Morto

11 set11:22

Adolescente de 17 anos assume autoria de latrocínio em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Um adolescente de 17 anos assumiu em depoimento para a Polícia Civil de Chapecó que matou o travesti Jacson Souza Neves, 29 anos. O crime foi no dia 13 de abril de 2012, mas o corpo de Jacson só foi encontrado no dia 19 de abril em estado de putrefação. O adolescente foi encaminhado para o Centro de Atendimento Socioeducativo Provisório (Casep) de Chapecó onde cumprirá internação por 45 dias até que a Justiça determine a medida socieducativa.

Segundo o delegado da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Chapecó, Ronaldo Moretto, o adolescente disse no depoimento que cometeu o crime em co-autoria com um homem de 19 anos.

- Ele disse que ficaria com o veículo e o maior com um notebook, duas malas com material e dinheiro da vítima – disse Moretto.

A Polícia sabe quem é o co-autor e encaminhou o nome dele para conhecimento do Poder Judiciário.

Jacson foi levado até um motel em Chapecó e de acordo com a Polícia morreu estrangulado com uma corda na garagem do estabelecimento.O corpo estava abandonado na localidade de Água Amarela, interior de Chapecó.


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17 ago10:28

Adolescente de 17 anos foi morto com três tiros, próximo a uma escola, em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Ronaldo Dionathan Casagrande, 17 anos, morto com três disparos de revólver calibre .38 na noite desta quinta-feira em Chapecó, está sendo velado no Pavilhão da Associação dos Moradores do Bairro Passo dos Fortes. O enterro será às 17h desta sexta-feira no cemitério municipal. Um adolescente de 15 anos assumiu a autoria do crime e foi apreendido pela Polícia Militar. Nesta manhã ele saiu da delegacia da Polícia Civil e foi levado para prestar esclarecimentos para o promotor no Fórum da cidade. O juiz deve decidir até o meio-dia se o adolescente ficará apreendido ou será liberado.

De acordo com o delegado Augusto Mello Brandão o adolescente de 15 anos teria assumido a autoria do caso. Mas o caso está ainda com informações desencontradas, pois uma testemunha disse que o adolescente teria apenas assumido a autoria do crime.

– Estamos apurando essas informações – disse o delegado.

O homicídio foi por volta das 22h50 na Rua Borges de Medeiros, próximo a uma escola estadual. Segundo a Polícia Militar o adolescente de 15 anos teria alugado a arma utilizada no crime, de outro adolescente de 16 anos, pelo valor de R$ 300. Ainda segundo informações da PM, o adolescente teria pago R$ 10 para outra pessoa levar ele de moto até a escola.

O fato pode ter sido desencadeado após uma briga entre os adolescentes no dia 11 de agosto, quando Ronaldo teria ameaçado o suspeito pelo crime com uma arma. Ronaldo tem passagem pela polícia em 2011 após se envolver em briga.


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25 jun11:35

Homem é morto com quatro tiros no bairro Efapi em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Por volta das 19 horas deste domingo, dia 24 de junho, a Polícia Militar de Chapecó atendeu uma ocorrência de homicídio na Rua Santo Expedito, no Bairro Efapi. Adílio da Luz Vieira, 26 anos levou quatro tiros, foi socorrido por populares, mas resistiu e morreu no Hospital Regional do Oeste em Chapecó.

Segundo informações da Polícia Civil, a irmã de Adílio foi buscá-lo em um bar. Ele entrou no veículo e um homem, que não foi identificado, efetuou quatro disparos contra ele. Ainda segunda a polícia o homem estava a pé e fugiu em veículo que estava próximo ao local.

Até o final da manhã nenhum suspeito foi localizado pela Polícia Civil, que segue investigando o caso.

Adílio está sendo velado na capela do bairro Jardim do Lago em Chapecó. O enterro acontece às 16 horas no cemitério de Nonoai/RS.


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24 jun19:27

Polícia prende envolvido na morte de policial em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

No final da tarde do domingo a Polícia Civil prendeu Roberson Rodrigues Machado, 20 anos, suspeito de envolvido no homicídio do policial militar José Jadir Seabra. Ele emprestou o casaco para que o adolescente escondesse a arma na hora dos disparos. Ele foi encaminhado para o Presídio Regional de Chapecó.

Durante o dia, um policial militar que acompanhou o caso durante a madrugada, e uma guarnição da PM realizaram buscas no bairro São Pedro e localizaram o terceiro envolvido.

