Oeste

10 set11:35

Sol volta a brilhar em Santa Catarina neste fim de semana

O sol voltou a brilhar em grande parte de Santa Catarina neste sábado. A notícia traz alívio aos moradores de cidades prejudicadas pelas chuvas dos últimos dias, que deixaram mais de 57 mil desalojados, além de 34 municípios em situação de emergência e dois em estado de calamidade pública. A previsão é de que o tempo permaneça estável durante todo o fim de semana.

Neste sábado, o avanço de uma massa de ar frio e seco faz com que o sol predomine no Oeste, Meio Oeste, Planalto Sul e Planalto Norte do Estado.

As temperaturas devem ser baixas ao longo do dia. No Litoral da Grande Florianópolis, os termômetros registram entre 16ºC e 24ºC. Na Serra, a mínima pode chegar a 7ºC e máxima de 23ºC. Já no vale do Itajaí as temperaturas variam entre 11ºC e 23ºC.


Confira a previsão completa do tempo

O domingo também deve ser ensolarado, com temperaturas amenas, que não devem se elevar muito durante o dia. Na segunda e terça-feira, o tempo deve continuar estável em todo o Estado, com temperaturas mais baixas durante a madrugada. As informações são da Epagri / Ciram — órgão que monitora as condições climáticas no Estado.

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09 set20:45

Oeste também sofre com as chuvas

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br


A chuva também causou alagamentos na região Oeste. Na  manhã desta sexta três famílias foram retiradas de suas casas e levadas para o ginásio Vilson Kleinubing, em Abelardo Luz. O Rio Chapecó subiu dois metros.


Em São Domingos, as 22 famílias que saíram de suas casas na quinta-feira, em virtude de que o rio Bonito subiu cerca de cinco metros, já retornaram para seus lares. Duas famílias dormiram no salão paroquial da Igreja Católica. Os demais foram para a casa de amigos e parentes.

O diarista Valdecir Ribeiro dos Santos, dormiu com a mulher e a filha na casa de uma vizinha.

–Cada vez que chove ficamos preocupados- explicou. A família perdeu o guardarroupa e uma cômoda.

Ontem foi dia de limpesa da casa, que ficou cheia de lama.

Vilma Buratti ficou ilhada e só ontem foi visitar o neto, Lucas Gabriel, que nasceu na quarta-feira.

–Esta foi a terceira vez que alaga neste ano- reclamou.


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05 set15:52

Choveu 67% a mais nos últimos três meses

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br


A chuva não está dando folga para os moradores do Oeste.  Nesta segunda ela voltou a dar as caras. O dia amanheceu nublado e, no final da manhã, os primeiros pingos caíram sobre a cidade. À tarde, o sol continuava encoberto e a temperatura próxima dos 17 graus. De acordo com o engenheiro agrônomo da Epagri de Chapecó, Ivan Baldissera, a previsão é de chuva até quarta-feira.

Nos últimos três meses, choveu 67% a mais do que a média histórica. Foram 771,7 milímetros para uma média histórica de 461,3 milímetros.


Baldissera disse que este é um ano de muita chuva e frio, foram sete geadas, mas nada que já não tenha sido registrado ao longo dos 40 anos da estação meteorológica da Epagri.


A temperatura não esfria tanto. A previsão de 15 graus pela manhã, passando dos 20 graus à tarde e voltando a cair à noite.


Baldissera disse que o excesso de chuva não tem causado impactos significativos na agricultura, já que atualmente as lavouras estão com pastagens ou trigo, que ainda está em desenvolvimento. A partir de agora um frio tardio pode prejudicar os trigais. Mas a chuva é bem vinda para o plantio do milho, que está iniciando.


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04 set18:04

Comoção no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br


A comoção tomou conta dos 4,2 mil habitantes da cidade de Nova Erechim, durante o final de semana. O motivo foi o acidente ocorrido no sábado pela manhã, na BR 470, em Gaspar, que deixou quatro pessoas mortas e 11 feridas, que estavam numa excursão da Escola Rudolfo Luzina, de Nova Erechim.

As vítimas estavam numa van. Outros integrantes da excursão de 72 pessoas, que iria para Balneário Camboriú, Itapema e Penha, vinha num ônibus logo atrás.


Os corpos chegaram em Nova Erechim por volta das 2 horas de domingo. Eles foram velados no ginásio da escola. Aos poucos a população foi lotando o ginásio até atingir cerca de três mil pessoas, pelos cálculos da Polícia Militar local.


-Nunca vi nada igual- disse o aposentado José Scapin, que mora na cidade há seis décadas.


