Básica Professora Zelia Scharf; Básica Municipal Anita Garibaldi; Básica Municipal Victor Meirelles; Básica Municipal Florestan Fernandes; Escola de Artes; e Básica Municipal Cruz e Souza.


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04 jul09:21

Chapecó recebe a 3ª Feira Microrregional de Economia Solidária neste sábado

Exposição e comercialização de artesanatos, confecção, produtos orgânicos e serviços; seminários; oficinas; e atividades culturais. Estas são algumas das atrações da 3ª Feira Microrregional de Economia Solidária do Oeste Catarinense: Fortalecimento Local. O evento acontece neste sábado, dia 7 de julho, no pátio do Mercado Público Regional, em Chapecó.

A Feira inicia às 8h com a recepção dos expositores e, às 8h30, ocorre a abertura do evento. Das 9h30 às 12h30, será realizado um seminário com o tema: “A cooperação como estratégia de desenvolvimento”. Às 14h, haverá uma oficina sobre “O reaproveitamento de Alimentos (Programa Mesa Brasil/SESC)”. Já às 18h, será realizada uma apresentação do Coral da Unochapecó e às 19h30 o “Arraiá da Economia Solidária”.

Paralelo ao seminário e às oficinas ocorrerá a exposição e comercialização de produtos a partir das 8h30.

A Feira é realizada pelas entidades que compõem o Fórum Regional da Economia Solidária: Instituto Marista de Solidariedade, Secretaria Nacional de Economia Solidária, Ministério do Trabalho e Emprego e Governo Federal, com o apoio do Instituto Saga, Unochapecó, SESC Chapecó, Cidema, Cresol, Cáritas Brasileira e Fórum Brasileiro de Economia Solidária.


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13 jun09:38

Santa Catarina a dois passos de abrir o mercado do Japão para carne suína

Janaína Cavalli | janaina.cavalli@diario.com.br

Na fila há 30 anos, Santa Catarina está muito perto de entrar no maior mercado importador de carne suína do mundo.

O Ministério da Agricultura do Japão aprovou, esta semana, a compra do produto catarinense. Faltam apenas duas etapas para um acordo oficial, mas o setor está otimista e acredita que fará os primeiros embarques dentro de dois meses.

Enori Barbieri, presidente da Cidasc, órgão de estímulo à agroindústria do Estado, projeta exportações de 10 mil toneladas e um incremento de US$ 50 milhões em faturamento mensal.

Uma boa medida do impacto da entrada no mercado japonês está nos números da carne suína catarinense no primeiro quadrimestre: a média mensal de embarques foi de 14,9 mil toneladas e o faturamento girou em torno de US$ 39 milhões.

A agroindústria local ainda contaria com uma vantagem logística, já que 90% frango consumido no país asiático é produzido em SC.

— A participação de mercado que alcançamos com o frango no Japão nos dará credibilidade para o aumento das vendas da carne suína.

Barbieri acredita que o Estado poderia conquistar 10% do mercado japonês de imediato. Mas, em uma década, poderia chegar aos patamares da carnde de frango. O país asiático tem um consumidor exigente, com demanda por cortes nobres e caros. Além disso, seu mercado é gigante também em volume. Apenas este ano, deve importar em torno de 1,3 milhão de toneladas.

Esta virada poderia mudar o rumo da suinocultura catarinense, que enfrenta uma crise. O baixo preço do suíno, aliado à alta de matérias-primas, traz prejuízos aos produtores. E, desde fevereiro, a Argentina, quinto maior mercado global para SC, impôs barreiras à carne do Estado. O país vizinho comprava 3 mil toneladas mensais. Hoje, praticamente não importa mais nada.

Mário Lanznaster, presidente da Cooperativa Aurora, segunda maior produtora do Brasil, diz que o setor está no fundo do poço. A principal razão é o preço dos insumos.

— Vínhamos pagando muito caro pelo milho e, agora, o quilo do farelo de soja subiu de R$ 0,60 para R$ 1. É impraticável — disse.

Lanznaster enxerga a abertura do mercado japonês como uma grande notícia para a suinocultura catarinense também porque os países asiáticos costumam ser cautelosos e demorados em relação à exportação de carne. Na sua análise, o Japão abrirá as portas de outros mercados do continente, como a Coreia do Sul. De imediato, a Aurora espera exportar 300 toneladas por mês para o Japão.

A liberação da carne catarinense ainda depende do sinal verde de uma comissão de risco, que regulamentará o acordo, e uma audiência pública.

