Movimento

03 ago11:53

Workshop gratuito de origamis de Tsuru em Chapecó

Nesta sexta-feira, a partir das 18h30, o movimento Eu Sou a Paz promove um workshop gratuito de origamis de Tsuru na Escola de Artes de Chapecó. O aprendizado será dirigido pelas voluntárias Mariel Moro e Claudia Bertaso Sander.

Conheça a lenda do Tsuru

Tsuru é uma ave, espécie da família das cegonhas, nativa do Japão. Conta a lenda que aquele que fizer mil origamis da sagrada ave japonesa, que vive por mil anos, terá um desejo concedido. Este costume ficou mundialmente conhecido com a triste história de uma garotinha chamada Sadako Sasaki, nascida em Hiroshima e com apenas dois anos quando foi lançada sobre a cidade a bomba atômica. Apenas com 12 anos de idade Sadako constatou resquícios da radiação em seu corpo. Com leucemia, na época chamada de “doença da bomba atômica”, foi internada em 1995 com previsão de apenas um ano de vida.

Em agosto do mesmo ano sua melhor amiga, Chizuko Hamamoto, foi visitá-la e fez-lhe uma dobradura de tsuru, contando-lhe a lenda dos mil tsurus de origami. A pequena decidiu fazer as mil dobraduras. Sua doença avançava rapidamente e ainda assim, cada vez mais debilitada, prosseguia dobrando lentamente os pássaros. Quando compreendeu que sua doença era fruto da guerra, mais do que desejar a própria cura, ao dobrar os papéis a garotinha desejou paz a toda a humanidade, para que mais nenhuma criança sofresse pela guerra.

A cada dobradura repetia: “Escreverei PAZ em suas asas e você voará o mundo inteiro”. Em 25 de outubro de 1955, Sadako fez seu último tsuru e faleceu. Ela fizera 644 origamis. Seus colegas de classe, tocados pela persistência da amiga, dobraram os tsurus restantes para completar os mil, que foram enterrados com ela. A turma também formou uma associação e iniciou uma campanha para construir um monumento em memória à Sadako e todas as crianças mortas e feridas pela guerra.

Com doações de alunos de mais de 3 mil escolas japonesas e de outros nove países, em 1958, foi erguido em Hiroshima o Monumento das Crianças à Paz, também conhecido como Torre dos Tsurus, no Parque da Paz. O monumento de granito simboliza o Monte Horai, local mitológico, onde os orientais acreditam que vivem os Espíritos. No topo do monte está a jovem Sadako segurando um tsuru em seus braços estendidos


Programação do final de semana em Chapecó

Workshop de Tsurus (adultos), dia 03, sexta-feira, das 18h30 às 20h, na Escola de Artes.

Alongamento consciente, dia 04, sábado, às 16h, EcoParque.

Meditação, dia 05, domingo, às 9h, no EcoParque.


Todas as atividades são gratuitas.


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05 jul19:20

Movimento de caminhões cai 38% na aduana de Dionísio Cerqueira

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O movimento na Aduana de Cargas de Dionísio Cerqueira, na fronteira com a Argentina, caiu 38% no mês de junho, em relação ao mesmo período do ano passado. O número caiu de 2001 veículos para 1228, segundo dados da Receita Federal.

Mas essa queda não é reflexo da greve dos fiscais da receita federal e sim da reforma na aduana e a briga comercial entre Brasil e Argentina, segundo o inspetor chefe da Receita Federal em Dionísio Cerqueira, Arnaldo Borteze.

A greve da receita federal iniciou no dia 18 de junho mas não houve acréscimo nas filas, em virtude da queda no movimento. A maioria dos caminhões são liberados em dois dias, segundo Borteze. No entanto alguns caminhões chegaram a ficar dois meses na aduana, até que o governo brasileiro liberasse a importação, como resposta à restrição de importação de produtos brasileiros, como a carne suína. Apesar do anúncio da liberação da venda desses produtos na prática ainda nada ocorreu.

Ontem 120 caminhões estavam no pátio da Aduana. Mas esse número é considerado até abaixo do normal, que são 200 caminhões. Borteze lembrou que, em abril, havia uma fila de 200 caminhões somente no lado argentino, no lado de fora do pátio. O motivo era a safra da cebola e a redução pela metade da capacidade do pátio, que estava em reforma.

Agora estão liberadas as 200 vagas de estacionamento, faltando a estrutura administrativa e outras melhorias, que devem ser concluídas até outubro.

Apesar da queda no número de caminhões o movimento econômico da Aduana cresceu 15,3%, de R$ 52 milhões em junho do ano passado para R$ 60 milhões em junho deste ano. A importação caiu 10% mas as exportações cresceram 65%, principalmente em virtude do aumento da venda de carne suína para o Chile.

A despachante responsável pela importação e exportação da NJK Despachos Aduaneiros, Maria Lúcia Veit, confirmou que não há filas na aduana, justamente em virtude da briga comercial entre Brasil e Argentina. Ela destacou que houve redução nas compras em virtude das exigências burocráticas. Um caminhão que foi liberado ontem estava há 12 dias na fila.

Em relação à “Operação Padrão” dos fiscais da Receita Federal, que estão aumentando as exigências para liberar as cargas, há a demora de até cinco dias em algumas cargas. Mas outras podem ser liberadas no mesmo dia.


