Paraguai

02 jul11:53

Female de Chapecó é campeã do Sul-Americano no Paraguai

As meninas da Female (Unochapecó/Nilo Tozzo/Aurora), campeãs sul-americanas de futsal feminino, após vencer o Sport Colonial do Paraguai, por 8 a 0, na final disputada em Assunção, no sábado, dia 30 de junho, desfilam nesta segunda-feira, por volta das 17 horas, no carro aberto dos Bombeiros pela Avenida Getúlio Vargas, no centro de Chapecó.

Além da goleada a Female teve a goleadora e melhor jogadora da competição: Renata, camisa 9 que arrancou aplausos do público paraguaio, marcando nove gols. A equipe ficou também com o prêmio de defesa menos vazada (oito gols). O troféu Fair Play foi para o Colonial e o bronze ficou com o chileno Santiago Morning, que venceu ao San Lorenzo de virada por 2 a 1.

As multicampeãs, que chegaram a 31 finais consecutivas e 28 títulos, tiveram a honra de vencer a primeira edição do torneio continental. A próxima competição está prevista para fevereiro de 2013 em Santiago, no Chile.

Comente aqui
30 jun18:03

Polícia do Paraguai investiga morte de catarinense em bar

Francisco Amorim e Lara Ely

Em trabalho conjunto, polícia e Ministério Público paraguaios investigam a segunda morte de um brasileiro no país. Tadeo Fritzzen, 47 anos, natural de Campo Erê (SC), foi assassinado com oito tiros na noite de sexta-feira ao sair de um bar em Santa Rosa Del Monday. A polícia local suspeita que o brasiguaio tenha sido vítima de uma execução, já que nada foi levado pelos agressores.

O assassinato causou comoção na cidade paraguaia. A sobrinha Marisete Fritzzen informou que o tio costumava frequentar o estabelecimento diariamente após o trabalho. Gostava de tomar uma cerveja com o dono. Ao deixar o local para entrar na caminhonete e pegar o rumo de casa, Fritzzen levou os disparos pela frente.

Segundo a jovem, não se sabe ainda se os dois homens que mataram o tio eram brasileiros ou paraguaios. Sabe-se apenas que os sujeitos também estavam tomando cerveja no mesmo bar, na mesa ao lado de Fritzzen.

— Estão todos muito abalados. Crimes deste tipo não são comuns na cidade. É muito ruim saber de uma morte cruel como essa, sem explicação — afirmou a sobrinha.

Filha de Paulo, irmão mais velho da vítima, Marisete descarta questões políticas, afirmando que o tio não se envolvia muito com o tema. Separado há cerca de 10 anos, Fritzzen tinha dois filhos.

Radicado no país vizinho havia quase 40 anos, o catarinense é proveniente de uma família gaúcha. Atualmente ele trabalhava no mercado imobiliário local. De tradição agrícola, os Fritzzen saíram da cidade de Montenegro, no Rio Grande do Sul, e foram desbravando terras em busca de melhores solos agrícolas. Antes de chegar ao Paraguai, viveram por um tempo em Santa Catarina e passaram também pela cidade de Toledo, no Paraná. De lá, cruzaram a fronteira e estabeleceram junto com outros brasileiros na pacata Santa Cruz, cidade que vive basicamente de agricultura, especialmente do plantio de canola, trigo, soja e milho.

Fritzzen morava na região de Santa Rosa Del Monday desde os 10 anos. Nos últimos tempos, deixou a agricultura de lado para trabalhar como corretor de imóveis.

Localizada na região leste paraguaia, vizinha a Vilas de Curupaity, Tavapi, Santa Rita e Los Cedrales, Santa Rosa Del Monday fica a 68 quilômetros de Ciudad del Este e tem uma população de cerca de 5 mil habitantes, boa parte naturais do Rio Grande do Sul.

Na quinta-feira, outro brasileiro foi morto no país. O ataque praticado supostamente pelo grupo insurgente Exército do Povo Paraguaio (EPP), ocorreu em uma fazenda cerca de 500 quilômetros ao norte de Assunção, segundo informou a polícia.

O corpo de Osni Oliveira foi encontrado baleado em uma área arborizada perto de três tratores que foram queimados. O assassinato foi registrado na propriedade “Terrado” pertencente ao pecuarista brasileiro Pedro Pintos.

Comente aqui
24 abr10:17

Polícia Militar Rodoviária apreende R$ 6 mil em mercadorias contrabandeadas em São Lourenço do Oeste

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Na madrugada desta terça-feira policiais do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) de São Lourenço do Oeste apreenderam R$ 6 mil em mercadorias provenientes do Paraguai. Os produtos estavam em um ônibus que fazia a linha Santarém/PA para Porto Alegre/RS.