O prefeito Volmir Pirovano decretou luto oficial por três dias. As atividades esportivas foram suspensas segundo o vereador Gilberto Bortese. Nesta segunda-feira não haverá aula. –A gente nem sabe como vai ser, perdemos o chão- disse a diretora da escola, Noeli Alessi Soletti. –Não tem palavras para descrever o que estamos passando- completou.


Ela afirmou que a excursão da oitava série (nono ano) do ensino fundamental já é tradicional na escola. Os alunos já ficam planejando chegar no último ano e fazer a viagem. Muitos iriam conhecer a praia pela primeira vez. Ele chegariam no sábado pela manhã em Balneário Camboriú, onde fariam uma trilha ecológica. À tarde iriam para Meia Praia, em Itapema.No domingo, visitariam o Beto Carrero World, em Penha. Mas os planos foram interrompidos pelo choque com um caminhão. As informações da Polícia Rodoviária Federal são de que o motorista da van foi desviar de outro carro que saiu do trevo de Gaspar e invadiu a pista. Nisso colidiu com o caminhão.


Os corpos foram enterrados no final da manhã de domingo, após a missa.


Bruna Zenni, 16 anos, Renata Pezenatto, 14 anos, e a professora Jocicler Mascarello, 45 anos, foram enterradas no cemitério municipal. Danielly Hinning, 14 anos, foi enterrada na comunidade São José, onde morava.


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31 ago18:14

Reconstrução no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br


Aos poucos foram sendo reestabelecidos o fornecimento de água, energia elétrica e sinal de telefone e internet.


Apenas em alguns pontos de Formosa do Sul, que decretou estado de Calamidade por ter mais de 70% das casas danificadas, e Irati, que decretou situação de emergência por danos em 90% das casas, ainda não havia água no final da tarde de quarta. Nos dois municípios 1,3 mil alunos estão sem aula e a previsão de retorno é a partir de sexta.


Em Anchieta, que também decretou estado de Calamidade por ter mais da metade da população atingida, as aulas para 1,8 mil alunos deve voltar nesta quinta. Houve um mutirão para arrumar e limpar as escolas.


Quarta foi dia de reconstrução e de tentar secar o que molhou. A agricultora Fernanda Vidaletti aproveitou o sol para secar os colchões.


-Está tudo molhado- mostrou.


Fernanda disse que nem conseguiu dormir direito durante a noite.


–Sonhava que as pedras caíam e acordava- comentou.


Além de tentar arrumar a casa, a primeira preocupação era cobrir a casa. O marido Itamir Vidaletti disse que gastou cerca de R$ 11 mil para comprar cerca de 300 telhas, que chegaram na manhã de quarta. As telhas tiveram que vir do município vizinho de Guaraciaba.


O agricultor ainda mostrou as pedras que guardou no freezer, do tamanho de um ovo. O granizo quebrou até vidros de uma janela.

O comerciante Antonio Pereira dos Anjos chegou a chorar ao lembrar dos momentos de terror vividos na noite de segunda-feira. Todo o telhado de seu bar foi destruído. Como os colchões molharam seus filhos tiveram que dormir na casa de vizinhos, onde o estrago foi menor.


A prefeita de Anchieta, Ione Presotto, disse que a maior preocupação é com o frio que já começou ontem e deve continuar nesta quinta.


–Ficou tudo molhado no temporal- explicou.


Já foram distribuídos 20 colchões e 25 cobertores, para idosos, doentes e famílias carentes. Outros 70 colchões e 60 cobertores estão sendo enviados pela Defesa Civil do estado, segundo o representante municipal do órgão, Oscar Rizzotto. Ele afirmou que um levantamento das perdas está sendo elaborado para buscar a doação de telhas.


O prefeito de Formosa do Sul, Jorge Comunello, disse que o município vai receber 15 mil telhas da Defesa Civil do Estado, que devem ser distribuídas para as famílias mais carentes. Enquanto alguns já começaram a reconstruir outros protegem seus telhados com lonas até receberem a doação. A informação das prefeitura é que não há mais famílias desabrigadas.


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31 ago14:49

Reconstrução no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br


Os moradores dos municípios atingidos pelo temporal da noite de segunda-feira, 29, aproveitaram o sol  para reconstruir os telhados e secar as roupas.

Em Anchieta, que decretou Calamidade Pública, a energia elétrica, sinal de celular e abastecimento de água foram normalizados na manhã desta quarta-feira, segundo o presidente da Defesa Civil local, Oscar Rizzotto.


Restavam alguns problemas pontuais. A agricultora Fernanda Vidaletti teve que tirar leite das vacas devido a um curto-circuito na instalação elétrica das estrebaria.


Ela também aproveitou o sol para secar os colchões. -Está tudo molhado- mostrou. Fernanda disse que nem conseguiu dormir direito durante a noite. –Sonhava que as pedras caíam e acordava- comentou.


