Polícia Civil

22 mar11:11

Três homens foram presos acusados de homicídio em Mondaí

A Polícia Civil de São Miguel do Oeste com apoio de policiais de Mondaí prenderam nesta quarta-feira, dia 21, três homens acusados do assassinato do vigia Romildo Zang, de 51 anos. O fato aconteceu no dia 24 de fevereiro no centro de Mondaí.

Após investigações Cristiano Cassemiro, de 24 anos foi preso em Águas de Chapecó, Douglas Cardoso Spezia, de 19 anos preso na cidade gaúcha de Passo Fundo e Celso Dorr, de 43 anos, que trabalhava com a vítima foi preso em Riqueza. Segundo o delegado Albert Dieison Silveira, Celso teria oferecido R$ 2 mil para Cristiano e Douglas matar o vigia.

– Em depoimento os executores do crime confessaram ter matado Romildo a mando de Celso Dorr. Os acusados aguardam presos a conclusão do Inquérito Polical – disse o delegado.


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16 mar11:47

Quadrilha foi presa em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Uma quadrilha foi presa na noite desta quinta-feira pelas Polícia Militar e Civil depois de furtar um veículo em Chapecó e assaltar e sequestar uma mulher em Xaxim.

Mailson Ferri, de 18 anos, Anderson Junior Rodrigues da Costa da Fonseca, 19 anos, Joel Fernando Goulart, de 23 anos e dois adolescentes teriam furtado um veículo Gol próximo ao camelódromo de Chapecó. Depois eles seguiram para Xaxim onde assaltaram uma mulher e roubaram celular, relógio e aproximadamente R$ 2 mil em dinheiro. Ela foi trazida como refém dentro do Sandero para Chapecó. Próximo a cidade de Cordilheira Alta foi abandonada na BR 282. Os ocupantes do Gol que seguiam atrás mandaram a mulher entrar no veículo.

No Bairro Belvedere, entrada de Chapecó os sequestradores pararam o veículo para arrumar dois pneus que estavam furados em uma borracharia. Eles abandonaram a mulher e o veículo no local e tentaram fugir de táxi.

Com a quadrilha a polícia encontrou cerca de R$ 1.630 em dinheiro, duas folhas de cheques com valores de R$ 150 e R$ 250 e dois pen-drive.

Os adolescentes foram apreendidos e os três presos em flagrante foram encaminhados para o Presídio Regional de Chapecó.


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15 mar14:21

Polícia Civil prende homem acusado de homicídio em São Lourenço do Oeste

Agentes da Delegacia de Polícia Civil de São Lourenço do Oeste prenderam em flagrante na madrugada desta quarta-feira, dia 14, Volmir Ferreira Rodrigues, vulgo “Nezão”, 29 anos, acusado de homicídio.

Poucas horas após a equipe de investigação ter tomado conhecimento do homicídio, “Nezão” foi localizado e preso pelos policiais. Ele dormia em sua residência e apresentava sinais de embriaguez. No momento da prisão ainda havia manchas de sangue nos pés e nas mãos do assassino, que acabou confessando o crime aos agentes.

O homicídio teria ocorrido por volta da meia noite, sendo que o corpo da vítima foi localizado cerca de cinco horas depois, em uma praça da cidade. Conforme dados da investigação, o crime teria sido motivado por desentendimentos entre familiares do assassino e da vítima, que atualmente morava na cidade de Xanxerê.

“Nezão” cumpriu os procedimentos policiais na Delegacia da Comarca de São Lourenço do Oeste, onde foi autuado em flagrante por homicídio qualificado. Ele foi conduzido ao Presídio Regional de Xanxerê.


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09 mar17:15

Junta conclui que Marcelino morreu por enforcamento

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A junta médica do Instituto Geral de Perícias que analisou os laudos e pareceres da morte do vereador Marcelino Chiarello concluiu que ele morreu por enforcamento. O delegado responsável pelo inquérito, Ronaldo Neckel Moretto, recebeu hoje à tarde o parecer.

Mesmo assim ele não vai concluir o inquérito nem por tese de suicídio, nem por homicídio. – Não vamos emitir juízo de valor por não queremos prejudicar o trabalho do Ministério Público – afirmou Moretto. O Ministério Público já instaurou um procedimento para dar sequência nas investigações.

Moretto afirmou que o parecer dos três médicos peritos do IGP coloca que a causa mais provável do enforcamento é suicídio, mas não exclui completamente o homicídio pois há casos na literatura médica de enforcamento por homicídio.

Ele afirmou que o parecer é contrário a muitos aspectos do primeiro laudo emitido pelo médico legista Antonio de Marco. O parecer exclui a possibilidade de estrangulamento e conclui que a mancha no olho do vereador não foi causada por um soco ou batida e sim por decorrência de um processo natural de pressão sanguínea decorrente do enforcamento. Também indica que a batida na cabeça pode ter ocorrido pelo vereador ter se debatido. Na questão da lesão do nariz não há indicativo de fratura, segundo o parecer do IGP.