A abordagem ao veículo foi no Km 5 da SC 468, bem em frente ao posto 17 da PMRv. Durante vistoria os policiais encontraram diversas mercadorias, como vídeo games, controles, CDs de jogos, som portátil, pendrives entre outros eletrônicos oriundos do Paraguai dentro de malas no bagageiro.

Diante disso os policiais solicitaram que os proprietários das mercadorias se apresentassem. As mercadorias de aproximadamente R$ 6 mil estavam com dois homens. Foi lavrado termo de contrabando e descaminho e eles seguiram viagem.

A mercadoria foi apreendida e será encaminhada para a Receita Federal em Dionísio Cerqueira.


Comente aqui
18 jan09:41

Santa Catarina e Paraná discutem foco de febre aftosa no Paraguai

Nesta quarta-feira o secretário adjunto da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, e o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri, participam de reunião na Secretaria da Agricultura do Paraná para definir medidas que evitem a introdução do vírus da febre aftosa no Estado, em função do novo foco da doença notificada pelo Paraguai no dia 2 de janeiro. O vírus foi identificado em bovinos numa propriedade na localidade de Aguaray Amistad, no departamento San Pedro, a cerca de 30 quilômetros do foco notificado em setembro de 2011.

Segundo Airton Spies, as ações da defesa sanitária animal em Santa Catarina desenvolvidas pelo Governo, por meio da Cidasc, e Ministério da Agricultura em parceria com agroindústrias e produtores, são muito eficazes no controle de doenças que resultaram na condição de excelência sanitária em nossos rebanhos.

O último foco de febre aftosa em Santa Catarina foi registrado em 1993. No Brasil o último foco teve início no final de 2005 em Mato Grosso do Sul e se estendeu até o Paraná. Isso acarretou grandes prejuízos para Santa Catarina, em função das restrições impostas pelos países importadores de carne suína.

Em 2007, Santa Catarina obteve a certificação internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como Estado livre de febre aftosa sem vacinação. De acordo com o presidente da Cidasc, Enori Barbieri, Santa Catarina é o único estado do Brasil a conquistar este status, por isso estão sendo tomadas todas as medidas preventivas para manter o reconhecimento.


Entenda a doença

A febre aftosa é uma doença viral que atinge bovinos, suínos, ovinos, caprinos e bubalinos, e se caracteriza por febre alta, salivação acentuada e formação de vesículas (aftas) na língua, na boca e nos cascos. Não tem tratamento curativo, mas pode ser prevenida por meio da vacinação.

A aftosa causa prejuízos não somente pela mortalidade, mas também pela perda de peso dos animais e pelo aborto nas fêmeas prenhas. O vírus pode ser transmitido pelo contado direto entre os animais e indireto por meio de superfícies contaminadas pelo vírus. Não há risco de contaminação humana.


Comente aqui
05 jan07:44

SC adota medidas de proteção contra a aftosa

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A confirmação de um novo foco de aftosa no Paraguai levou Santa Catarina a adotar novas medidas de proteção para que o vírus não chegue ao Estado. A principal é reforçar a fiscalização nas barreiras 67 sanitárias instaladas nas rodovias de acesso ao Estado. Ontem pela manhã foi realizada uma reunião na secretaria da Agricultura do Estado, com a presença de representantes da Companhia Integrada Para o Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e do Ministério da Agricultura.

Mesmo tendo ocorrido no Departamento de San Pedro, no Paraguai, o foco de aftosa preocupa Santa Catarina pois o estado recebe insumos do Paraguai, principalmente milho e farelo de soja.

Veículos são pulverizados na barreira de Abelardo Luz.

O presidente da Cidasc, Enori Barbieri, terá uma reunião hoje com representantes do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados (Sindicarne), para solicitar que as agroindústrias não tragam produtos do Paraguai neste período. Em setembro do ano passado, quando também foram registrados focos no Paraguai, o Estado chegou a suspender a entrada de milho do Paraguai por 15 dias. Barbieri considera que o risco do vírus chegar ao estado é médio.

Para o diretor executivo do Sindicarne, Ricardo Gouvêa, a suspensão de importação de milho e farelo de soja é uma hipótese a ser cogitada. –Entre o custo de suspender a importação e o risco da aftosa é melhor bancar o custo- disse Gouvêa.

