NHT

18 mai17:22

Grupo JMT confirma venda da NHT Linhas Aéreas para empresa catarinense

Erik Farina | erik.farina@zerohora.com.br

O Grupo JMT confirmou a venda da NHT Linhas Aéreas para a empresa catarinense Acauã, com sede no balneário Camboriú. O valor não foi confirmado. As tratativas correm desde o início do ano e foram fechadas nesta semana. O negócio ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A solicitação foi protocolada nesta sexta-feira.

Durante o acordo, o empresário Jorge Barouki, dono da Acauã, teria confirmado que manterá os voos atuais da NHT, inclusive as ligações com o interior do Rio Grande do Sul. As frequências não mudarão. O motivo é a rentabilidade e o potencial de crescimento das linhas entre Porto Alegre e cidades como Pelotas, Rio Grande e Santa Maria, no RS. Inicialmente, a sede da NHT será mantida na Capital gaúcha.

Entretanto, algumas linhas pouco rentáveis poderão ser suspensas. Uma delas deve ser a que liga Porto Alegre e Uruguaiana, na Fronteira Oeste do RS. Os novos controladores pretendem ampliar a frota, adquirindo quatro aviões de maior capacidade. A criação de voos ligando o Rio Grande do Sul e cidades industriais no interior de Santa Catarinas deve ser considerada.

Com a concretização do negócio, o grupo JMT irá focar seus negócios em transporte terrestre. Parte do valor da venda da NHT deve ser utilizado para ampliar a frota da Planalto, que atua no RS: recentemente, a empresa anunciou a compra de quase 50 novos ônibus da Marcopolo, com o custo de R$ 700 mil cada.

Há um investimento em andamento na abertura de um centro de encomendas em São Paulo. A NHT foi fundada em 2006, fazendo a ligação entre 15 municípios nos estados da região sul e no aeroporto de Congonhas. Conta com 6 aeronaves e mais de 100 colaboradores diretos. A empresa diz que não haverá demissões com a venda ao grupo catarinense.

A Acauã é ligada ao grupo Vit Solo, que faturou cerca de R$ 90 milhões de reais no ano passado, quase 50% a mais do que no ano anterior. A empresa presta serviços para companhias aéreas brasileiras, fazendo limpeza de aeronaves e transporte de bagagens.

ZERO HORA



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23 abr18:27

NHT inicia operações em Concórdia

A empresa aérea NHT iniciou nesta segunda-feira as operações em Concórdia. A empresa deve operar no aeroporto Pedra Ferro pelo menos pelos próximos 75 dias, período em que o aeroporto de Chapecó vai ficar fechado para a realização de obras na pista.

No primeiro dia de operações em Concórdia, houve o desembarque de seis passageiros e o embarque de outros sete. A empresa trabalha com uma aeronave com capacidade para 19 lugares. O voo parte de Curitiba às 11 horas da manhã, faz escala em Francisco Beltrão e chega a Concórdia as 13h20. O retorno a capital paranaense é feito 20 minutos após a chegada.

Apesar da transferência deste voo do aeroporto Serafim Enoss Bertaso para Concórdia, o check-in continua sendo feito em Chapecó e a NHT disponibiliza uma van para transportar os passageiros até o aeroporto de Concórdia.

>> Aeroporto de Chapecó fica fechado por 75 dias

No ano passado, a NHT operou em Concórdia por quatro meses, mas decidiu suspender os voos em função da baixa procura por passagens. A empresa espera que desta vez o movimento seja maior e antecipa que havendo demanda, a NHT pode manter o voo em Concórdia mesmo depois da reforma do aeroporto de Chapecó.

Comprando com dez dias de antecedência, a passagem para Curitiba custa R$ 411 reais. Na hora a tarifa é de R$ 548 reais. Os voos para a capital Paranaense são oferecidos de segunda a sexta-feira.

O check-in no aeroporto de Chapecó é opcional. Nada impede que o passageiro faça este procedimento direto no aeroporto de Concórdia.


RBS TV CONCÓRDIA


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11 abr10:58

NHT solicitou autorização para operar em Concórdia durante o fechamento do Aeroporto de Chapecó

A empresa aérea NHT solicitou a autorização da Agência Nacional de Aviação – Anac para operar em Concórdia durante o fechamento do Aeroporto Serafim Enoss Bertaso de Chapecó. A empresa fez o pedido oficial à Anac nesta terça-feira.

A intenção da NHT é iniciar a operação no Aeroporto Pedra Ferro no dia 22 de abril. O voo partiria de Curitiba, com escala em Francisco Beltrão, com chegada em Concórdia prevista para as 13h20 e retorno para a capital paranaense 20 minutos após a chegada.