Quando a um segundo sulco no pescoço do vereador a conclusão é de que ele teria ocorrido no transporte do corpo até o Instituto Médico Legal.

>> Parecer do IGP é encaminhado para delegado.

>> Polícia não tem suspeito do caso Chiarello.

Moretto lembrou ainda que exames de DNA na fita utilizada para enforcamento e nas manchas de sangue são todas compatíveis com o DNA da vítima. Além disso não foi encontrado sinal de luta no quarto da casa onde ele foi encontrado, nem de arrombamento da casa. Imagens de câmeras de vigilância indicam que ele foi sozinho da escola Pedro Maciel, onde deu aula na manhã de sua morte, até em casa. Duas testemunhas afirmam ter visto o vereador entrar sozinho em casa.

Exames toxicológicos não encontraram nenhum indício de droga ou álcool que poderia ter sido utilizado para sedar o vereador. Moretto afirmou que na segunda-feira vai encaminhar o inquérito para o Ministério Público dar sequência ao trabalho.


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08 mar10:55

Traficante foi preso em Concórdia

A Polícia Civil prendeu em flagrante, por tráfico de drogas, Jaison Rodrigo Lucas de Melo da Silva, 33 anos, na manhã desta quarta-feira, dia 7, em Concórdia.

Policiais foram conferir uma denúncia envolvendo o tráfico de drogas no Bairro Vista Alegre. Chegando ao local informado, foram localizadas 28 pedras de crack prontas para serem comercializadas, dentro de um pequeno pote plástico, envolto em uma fita isolante, escondido dentro de um guarda-roupas da casa de Jailson.

Ele foi conduzido até a DIC de Concórdia para o auto de prisão em flagrante.


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07 mar11:16

Caso Marcelinho Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Foi encaminhado no final da tarde de ontem, via malote, o parecer da junta médica do Instituto Geral de Perícias (IGP) de Florianópolis sobre as contradições nos laudos sobre a morte do vereador Marcelino Chiarello.

O documento deve chegar hoje no Insituto Geral de Perícias de Chapecó e, em seguida, encaminhado para o delegado responsável pela investigação, Ronaldo Neckel Moretto.


>> Polícia não tem suspeito do caso Chiarello


Ele deve receber o material entre hoje e amanhã. O diretor do IGP, Rodrigo Tasso, disse que o resultado do parecer deve ser divulgado pelo delegado, que foi quem solicitou uma nova avaliação.

O motivo é que há informações divergentes sobre o enforcamento, a lesão no nariz e outra mancha no olho do vereador. O IGP deve marcar uma coletiva para os próximos dias para detalhar os laudos e explicar as contradições.


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05 mar11:50

Polícia Civil prendeu cinco traficantes em Chapecó

Cinco traficantes foram presos pela Polícia Civil na sexta-feira, dia 2 em Chapecó A Operação Praça, como foi denominada, teve o objetivo de combater o tráfico de drogas naquela região.

Há quatro meses agentes da Polícia Civil investigavam o grupo que atuava no tráfico de drogas em um posto de lavação ao lado da Praça do Bairro Passo dos Fortes. Segundo a Polícia Civil os criminosos aliciavam menores para realizar a entrega de drogas para usuários.

Durante a Operação, todos os Mandados de Busca e Apreensão foram cumpridos simultaneamente. A maior parte dos investigados foi detida em uma das residências, enquanto participavam de um almoço. Com eles, foram apreendidas armas, drogas, munições, rádio comunicador, utensílios utilizados para embalar os entorpecentes, balança de precisão e objetos relacionados ao tráfico.

Policiais disseram ainda que alguns integrantes também são investigados por homicídio. As investigações continuam para identificar usuários flagrados durante a Operação, e que deverão prestar depoimento à polícia. Após as prisões, todos foram encaminhados ao Presídio Regional de Chapecó, onde permanecem à disposição da Justiça.

Durante a ação da polícia, foram presos Marcio Cristiano de Almeida, 29 anos, Rosa da Silva Lara de Almeida, 50 anos, Luis Carlos de Almeida, 18 anos, Gustavo Soares Leite, 18 anos, e Josiane Lara de Almeida, 24 anos. Também foram apreendidos três adolescentes. Todos foram autuados por tráfico de drogas e associação para o tráfico, posse ilegal de arma de fogo, posse ilegal de munição e corrupção de menores. Ao todo, cerca de vinte pessoas foram conduzidas à Central de Polícia para prestarem esclarecimentos, entre elas, testemunhas, usuários e adolescentes.

A Operação foi comandada pela DIC de Chapecó, com a participação de agentes da Polícia Civil da 1.ª DP, 2.ª DP, 3.ª DP, DPCAMI, da Delegacia de Pinhalzinho, de São Carlos, de Caxambú do Sul, e de Coronel Freitas.


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01 mar09:18

Laudos diferentes sobre caso Chiarello geram desconforto

DarciDebona | darci.debona@diario.com.br

As contradições sobre a morte do vereador Marcelino Chiarello estão deixando as autoridades policiais e o Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina em situação constrangedora. A confirmação de um laudo elaborado pelo Instituto Geral de Perícias indicando suicídio, colocou mais lenha na fogueira. Tudo porque esse laudo entrou em contradição com o primeiro laudo elaborado pelo médico legista de Chapecó, Antonio de Marco, apontava para homicídio. Com isso há dois laudos, cada um com conclusão diferente.

