Passageiros

28 ago15:40

Aeroporto de Chapecó volta à rotina de voos

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Quase dois meses após a liberação da pista do Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso em Chapecó a rotina de voos e fluxo de passageiros voltou ao normal. Segundo o administrador do aeroporto, Eglon Buraseska, antes do fechamento cerca de 23 mil pessoas passavam pelo local. – Agora esse número está perto dos 30 mil – disse Eglon.

Na segunda-feira, dia 27 de agosto, a Trip Linhas Aéreas retomou dois voos diários com destino para Porto Alegre/RS e Campo Grande/MS, com escala em Londrina e Maringá no Paraná. Esta foi a quinta empresa a operar voos na cidade.

>> Confira os HORÁRIOS de voos do Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso

Operam ainda no aeroporto de Chapecó, que ficou fechado 75 dias para a reforma completa da pista e liberado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no dia 6 de julho de 2012, as empresas Avianca, NHT, Gol e Azul.


Comente aqui
06 mar09:31

Voos locados podem ser alternativa para o Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A utilização de voos locados para o Oeste de Santa Catarina pode ser uma alternativa para suprir a demanda dos passageiros, após a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) restringir os voos de Chapecó para aviões até 72 lugares.

A Trip já solicitou 12 voos “Charter” para a administração do aeroporto Serafim Enoss Bertaso, que ainda dependem de aprovação da Anac.

A Anac interditou parcialmente o aeroporto na quinta-feira passada, por sinais de deterioração na pista. Alguns voos foram cancelados. A Gol contratou aeronaves de 50 lugares da Passaredo para levar quem já tinha comprado passagem. São seis voos diários. A advogada Melissa Dandels, que voou de Passo Fundo para Florianópolis, disse que os voos atenderam bem sua demanda e que não sofreu nenhum contratempo.

O mesmo não se pode dizer de outros passageiros. O corretor de imóveis Vandré Lazzarotto, tinha passagem às 14 horas de Chapecó para Florianópolis e recebeu a informação que teria voo apenas às 18 horas. A mesma situação é do garçom Vadeni Portella de Lima.

Os negócios da região também estão sendo prejudicados. O agente de viagens João Paulo Ribeiro disse que tem quatro empresários norte-americanos que estão com passagens marcadas para chegar em Chapecó no dia 12 e retornar no dia 14. –Eles vem fechar negócios na área industrial- explicou. No entanto, ele não consegue garantia de voos para eles e isso pode acabar cancelando a transação.

A administração do aeroporto informou que há chances da Azul antecipar sua operação, que dependia da instalação de mais um caminhão de bombeiros e mais profissionais. Com o cancelamento dos voos da Avianca e Gol, haveria possibilidade de operação.

A Prefeitura de Chapecó aguarda para hoje ou amanhã a vinda de técnicos da Anac para avaliar o Plano Operacional de Obras e Serviços proposto. A ideia é recuperar na primeira etapa 500 metros no lado Leste da pista, na segunda etapa 500 metros no lado Oeste e, na terceira etapa, os mil metros restante. Nessa terceira etapa o aeroporto teria que ficar fechado por 15 dias. No total a recuperação custará R$ 11 milhões e deverá demorar de 30 a 45 dias, depois de iniciados os trabalhos.

O objetivo é recuperar a pista que está se deteriorando. A Anac interditou 500 metros de pistas o que impede o pouso de aeronaves maiores. A agência também rebaixou o índice de resistência da pista.

Um dos maiores problemas é que não estão sendo vendidas novas passagens por tempo indeterminado. Apenas a Trip, que faz Porto Alegre e Londrina, e a NHT, que tem voos para Curitiba, estão operando normalmente, pois têm aeronaves menores.


Por que os aviões maiores que 72 passageiros não podem operar

-A pista do aeroporto de Chapecó tem 2.563 metros. Destes, 500 metros são novos e não estão homologados ainda. Restariam 2.053 metros. Mas a Anac interditou 300 metros no ano passado, reduzindo a pista para 1763 metros. O motivo foi a deterioração no piso. Agora, a Anac reduziu em mais 200 metros, reduzido a pista para 1.563 metros. O problema é que aeronaves maiores necessitam de, pelo menos 1,7 mil metros de pista para pousar com segurança. O motivo é que Chapecó fica numa região de cerca de 600 metros de altitude, onde a resistência do ar é menor. Os aviões pousam aqui a cerca de 250 quilômetros por hora, contra 200 quilômetros por hora em pistas como Guarulhos, que tem 1,4 mil metros.

-A pista de Chapecó foi reformada em 2000 e teve uma classificação de PCN (Número de Classificação do Pavimento) 34, que permite pouso de aviões de até 60 toneladas, como o Boing 737 utilizado pela Gol e o Airbus 318 utilizado pela Avianca. Devido à deterioração do piso, causada pela idade do asfalto de 10 anos, problemas no subleito da pista e aumento do número de voos em Chapecó, a classificação do PCN foi rebaixada para 16, que permite pouso de aeronaves com cerca de 20 toneladas, como os Embraer 145, da Passaredo, que estão sendo utilizados pela GOL.


Comente aqui
09 set11:36

Duas pessoas na UTI em São Miguel do Oeste

Duas passageiras do ônibus envolvido no acidente na BR 163, em São José do Cedro, Hedy Freitag e Debora Cavalheiro permanecem sedadas em estado grave na UTI do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso em São Miguel do Oeste.

Das 12 pessoas encaminhadas para o Hospital de São Miguel do Oeste, 11 continuam internadas, duas estão na UTI. De acordo com a médica Katia Bugs, na tarde de quinta, Debora Cavalheiro, apresentou suspeita de Tromboembolismo pulmonar e foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva. Na manhã da quinta-feira, Ana Paula Tosin recebeu alta.


Comente aqui