A empresa trabalha com uma aeronave de 19 lugares com tarifa de R$ 411.

No documento entregue a Anac a empresa solicita autorização para operar em Concórdia pelo prazo de 75 dias. Mas a direção da empresa antecipa que havendo demanda, a NHT pode manter o voo em Concórdia mesmo depois da reforma do Aeroporto de Chapecó.


RBSTV CONCÓRDIA


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06 mar09:31

Voos locados podem ser alternativa para o Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A utilização de voos locados para o Oeste de Santa Catarina pode ser uma alternativa para suprir a demanda dos passageiros, após a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) restringir os voos de Chapecó para aviões até 72 lugares.

A Trip já solicitou 12 voos “Charter” para a administração do aeroporto Serafim Enoss Bertaso, que ainda dependem de aprovação da Anac.

A Anac interditou parcialmente o aeroporto na quinta-feira passada, por sinais de deterioração na pista. Alguns voos foram cancelados. A Gol contratou aeronaves de 50 lugares da Passaredo para levar quem já tinha comprado passagem. São seis voos diários. A advogada Melissa Dandels, que voou de Passo Fundo para Florianópolis, disse que os voos atenderam bem sua demanda e que não sofreu nenhum contratempo.

O mesmo não se pode dizer de outros passageiros. O corretor de imóveis Vandré Lazzarotto, tinha passagem às 14 horas de Chapecó para Florianópolis e recebeu a informação que teria voo apenas às 18 horas. A mesma situação é do garçom Vadeni Portella de Lima.

Os negócios da região também estão sendo prejudicados. O agente de viagens João Paulo Ribeiro disse que tem quatro empresários norte-americanos que estão com passagens marcadas para chegar em Chapecó no dia 12 e retornar no dia 14. –Eles vem fechar negócios na área industrial- explicou. No entanto, ele não consegue garantia de voos para eles e isso pode acabar cancelando a transação.

A administração do aeroporto informou que há chances da Azul antecipar sua operação, que dependia da instalação de mais um caminhão de bombeiros e mais profissionais. Com o cancelamento dos voos da Avianca e Gol, haveria possibilidade de operação.

A Prefeitura de Chapecó aguarda para hoje ou amanhã a vinda de técnicos da Anac para avaliar o Plano Operacional de Obras e Serviços proposto. A ideia é recuperar na primeira etapa 500 metros no lado Leste da pista, na segunda etapa 500 metros no lado Oeste e, na terceira etapa, os mil metros restante. Nessa terceira etapa o aeroporto teria que ficar fechado por 15 dias. No total a recuperação custará R$ 11 milhões e deverá demorar de 30 a 45 dias, depois de iniciados os trabalhos.

O objetivo é recuperar a pista que está se deteriorando. A Anac interditou 500 metros de pistas o que impede o pouso de aeronaves maiores. A agência também rebaixou o índice de resistência da pista.

Um dos maiores problemas é que não estão sendo vendidas novas passagens por tempo indeterminado. Apenas a Trip, que faz Porto Alegre e Londrina, e a NHT, que tem voos para Curitiba, estão operando normalmente, pois têm aeronaves menores.


Por que os aviões maiores que 72 passageiros não podem operar

-A pista do aeroporto de Chapecó tem 2.563 metros. Destes, 500 metros são novos e não estão homologados ainda. Restariam 2.053 metros. Mas a Anac interditou 300 metros no ano passado, reduzindo a pista para 1763 metros. O motivo foi a deterioração no piso. Agora, a Anac reduziu em mais 200 metros, reduzido a pista para 1.563 metros. O problema é que aeronaves maiores necessitam de, pelo menos 1,7 mil metros de pista para pousar com segurança. O motivo é que Chapecó fica numa região de cerca de 600 metros de altitude, onde a resistência do ar é menor. Os aviões pousam aqui a cerca de 250 quilômetros por hora, contra 200 quilômetros por hora em pistas como Guarulhos, que tem 1,4 mil metros.

-A pista de Chapecó foi reformada em 2000 e teve uma classificação de PCN (Número de Classificação do Pavimento) 34, que permite pouso de aviões de até 60 toneladas, como o Boing 737 utilizado pela Gol e o Airbus 318 utilizado pela Avianca. Devido à deterioração do piso, causada pela idade do asfalto de 10 anos, problemas no subleito da pista e aumento do número de voos em Chapecó, a classificação do PCN foi rebaixada para 16, que permite pouso de aeronaves com cerca de 20 toneladas, como os Embraer 145, da Passaredo, que estão sendo utilizados pela GOL.


