Museu

22 ago16:20

Museu de Chapecó expõe ‘novos Desbravadores’

O Museu de História e Arte de Chapecó apresenta até a sexta-feira, dia 24 de agosto, a exposição dos trabalhos desenvolvidos por estudantes durante a Semana Paulo de Siqueira. Alunos de escolas municipais, estaduais e particulares conheceram as obras do artista e confeccionaram novos Desbravadores.

As 13 obras desenvolvidas pelos alunos estão expostas e serão premiadas. Cada escola receberá certificado de participação e uma coleção de livros.

A entrega das premiações está programada para às 14h30 desta sexta-feira. Após, os estudantes levarão os seus Desbravadores para expor nas instituições de ensino.



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07 ago12:01

Semana Paulo de Siqueira em Chapecó

A Fundação Cultural de Chapecó realiza a terceira edição da Semana Paulo de Siqueira. Desde a segunda-feira, dia 6, até o dia 10 de agosto, estudantes das escolas de Chapecó participam de atividades específicas no Museu de História e Arte de Chapecó e no Memorial Paulo de Siqueira, que fica na base do Monumento “O Desbravador”.

A proposta é que, após as visitas, os alunos confeccionem nas escolas os seus desbravadores com material reciclado. Os trabalhos serão expostos no Museu.

As visitas agendadas acontecem entre as 13h30 e 17h desta quarta, quinta e sexta-feira, também estão previstas visitas no período da manhã. Maiores informações na Fundação Cultural de Chapecó pelo telefone 49 3319-1010.



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22 jul11:24

Museu Fritz Plaumann, em Seara, reúne a maior coleção de insetos da América Latina

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Sozinho, Fritz Plaumann, provocou uma pequena revolução. Ajudou a transformar Seara, município do Oeste de SC, na Terra das Borboletas. A coleção invejável tem 80 mil insetos — a maior da América Latina. No museu montado na casa construída em estilo alemão, 95% das espécies são da região do Alto Uruguai. Motivo suficiente para atrair curiosos de todos os cantos e despertar interesse de professores da Europa e professores japoneses.

Há 100 anos, nascia um homem que transformou Seara na Terra das Borboletas. Graças a Fritz Plaumann, milhares de alunos, professores da Europa, cientistas do Japão e também curiosos vão anualmente até o distrito de Nova Teutônia para ver o maior museu Entomológico da América Latina.

É até difícil acreditar que um único homem é o responsável por uma coleção de 80 mil insetos. Se ele coletasse apenas, identificasse e catalogasse um inseto por dia, levaria 219 anos para montar a coleção.

>> Confira a Galeria de fotos das borboletas

A missão foi ainda mais difícil: Plaumann começou tudo num ambiente inóspito, de mata virgem, que passou a ser desbravado no início do século 20. Isso sem apoio de órgãos governamentais ou centros de pesquisa. A rede elétrica só chegou em Nova Teutônia na década de 1970. O asfalto, só em março do ano passado.

O distrito onde está localizado o museu ainda guarda traços da arquitetura da colonização alemã. Ainda este em pé uma casa de 1925, construída um ano após a chegada da família Plaumann a Seara. Há ainda um antigo hotel que virou museu e guarda objetos das famílias de imigrantes. Lá, dá pra entender um pouco como era a realidade vivida pelo jovem cientista.

Cerca de 95% dos exemplares são do Alto Uruguai Catarinense. Ainda é fácil observar as borboletas que encantaram Fritz Plaumann fazendo voos imprevisíveis em volta do museu. Mas muitas espécies só podemser observadas dentro do casarão. Há mosaicos de cores e estampas que poderiam inspirar muitos estilistas.Há borboletas de dois centímetros a até 11 centímetros de envergadura.

Uma dos exemplares mais famosos é a Morpho anaxibia. O macho é todo azul mas a fêmea, para se tornar mais atraente, ganhou tons em preto e amarelo na borda das asas. Ela virou uma espécie de símbolo de Seara.

