Mulheres

17 dez09:12

Mulheres são flagradas transportando cocaína do Paraguai em cintas-ligas

Duas mulheres foram flagradas transportando 2,1 quilos de cocaína em ônibus na BR-163, em Dionísio Cerqueira, no Oeste de Santa Catarina. A droga estava presa em cintas-ligas junto ao corpo das suspeitas.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal pararam o coletivo por volta de 1h deste sábado. O veículo saiu de Foz do Iguaçu (PR) e seguia para Porto Alegre (RS). Maria Dominga Dias, 61 anos, natural de Ponta Porã (MS), Aparícia Caceres, 43, natural de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, foram presas em flagrante.

Aparícia tentou se passar por outra pessoa, apresentando um documento de identidade falsificado do estado do Mato Grosso do Sul. As suspeitas e as drogas foram encaminhadas para a Polícia Federal em Dionísio Cerqueira. Suspeita-se que a droga veio do Paraguai.

DIÁRIO CATARINENSE

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14 dez12:20

Senado aprova lei que garante cirurgia plástica para mulheres vítimas de violência

Mulheres vítimas de violência poderão fazer cirurgia plástica, sem custos, para reparar sequelas ou lesões causadas pela agressão. É o que prevê o projeto de lei aprovado nesta quinta-feira, no Senado, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

A matéria foi aprovada em caráter terminativo e agora pode seguir para sanção presidencial. De acordo com a Agência Senado, a realização das cirurgias será responsabilidade dos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), sejam próprios, contratados ou conveniados.

No momento em que receberem as mulheres vítimas de violência, hospitais e centros de saúde pública deverão informá-las sobre a possibilidade de acesso gratuito à cirurgia plástica. Para isso, será necessário apresentar o registro oficial da ocorrência da agressão.

Emenda apresentada ao texto prevê ainda que o responsável por hospital ou posto de saúde que não observar a regra poderá receber multa de dez vezes o valor de sua remuneração mensal, perder a função pública e ficar proibido de receber incentivos fiscais por quatro anos.

Segundo a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), relatora do projeto, o direito à reparação, por sequelas de violência contra a mulher, já está garantido na Lei Orgânica da Saúde, mas precisava de lei específica porque, em geral, costuma ser ignorado pelos gestores públicos.

Muitas unidades de saúde enxergam o procedimento como supérfluo por envolver questões de cunho estético, de acordo com a senadora.

AGÊNCIA BRASIL



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16 nov10:24

Censo 2010: Santa Catarina tem 500 mil mulheres a mais do que homens

Mulher, branca, com idade entre 25 e 29 anos, alfabetizada e vive na cidade. Este é perfil da maior fatia do população catarinense, de acordo os números finais do Censo 2010 divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme a pesquisa, feita em 2,1 milhões de domicílios do Estado, ela divide a residência — que é própria — com pelo menos outras duas pessoas, que são possivelmente um cônjuge do sexo oposto e um filho ou enteado, e não é responsável pelo sustento da família.

A renda per capita dos integrantes da família fica entre um e dois salários mínimos (foi levado em consideração o rendimento da época da pesquisa, R$ 510) e mora no Vale do Itajaí, região mais populosa do Estado.

Hoje, somos mais de seis milhões no Estado. Mais de 80% desta população vive na área urbana e a maior parte dela é composta por mulheres — são cerca de 500 mil representantes a mais do sexo feminino. Mais de 5 milhões de catarinenses são brancos, seguidos por quase 800 mil pardos, apenas 183 mil pretos, 26 mil amarelos e cerca 16 mil indígenas.

Origem dos números

As visitas do IBGE aos domicílios começaram em primeiro de agosto de 2010. O último Censo desta magnitude foi realizado no ano 2000. Esta é a única pesquisa domiciliar que oferece um amplo conjunto de informações demográficas, socioeconômicas e habitacionais sobre os 293 municípios catarinenses.

São contempladas características como relações de parentesco, educação, trabalho, renda, cor e raça. O estudo deve embasar o planejamento público e privado da próxima década.


ANELIZE SALVAGNI

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08 out10:40

Prêmio Nobel da Paz

Em 110 anos de existência, o Comitê Norueguês do Nobel escolheu apenas 15 mulheres para receber o Prêmio Nobel da Paz. No total, 101 pessoas e 23 organizações foram premiadas com o título. A escolha deste ano, segundo o comitê, considerou os esforços de três ativistas políticas africanas.

O comitê anunciou nesta sexta-feira que o Prêmio Nobel de 2011 será compartilhado por três mulheres. São elas: Ellen Johnson Sirleaf e Leymah Gbowee, ambas da Libéria, e Tawakkul Karman, do Iêmen.

Liberianas Ellen Johnson e Leymah Gbowee e iemenita Tawakkul Karman foram premiadas.

Em 2004, o prêmio foi para Wangari Maathai, do Quênia, em 2003, para Shirin Ebadi, do Irã. A norte-americana Jody Williams foi premiada em 1997 e a guatemalteca Rigoberta Menchu Tum, em 1992.

Em 1991, o Prêmio Nobel da Paz foi concedido a Aung San Suu Kyi, da Birmânia, em 1982, a sueca Alva Myrdal foi premiada. Em 1979, Madre Teresa de Calcutá, na Índia, recebeu o prêmio. Como ocorreu agora, o prêmio foi compartilhado em 1976 entre as britânicas Mairead Corrigan e Betty Williams.

As demais premiadas foram agraciadas do começo a meados do século 20. São elas as norte-americanas Emily Greene Balch, em 1946, Jane Addams, em 1931, e a austríaca Bertha von Suttner, em 1905.


AGÊNCIA BRASIL

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