Paralisação

09 jul12:56

Audiência em Itajaí poderá por fim à paralisação dos transportadores de valores, em Santa Catarina

Uma audiência de conciliação na Justiça do Trabalho em Itajaí, nesta segunda-feira à tarde, vai tentar por fim à greve dos transportadores de valores em Santa Catarina, cuja paralisação começou no dia 1º e já compromete o abastecimento das agências bancárias e terminais de autoatendimento.

Na última sexta-feira, estimativas apontavam que 50% dos caixas eletrônicos destacados das agências (em supermercados e rodoviárias, por exemplo) estariam sem cédulas para saque.

Patrões e empregados divergem quanto ao índice de reajuste. Enquanto o Sindicato das Empresas de Segurança Privada de Santa Catarina (Sindesp) oferece aumento de 4%, o Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores de Santa Catarina (Sintravasc) reivindica 14,88%, mais vale-alimentação nas férias e plano de saúde integral. Uma assembleia dos trabalhadores deve ser feita à noite para avaliar eventual nova proposta.

Segundo o Sintravasc, a greve alcança 100% dos trabalhadores de Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Itajaí, Joinville, Chapecó e Tubarão.

Se a audiência na 2ª Vara de Trabalho em Itajaí não resultar em acordo, será encaminhado um dissídio coletivo, o que prorrogará a paralisação por mais alguns dias.

JORNAL DE SANTA CATARINA



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25 abr10:06

Professores e funcionários do IFSC devem paralisar nesta quarta-feira

Parte dos servidores técnicos administrativos e professores do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) pode paralisar as atividades nesta quarta-feira. A interrupção das atividades foi decidida em assembleia do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), na última segunda-feira. Entre as reivindicações estão reajuste no salário e política salarial permanente.

Pela manhã, o sindicato deve realizar uma reunião no hall de entrada do campus Florianópolis para debater esses temas. O IFSC orienta os alunos a procurarem seus professores para verificarem quem pretende parar ou não. A paralisação faz parte de uma campanha salarial dos servidores públicos federais.

A reitoria não foi oficialmente informada sobre a interrupção nas atividades. O estudante que ficar na dúvida deve entrar em contato com o campus em que está matriculado.

Servidores da Universidade Federal (UFSC) devem aderir à paralisação. De acordo com o coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores da UFSC (Sintufsc), Celso Ramos Martins, uma assembleia no próximo dia 3 deverá avaliar a adesão.


Em Chapecó

Pela manhã as aulas foram normais no IFSC Campus de Chapecó. Alguns alunos não foram para o Instituto pois sabiam da paralisação. Os professores e funcionários devem se reunir e participar de uma manifestação a partir das 14 horas, desta quarta-feira, na Praça Coronel Bertaso de Chapecó.





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04 abr20:05

Três hidrelétricas param devido à estiagem

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Três hidrelétricas catarinenses estão parando suas operações em virtude da estiagem que atinge o Sul do país: Machadinho, Foz do Chapecó e Campos Novos. A paralisação foi determinada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) em virtude de que os reservatórios estão muito baixos. As três usinas tem um potencial instalado de 2,8 mil megawatts, que é praticamente a demanda de energia de Santa Catarina.



Usina Foz do Chapecó. (14/10/2010)



No entanto, como a vazão de água oscila durante o ano, elas produzem em média a metade da potência instalada. Mesmo com a paralisação o gerente das usinas de Itá e Machadinho, Elinton Chiaradia, avalia que não há risco de falta de energia elétrica no sul do país. O motivo é que o sistema de fornecimento de eletricidade é interligado. Quando falta água no Sudeste, o Sul fornece mais energia e, quando há estiagem no Sul, a energia vem do Sudeste para cá. Que controla isso é justamente a ONS, que determina quanto cada hidrelétrica deve gerar.

A situação mais crítica em Santa Catarina é em Machadinho, onde o reservatório está 14,4 metros abaixo do nível normal. Isso representa apenas 3% do volume útil para geração de energia.

– Acabou a água – disse Chiaradia.

Quando a usina está funcionando com capacidade total passam pelas turbinas 1,3 mil metros cúbicos por segundo. Ontem, o volume que chegava ao lago, era de apenas 110 metros cúbicos por segundo, o que não dá para movimentar nem uma das três turbinas da hidrelétrica. Há mais de um mês Machadinho já vinha operando com apenas 20% da capacidade. A previsão é que as máquinas parem às 8 horas de hoje.