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02 jun10:55

Movimento “Eu sou a Paz” será realizado em Chapecó

Em conexão com o movimento do Festival Mundial da Paz, que acontece de 6 a 9 de setembro de 2012, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Ruah – Instituto de Desenvolvimento Humano, de Chapecó, desenvolveu um projeto para atuar em sintonia com o movimento de sensibilização das pessoas para o festival, que acontece em todas as cidades do Brasil e em países como Argentina, França e Alemanha, em benefício da Paz Mundial.

Neste sábado, dia 2, a atividade acontece no Ecoparque de Chapecó, a partir das 15h30, com uma dança circular orientada por Adriane Cavalli. O Movimento ‘Eu sou a Paz’ é realizado de forma solidária e voluntária por pessoas de diversas áreas de atuação profissional, crenças e raças variadas. O objetivo é mobilizar a comunidade de Chapecó e de municípios vizinhos através de ações que proporcionem o sentimento e a vivência da Paz, disseminando a ideia e o pensamento da Paz, oportunizando a vivência da sua energia curativa e construtiva em diversas dimensões de consciência, expressão e espaços.

Durante o período de maio até setembro de 2012 serão desenvolvidas, em espaços públicos de Chapecó, atividades divididas em quatro focos de atuação. As atividades irão trabalhar os principais aspectos da consciência humana que necessitam estar em equilíbrio para a manifestação da Paz: Física, Mental, Emocional e Espiritual.

Serão desenvolvidas para a busca do equilíbrio físico, psíquico e energético, integrando o corpo e a mente, a respiração e o movimento: atividades de yoga, tai chi chuan e danças circulares. Para a busca da expressão das ideias e da criatividade, trabalhando o aspecto mental em conexão com o espiritual serão realizados workshop de pintura de mandalas em espaços públicos como escolas e praças, uma maratona fotográfica que irá acompanhar as atividades realizadas resultando em uma exposição fotográfica e workshop de tsurus nas escolas, práticas de meditação, entre outras atividades.


O que é uma dança circular?

Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode dançar em uma Roda. Não é preciso ter experiência anterior em dança, basta ter vontade, querer entrar em contato com a alegria e com a possibilidade da comunhão entre os seres humanos. Dançando, nosso corpo se expressa através do movimento e aquieta a mente. A alegria brota naturalmente e o movimento simples e repetido aproxima as pessoas, promovendo uma integração física, mental, emocional e espiritual. As Danças Circulares promovem uma rápida integração de grupos, reflexões sobre o trabalho em equipe, compreensão sobre conflitos, o despertar da criatividade, a integração dos hemisférios cerebrais, além da ativação corporal.


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27 dez15:09

São Lourenço do Oeste é o 45º Município com maior movimento econômico de SC

Levantamentos realizados pela Secretaria Municipal de Fazenda, através do Movimento Econômico, mostraram que em 2011, São Lourenço do Oeste produziu R$ 401.975.216,07 de Produto Interno Bruto, ficando classificado em 45º lugar em Santa Catarina.

O Movimento Econômico do Município para 2012 teve um crescimento de 2,08% em relação ao ano de 2011, considerado maior que a média do Estado. Dessas riquezas geradas durante o ano, 85% vem da indústria, comércio e prestação de serviços e 15% vem do setor agropecuário.

- Os números mostram que a agricultura lourenciana, embora represente apenas 15% das riquezas produzidas, apresentou um crescimento de 27,57% isso refletiu na campanha que a Secretaria Municipal de Fazenda e Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural realizaram conscientizando os produtores a tirarem a Nota do Produtor Rural de todos os produtos comercializados – disse o prefeito Tomé Francisco Etges.


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22 ago15:08

Via Campesina fecha acesso ao Banco do Brasil

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br 

Depois de passar a noite no salão paroquial do bairro São Cristovão, os militantes estiveram na manhã desta terça-feira no INSS, fizeram uma  caminhada pela avenida principal da cidade e fecharam a entrada do Banco Brasil. Eles reinvindicam uma isenção de 12 mil reais nas dívidas dos pequenos agricultores.

A sede do Incra de Chapecó foi ocupada na manhã de segunda-feira por militantes da Via Campesina. No início da manifestação havia cerca de 50 pessoas. A expectativa dos organizadores é reunir 700 manifestantes. Além de ocupar a sede do Incra haverá caminhada pelas principais ruas da cidade.

A mobilização faz parte da Jornada Nacional de Lutas da Via Campesina, que prevê atos em todos os Estados e em Brasília. Álvaro Santin, da coordenação estadual do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), disse que um dos objetivos é pressionar pelas desapropriações.

 –A Reforma Agrária está paralisada-disse. Em todo o país são 60 mil famílias acampadas e, em Santa Catarina, 700 famílias. Outra reivindicação é a renegociação de dívidas dos pequenos agricultores, com repactuação de prazo até 15 anos.

O MST também quer a implantação de incentivos para os seis mil assentados em Santa Catarina. Entre as reivindicações para o governo do estado estão o fomento à atividade leiteira, programas de sementes e calcário e investimento em agroindústrias, cursos e escolas técnicas.

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), que também integra a Via Campesina, pede investimentos em energias alternativas, como biogás, e cancelamento dos estudos da hidrelétrica de Itapiranga.

De acordo com um dos coordenadores do MAB, Evanclei Farias, a hidrelétrica iria desalojar pelo menos 2,4 mil famílias.

O gerente regional do Incra, Sérgio Aosani, recebeu as lideranças no início da tarde e disse que iria encaminhar a pauta de reivindicações para instâncias superiores, em Florianópolis e Brasília.

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