Além de tentar arrumar a casa, a primeira preocupação era cobrir a casa. Eles gastaram cerca de R$ 11 mil em telhas, que foram entregues namanhã desta quarta.


As telhas tiveram que vir do município vizinho de Guaraciaba.



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30 ago18:33

Calamidade em duas cidades do Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Os estragos do temporal que caiu na noite de segunda-feira no estado ainda estavam visíveis no final da tarde de ontem nos municípios de Anchieta e Formosa do Sul, que decretaram estado de Calamidade Pública.

A Calamidade difere da situação de emergências pela necessidade dos municípios em receber ajuda externa para contornar a situação.

No início da noite desta terça-feira 130 residências ainda estavam sem água e 600 casas estavam sem energia elétrica em Anchieta, segundo a prefeita Ione Teresinha Presotto. Ela afirmou que mais da metade das casas foram destelhadas.

–São 470 residências atingidas- disse a prefeita.

Em Formosa do Sul, 100% das 350 residências da zona urbana foram danificadas e 70% das 350 residências do interior foram danificadas, segundo o prefeito Jorge Comunello. Em cada telhado havia uma pessoa em cima arrumando a lona ou repondo telhas. A destruição deixou um rastro nos 15 quilômetros que separam Formosa do Sul de Irati. Nos asfalto, buracos, pedras, lamas e folhas.

Além disso dezenas de galpões e aviários ficaram destelhados no município. Um deles é o da família Berge. As telhas quebraram com o granizo e caíram sobre as aves, matando algumas. Mas a família nem pôde socorrer os frangos pois tinha que cuidar da própria casa. A mesa da cozinha ainda estava coberta com uma camada de telhas na manhã de ontem. E foi debaixo das duas mesas que Iliane Boni Berge, o marido e os dois filhos de oito e dez anos se protegeram. –Não tinha onde ir pois estava caíndo tudo- lembrou a agricultora.

Familiares de Quilombo foram ajudar a arrumar o telhado e a limpar a casa, que estava toda molhada. A estrebaria e o galpão da propriedade também tinhas as telhas furadas. Nem o cachorro latia de tão assustado.

A pastagem também ficou destruída. –A horta estava tão linda e agora não tem mais nada- lamentou Iliane.

Outro morador de Formosa do Sul, Alcione Bresolin, disse que iria tirar a mudança da casa pois não tinha mais condições de morar no local. Ainda na manhã de ontem os pedaços do telhado continuavam a cair. Nem o forro resistiu ao bombardeio de pedras de gelo. –Era tiro e tiro- lembrou Alcione. Sua irmã, Cristiane, tinha comprado a casa há quatro meses. E não tinha seguro. Ele iria levar o que sobrou dos móveis para a casa dos pais, em Irati, até reformar a casa.

>> Outros seis municípios de Santa Catarina estão em situação de emergência

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18 ago16:19

Três cavaleiros fazem 200 quilômetros margeando o Rio Uruguai

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Uma aventura que resgatou tradições dos tempos da colonização do Oeste Catarinense, no início do século passado, encerrou na terça-feira (16). Depois de percorrerem 200 quilômetros a cavalo durante nove dias, de Chapecó até o Salto do Yucumã, no município de Derrubadas-RS, três profissionais liberais chapecoenses retornaram ontem para casa.

Chapecoenses resolveram resgatar a tradição dos colonizadores do Oeste

O empresário Auri Casali, 44 anos, o advogado Osmar Macedo, 53 anos, e o professor aposentado João Sebastião Batista, de 78 anos, realizaram um sonho. –Eu me emocionei ao rever os caminhos que percorri a cavalo quando era mais jovem- lembrou Batista.

Os três saíram de Chapecó com chuva. Além dos cavalos, onde cada um levava seus pertences pessoais, duas mulas com 50 quilos cada levou os mantimentos, como charque, salame e lingüiça. Tudo dentro das bruacas, que são compartimentos de couros que eram utilizados pelos tropeiros no século passado.

Mas nem tudo foi bonito. Os aventureiros encontraram muito lixo nas rodovias e um cavalo acabou se cortando com cacos de garrafa próximo a Palmitos. Uma das mulas teve que ser utilizada para transporte.

Os três só tinham definido pontos de parada nos primeiros dias, em casa de conhecidos. Depois, foram conseguindo pousada em centros comunitários, clubes e Centros de Tradições Gaúchas.

- A receptividade foi muito boa por onde a gente passou- disse Auri. No Dia dos Pais, já em solo gaúcho, eles não tinham almoçado quando uma famílias os convidou para almoçar com eles.

Uma das vantagens da aventura foi poder observar mais calmamente as belezas da fauna e flora e os contornos do Rio Uruguai, que ganhavam diferentes tons conforme a intensidade do sol. O advogado Osmar Macedo disse que a viagem permite um olhar para dentro de si, fugindo da rotina dos compromissos profissionais.