Em Foz do Chapecó a suspensão da geração deveria ocorrer entre ontem à noite e hoje, segundo a assessoria de imprensa da Foz do Chapecó Energia S.A. A concessionária havia recebido apenas um comunicado extraoficial, mas confirmou a paralisação.

Mesmo com a interrupção da geração será possível manter a vazão mínima do Rio Uruguai, que evita a morte de peixes e garante a operação de balsas.

Na Hidrelétrica de Campos Novos as atividades já foram paralisadas no início da semana, segundo a assessoria de imprensa da Enercam. A informação é de que a concessionária vai aproveitar o momento para fazer a manutenção das máquinas.

A paralisação foi determinada pelo Operador Nacional do Sistema em virtude de que os reservatórios estão muito baixos. No entanto a medida não representa risco de apagão já que o sistema elétrico é interligado e as represas do sudeste estão com bom volume.

Subiu para 120 o número de municípios atingidos pela estiagem em Santa Catarina. O último decreto encaminhado para a Defesa Civil do Estado foi de Agrolândia.


DADOS DAS HIDRELÉTRICAS

MACHADINHO

Potência: 1.140 megawatts (suficiente para atender 45% da demanda de Santa Catarina e 30% do Rio Grande do Sul

Localização: Rio Uruguai, entre Piratuba-SC e Maximiliano de Almeida-RS



FOZ DO CHAPECÓ

Potência: 855 megawatts (suficiente para atender 25% da demanda de Santa Catarina)

Localização: Rio Uruguai, entre Águas de Chapecó-SC e Alpestre-RS.



CAMPOS NOVOS

Potência: 880 megawatts (para atender 25% da demanda de Santa Catarina)

Localização: Rio Canoas, entre Campos Novos e Celso Ramos



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15 mar14:44

Professores da rede estadual paralisam hoje

Professores da rede estadual paralisam nesta quinta,  mas segundo a Secretaria de Educação, nem todos os profissionais  desejam aderir ao protesto. A secretaria também informou que os que participarem da manifestação em horário de trabalho receberão falta e terão o dia descontado do pagamento.

O sindicato não aceitou a proposta do governo de conceder reajuste apenas para os professores que recebem salário base abaixo do piso nacional de R$ 1.451.

Para o sindicato, o aumento de 22,22% no piso nacional, determinado pelo Ministério da Educação, tem de ser aplicado a todos os professores. A proposta foi apresentada pelo secretário da Educação, Eduardo Deschamps, em Florianópolis, na tarde desta quarta-feira.

Em Chapecó 90% das escolas estão fechadas durante o dia de hoje. A assembleia da categoria esta acontecendo no centro sul, em Florianópolis.

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14 mar10:08

Aulas podem ser suspensas nas escolas estaduais nesta quinta-feira

Júlia Antunes Lourenço | julia.antunes@diario.com.br

As aulas da rede estadual em Santa Catarina devem ser suspensas nesta quinta, quando os professores estarão reunidos em assembleia, em Florianópolis, para decidir se entram em greve.

O movimento faz parte de uma mobilização nacional, organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, que convocou docentes da rede pública de todo o país a paralisarem as atividades nesta quarta, quinta e sexta-feira.

O movimento nacional pede, o cumprimento da lei do piso nacional, que teve reajuste de 22,22%, passando de R$ 1.187 para R$ 1.451.

Em SC, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) orientou os professores a suspenderem as aulas apenas quinta, quando é dia de assembleia, marcada para as 14h, no CentroSul. Apesar disso, a coordenadora do Sinte, Alvete Bedin, explica que cada escola ou docente pode organizar atividades diferentes para quarta e sexta-feira:

– Ele pode dar aulas mais curtas ou deixar o recreio mais prolongado. Fica a critério de cada um.

Hoje, a coordenadoria do Sinte estará reunida com representantes do governo, que não adiantou o que será apresentado à categoria.

– Esperamos que eles nos mostrem uma proposta, conforme pedimos. Queremos ter essa proposta para ser analisada pelos professores em assembleia – ressaltou Alvete.