 

Símbolo espalhado por toda a cidade

Dentro do museu, ela parece imóvel e delicada. Mas ganhou o gigantismo e a robustez de concreto nas paradas de ônibus do município. Também transformou-se em metal nas placas indicativas das ruas. Há até lembrancinhas em crochê inspiradas no formoso inseto.

Tudo em Nova Teutônia lembra borboleta. Há esculturas em madeira, enfeites de plástico, adesivos e casulos. Até o túmulo de Fritz Plaumann, que fica próximo ao museu, tem uma borboleta em granito.

Os gregos acreditavam que, quando uma pessoa morria, seu espírito saía do corpo em forma de uma borboleta. Talvez por isso ela seja símbolo de renascimento. Assim foi com o trabalho de Fritz Plaumann. As borboletas sempre estiveram em Nova Teutônia. Mas se não fosse Fritz Plaumann, dificilmente as pessoas iriam até lá para vê-las.

Muito menos para observar besouros, percevejos, abelhas, vespas, formigas e até baratas. Plaumann reuniu um exército de insetos, de 17 mil espécies diferentes. Somente ele descobriu 1,5 mil espécies novas. E foi homenageado em 150 delas. Como o besouro Homelocerus plaumanni.

Plaumann deu a esses seres muitas vezes desprezados uma aura nobre, de ciência e até atração turística. Como homenagem, deu nome a um museu, a um parque ambiental em Concórdia e tem seu trabalho reconhecido mundialmente.

 


A guardiã das memórias

Uma senhora grisalha que gosta de servir café e biscoitos para as visitas é a guardiã de outra riqueza, tão atraente quantos os insetos no museu. Gisela Plaumann, filha adotiva do pesquisador, guarda tesouros: os materiais utilizados para montar o acervo de 80 mil espécies.

Gisela ainda mora na casa reformada e ampliada em 1954, quando Fritz Plaumann mudou-se para o local com a mulher Klara Anamaria Links. As paredes duplas de madeira em tom verde escuro com janelas vermelhas compõem um cenário com um quê europeu. Dá para imaginar Fritz Plaumann catalogando os insetos perto da janela e observando os morros cobertos de mato, que muitas vezes ficam encobertos pela neblina.

Nas inúmeras gavetas, há estoques de lâminas que nunca foram utilizadas. Há também linotipos com letras menores do que a cabeça de um alfinete, utilizados para catalogação.

Em armários de madeira maciça, estão as enciclopédias de entomologia, que serviram de base para a pesquisa. Em outro armário, que foi construído pelo próprio Plaumann, estão os químicos utilizados para deixar os animais incoscientes. Até o chapéu dele está pendurado na sala.

Gisela conta que, às vezes, acordava às 3h e preparava frango e outros alimentos para o lanche, nos dias de coleta. Depois, saía com o pesquisador e suas redes catar o insetos pela região, até voltar, no início da noite.

–Tem uma espécie de um besouro no museu que fui eu que encontrei!

 

Calor da chaminé ajudava a atrair os insetos

Com carinho, ela mostra os cômodos: calor da chaminé do fogão servia para secar os insetos; outra armadilha, com lâmpada, ajudava na coleta. Tem até um galpão construído para guardar tocos de madeira e atrair insetos para a pesquisa.

Gisela conta que trabalhou como empregada na casa de Fritz Plaumann em 1924, aos 21 anos. Com seus pais biológicos já falecidos, foi adotada como filha. Como o pesquisador não teve herdeiros, ela é quem cuida de tudo, como sempre cuidou. E sente-se realizada por ter dedicado sua vida ao pesquisador, que carinhosamente chama de pai.

 

Vida dedicada à ciência

A imagem de Fritz Plaumann na maioria das fotografias do museu entomológico, mostram um senhor de idade, com óculos e bigode. Falecido em 1994, Fritz Plaumann dedicou toda a sua vida ao estudo dos insetos.