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05 mar09:06

Restrição parcial do aeroporto de Chapecó causa prejuízos em cascata

Alessandra Ogeda | alessandra.ogeda@diario.com.br

Depois de Santa Catarina sofrer com a estiagem que provocou perdas de cerca de R$ 550 milhões para a agricultura, agora a restrição de voos com mais de 72 passageiros no aeroporto de Chapecó provoca uma cadeia de prejuízos no Estado.

Comerciantes e empresários da região estão sendo prejudicados com a medida, que começou a valer por determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na última quinta-feira. Três eventos de grande porte programados para este mês e abril estariam ameaçados.

O aeroporto de Chapecó foi o que registrou o maior crescimento no Estado nos últimos cinco anos. Entre o primeiro semestre de 2007 e o mesmo período do ano passado, o número de passageiros no aeroporto de Chapecó aumentou 83,5%.

A medida da Anac prejudicou a operação das companhias Gol e Avianca, que tinham quatro voos diários entre chegadas e partidas, com destino a Florianópolis e São Paulo. Elas operavam com aeronaves de 144 (Gol), 120 e 100 (Avianca) lugares. As empresas NHT e Trip não devem ser afetadas porque operam com aeronaves com um número menor de passageiros.

O vice-presidente da Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de SC (Faesc), Enori Barbieri, acredita que metade da movimentação do aeroporto era formada por técnicos, executivos e outros funcionários que trabalham com a agroindústria. Eles terão a mobilidade prejudicada e suas empresas, que dependem do aeroporto para a chegada de insumos, este abastecimento alterado.

— Essa restrição vai trazer um grande transtorno para quem tem por hábito ir e vir de Chapecó, cidade-pólo no Oeste, principalmente para São Paulo. Ainda não temos como mensurar os prejuízos, mas eles serão consideráveis para toda a cadeia do setor de aves e suínos do Estado — explica.

Atraso nos negócios

Na prática, segundo o presidente da Faesc, as complicações podem chegar à protelação de negócios em andamento, por parte dos executivos e, no caso dos técnicos, atrasos na prestação de serviços nas diversas unidades de grandes indústrias como BRF Brasil Foods, Marfrig e Aurora.

Estas empresas, com produção no Oeste, também teriam que achar alternativas para a vinda de insumos básicos com chegada, até então, via aérea, como pintinhos com um dia de vida, materiais de laboratório e genéticos.

Além dos prejuízos diretos para a indústria, dois grandes eventos do setor, programados para o próximo mês, estariam em risco, segundo Barbieri. Tanto o InterLeite Sul 2012 – 3º Simpósio sobre Produção Competitiva de Leite Região Sul quanto o 13º Simpósio Brasil Sul de Avicultura dependeriam do aeroporto para a chegada de palestrantes internacionais e de participantes vindos de fora.

Outro evento programado para a cidade que poderá ser prejudicado é o Expen 2012 – Feira de Multisoluções em Gestão, Serviços e Tecnologia programada para o final deste mês. O presidente do Conselho das Entidades Empresariais de Chapecó, que congrega 16 sindicatos e entidades empresariais do município, Gilberto João Badalotti, acredita que os prejuízos para a região serão generalizados.

— Teremos cerca de 1 mil passageiros por dia que serão prejudicados. Para os próximos dias, já tinham sido vendidas 15 mil passagens. Esses prejuízos vão afetar a todos, das indústrias até o comércio e os prestadores de serviços — explica.

A alternativa mais próxima para os usuários do Oeste seria o aeroporto de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, distante duas horas e meia de automóvel de Chapecó.


Prejuízo para agências

Os prejuízos, segundo o presidente do conselho, serão sentidos por agentes de viagens, que deixarão de vender passagens, por comerciantes, a rede hoteleira, bares, restaurantes e taxistas, que já temem registrar uma queda expressiva no número de clientes na região.

— Chapecó está muito distante dos outros pólos do Estado. Dependemos muito do aeroporto e não temos uma cidade próxima que possa suprir esta necessidade. E o pior de tudo é que a Anac não nos avisou com uma antecedência razoável, de uma semana ou 15 dias, para que pudéssemos reprogramar compromissos — questina.

O vice-presidente da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Bento Zanoni, afirma que a agroindústria será bastante prejudicada com a medida da Anac, e lamenta que usuários da região tenham que procurar alternativa em um aeroporto do RS.

— O número de pessoas que voavam por Chapecó a cada mês era bastante significativo, e agora poderão ser usadas aeronaves com até 72 lugares. As companhias aéreas não estão preparadas para isto, e esta alternativa não irá suprir a demanda.