A categoria pede o cumprimento imediato do aumento de 22,22%, retroativo a janeiro, quando o valor do piso foi reajustado pelo Ministério da Educação e deveria ter sido alterado em toda rede pública. Além disso, eles querem a descompactação da tabela salarial, que foi alterada e achatada no ano passado, para que o Estado concordasse em pagar o piso nacional. Outra reivindicação é o cumprimento da questão da hora atividade – também definida na lei do piso. Ela determina que 33% das aulas dos professores sejam dedicadas a preparação de aulas, correção de trabalhos e provas.

DIÁRIO CATARINENSE



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16 nov11:14

Paralisação na Polícia Civil

Em Chapecó, Policiais Civis realizam três dias de paralisação parcial para chamar a atenção do Estado. A categoria decidiu em Assembléia Extraordinária não atuar na operação veraneio deste ano se não forem atendidos em suas reivindicações. A principal reivindicação é a reposição salarial.

Na região de Concórdia a adesão ao movimento também é grande. Nas 15 delegacias da regional há aproximadamente 60 policiais e todos participam da paralisação.

Só crimes de maior potencial estão sendo atendidos, como homicídio, roubo, estupro, acidente com morte, pedofilia e violência doméstica. Situações de flagrante também são registradas, caso contrário, nem o boletim de ocorrência é gerado. O trabalho interno também continua. Na Delegacia Regional, os exames médicos marcados vão ser realizados, o restante dos serviços de documentação de veículos, CNH e carteira de identidade, só na segunda-feira.

Em casos de perda de documentos ou pequenos furtos, a orientação é que a população faça o registro no site da Polícia Civil ou aguarde até segunda-feira para procurar a delegacia mais próxima.

A paralisação parcial acontece de forma simultânea em todo o Estado. A categoria reivindica reposição salarial dos últimos 13 anos, um percentual aproximado de 130%.

O governador fará um anúncio à categoria as 14h30 da tarde desta quarta-feira no Centro Administrativo em Florianópolis. A assembléia geral dos Policiais Civis na capital está marcada para a tarde da sexta-feira, dia 18.


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14 nov15:13

Policiais Civis fazem paralisação parcial

A decisão da paralisação parcial dos serviços foi confirmada na sexta-feira, dia 11. Este era o prazo final para que o Governo do Estado apresentasse uma proposta salarial que atendesse as reivindicações da classe.

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado do Santa Catarina – Adepol/SC, Sindicato dos Policiais Civis de Santa Catarina – Sinpol/SC e o Sindicato dos Trabalhadores em Segurança Pública de SC- Sintrasp, anunciaram que será mantida a decisão deliberada em Assembleia Geral. A paralisação parcial acontece nos dias 16, 17 e 18 de novembro em todo o estado.

- Os serviços essenciais a população, como flagrantes e registros de Boletins de Ocorrências serão mantidos em respeito ao cidadão – disse o vice-presidente do Sintrasp da Região de Chapecó Selmiro Rauber.

Uma nova Assembleia Geral está marcada para as 14h do dia 18 de novembro, em Florianópolis. O encontro servirá para apreciação de eventual proposta do governo, discutir novas formas de manifestação, e os rumos do movimento.

A remuneração dos Policiais Civis catarinenses está entre as quatro piores do Brasil. O piso atual de um agente da Policial Civil é de R$ 781,82.


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04 out14:13

Greve dos bancários cresce

O Comando Nacional dos Bancários esteve reunido nesta segunda-feira, dia três, em São Paulo, decidiu orientar os sindicatos a intensificarem as ações para ampliar a greve em todo país, já que a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não responde as reivindicações.

A greve dos bancários completa uma semana nesta terça-feira. A adesão está aumentando em todo o país. Na região do Alto Uruguai Catarinense não é diferente, dez agências estão com as portas fechadas. Em Concórdia estão em greve o BB Besc, Banco do Brasil, HSBC, Santander, Caixa Econômica Federal e Banrisul.

Em Seara estão paralisados os trabalhos no BB Besc, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Em Ipumirim a greve iniciou no Banco do Brasil. A presidente do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região Sonia Hack lembra que os caixas eletrônicos estão em funcionamento. A categoria paralisou 7.950 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados em todo o país.