O motivo é que as exportações de suínos e aves de Santa Catarina por ano chegam a US$ 2,5 bilhões. A entrada do vírus em Santa Catarina suspenderia imediatamente as exportações. Em 2005, quando ocorreu aftosa no Paraná, Santa Catarina teve as exportações de suínos para a Rússia suspensa por dois anos, só por ser estado vizinho.

Na avaliação do presidente do Núcleo dos Criadores de Bovinos de Chapecó e Região, Enedi Zanchet, o maior risco é que o vírus venha em cargas de insumos vindos do Paraguai. Mas ele afirmou estar tranqüilo pois confia no controle sanitário realizado pela Cidasc.

O presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS), Losivânio de Lorenzi, afirma que o estado tem uma boa condição sanitária, tanto que é o único reconhecido internacionalmente como livre de aftosa sem vacinação. No entanto é preciso manter a vigilância. –Não dá para amolecer- ressaltou Lorenzi. Ainda mais que Santa Catarina está começando agora a conquistar mercados como Japão, Coréia do Sul e China.


Medidas adotadas por SC

-Intensificação da fiscalização nas 67 barreiras sanitárias instaladas nas divisas com Paraná e Rio Grande do Sul e na fronteira com a Argentina. Carros provenientes do Paraguai serão vistoriados e desinfectados com pulverizador.

-Solicitação de reforço das Polícia Militar para atuar nos postos de fiscalização.

-Compra de mais material de desinfecção.

-Solicitação para que as indústrias não tragam milho e farelo de soja do Paraguai neste período.

-Distribuição de panfletos com orientações sobre a aftosa.

-Colocação de tapetes sanitários nos aeroportos

-Ações em conjunto com os três estados do Sul, Mato Grosso do Sul e Ministério da Agricultura.




Comente aqui
17 dez09:12

Mulheres são flagradas transportando cocaína do Paraguai em cintas-ligas

Duas mulheres foram flagradas transportando 2,1 quilos de cocaína em ônibus na BR-163, em Dionísio Cerqueira, no Oeste de Santa Catarina. A droga estava presa em cintas-ligas junto ao corpo das suspeitas.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal pararam o coletivo por volta de 1h deste sábado. O veículo saiu de Foz do Iguaçu (PR) e seguia para Porto Alegre (RS). Maria Dominga Dias, 61 anos, natural de Ponta Porã (MS), Aparícia Caceres, 43, natural de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, foram presas em flagrante.

Aparícia tentou se passar por outra pessoa, apresentando um documento de identidade falsificado do estado do Mato Grosso do Sul. As suspeitas e as drogas foram encaminhadas para a Polícia Federal em Dionísio Cerqueira. Suspeita-se que a droga veio do Paraguai.

DIÁRIO CATARINENSE

Comente aqui
03 nov10:25

Maior apreensão em SC

Policiais Rodoviários Federais que participam da operação sentinela realizaram uma das maiores apreensões de cigarros em Santa Catarina. Foram apreendidos, em uma carreta, 800 caixas de cigarros contrabandeadas do Paraguai. A apreensão foi na madrugada desta quinta-feira, dia 3, em Dionísio Cerqueira.

A carreta vinha de Cascavel/PR para Campo Erê/SC e foi abordada em Dionísio Cerqueira na BR 163. Os Policiais encontraram 400 mil carteiras de cigarro, avaliadas em aproximadamente R$ 400 mil.

Dois homens foram presos em flagrante por contrabando. Um homem de 40 anos, natural de Foz do Iguaçu/PR, que dirigia a carreta e outro de 26, natural de Medianeira/PR, que conduzia uma camionete. Ele realizava o serviço de batedor de carga de cigarro, para verificar a presença de barreiras policiais.

A carreta e camionete foram entregues na Polícia Federal de Dionísio Cerqueira, onde foi feito o flagrante e apreensão da mercadoria.


Comente aqui
26 set14:20

Paraguai começa a revacinar gado após surto de febre aftosa

O Paraguai começou os trabalhos de revacinação de gado no departamento de San Pedro, no nordeste do país, nesta segunda-feira, após o sacrifício de aproximadamente mil animais no fim de semana, em uma campanha supervisionada internacionalmente para eliminar um surto de febre aftosa, informaram fontes oficiais.

— No mercado, existem vacinas suficientes para a revacinação — disse o diretor do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa), Carlos Simon.

Simon explicou que foram iniciados testes sorológicos para delimitar o foco de aftosa detectado em San Pedro.

Trata-se de um protocolo exigido pela Organização Internacional de Epizootias (OIE).

— Os controles serão mantidos, apesar da conclusão do “rifle sanitário” — disse Simón, referindo-se ao sacrifício dos animais na fazenda Santa Helena, onde o surto foi detectado.