De acordo com uma das guias do museu, Elfride Freyer, ele era um senhor calmo. Sua filha adotiva Gisela, lembra que quando ele ia a uma festa de aniversário, ficava pouco mais de uma hora e depois ia para casa.

Quando não coletava e catalogava os insetos, arrumava alguma coisa na casa ou no jardim. Ele fez alguns móveis, instalação elétrica e até na cozinha ajudava.

Tinha como hobby tocar violino e harmônio. Quando chegou em Seara, em 1924, começou a trabalhar como agricultor. A partir de 1925 deu início às suas pesquisas. Deu aulas de português e alemão, até montar um pequeno comércio. Todo o dinheiro era revertido para a compra de equipamentos para a sua pesquisa.

Esse teria sido um dos motivos para a separação de sua esposa Klara, que voltou para a Alemanha. Nos finais de semana viajava para fazer fotos das famílias da região, também para angariar recursos. Plaumann mostra um certo desgosto com a burocracia brasileira, pois chegou a ser impedido de coletar insetos sob alegação que estava dizimando a fauna.

A mágoa está revelada num trecho do livro Diário de Fritz Plaumann, organizado por Mary Bortolanza Spessatto: “…tudo isso que fiz foi para o proveito do nosso Brasil, que tornou-se a minha segunda pátria e realizou-se sem que fosse necessário gastar um único cruzeiro dos cofres públicos. Creio que no Brasil não se encontra outra pessoa que fez o mesmo por conta própria e de único punho.”

O interesse pelos insetos começou no primário, na cidade de Preussich Eylau, cidade da Prússia Oriental, na Alemanhã, onde nasceu em 2 de maio de 1902. Lá ele catava os besouros e perguntava o que era para seu professor. Somente ao final de sua vida, teve o trabalho reconhecido, recebendo diversas honrarias, como o Mérito Universitário da UFSC e a Grã-Cruz de Mérito da Alemanha.

 

Como chegar

— Saíndo de Chapecó, ir pela SC-283 em direção à Seara, percorrendo cerca de 35 quilômetros até o trevo de acesso a Nova Teutônia, antes de chegar na cidade.

— Daí, são mais 10 quilômetros em estrada pavimentada até o museu. Quem vem do litoral pode ir até Xanxerê e pegar a SC-466, que passa por Xavantina, até a SC-283. Vira à direita e vai até o trevo de acesso à Nova Teutônia.

— Outra opção é ir por Concórdia, pegar a SC-283, passar a cidade de Seara e ir até o trevo de acesso de Nova Teutônia.

 

Horários de visita

— Segunda à quinta-feira, das 8h30min às 17h

— Sábado, das 9h às 16h

— Ingresso: R$ 3 (adulto) e R$ 2 (estudantes até o ensino fundamental)

— Telefone: (49) 3452-1191, Ramal 214

 

DIÁRIO CATARINENSE

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23 mai12:48

Ceom participa da Semana Nacional de Museus

Durante a 10ª Semana Nacional de Museus, comemorada em todo o Brasil, o Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina (Ceom), projeto da Unochapecó, está presente. O tema deste ano é “Museus em um mundo em transformação: novos desafios, novas inspirações”. Ao todo, são 3.420 eventos entre exposições, palestras, oficinas, seminários e ações educativas, acontecendo em 1.114 museus e instituições culturais de todo o país.

A Exposição Fotográfica “Harald Schultz – Olhar antropológico”, com 58 ampliações fotográficas de 12 etnias indígenas de todo o Brasil. Entre as décadas de 40 e 60 o fotografo percorreu o país retratando aspectos do cotidiano do universo mágico-religioso, da cosmologia e da medicina de diferentes povos. Essa exposição acontece em parceria com o Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre, da cidade de Tupã/SP.

A exposição fotográfica “Harald Schultz – Olhar Antropológico” acontece no Ceom, na Rua Líbano, 111-D, Bairro Passo dos Fortes, no segundo Piso da Rodoviária de Chapecó, até 28 de junho. O horário de visitação é de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h, ou agendamento de horários especiais para grupos pelo telefone (49) 3323 4779.