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15 mai15:43

Parceria para fomentar o mercado de trabalho

Para fomentar a inserção no mercado de trabalho dos estudantes de cursos técnicos, bem como ampliar a agilidade nas contratações por meio da CDL Empregos, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL) firmou convênio com o Centro de Educação Profissional Chapecó (CEDUP).

A parceria possibilitará a divulgação do serviço oferecido pela CDL Chapecó, bem como a propagação dos cursos disponibilizados pela escola estadual para a comunidade local e regional. Os alunos interessados também poderão cadastrar o currículo no novo sistema da CDL Empregos, que auxilia as empresas associadas no recrutamento e seleção de profissionais qualificados, adequando o perfil profissional, psicológico e comportamental, de acordo com as necessidades das organizações.

O diretor executivo da CDL Chapecó, Valdemir Manoel da Silva, ressalta que a parceria dinamizará a inserção ao mercado de trabalho.

- Há inúmeras vagas em aberto que são disponibilizadas pelo serviço, porém faltam profissionais qualificados para atender a demanda. Com os alunos se especializando o processo se tornará mais ágil, o que é bom para a empresa e para o profissional – complementa.


CDL Empregos

Segundo a coordenadora do CDL Empregos, Aline Borges Schoeninger, o sistema realiza todo o processo de seleção dos currículos com base nos dados do candidato, como escolaridade e experiência, conforme o perfil exigido pela vaga. O modelo de currículo também permite cadastrar todas as informações do candidato, a exemplo de laudos e pareceres psicológicos. – Com essa pré-seleção, o processo de triagem é dinamizado e informatizado – afirma.

O custo à empresa interessada é de R$ 30 por todo o processo e para o candidato é gratuito. Aline orienta aos profissionais cadastrados no sistema antigo para que efetuem nova inscrição do currículo.

As vagas disponíveis podem ser visualizadas no site www.cdlempregoschapeco.com.br. Mais informações pelo telefone 3319-4300 ou pelo e-mail vagas@cdlempregoschapeco.com.br.


CEDUP

O CEDUP visa consolidar a educação profissionalizante através de um processo voltado para a expansão dos cursos, de forma comprometida com os princípios educativos vigentes, garantindo a formação e qualificação profissional do cidadão.

Atualmente oferece qualificação técnica em três turnos, com aulas práticas e teóricas. Os cursos oferecidos gratuitamente são: Técnico em Massoterapia (quatro módulos e duração de dois anos), Técnico em Cozinha (três módulos e duração de um ano e meio), Técnico em Manutenção e Suporte em Informática (quatro módulos e duração de dois anos), Técnico em Vestuário (quatro módulos e duração de dois anos), Técnico em Transações Imobiliárias (três módulos e duração de um ano e meio) e Técnico em Enfermagem (quatro módulos e duração de dois anos).

De acordo com a diretora da Cedup, Maria de Lurdes Seben, hoje são 500 alunos em 19 turmas, porém a capacidade para atender é de 800, nos três turnos. – Nossa proposta é mostrar para a sociedade os cursos que são oferecidos gratuitamente. As pessoas não podem perder a oportunidade de se qualificarem, pois os alunos que estão no segundo módulo estão sendo contratados – explica.

A equipe da unidade é de 50 profissionais, sendo 42 professores com pós-graduação ou mestrado. As matrículas para as novas turmas iniciam em julho e dezembro. Mais informações pelo telefone (49) 3322-0447.


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14 mai09:47

Mercado financeiro espera por Selic menor e mais inflação este ano

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) esperam que a taxa básica de juros, a Selic, seja reduzida em 0,5 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) marcada para os dias 29 e 30 deste mês.

A taxa, que atualmente está em 9% ao ano, ainda deve sofrer outro corte e encerrar 2012 em 8% ao ano. Na pesquisa divulgada na semana passada, a previsão era que a Selic encerraria o período em 8,5% ao ano.

Para o final de 2013, os analistas agora também esperam por uma taxa mais baixa. A estimativa foi reduzida de 10% para 9,75% ao ano. A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para controlar a inflação no país e influenciar a atividade econômica.

O Copom reduz a Selic quando considera que a inflação está sob controle e quer estimular a atividade econômica. No sentido oposto, a taxa é elevada quando a autoridade monetária avalia que a economia está muito aquecida, com alta dos preços. Então, o Copom sobe a taxa para incentivar a poupança, desestimular o consumo e segurar a inflação.

O BC tem que perseguir a meta de inflação, que é 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A expectativa dos analistas do mercado financeiro é que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar este ano em 5,22%, ante 5,12% previstos anteriormente. Para 2013, a projeção caiu de 5,56% para 5,53%.