Depois de cumprir com todos os passos exigidos pela organização internacional, o Senacsa pedirá à OIE que restrinja o foco de aftosa de tal maneira que o restante do país recupere o status sanitário como “país livre de aftosa com vacinação”, declaração prévia para a reabertura dos mercados internacionais.

Na última semana, Brasil, Argentina e Uruguai reforçaram sua vigilância sanitária após o surgimento de um foco de febre aftosa no Paraguai, provocando a imediata suspensão das exportações de carne bovina paraguaia.

As autoridades brasileiras reforçaram a prevenção e a vigilância contra a febre aftosa na fronteira com o Paraguai, com a adoção de controles agropecuários, barreiras e identificação de propriedades de maior risco, informou o Ministério da Agricultura.

O Brasil, que pretende ter todo seu território certificado como livre de febre aftosa com vacinação até 2013, ofereceu assistência ao Paraguai “nas medidas de erradicação imediata” da febre aftosa.

Já a Argentina “declarou o estado de alerta sanitário” em razão do foco de aftosa registrado no departamento paraguaio de San Pedro, 400 km a nordeste de Assunção.

— Está suspensa, de forma preventiva, a entrada na Argentina, tanto para importação como para trânsito, de qualquer mercadoria procedente do Paraguai passível de transmitir a aftosa.

O Uruguai suspendeu o “trânsito e a entrada de animais obviamente suscetíveis de aftosa, além de produtos, subprodutos, mercadorias e rações que possam transmitir o vírus”, revelou o departamento de Saúde Animal do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca.

O último foco de aftosa detectado no Paraguai remonta a outubro de 2002, quando as exportações também foram suspensas.


DIÁRIO CATARINENSE

Comente aqui
21 set21:39

Santa Catarina proíbe entrada de produtos de origem animal e vegetal do Paraguai

O secretário da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, João Rodrigues, assinou nesta quarta-feira a Portaria 59/2011, suspendendo preventivamente o ingresso no estado, de produtos ou subprodutos de origem animal e vegetal vindos do Paraguai. De acordo com o secretário, a medida é cautelar e será válida por 15 dias, podendo ser prorrogada.

Ele disse, por meio da assessoria de imprensa, que várias agroindústrias catarinenses importam grãos do Paraguai, que podem estar contaminados. Explicou que a medida foi tomada a partir de decreto assinado, na terça-feira, pelo governador Raimundo Colombo, estabelecendo situação de alerta sanitário preventivo no estado. O alerta é devido ao foco de febre aftosa localizado em uma propriedade no departamento de San Pedro, no Paraguai.

Na avaliação do secretário, a portaria visa a impedir que o vírus da febre aftosa entre em Santa Catarina, principalmente por meio de caminhões que transportam grãos. A restrição não atinge produtos e subprodutos de origem animal e vegetal industrializados, que passam por processo inativação do vírus da febre aftosa. Os produtos devem estar acompanhados da documentação sanitária pertinente.

A portaria também não abrange produtos de origem vegetal oriundos do Paraguai que se destinam a portos marítimos localizados em Santa Catarina, com finalidade exclusiva de exportação. Mas os veículos com essas cargas somente poderão ingressar pelo posto fixo de fiscalização do município de Garuva, onde serão desinfetados e lacrados. Santa Catarina obteve, em 2007, a certificação internacional da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) como região livre de febre aftosa sem vacinação. É o único estado brasileiro a obter este status.


AGÊNCIA BRASIL

Comente aqui
20 set11:26

Brasil amplia fiscais na fronteira e mapeia propriedades de risco após aftosa no Paraguai

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou nesta segunda-feira, por meio de nota, que acompanha de perto a situação no Paraguai, diante do comunicado de um foco de febre aftosa no Departamento de San Pedro.

Do lado brasileiro, segundo o ministério, desde o surgimento da suspeita da doença, foram intensificadas ações de vigilância e prevenção na fronteira com o Paraguai.

— Entre as medidas tomadas estão o aumento do contingente de fiscais federais agropecuários na divisa, a colocação de barreiras volantes na região, mapeamento de propriedades de maior risco dentro do Brasil e ações conjuntas com os Estados e o Ministério da defesa.

A nota, assinada pelo ministro Mendes Ribeiro Filho, informa ainda que o governo brasileiro se coloca à disposição do Paraguai para ajudar nas medidas de erradicação imediata do vírus.

O ministério destaca também que o órgão atua “com intensidade, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, para que todo o território nacional seja reconhecido como livre de febre aftosa com vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês) até 2013″.


ZERO HORA

Comente aqui