Oeste

18 nov18:30

Radiação solar pode atingir nível máximo neste fim de semana em Santa Catarina

Joyce Santos

A radiação solar pode atingir o nível máximo do Índice Ultravioleta (IUV) neste fim de semana em Santa Catarina. A escala de radiação vai até 14 e a previsão é que, neste fim de semana, ela varie de 12 a 14, principalmente no Oeste e Meio-Oeste do Estado. No Litoral, a nebulosidade deve amenizar a situação mas, ainda assim, os especialistas alertam para alguns cuidados. Os danos à saúde começam a partir do nível 8.

O alerta é da Epagri e já é o segundo em um mês em Santa Catarina. Segundo o meteorologista Marcelo Martins, é natural a radiação aumentar na transição da primavera para o verão, especialmente após vários dias de sol seguidos.

— É importante que as pessoas tenham consciência da situação. Crianças e idosos e pessoas de pele clara costumam ser ainda mais vulneráveis. Mesmo se o dia estiver nublado, os raios atravessam as nuvens.

Alguns cuidados podem ser adotados para evitar a exposição ao sol. A médica oncologista do Cepon Senen Hauff explica que o câncer de pele representa 30% dos casos da doença no Brasil. A pele seria como um escudo, com células de defesa contra agressões externas como ventos, radiação, cortes e poluição.

— As pessoas ainda não tomaram consciência da necessidade de proteção. Há horários, em torno do meio-dia, em que as pessoas não deveriam sair de casa. Neste período é como se a pele fosse atingida por agulhadas. Os raios penetram na pele e provocam a quebra das nossas proteções, explica a oncologista.

O caso dos trabalhadores do Oeste é ainda mais grave. Como a maioria tem a pele clara e se expõe ao sol em horários críticos, a recomendação é usar chapéu com abas de no mínimo oito centímetros, camisetas de cor escura com mangas até os cotovelos e bermudas até o joelho. As partes do corpo que mais precisam de proteção, segundo as orientações da oncologista, são rosto, orelhas, pescoço e tronco.

O assessor da Associação dos Pequenos Agricultores do Oeste Catarinense (Apaco), Gelso Marchioro, explica que os trabalhadores rurais sentem a mudança na radiação solar.

— Há mais ou menos 20 anos, os agricultores ficavam o dia todo na lavoura. Agora, eles não conseguem mais. O sol está muito quente e as pessoas não aguentam ficar tanto tempo expostas. Os fortes raios solares também prejudicam a produção, algumas espécies não conseguem fazer a fotossíntese.

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17 nov19:13

Estudo técnico deve indicar local para implantação do novo posto da Polícia Rodoviária na região Oeste

A comissão regional que trata da instalação de mais um posto da Polícia Rodoviária Estadual e da recuperação das rodovias estaduais na região decidiu, em reunião realizada nesta quinta-feira, dia 17, novos encaminhamentos em relação ao assunto articulado pelo Sindicato do Comércio da Região de Chapecó desde março deste ano.

Na reunião, coordenada pelo presidente do Sicom, Ivalberto Tozzo, e pela presidente do Fórum Parlamentar das Rodovias, da Assembleia Legislativa, deputada Luciane Carminatti, ficou definido que a Polícia Rodoviária Estadual deverá apresentar o estudo técnico que apontou a SC-480, entre Chapecó e Goio-En, como local para a instalação do posto da Polícia Rodoviária Estadual.

Para a comissão, a Polícia Rodoviária deve informar, além dos critérios da escolha e um comparativo em relação a SC-283, o prazo de execução do posto e recursos. Os membros consideram que essa medida representa um ato de respeito a todo o trabalho que vem sendo feito no decorrer deste ano.

O presidente do Sicom, Ivalberto Tozzo, lembra que o local para instalar o posto na SC-480 foi decidido pela Polícia Rodoviária Estadual, a quem cabe apresentar o estudo que deu embasamento à indicação do local no município de Chapecó. – Independente do local de instalação, o importante é que o posto deverá atender os anseios de toda a região, e que nem o Sicom e nem o município de Chapecó sejam tidos como tendenciosos para com essa decisão, que tecnicamente cabe apenas à Polícia Rodoviária Estadual – avalia o presidente do Sicom.

Ivalberto Tozzo complementa que a reivindicação do Sicom e de outras instituições atende pedidos de associados de Águas de Chapecó, Chapecó, Guatambu, Palmitos e São Carlos. Já a deputada Luciane Carminatti fez na reunião um resgate das ações do movimento pela instalação do Posto da Polícia Rodoviária na região e pela recuperação das rodoviárias estaduais, sob a coordenação do Sicom.