AGÊNCIA BRASIL


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29 mar09:07

IGP-M volta a subir e atinge 0,43% em março

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de março mostrou inflação de 0,43%, após ter registrado deflação de 0,06% em fevereiro. O resultado, anunciado nesta quinta-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M. O Índice de Preços do Atacado – Mercado (IPA-M) subiu 0,42% em março, após recuar 0,26% em fevereiro. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M) teve alta de 0,48% neste mês, em comparação com o aumento de 0,27% em fevereiro.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M) registrou taxa positiva de 0,37% em março, após registrar elevação de 0,42% no mês passado. O resultado acumulado do IGP-M é usado no cálculo de reajuste nos preços dos aluguéis. Até março, o IGP-M acumula aumentos de 0,62% no ano e de 3,23% em 12 meses.

AGÊNCIA ESTADO



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22 fev14:25

Assalto termina em acidente em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Por volta das 11h30 desta quarta-feira um supermercado foi assaltado no Bairro Eldorado em Chapecó. Segundo informações de funcionários do estabelecimento dois homens armados desceram de uma moto e anunciaram o assalto. No momento cinco funcionários estavam no local. Os homens fugiram com aproximadamente R$ 400.

O filho do proprietário seguiu os assaltantes com um Palio e no acesso Plínio Arlindo de Nes, após perseguição os veículos se envolveram em um acidente e o Palio capotou. Um dos assaltantes fugiu no mato em direção a linha Caravaggio. Já Everson Carvalho Veiga, 19 anos, foi preso em flagrante. Ele é suspeito pelo crime e foi encaminhado pela Polícia Militar para a Delegacia.

O motorista do veículo teve ferimentos leves e foi conduzido pelo Samu para o Hospital Regional de Chapecó.

Foram apreendidos um revólver calibre 38 e uma motocicleta. A polícia segue as buscas ao outro suspeito.


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18 jan09:14

Santa Catarina perde espaço no mercado argentino

Felipe Pereira | felipe.pereira@diario.com.br

As barreiras protecionistas implantadas pelo governo argentino contra importações estão atrapalhando a venda de produtos de origem catarinense. E o país tem grande importância na pauta estadual de exportação, ocupando o terceiro lugar entre os maiores compradores de Santa Catarina.

As reclamações partem tanto de empresários de SC quanto dos da Argentina, que ficarão sem matéria-prima para setores como linha branca, alimentos e têxtil. Na prática, a barreira comercial determina que qualquer importação deve ser precedida de uma declaração juramentada, que será analisada em até 15 dias úteis.

A exigência passa a valer a partir de fevereiro. Os segmentos da indústria catarinense mais afetados serão o de papel, laminados de aço, carne suína, têxtil, refrigeradores, motores elétricos e cerâmica.

As novas medidas são consideradas um desrespeito ao Mercosul por Henry Quaresma, diretor de Relações Industriais e Institucionais da Federação da Indústria de Santa Catarina (Fiesc). Ele ressalta que a medida protecionista atrapalha a imagem do Mercosul e a negociação com a União Europeia. O diretor da Fiesc argumenta que cabe ao governo brasileiro recorrer a OMC, organização que regula o comércio entre nações.

A possibilidade de o Brasil não reagir com o vigor necessário é uma preocupação de Ulrich Kuhn, presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau (Sintex). Ele lembra que faz quatro anos que a Argentina vem anunciando sucessivas medidas protecionistas que contrariam o livre comércio, mas ressalta que governo brasileiro tem sido condescendente e que nunca houve resposta a altura.

Kuhn diz que a Argentina tem uma importância bastante significativa para a indústria têxtil do Estado — os US$ 40 milhões comprados em 2011 representam 23% do total exportado pelo setor no ano passado. A produção mais afetada é a de toalhas, que representa US$ 16 milhões em vendas externas por ano. O presidente do Sintex não sabe qual será o tamanho do prejuízo, mas prevê seja de pelo menos metade do total comercializado.

— Nada que está escrito vale, só vale a vontade da Argentina — protesta o presidente da Sintex.

Ele reclama que, enquanto Santa Catarina perde mercado por causa dessas medidas, o espaço é preenchido pelos chineses.

O presidente da Cidasc, Enori Barbieri, aponta outra consequência que pode ocorrer diante das atitudes do governo argentino: a saída de empresas do Estado para se instalarem no país vizinho. Hoje, o único frigorífico com participação na agroindústria catarinense que está presente na Argentina é o da Marfrig, com unidade que produz pizzas e carne bovina.

O presidente da Cidasc destaca que se não houver uma reaçao brasileira logo, a unidade também passará a atuar no setor de frangos e de carne suína, artigos exportados por SC.

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