>> Confira a lista dos bancos fechados na Região Oeste

Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança e igualdade de oportunidades.


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04 out08:57

Cerca de mil profissionais da Epagri e da Cidasc anunciam paralisação a partir desta sexta-feira

Alessandra Ogeda | alessandra.ogeda@diario.com.br


Engenheiros agrônomos, médicos veterinários e outros profissionais das duas principais empresas públicas do setor agrícola em Santa Catarina comunicaram ontem ao governo que vão entrar em greve a partir de sexta-feira.

O momento escolhido para cumprir a paralisação, aprovada em agosto, é crítico porque Santa Catarina vive uma situação de alerta sanitário preventivo contra a febre aftosa.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de SC (Faesc), José Zeferino Pedrozo, o maior risco para o Estado, caso a greve seja efetivada, é que SC ponha em risco o status de área livre de febre aftosa sem vacinação. SC está em estado de alerta depois que foi identificado um novo foco da doença no Paraguai, em uma cidade a 126 quilômetros da fronteira com o Mato Grosso do Sul.

— O governo vai ter que encontrar uma saída, porque levamos muito tempo para conseguir esse status e não podemos, em hipótese alguma, colocá-lo em risco. Esperamos que o bom senso dos profissionais também prevaleça — opina Pedrozo.

A decisão por recusar as ofertas de acordo propostas pelo governo foi tomada em 22 assembleias no dia 18 de agosto. Mas os quatro sindicatos que representam os 1,1 mil funcionários da Epagri e da Cidasc que atuam diretamente no controle sanitário e no apoio técnico do setor agrícola e pecuário no Estado decidiram adiar a paralisação. Até agora.

Depois de conseguirem atender uma parte das reivindicações, os sindicatos se reuniram com o secretário de Estado da Agricultura, João Rodrigues, na semana passada. Na ocasião, o grupo redigiu uma cláusula que previa a criação de um grupo de trabalho para fazer a revisão do plano de cargos e salários.

Mesmo com a cláusula prevendo que qualquer mudança passasse pela aprovação do Conselho de Política Financeira do Estado, a Secretaria da Fazenda rejeitou a proposta. O diretor presidente do Sindicato dos Engenheiros Agrônomos de SC (Seagro), Jorge Dotti Cesa, afirma que as categorias não vão ceder na exigência do novo enquadramento dos profissionais no plano de carreira.

— O Estado não cumpre uma lei federal de 1966 que prevê que os médicos veterinários e os engenheiros ganhem 8,5 salários mínimos como salário-base. Chegamos a esse valor através de abonos, mas não como piso salarial — critica.

O secretário Rodrigues contribuiu para a elaboração da cláusula que prevê a criação do grupo de trabalho e diz não entender a negativa da Fazenda.

— A justificativa foi de que essa readequação abriria precedente para as demais categorias de funcionários do Estado pedirem a mesma mudança.

A Secretaria da Fazenda comunica que mantém sua posição, mas que a decisão final está com o governador Raimundo Colombo. Na opinião de Rodrigues, a greve não deve ser efetivada. Mas caso ocorra, o secretário está confiante que poucos funcionários envolvidos com o controle das barreiras sanitárias vão aderir a ela.

— Ninguém é irresponsável de fazer uma paralisação neste momento. Mas caso isso aconteça, temos um plano B preparado. Faremos a substituição imediata destes profissionais e entraremos na Justiça para tornar a greve ilegal — avalia.

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27 set10:49

Paralisação na Previdência Social de Chapecó

Na paralisação de uma hora desta manhã em Chapecó os servidores vestiram camisetas pretas para reivindicar o descaso do governo. Segundo a coordenação do sindicato a última greve dos servidores da Previdência Social foi em julho de 2009 quando o Governo Federal aumentou a carga horária dos servidores de 30 para 40 horas semanais.

De acordo com o sindicato, desde a implantação da nova carga horária foram 11 afastamentos de trabalho em Chapecó.

No ato também foram recolhidas assinaturas para um abaixo assinado. Os servidores querem lutam pela volta das 30 horas da Fenasps e entregaram uma carta à população falando sobre as lutas e reivindicações.

As mobilizações foram em todo o estado. Na região Oeste servidores das cidades de São Miguel do Oeste, Xanxerê, Concórdia e Maravilha também participaram.


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