Em Derrubadas os três chegaram ao Salto do Yucumã, que é o maior salto longitudinal do mundo, com 1,8 quilômetro de extensão. Este era o grande obstáculos dos balseiros que levavam madeira do Oeste Catarinense para a Argentina, pelo rio. O local somente permitia passagem em épocas em que a cheia cobria o “Salto Grande”, inspiração de muitas músicas. Mesmo com o fim do ciclo da madeira, o local continua a impressionar pela beleza e a inspirar novos aventureiros.

TRAJETO

Chapecó- Salto do Yucumã (no município de Derrubadas-RS, na fronteira com a Argentina.

Saída: 8h30 do dia 8 de agosto.

Municípios percorridos: Chapecó, Guatambu, Planalto Alegre, Caxambu do Sul, Águas de Chapecó, São Carlos, Palmitos, Caibi, Riqueza, Mondaí, Itapiranga, Barra do Guarita-RS e Derrubadas-RS.

Trecho percorrido: 200 quilômetros a cavalo, durante nove dias, e retorno de caminhão.

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16 ago10:14

Apreendidos 120 quilos de explosivo em Coronel Freitas

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Uma apreensão de 120 quilos de explosivo foi realizada na manhã desta terça-feira (16) no interior de Coronel Freitas. A dinamite estava numa propriedade rural da linha Monte Alegre. De acordo com o delegado coordenador da Divisão de Investigação Criminal de Chapecó, Augusto Melo Brandão, a suspeita é de que o material seja o mesmo furtado de uma empresa de detonações de Chapecó, no dia 2 de agosto.

A partir daquela data a Polícia Civil de Chapecó, com o auxílio da equipe de Patrulhamento da Fronteira, começou a investigação que resultou na “Operação 16”. O número é referente à posse ilegal explosivo, na Lei de Desarmamento.

O mandado de busca e apreensão foi cumprido a partir das 6 horas da manhã. Três pessoas foram presas em flagrante na propriedade onde estava a dinamite. Um deles, Ivan Bertozo, 34 anos, é suspeito de ser fornecedor do explosivo para quadrilhas. O delegado supõe que ele tenha fornecido o explosivo utilizado na tentativa frustrada de arrombar um caixa eletrônico em Nova Erechim, na semana passada.

Brandão afirmou que o material aprrendido hoje seria utilizado para outros assaltos. –É um volume muito grande que iria fazer um estrago em todo o estado- avaliou.

Berrtozo, que já tem outras passagens policiais, deve ser indiciado por posse ilegal de explosivo, segundo delegado. A pena para este crime é de reclusão de três a seis anos.

Um irmão de Ivan, Adilson Bertozo, foi preso na mesma casa mas a polícia ainda está investigando a participação dele. Já um tio, Iloí Betozo, 54 anos, foi preso por posse ilegar de arma, numa casa vizinha, com duas espingardas, um revólver e uma garrucha. Ele deve ser liberado após pagamento de fiança.

A Polícia Civil vai aprofundar a investigação para tentar identificar outras pessoas que formariam uma quadrilha de assaltantes.

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09 ago10:00

Araucária de 15 metros cai sobre escola no centro de Chapecó

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br 

As aulas foram suspensas pela manhã e 500 alunos tiveram que voltar para casa 

Um temporal que ocorreu por volta das 5 horas da manhã desta terça-feira atingiu alguns municípios da região Oeste. Houve registro de estragos em Chapecó, Cordilheira Alta, Xaxim, Xanxerê e Coronel Freitas. 

Pinheiro caiu sobre a Escola Básica Pedro Maciel durante a madrugada por conta do temporal

Os alunos da Escola Básica Pedro Maciel, em Chapecó, tiveram uma surpresa ao chegarem na escola nesta terça pela manhã. Uma araucária com cerca de 15 metros caiu sobre a escola e danificou uma sala de aula, a sala dos professores e a sala de orientação. As aulas foram suspensas pela manhã e 500 alunos tiveram que voltar para casa. O turno da tarde, com 300 alunos, também pode ser suspenso. 

— A parte elétrica está danificada e representa um risco- disse a diretora Clarisse Pressi. Como não havia ninguém na escola, não há feridos. A diretora deduz que o pinheiro, que era um símbolo da escola instalada no local há 36 anos, tenha caído por volta das 5h30. 

A primeira pessoa a ver o estrago foi a servente Maria Nardi, que chegou no local às 6h30.

— Quando abri a porta vi tudo estralando e corri para fora- lembrou.

Em Chapecó os bombeiros atenderam 92 ocorrências, principalmente no Bairro Trevo. Em Coronel Freitas o tráfego está em meia pista no quilômetro 92.

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