Em relação à SC-283, ficou definido o agendamento de uma reunião com o secretário Estadual de Infraestrutura, Valdir Cobalchini, para a entrega de documento expondo a precariedade dessa rodovia. Foi consenso que pelo estado intransitável dessa estrada não é possível aguardar até 2013 pela execução do projeto de recuperação. Diante disso, o pedido é para que seja executado com urgência um trabalho de revitalização da SC-283.

Participaram do encontro, realizado no Sicom, os secretários de Desenvolvimento Regional em Chapecó, Eldimar Jagnow, e Alencar Fiegenbaum, de Palmitos, o secretário Municipal de Articulação Institucional de Chapecó, Luciano Buligon, os prefeitos Adilson Zeni, de Água de Chapecó, e Elio Godoy, de São Carlos, e representantes da Polícia Militar Rodoviária, do Corpo de Bombeiros, do Sitran, do Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, representantes da Polícia Rodoviária Estadual e diretores do Sicom.



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17 nov09:17

Santa Catarina tem tempo seco e temperaturas amenas nesta quinta-feira

O sol continua predominando em Santa Catarina nesta quinta-feira. Não há previsão de chuva para o Estado, segundo a Epagri/Ciram, órgão estadual que monitora as condições climáticas.

As máximas chegam entre 22ºC e 24ºC na Grande Florianópolis, no Oeste, no Sul, no Vale do Itajaí e no Litoral Norte. No Planalto Norte, os termômetros atingem 22ºC. Na Serra, não passam de 19ºC.

Na sexta-feira, o tempo segue segue em SC. As temperaturas ficam baixas na madrugada e ao amanhecer, com formação de geada fraca nas áreas altas do Serra.


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17 nov00:09

Mesmo com reajuste de 8% no salário, Polícia Civil decide manter greve

Diogo Vargas | diogo.vargas@diario.com.br*

Mesmo com o reajuste de 8% anunciado pelo governo, os policiais civis decidiram manter a paralisação nas delegacias de polícia de Santa Catarina até quinta-feira. O atendimento e as investigações estão comprometidos nesse período. A internet é a saída para quem precisa fazer boletim de ocorrência (www.pc.sc.gov.br).

Nesta quinta-feira, segundo dia do movimento, os policiais civis marcaram manifestação para as 9h na frente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), de Florianópolis, no Bairro Estreito. A categoria quer aumentar a participação de servidores do órgão de trânsito que, na quarta-feira, praticamente mantiveram o atendimento normal.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Pedro Joaquim Cardoso, estima em 90% a adesão dos agentes de polícia pelo Estado. Na Grande Florianópolis, a participação de delegados, escrivães e investigadores também é significativa. Um grupo protestou em frente a 5ª DP, na Trindade, e na Casa d’Agronômica, mas nenhum incidente foi registrado.

Nas delegacias, os policiais atendem apenas casos graves como homicídios, assaltos e flagrantes. Na Central de Polícia de Florianópolis e de São José, nenhum boletim de ocorrência foi efetuado de manhã e tarde. A assembleia geral dos policiais será quinta-feira às 14 horas no Golden Hotel, em São José. Por enquanto, o indicativo é de greve geral, boicote à operação Veraneio e entrega de cargos comissionados por delegados.

— Isso não é o aumento (8%), é só inflação. Estamos no fundo do poço. O agente arrisca a vida, dá plantão e recebe R$ 781 de salário — lamentou o delegado Renato Hendges, presidente da Associação dos Delegados de Polícia (Adepol).


Policiais parados no Oeste

Cerca de 100 policiais estão parados nos municípios de abrangência da 12 Delegacia Regional de Chapecó, segundo o vice-presidente da Associação Regional dos Policiais Civis, Selmiro Rauber.

Nas delegacias de Chapecó foram registrados apenas os flagrantes e boletins de estupro, homicídio, seqüestro e roubo. Outros serviços estão suspensos por três dias. Teones Andrade, que é funcionário de uma agroindústria da cidade, foi buscar a documentação da motocicleta e não conseguiu. –Disseram pra voltar na segunda-feira-explicou. O mesmo ocorreu com Odair José Ramos, que foi retirar a Carteira de Habilitação.

Os manifestantes usaram camisetas, colocaram faixas e distribuíram panfletos onde pedem reposição salarial.


*colaborou Darci Debona.


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16 nov09:09

Sol volta a predominar em Santa Catarina nesta quarta-feira

O dia amanhece ainda com nuvens em algumas regiões, mas o sol deve predominar em Santa Catarina nesta quarta-feira. Não há previsão de chuva, segundo a Epagri/Ciram, órgão estadual que monitora as condições climáticas.

>>> Confira o blog do Puchalski

As máximas chegam entre 22ºC e 24ºC na Grande Florianópolis, no Litoral Norte, no Vale do Itajaí e no Sul. No Oeste, os termômetros atingem 25ºC. No Planalto Norte, ficam por volta de 21ºC. Na Serra, não passam de 18ºC.

