Nota

17 set08:54

ACI comunica o falecimento do jornalista Luiz Perroni Pereira

A Associação Catarinense de Imprensa (ACI) cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento do jornalista Luiz Perroni Pereira, ocorrido às 2 horas da madrugada desta segunda-feira no Hospital Regional do Oeste, em Chapecó (SC), em razão de parada cardiorrespiratória.

O corpo está sendo velado na capela da Funerária Wolff, e o sepultamento ocorrerá às 16 horas, da segunda-feira, no Cemitério-parque Jardim do Éden.

Luiz Perroni Pereira tinha 78 anos de idade, nasceu em 13 de abril de 1934 em Santiago (RS) e foi criado em Uruguaiana (RS). Era casado com dona Dilma e tinha quatro filhos e cinco netos. Graduou-se em Direito pela FURG de Rio Grande (RS) e durante sua vida exerceu as profissões de jornalista, funcionário público federal e advogado.

Iniciou sua longa atuação na comunicação social em 1o de março de 1953, na Rádio Charrua de Uruguaiana. Nessa emissora, até o ano de 1964, exerceu as funções de repórter esportivo, narrador esportivo, chefe da equipe esportiva, redator e apresentador de rádio-jornalismo. Simultaneamente, neste mesmo período, manteve colunas esportivas nos jornais A Vanguarda e A Fronteira de Uruguaiana, e A Platéia de Livramento. De 1964 a 1965 teve a passagem de um ano na Rádio Nereu Ramos de Blumenau, como repórter e narrador esportivo.

No período de 1966 a 1968 foi narrador esportivo, redator e apresentador de notícias na Rádio São Miguel de Uruguaiana. De 1971 a 1976, dedicou-se com tempo integral ao INPS, onde era funcionário do quadro desde 1960. E, com isto, galgou os postos de Agente do INPS em São Sebastião do Caí (RS) e na maior agência da previdência social do interior, em Rio Grande (RS). Nesta cidade, recebeu no ano de 1975, o título de cidadão honorário da Câmara de Vereadores.

Em 1976, quando concluiu o curso de Direito na FURG, recebeu e aceitou convite para trabalhar no grupo RBS. É que, como funcionário público, não poderia advogar nem voltar à comunicação, suas duas paixões. Inicialmente pediu licença por dois anos e, após, pediu demissão do serviço público. Curiosidade: nestes dois anos bem que tentou, mas não conseguiu tempo suficiente para advogar. Dedicou-se à televisão com tempo integral.

Permaneceu na RBS de 1976 a 1986, período em que selecionou pessoal, instalou, dirigiu e foi apresentador da TV Rio Grande e TV Umbu, de Passo Fundo. Em 1983 assumiu a direção da RBSTV de Chapecó, recém-adquirida do grupo Petrelli. Em 1986 aceitou o último desafio: auxiliar na consolidação de outra rede de TV – a Rede Cultura Eldorado. Em 1987 passou a dedicar-se exclusivamente à coluna de análises políticas em jornal diário. Inicialmente no Jornal Sul Brasil e, após dois anos, transferiu-se para o Diário do Iguaçu, onde permaneceu até esta data.

Nesse cenário e sempre superando o impulso do sensacionalismo, o colunista Luiz Perroni Pereira vai além da pauta político-partidária e dá abrigo aos atos de cooperação e solidariedade, aos serviços à comunidade e todos os exemplos notáveis que o espírito humano protagonizou, com o mesmo empenho com que empunhou a principal arma do jornalismo sério e independente – a denúncia contra tudo o que era atentatório à dignidade humana, à justiça, às liberdades civis e democráticas e aos superiores interesses da coletividade. Neste terreno tão escorregadio e frequentemente maculado por interesses escusos, Luiz Perroni Pereira trilhou um caminho escoimado das infrações éticas e da venalidade promocional, construindo uma reputação de probidade e comprometimento sobre a qual se assenta sua credibilidade.

Luiz Perroni Pereira participou de todas as fases evolutivas da imprensa, assim entendido o conjunto dos meios de comunicação de massa. Foi dirigente de grandes empresas de comunicação e colunista de veículos essenciais da mídia sul-rio-grandense e catarinense.


Comente aqui
24 dez14:58

Projeto deve qualificar 80 mil motoristas de todo país

Qualificar em idioma estrangeiro, gestão e empreendedorismo para atender os turistas que virão ao Brasil assistir aos jogos da Copa do Mundo de 2014. Com este objetivo o Sebrae nacional desenvolveu em parceria com a Confederação Nacional do Transporte (CNT), Serviço Social do Transporte (Sest) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), o Projeto Taxista Nota 10. A meta é qualificar cerca de 80 mil motoristas de táxi de todo o país.

O analista técnico do Sebrae/SC, Jefferson Reis Bueno, explica que o Taxista Nota 10 está dividido em dois subprojetos: curso de línguas estrangeiras (idiomas inglês e espanhol) com duração de 120 horas e vocabulário personalizado, adaptado à linguagem e ao dia a dia do taxista, e gestão de negócios para taxistas, que oferecerá 15 edições do Jornal Taxista Nota 10, com abordagem de temas que envolvem gestão e empreendedorismo.

Após as inscrições, os participantes recebem material didático composto de caderno do aluno, caderno de exercícios, caderno de autoavaliações e CD de áudio. O curso terá duração de um ano e o certificado de conclusão será enviado pelos Correios, após avaliação escrita, agendada e realizada em uma das unidades do Sest ou do Senat.

O coordenador regional oeste do Sebrae/SC, Enio Albérto Parmeggiani, salienta que o projeto também envolve a entrega gratuita de um jornal com informações sobre diversos temas. Em versão impressa e eletrônica, com periodicidade mensal, a publicação terá matérias sobre assuntos como empreendedorismo, administração do tempo, turismo e hospitalidade, gestão financeira, marketing pessoal, legislação, direção defensiva, condução econômica, entre outros.

Para receber o Jornal Taxista Nota 10 em casa, os motoristas deverão entrar em contato com as centrais de atendimento da CNT ou do Sebrae e realizar cadastro no projeto. Junto com cada jornal, será enviado um selo que o participante deverá guardar e, ao final, trocá-los, nas unidades do Sest/Senat, por um adesivo que comprovará sua participação no programa. Essa identificação, que poderá ser afixada no parabrisa do carro, será mais um diferencial para atuação no mercado de trabalho.

Inscrições

As inscrições nos cursos podem ser feitas gratuitamente nas unidades do Sest, Senat e Sebrae em todo o Brasil. Também podem ser feitas por meio das centrais de atendimento do Sebrae (0800 570 0800) e do Sistema CNT (0800 728 2891). Na região oeste, as inscrições também podem ser feitas pelo telefone (49) 3319-6100 (Sest/Senat).



Comente aqui