Em Concórdia

O Museu Histórico Hermano Zanoni e a Fundação Municipal de Cultura da cidade de Concórdia também participa da Semana dos Museus em parceria com o Ceom da Unochapecó. Apresenta na Galeria Municipal de Artes, a exposição “Amor à moda antiga – casamentos de 1900 a 1970″, com fotografias de casamentos, acontece durante todo o mês de maio.


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18 mai12:53

Alunos de assentamento de Abelardo Luz visitam Museu do Milho de Xanxerê

Na manhã desta sexta-feira, dia 18, os alunos da Escola Estadual de Ensino Médio Semente da Conquista, do Assentamento 25 de Maio, do município de Abelardo Luz, visitaram o Museu do Milho, no Parque de Exposições Rovilho Bortoluzzi, em Xanxerê.

A visita, de acordo com a diretora da escola, Lindamira Aparecida de Oliveira, objetiva trazer os alunos para conhecer um pouco da história sobre o início da colonização na região Oeste, pois os alunos que estudam no Assentamento, segundo ela, são filhos de agricultores. “A escola busca esta integração entre a teoria e a prática dentro do Assentamento, para que os alunos possam ter um pouco mais de conhecimento para aplicar em suas propriedades”.

Para a diretora de Ações Culturais, Magda Vicini, a visita ao Museu do Milho, assim como em demais museus, é muito importante, pois faz com que as pessoas se identifiquem culturalmente. – Aqui a gente aprende a não perder a nossa essência, a manter viva a nossa história, dos nossos colonizadores – disse.

Magda salienta ainda que a cultura não é apenas a música erudita, teatro, cinema, mas sim a forma pela qual eu me comunico, como trato as pessoas, respeitando-as.

A diretora de Ações Culturais agradeceu a visita dos mais de 40 alunos da escola Semente da Conquista ao Museu do Milho, bem como parabenizou a iniciativa da diretora e dos professores das disciplinas de História, Filosofia e Artes.


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14 mai07:46

10ª Semana Nacional de Museus no Oeste

Será realizada nesta segunda-feira, dia 14, a abertura da 10ª Semana Nacional de Museus, que acontece de 14 a 20 de maio. A solenidade acontece às 10 horas, no Museu Municipal do Milho, localizado no Parque de Exposições Rovilho Bortoluzzi, em Xanxerê.

Como parte de um mundo em movimento acelerado, marcado pela desconstrução das noções tradicionais de tempo e espaço e no qual, identidades locais e globais se relacionam em complementaridade, os museus assumem um papel ainda mais estratégico e desafiador. Museus acessam no presente a memória do passado e, a partir daí, promovem perspectivas de futuro.

Por isso, em 2012, o Ibram (Instituto Brasileiro de Museus) convida os museus brasileiros a comemorarem a 10ª edição da Semana Nacional de Museus com o tema “Museus em um mundo em transformação – novos desafios, novas inspirações”.


Cultura do Milho

De acordo com a Diretora de Ações Culturais, Magda Vicini, o Museu Municipal do Milho apresenta a exposição “Cultura do Milho: passado e perspectivas futuras”, que pretende promover um olhar para o passado, a partir da exposição do acervo do Museu do Milho, que possui algumas tecnologias de cultivo do milho do final do século XIX e XX: plantadeiras (saraquás), colheitadeiras, debulhadeiras e moedeiras de milho, valorizando as práticas do passado e mostrando-as às gerações atuais; bem como promover uma reflexão sobre a importância da cultura do milho na atualidade e as possibilidades culturais e econômicas desta cultura.

Durante a Semana Nacional de Museus, o Museu do Milho ficará aberto das 8h às 11h30min e das 13h30min às 17 horas, inclusive no sábado e domingo.