Na quinta-feira, o tempo continua estável no Estado. As temperaturas ficam baixas ao amanhecer e há possibilidade de geada na Serra.

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14 nov09:12

Ventos podem chegar a 70km/h nesta segunda-feira de tempo chuvoso em Santa Catarina

O tempo continua instável em Santa Catarina nesta segunda-feira. Há risco de temporal isolados, e as rajadas de vento podem atingir 70 km/h a partir da tarde no Litoral, entre Florianópolis e o Norte do Estado, segundo a Epagri/Ciram, órgão estadual que monitora as condições climáticas.

As máximas chegam a 19ºC e 21ºC no Vale do Itajaí, no Planalto Norte e no Sul. Na Grande Florianópolis, no Oeste e no Litoral Norte, os termômetros ficam entre 20ºC e 21ºC. Na Serra, não passam de 14ºC.

Na terça-feira, o tempo ainda fica chuvoso na faixa leste do Estado pela manhã. No decorrer do dia, o sol volta a aparecer na maioria das regiões. As temperaturas permanecem amenas.

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13 nov10:05

Apresentado pré-projeto de recuperação SCT 480

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Os motoristas do Oeste convivem com uma rotina de buracos na SCT 480, principalmente nos 22 Km entre Chapecó e a ponte sobre o rio Uruguai, no distrito de Goio-Ên, divisa com Nonoai-RS. Um estudo da Confederação Nacional do Transporte apontou que a rodovia tem pavimento e sinalização regular e geometria péssima.

Frequentemente são realizadas operações tapa-buracos, mas com duração breve. O fluxo é de 8 mil veículos por dia segundo o Deinfra. Mas deve aumentar com a formação do lago da Hidrelétrica Foz do Chapecó. Atualmente a ponte está sendo recuperada e o tráfego funciona em meia pista. Há uma descida perigosa na serra do Goio-Ên.

No dia 30 de outubro um caminhão perdeu o controle e bateu em quatro veículos, matando um casal e a filhas gêmeas, de apenas seis meses. A suspeita é de problema mecânico.

Na quarta-feira, dia 9,  foi apresentado um pré-projeto de recuperação da rodovia, no Centro de Treinamento da Epagri, no Distrito de Marechal Bormann. O projeto prevê retirada da atual camada de asfalto e colocação de um novo pavimento.

Também serão implantadas faixa adicional nos declives, um novo trevo no distrito de Marechal Bormann, intersecções na entrada de comunidades e um acesso ao distrito de Goio-Ên. Haverá passeios e ciclovia na área urbana do distrito. O custo da obra está estimado em R$ 32 milhões e vai entrar no programa BID VI, financiamento do Governo do Estado com o Banco Mundial. O superintendente do Deinfra em Chapecó, Antonio Zamignan, disse que algumas alterações no projeto ainda podem ser sugeridas. Ele deve ser concluído até janeiro e, em seguida, será lançada a licitação.



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12 nov15:45

BR 282 tem uma morte a cada três dias

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A cada três dias uma pessoa morre na BR 282, segundo um estudo realizado pela Polícia Rodoviária Federal. Claro que isso em toda a rodovia, que se estende de Florianópolis até Paraíso, na Fronteira com a Argentina.

Mas a importância da rodovia é maior para o Oeste, pois ela é a principal ligação da região com o restante do Estado. Por isso lideranças da região querem sua duplicação. Alguns trechos já estão sendo duplicados, nas travessias urbanas de Lages, e Xanxerê, que momentaneamente está parado. Este é o ponto mais problemático no momento, segundo o posto da Polícia Rodoviária Federal em Xanxerê.

A Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina realizou um estudo onde sugere investimentos de R$ 320 milhões para melhorar alguns gargalos da BR 282. Entre eles estão melhorias nos trevos de acesso a Nova Itaberaba, Nova Erechim à Udesc de Pinhalzinho, em Iraceminha e no acesso à BR 158, em Maravilha.

Em Iraceminha, por exemplo, há apenas sinalização na pista e os carros ficam no meio, o que pode confundir motoristas que não conhecem o local, com risco de acidente.

O inspetor chefe da 8ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal em Chapecó, Ivo Silveira, considera que a rodovia está boa na região.

O problema é o fluxo que chega a ser estimado em 15 mil veículos por dia próximo de São Miguel do Oeste e, de 25 a 30 mil entre Chapecó e Xanxerê.

A principal obra na região é o acesso a Chapecó, num trecho de sete quilômetros, que prevê quatro faixas centrais e quatro laterais (duas em cada lado), com custo estimado de R$ 80 milhões. A obra está em andamento.