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04 mar14:52

Adaptações no aeroporto de Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A companhia aérea Gol disponibilizou três horários de voos de Chapecó com destino a Florianópolis para os passageiros que já tinham comprado bilhetes antes da interdição parcial da pista do aeroporto Serafim Enoss Bertaso. As linhas saem diariamente às 15h e às 18h, e de segunda a sábado, a partir das 5h30. O primeiro voo saiu do Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, às 15h do sábado, dia 3.

A aeronave, um Embraer ERJ-145, da Companhia Passaredo, oferece 50 lugares. As vendas de passagens novas para estes voos só devem iniciar na terça-feira, dia 6.

A Avianca ainda estuda medidas. No final de semana estava disponibilizando como opção para os passageiros, que haviam comprado bilhetes, ir até Passo Fundo de ônibus e depois seguir para Florianópolis.

As empresas aéreas NHT e Trip operam normalmente. A restrição de operações de aviões com mais de 72 lugares no Aeroporto foi divulgada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na quinta-feira, dia primeiro. O motivo, segundo a nota, foi a constatação da degradação na pista. Técnicos da agência estiveram em Chapecó no dia 6 de fevereiro. De acordo com o secretário de Infraestrutura do Estado, Valdir Cobalchini, que esteve na Anac na semana passada, uma nova visita de representantes da Anac será realizada nesta semana, em Chapecó.

O prefeito José Cláudio Caramori disse que o município encaminhou o Plano Operacional de Obras e Serviços, para recuperação da pista, que deve ser apreciado pela Anac. Após a aprovação as obras devem iniciar, com prazo de conclusão de 45 a 60 dias. O custo da obra é de R$ 11 milhões e a empresa vencedora é a Planaterra.


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01 mar16:29

Voos desta quinta-feira foram cancelados no aeroporto de Chapecó

[Atualizado 18h19]

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Os voos do Aeroporto Serafim Enoss Bertaso de Chapecó de hoje à tarde foram cancelados. A Avianca anunciou o cancelamento até domingo. A Gol também não está mais vendendo passagens. A primeira companhia a cancelar foi a Avianca, que já estava atrasada por problemas no aeroporto de Florianópolis. Segundo informação dos funcionários o motivo do cancelamento seria problemas na pista de Chapecó e a suspensão por tempo indeterminado. As empresas NHT e Gol, também cancelaram os voos, devido ao mau tempo.

As informações sobre a restrição da Agência Nacional de Aviação Civil – Anac, divulgadas na manhã desta quinta-feira ainda são desencontradas.

>> Anac restringe operações do aeroporto de Chapecó

Segundo a Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Chapecó, o secretário de defesa do cidadão Sergio Wallner, responsável pela administração do Aeroporto, está em contato com Florianópolis e Brasília. No final da tarde ele deve se pronunciar sobre o caso. No setor administrativo do aeroporto a informação é que não havia sido oficializado o cancelamentod os vôos.

Tanto que a Gol continua a vender passagens para os vôos de amanhã. Alguns passageiros estão optando por viajar amanhã. Outros pegaram ônibus para Florianópolis.



Jogadores da Chapecoense voltam de ônibus

Os jogadores da Chapecoense que embarcariam no começo da tarde de Florianópolis para Chapecó tiveram que pegar ônibus. Segundo o diretor de futebol Cadu Gaúcho, eles saíram da capital por volta das 15h45 e devem chegar em Chapecó próximo a meia-noite.


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22 set14:15

Concórdia fica sem voo regular

RBSTV Chapecó

A empresa NHT decidiu suspender as atividades no aeroporto de Concórdia. O último voo regular da empresa no município vai ser realizado amanhã.

A decisão foi tomada em função da baixa procura por passagens. De acordo com a direção da companhia aérea, a venda de bilhetes foi abaixo do esperado e tornou inviável a manutenção da linha Concórdia, Curitiba – São Paulo. Os voos diários foram implantados em abril de 2010, após mobilização do Poder Público e entidades.

O vice-prefeito Neuri Santhier revela que a NHT não descarta a possibilidade de voltar a operar em Concórdia. Mas isso só a partir de janeiro de 2012. Três novas aeronaves devem ser adquiridas e a rota deve ser alterada.

– Existe a possibilidade de criar a rota do frango. A aeronave sai de São Miguel do Oeste, passaria por Concórdia – Joaçaba até Florianópolis – disse.

Para a rota do frango se tornar realidade é preciso autorização da Anac. Caso saia a permissão e a NHT não retome as atividades a Prefeitura de Concórdia vai entrar em contato com outras empresas.

Quem tem bilhetes comprados deve entrar em contato com a empresa para as devidas providências.



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