Chapecó participa da Semana dos Museus

Dois Museus de Chapecó participam este ano da Semana Nacional dos Museus, que chega a 10ª edição. O Museu de História e Arte de Chapecó e o Museu da Colonização vão ter uma programação diferenciada entre os dias 21 e 25 deste mês. O tema da Semana, organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus, é ‘Museus em um mundo de transformação: novos desafios, novas inspirações’.


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07 mar14:17

Museu Histórico de Pinhalzinho apresenta duas novas mostras

O coquetel de lançamento das exposições Cinema: história e memória social e Rondon – A construção do Brasil e a causa indígena foi na nesta terça-feira, daí 6, no Museu Histórico de Pinhalzinho. A abertura contou com a presença da equipe do centro de Memória, autoridades municipais, liderança e visitantes.

As exposições temáticas podem ser visitadas até o dia 21 de junho. Também vão ser disponibilizadas aos alunos das instituições de ensino locais e regionais, Oficinas de Educação Patrimonial com aula expositiva, projeção de filmes e discussões acerca das temáticas apresentadas.

Cinema: história e memória social

A mostra tem como finalidade representar o processo de implantação da atividade cinematográfica na região Oeste de Santa Catarina. Compreender a história do cinema, os personagens que marcaram época e a relevância social dessa linguagem cultural e artística; Apresentar os principais momentos da história do cinema brasileiro; Demonstrar o processo de inserção do cinema local e regional; Analisar as memórias das pessoas que freqüentavam o cinema nos décadas de 1960 a 1980; Evidenciar como o cinema e a produção cinematográfica se apresenta hoje.

A exposição é composta por 11 banners contendo imagens, pôsteres e texto explicativos relacionados a história do cinema.


Rondon – A construção do Brasil e a causa indígena

Depois de percorrer cerca de 800 municípios brasileiros, a exposição Rondon – A construção do Brasil e a Causa Indígena, composta por 16 painéis, textos e ilustrações sobre a vida e obra de Marechal Rondon, conhecido também como o “Marechal da Paz”. A mostra integra o Projeto Memória, de iniciativa da Fundação Banco do Brasil em parceria com a Sociedade Amigos do Museu do Índio (SAMI) Cândido Mariano da Silva Rondon, nasceu em 1865, no Mato Grosso.

Com descendência indígena esteve à frente da implantação das linhas telegráficas no Brasil, tendo percorrido mais de 50 mil quilômetros em território nacional. Considerado um grande pacifista, estabeleceu nova relação entre o Estado e os indígenas, além de ser um dos defensores da integração nacional.


Atendimento

Segunda a quinta-feira

Horário: 8h às 11h30e das 13h30 às 17h30


Oficinas de Educação Patrimonial

Terça, quarta e quinta-feira.


Contato: 49 3366-1835.


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29 fev18:41

Artistas Chapecoenses participam de exposição no Museu de Artes de Blumenau

Artistas da Associação dos Artistas Visuais da região Oeste de Santa Catarina – Adentro – participam da exposição “Uma Cor Atravessada” no Museu de Artes de Blumenau. A mostra com curadoria do artista plástico Fernando Lindote abre nesta quinta-feira dia primeiro de março.

Segundo Fernando Lindote, os artistas da Adentro desenvolvem trabalhos dentro de um campo de pesquisa extenso, que inclui diferentes modalidades e atitudes em relação à produção visual na atualidade. – No espaço conceitual da exposição convivem artistas ligados à imagem pelo viés iconográfico assim como trabalhos de vocação preferencialmente perceptivos – destaca.

A exposição conta com obras de 14 artistas: Cristina Luviza Battiston, Diane Sbardelotto, Gina Zanini, Janaína Piccoli Brizolla, Juliano Zanotelli, Leonice Araldi, Luciano Guralski, Márcia Moreno, Mari Baldissera, Nícia Costella, Sid Geremia, Sonia Loren, Tania Stempkoski e Viviane Becker.

Essa é a primeira exposição, da Associação formada há dois anos, fora de Chapecó.