O policial militar José Jadir Seabra, 41 anos, morreu após levar três tiros na madrugada deste domingo em Chapecó. Ele estava de folga da corporação e estaria trabalhando como segurança em um clube no centro da cidade. A câmera de monitoramento próxima ao local flagrou o momento em que um adolescente de 15 anos efetuou os disparos. O autor dos disparos mais outro adolescente de 16 anos, que teria passado a arma para o crime, foram apreendidos ainda na madrugada e encaminhados ao Centro de Atendimento Sócio Educativo Provisório (Casep)

O soldado, pai de quatro filhos e que atuava a 16 anos na Polícia Militar, será enterrado na manhã desta segunda-feira no cemitério da Linha Tomazelli, interior de Chapecó.



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24 jun16:00

Policial é morto com três tiros em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O policial militar José Jadir Seabra, 41 anos, morreu após levar três tiros na madrugada deste domingo em Chapecó. Ele estava de folga da corporação e estaria trabalhando como segurança em um clube no centro da cidade. A câmera de monitoramento próxima ao local flagrou o momento em que um adolescente de 15 anos fez os disparos. O soldado, pai de quatro filhos e que atuava a 16 anos na Polícia Militar, será enterrado na manhã desta segunda-feira no cemitério da Linha Tomazelli, interior de Chapecó.

O crime aconteceu por volta das duas horas da manhã na Rua São João. A câmera da Polícia Militar, que fica a uns 30 metros do local, flagrou a ação. Um adolescente de 16 anos entregou a arma para outro de 15. Ele se afastou das pessoas que estavam na entrada do bar, escondeu a arma debaixo do casaco, voltou e efetuou os disparos. A ação não levou mais que 10 segundos.

O soldado chegou a ser socorrido pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Regional do Oeste de Chapecó.

A arma do crime e os adolescentes foram apreendidos três horas depois no bairro São Pedro. Eles foram encaminhados para a Delegacia de Polícia onde prestaram depoimento e confessaram o crime para o delegado Alex Passos. Para o delegado o que assusta é banalidade como essas pessoas cometem esse tipo de crime.

- Eles disseram que o policial estava tirando onda deles e eles não poderiam deixar a situação assim – contou o delegado. Alex disse ainda que uma briga dentro do bar pode ter ocasionado o homicídio.

- Estamos investigando também o envolvimento de outras pessoas – disse o delegado.

Eles podem responder por homicídio duplamente qualificado com motivo fútil e emboscada.

Após serem ouvidos pelo promotor do Ministério Público, Fabiano Baldissarelli, os adolescentes foram encaminhados para o Centro de Atendimento Socioeducativo Provisório (Casep) de Chapecó.

Nesta segunda-feira eles devem ser apresentados ao juiz e ao promotor da Vara da Infância e Juventude. Em cinco dias o promotor deve fazer a representação para dar início a ação de ato infracional.

- A medida a ser tomada pode ser desde uma advertência até três anos de internação em estabelecimento educacional – disse o promotor.

Segundo o irmão da vítima, Gelson Seabra, o Policial trabalha como segurança há pelos menos quatro anos no local.

– Não era todos os finais de semana. Só quando ele tinha folga do serviço – disse Gelson.

O proprietário do clube não foi localizado para falar sobre o assunto.


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19 jun12:37

Corpo de jovem é encontrado em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Por volta das 11h15 desta terça-feira, a Polícia Militar de Chapecó, após denúncia, encontrou o corpo de um jovem num terreno baldio no Bairro Passo dos Fortes. Áureo Nogueira Martins, 18 anos, foi reconhecido pela família que mora próximo ao local.

De acordo com a PM, que fez o isolamento do local, ele estava com uma perfuração na cabeça. O Instituto Geral de Perícias foi chamado para atender a ocorrência. O delegado Augusto Mello Brandão, da Polícia Civil, acompanha o caso.

Segundo o Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP), o jovem já teve quatro passagens por posse de drogas, uma por tráfico de drogas, uma por furto e outra por posse de munição.


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27 abr14:45

Ato marca cinco meses da morte de Marcelino Chiarello

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Representantes do Fórum em Defesa da Vida, por Justiça e Democracia, composto por 42 entidades, realizam ato neste sábado, dia 28, a partir das 17h30, em frente Catedral Santo Antonio, na Praça Coronel Bertaso em Chapecó.

O ato marca os cinco meses da morte do vereador Marcelino Chiarello. O parlamentar foi encontrado morto em casa na manhã do dia 28 de novembro de 2011.