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12 nov15:31

Rodovias do Extremo-Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O acostamento de apenas 50 centímetros e a falta de terceira faixa são os principais problemas apontados pelos motoristas que trafegam pela BR 163, que vai de São Miguel do Oeste até Dionísio Cerqueira. O tráfego não é tão intenso, ficando em até 10 mil veículos por dia, segundo estimativa da Polícia Rodoviária Federal. Mas é um tráfego pesado, de máquinas e cereais que são transportados entre o Rio Grande do Sul e o Paraná.

-É um trecho muito perigoso pois não tem acostamento- afirmou o motorista Angelin Scaim, de São Miguel do Oeste, que traz madeira do Mato Grosso para São Miguel do Oeste. Em 30 anos de profissão, já viu muitos acidentes no local. –Não tem pra onde ir, se tivesse acostamento caia fora- explicou.

No dia 7 de setembro de 2011 três pessoas morreram num acidente ocorrido no quilômetro 96, entre um caminhão de leite e um ônibus do Rio Grande do Sul. O agricultor Lauro Wolfart, que mora ao lado da rodovia, já viu entre oito e nove mortes por acidente, em 11 anos. –Teve um que capotou, um caiu no barranco, um caminhão de cavalo tombou, teve a carreta de arroz, uma carga de adubo…- vai enumerando os acidentes.

Wolfart disse que, além de não ter acostamento, há muita neblina no local.

O inspetor chefe da 8ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal de Chapecó, Ivo Silveira, disse que outro problema é nas travessias urbanas de Guaraciaba, Guarujá do Sul e São José do Cedro. Em São Miguel do Oeste, falta um contorno viário ligando a BR 282 à BR 163. Com isso o tráfego pesado passa no centro da cidade, pela avenida Willy Barth.

Ele afirmou que desde que foi desativado o posto policial de São José do Cedro, há cerca de 10 anos, o trecho é atendido pelo posto de Maravilha, que fica a 40 quilômetros de São Miguel do Oeste e, a 100 de Dionísio Cerqueira. Há projeto para a instalação de um posto e de uma delegacia da Polícia Rodoviária Federal em São Miguel do Oeste.

O Departamento Nacional de Infraetrutura do Transporte (DNIT), já tem um projeto de adequação nos 64 quilômetros BR 163, que prevê a implantação de terceira faixa nos declives. O custo é de R$ 142 milhões e ainda não há data para lançamento do edital. Enquanto isso foi encaminhado ao DNIT de Brasília um pedido de serviços emergenciais para recuperação da rodovia e contenção de encostas.


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12 nov15:24

Retrato das Rodovias

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

As condições das rodovias do Oeste estão tão ruins que, para sair de Chapecó será necessário ir de avião ou então voltar ao transporte a cavalo dos antigos tropeiros. O que os moradores já vinham sentindo na pele foi confirmado um estudo divulgado pela Confederação Nacional do Transportes. A SC 283 (no trecho de Chapecó a Palmitos), a SC 480 (no trecho de Chapecó até a divisa com o RS), a SC 468 (Chapecó a São Lourenço do Oeste) e a BR 163 (São Miguel do Oeste a Dionísio Cerqueira) estão entre as piores do estado.

A SC 283 foi classificada com pavimentação ruim, sinalização ruim e pavimentação péssima no estudo realizado pela Confederação Nacional dos Transportes. O pior trecho é nos 45 quilômetros entre Chapecó e Águas de Chapecó. A pista tem milhares de buracos. –Tem buraco esperando vez para aparecer na pista- brinca um motorista. Já há registro até de acidentes por causa das más condições da pista. Difícil encontrar um motorista que não tenha uma história de prejuízo na rodovia.

–Eu já furei um pneu e tive que trocar uma roda-a firmou o operador de máquinas Mário Ribeiro, que mora em Guatambu.

–Tem lugar que não dá para andar a mais de 40 quilômetros por hora- explicou. Ele considera que a situação da rodovia é lamentável.

O motorista de caminhão Romualdo Roduy, 37 anos, que mora em Planalto, também já cortou um pneu nos buracos da rodovia. E sua mulher quase bateu em outro carro tentando desviar das crateras.

-Está horrível- comentou Roduy. Ele disse que a situação começou a piorar há cerca de dois anos, durante a construção da hidrelétrica Foz do Chapecó. O tráfego pesado ajudou a deteriorar a pista, segundo o motorista.

Além da pavimentação precária a rodovia não tem acostamento e a sinalização está encoberta pelo mato em alguns pontos.

Ela está incluída no Programa de Recuperação de Rodovias, com recursos do BNDES, que deve iniciar em 2012. A estimativa de fluxo é de 15 mil veículos por dia, segundo o Deinfra.


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