Conversa com os artistas

Antes da abertura os artistas da Adentro, acompanhados pelo curador Fernando Lindote, participam a partir das 18h30, de uma conversa com professores, arte-educadores, coordenadores-pedagógicos, artistas, acadêmicos, alunos de arte e a comunidade em geral.


Serviço

Noite Multicultural, com a abertura das exposições no MAB

Data: 1º de Março – quinta-feira

Horário: 18h30

Local: Fundação Cultural de Blumenau/SC

Visitação: até 8 de abril. De terça a sexta-feira, das 9 às 17 horas; sábados, domingos e feriados, das 10 às 16 horas.

Visitas mediadas podem ser marcadas pelo telefone (47) 3326-6596.


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27 fev10:42

Artistas Chapecoenses participam de exposição no Museu de Artes de Blumenau

A exposição Uma Cor Atravessada, conta com obras de 14 artistas, sendo que muitos são egressos e docentes do Curso de Artes Visuais da Unochapecó: Sonia Loren – egressa, Gina Zanini – egressa e professora, Maria Cristina Luviza Battiston, Nicia Costella, Sid Geremia- egresso, Luciano Guralski – egresso e professor, Diane Sbardelotto – egressa, Janaina Piccoli Brizolla – egressa, Juliano Zanotelli, Mari Baldissera, Márcia Moreno – professora, Leonice Araldi, Viviane Becker – egressa, Tania Stempkoski)

Esses artistas fazem parte da ADENTRO – Associação dos Artistas Visuais da região Oeste de Santa Catarina. Segundo Fernando Lindote, curador da mostra, os artistas desenvolvem trabalhos dentro de um campo de pesquisa extenso, que inclui diferentes modalidades, assim como, e principalmente, diferentes atitudes em relação à produção visual na atualidade. No espaço conceitual da exposição convivem artistas ligados à imagem pelo viés iconográfico assim como trabalhos de vocação preferencialmente perceptivos.


Conversa com os artistas antes da Abertura

Artistas da ADENTRO acompanhados pelo curador da exposição Fernando Lindote a partir das 18h30 estarão recebendo professores, arte-educadores, coordenadores-pedagógicos, artistas, acadêmicos, alunos de arte e a comunidade em geral para um bate-papo.


Serviço

Noite Multicultural, com a abertura das exposições no MAB

Data: 1º de Março – quinta-feira

Horário: a partir das 18h30

Local: Fundação Cultural de Blumenau

Visitação: até 8 de abril. De terça a sexta-feira, das 9 às 17 horas; sábados, domingos e feriados, das 10 às 16 horas.

Visitas mediadas podem ser marcadas pelo telefone 47 3326-6596

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18 jan14:38

Xanxerê promove projeto “Verão Museu do Milho”

A Diretoria de Ações Culturais realiza a partir da sexta-feira, dia 20, o projeto “Verão Museu do Milho”. O projeto visa promover evento de extensão pedagógica, cultural e de lazer às famílias de Xanxerê, de forma especial às crianças e adolescentes.

De acordo com a diretora de Ações Culturais, Magda Vicini, o projeto será realizado de 20 de janeiro a 19 de fevereiro no Museu Municipal do Milho, localizado no Parque de Exposições Rovilho Bortoluzzi.

O Museu estará aberto das 13h30min às 19 horas, de terça a sexta-feira e aos domingos, possibilitando a visitação da comunidade e visitantes que passam por Xanxerê.

Além disso, Magda destaca que o Parque Rovilho Bortoluzzi possui um espaço privilegiado para famílias, jovens e adultos passarem horas de lazer e o Museu do Milho pode oferecer uma opção cultural nesse período de férias dos jovens. – As famílias podem usufruir do espaço do parque da Femi, como o bosque, para realizar, por exemplo, um piquenique – salienta Magda.

Para as crianças de 06 a 14 anos, a diretora de Ações Culturais, ressalta que haverá o Cantinho da Arte, com atividades pedagógicas. – O que elas produzirem poderá ficar exposto no varal da arte, no Museu do Milho, caso queiram deixar lá – finaliza Magda.


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