>> Junta conclui que Marcelino morreu por enforcamento

>> Peritos do caso Nardoni devem analisar os laudos sobre a morte do vereador Chiarello em Chapecó

>> Entidades pedem que MP aprofunde investigação do Caso Chiarello

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28 fev21:42

Caso Chiarello: Polícia tem mais 15 dias de prazo e é alvo de protesto

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

No mesmo dia em que a morte do vereador Marcelino Chiarello (PT) completou três meses a Polícia Civil recebeu o inquérito de volta da Justiça, ganhou um prazo de mais 15 dias para conclusão e foi alvo de um protesto público.

Cerca de 50 pessoas participaram de um ato em frente à Delegacia Regional de Chapecó, munidas de faixas cobrando o esclarecimento do caso. –É um protesto porque a Polícia Civil não cumpriu seu papel- disse a vereadora Angela Vitória (PT). Ela disse que está perdendo a confiança na investigação, pois no início os delegados afirmavam que se tratava de homicídio e as últimas informações dão conta da tese de suicídio.

>> Delegado responsável pelo caso aguarda publicação da suspensão do sigilo.

Deise Paludo, uma das coordenadoras do Fórum em Defesa da Vida, por Justiça e Democracia, lamentou que o laudo feito pelo perito Antonio De Marco, que apontava homicídio, está sendo questionado. Ela afirmou que um documento foi encaminhado para o delegado responsável pelo caso, Ronaldo Neckel Moretto, questionando o que considera uma mudança de rumo da investigação, falta de respostas convincentes e sonegação de informações para a sociedade.

A professora Vanda Casagrande, que teoricamente foi a última pessoa a falar com Chiarello, não aceita a possibilidade de suicídio. –Ele tinha projetos para a hora seguinte, para o dia seguinte e para a semana seguinte- afirmou. Chiarello teria dito para Vanda que iria aumentar a carga horária na escola Pedro Maciel, onde ambos trabalhavam.

O delegado Ronaldo Neckel Moretto pegou de volta ontem o inquérito de 650 páginas que estava no Fórum de Chapecó. Ele tem mais 15 dias de prazo para a conclusão dos trabalhos. Apesar da quebra do segredo de justiça no processo, ele não repassou muitas informações. Disse que há dois laudos, um apontando para o homicídio e outro apontando para o suicídio. Complementou dizendo que as provas técnicas do Instituto Geral de Perícias não indicam homicídio.

Por isso ele solicitou uma junta médica do IGP, para analisar as “incongruências” entre os laudos. A Polícia Civil não identificou nenhum suspeito de crime e também não houve nenhuma prisão. Moretto afirmou que o trabalho da polícia é técnico e não se pauta por pressão política ou institucional. Uma coletiva de imprensa deve ser convocada nos próximos dias. Mas é pouco provável que o inquérito tenha um final conclusivo.

Tanto que o Ministério Público já está sendo acionado. Na noite de segunda-feira lideranças do Partido dos Trabalhadores e amigos de Chiarello tiveram uma reunião com promotores de Chapecó para tratar do caso.

De acordo com o promotor Fabiano Baldissarelli o Ministério Público tem interesse de ver o caso esclarecido e vai dar sequência nas investigações. O órgão pode solicitar novas investigações para a Polícia, novas informações para o Instituto Geral de Perícias, solicitar apoio do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado. Lideranças do PT o advogado da família de Chiarello, Sérgio Martins de Quadros, trabalham para tentar federalizar as investigações.


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26 fev18:20

Guarda noturno é morto em Mondaí

O guarda noturno Romildo Zang, 51 anos, foi encontrado morto por volta da 1h40 de sábado, na rua Schiler, em Mondaí. O corpo estava próximo ao colégio estadual Delminda Silveira. Uma mulher avisou a Polícia Militar da ocorrência de uma briga. Chegando ao local os policiais já encontraram a vítima sem vida e com ferimentos na cabeça. De acordo com o delegado Eric Rosada a morte foi causada por pelo menos duas pauladas. O objeto foi encontrado na rota de fuga dos autores, que provavelmente são dois, em direção à Riqueza.

O delegado trabalha com a hipótese de latrocínio pois a motocicleta da vítima, uma Honda CG de cor verde, placas de Mondaí, foi roubada. A Polícia Civil está investigando a identidade e a localização dos autores do crime.

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25 fev19:10

Três meses depois, continua mistério sobre a morte de Marcelino Chiarello

Diogo Vargas | diogo.vargas@diario.com.br

O Ministério Público (MP) vai continuar a investigação da morte do vereador e professor Marcelino Chiarello, 42 anos, de Chapecó. O anúncio foi dado ao DC na sexta-feira à tarde pelo promotor Fernando Guilherme de Brito.

Ele e colegas da cidade não estão convencidos nem de que houve suicídio nem de que houve assassinato. O grupo de promotores pretende esclarecer os pontos que mantém o mistério sobre o trágico fim do político do Partido dos Trabalhadores (PT) que ainda comove o Oeste catarinense e que o DC relata nesta reportagem.

Na próxima terça-feira (28), a morte completará três meses sem que a polícia conseguisse apontar o que realmente ocorreu na manhã do dia 28 de novembro, quando o corpo de Chiarello foi encontrado pendurado na grade da janela do quarto de visitas da sua casa, no bairro Santo Antônio.

As primeiras informações assim que a morte foi descoberta eram de suicídio. Afinal, a cena do crime indicava isso. Em seguida, delegados da Polícia Civil vieram a público afirmar que tratava-se de homicídio. Agora, três meses depois, a polícia mais uma vez dá a entender que concluiu ter havido suicídio. Oficialmente, os policiais ainda não apresentaram publicamente essa condição com a alegação de que o inquérito está em segredo de Justiça.

>> Comissão de médicos legistas devem avaliar o laudo médico

O fato é que a população não sabe o que realmente aconteceu com o vereador conhecido por denunciar irregularidades e suspeitas de corrupção em Chapecó. Essas respostas também não foram respondidas pela Polícia Civil local, nem pela cúpula da segurança pública do Estado.

Divergência de laudos, pressão política, desconfiança de manipulações de provas e clamor popular marcam o caso. A figura central que leva a acreditar que Chiarello foi morto está no médico legista do IML de Chapecó, Antonio José De Marco. Ele tem 22 anos de profissão. Os laudos do legista indicam que a morte ocorreu por homicídio. Há na cidade especulação de que De Marco teria sido pressionado a mudar esse laudo.

O DC conversou na quarta e sexta-feira com o médico em sua clínica, no Centro. De Marco recusou-se a dar entrevista. Disse que não quer polemizar. Ele nega que tenha sido pressionado. No inquérito, há informações complementares dele mantendo a tese de assassinato. De Marco afirma no inquérito que a morte foi provocada por ação de terceiros e descarta hipótese de suicídio.

A tese que gerou dúvida e fez policiais suspeitarem que o vereador tirou a própria vida está no laudo da localística feito por peritos que foram ao local onde o corpo foi encontrado. Os peritos não encontraram vestígios de que mais pessoas estiveram ali e de que tenha sido morto.

Esse caminho é reforçado pelo fato de a polícia local não ter avançado na apuração em cima de pessoas suspeitas. Reforçou a linha de suicídio um parecer anexado ao inquérito feito pelo gerente técnico do IML em Florianópolis, o médico legista Zulmar Vieira Coutinho. Ele sugeriu que as características das lesões indicam suicídio. Zulmar é professor de medicina legal da Universidade Federal de SC (UFSC).

Na última quarta-feira, o delegado Ronaldo Moretto, responsável pelo inquérito, o enviou à Justiça. Não houve indiciamento. O policial pediu mais prazo para concluir questões periciais e se necessário fazer mais diligências.

O delegado disse que vai falar sobre o caso somente após o fim do sigilo no inquérito. Foi o próprio policial quem havia pedido à justiça o sigilo anteriormente para não perturbar a investigação. Até o advogado da família precisou recorrer ao juiz para conseguir acesso às informações.

— Eu pretendo atender a necessidade da comunidade em passar informação e por isso mesmo representei ao Judiciário para que fosse aberto o sigilo do caso. Estou aguardando e pretendo o quanto antes informar — declarou Moretto.

O delegado Moretto é ex-agente da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), onde trabalhou por sete anos. Ele contou com apoio informal na apuração da morte de Chiarello do delegado da Deic, Renato Hendges, policial experiente e que atua nos casos policiais de grande repercussão no Estado.

Renato está convicto que foi suicídio, lembra que existe muita exploração política em cima da morte e acusações negativas contra a polícia que não procedem.

O delegado geral da Polícia Civil em SC, Aldo Pinheiro D’Ávila, disse que o laudo pericial é o referencial em investigação. Segundo ele, desde o início a polícia trabalhou com a chance de homicídio, mas que ao longo dos meses não surgiram indícios de crime. Ele nega que a polícia tenha recebido pressão política.


DIÁRIO CATARINENSE


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