Marcelino Chiarello foi encontrado enforcado no quarto de visitas de sua casa no dia 28 de novembro.  Logo no início da tarde o delegado Alex Passos, ligado ao Partido da República, base da atual administração do município, afirmou que a cena era forjada que os indícios eram de homicídio. Uma coletiva com cinco delegados, entre eles Ronaldo Neckel Moretto e Augusto Brandão, reiterou a tese de homicídio.

Depois de três meses as investigações não apontaram suspeitos do possível crime, a perícia não encontrou provas da presença de terceiros no local do crime e a tese de suicídio tomou força.

Isso gerou reações fortes de lideranças do Partido dos Trabalhadores. –É uma fraude- vociferou indignado o deputado federal Pedro Uczai, presidente do partido e um dos possíveis nomes para concorrer a prefeito na cidade. Uczai afirmou que o laudo do suicídio não explica de forma satisfatória o motivo das lesões no nariz, no olho e na cabeça de Chiarello. Também não explica por que o sangue parece ter corrido na horizontal, entre o nariz e a orelha do vereador, quando deveria escorrer na vertical se ele estivesse “pendurado” na hora da morte. –Esse laudo desafia a lei da gravidade- disse Uczai. –Estão brincando com a inteligência do povo- completou a professora Vanda Casagrande, que era amiga e colega de Marcelino na Escola Pedro Maciel.

>> Laudo e investigações reforçam tese de suicídio no caso Marcelino Chiarello

>> Polícia tem mais 15 dias de prazo e é alvo de protesto

A vereador Angela Vitória (PT) disse que perdeu a confiança na polícia e disse que o celular de Chiarello não foi periciado a tempo, pois 30 dias depois as informações do aparelho se apagam. As lideranças do PT solicitaram que o Ministério Público continue as investigações e vão tentar federalizar o caso.

O presidente do diretório municipal do PSD, João Rodrigues, disse que aguarda a conclusão do inquérito para se manifestar. Ele afirmou que poderá mover ações contra o Partido dos Trabalhadores que tentou relacionar a morte do vereador a denúncias, algumas delas relacionadas à atual administração municipal, que é do PSD. Como pano de fundo da morte do vereador também corre a disputa política na cidade, onde o resultado de sua morte pode ser utilizada combustível na campanha eleitoral.

Uczai nega uso político do caso. O delegado Ronaldo Neckel Moretto disse que nem vai comentar sobre insinuações de que a Polícia não priorizou o caso. -Vou falar na coletiva- disse sobre a entrevista que deve ser marcada para os próximos dias.

O diretor do Instituto Geral de Perícias, Rodrigo Tasso, reconhece que o órgão ficou numa situação difícil, pois há dois laudos com conclusões diferentes. Ele argumenta que algumas situações podem levar a conclusões tanto de suicídio, quando de homicídio. Mas acredita que algum dos peritos se excedeu nas conclusões. Ele afirmou que há um relatório sobre as ligações do celular mas não tinha informações detalhadas.

Uma junta médica composta de três pessoas recebeu ontem o inquérito e deve emitir um parecer até o dia 6 de março, sobre as incompatibilidades entre os laudos.  Mesmo assim o desgaste é inevitável.


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28 fev21:42

Caso Chiarello: Polícia tem mais 15 dias de prazo e é alvo de protesto

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

No mesmo dia em que a morte do vereador Marcelino Chiarello (PT) completou três meses a Polícia Civil recebeu o inquérito de volta da Justiça, ganhou um prazo de mais 15 dias para conclusão e foi alvo de um protesto público.

Cerca de 50 pessoas participaram de um ato em frente à Delegacia Regional de Chapecó, munidas de faixas cobrando o esclarecimento do caso. –É um protesto porque a Polícia Civil não cumpriu seu papel- disse a vereadora Angela Vitória (PT). Ela disse que está perdendo a confiança na investigação, pois no início os delegados afirmavam que se tratava de homicídio e as últimas informações dão conta da tese de suicídio.

>> Delegado responsável pelo caso aguarda publicação da suspensão do sigilo.

Deise Paludo, uma das coordenadoras do Fórum em Defesa da Vida, por Justiça e Democracia, lamentou que o laudo feito pelo perito Antonio De Marco, que apontava homicídio, está sendo questionado. Ela afirmou que um documento foi encaminhado para o delegado responsável pelo caso, Ronaldo Neckel Moretto, questionando o que considera uma mudança de rumo da investigação, falta de respostas convincentes e sonegação de informações para a sociedade.

A professora Vanda Casagrande, que teoricamente foi a última pessoa a falar com Chiarello, não aceita a possibilidade de suicídio. –Ele tinha projetos para a hora seguinte, para o dia seguinte e para a semana seguinte- afirmou. Chiarello teria dito para Vanda que iria aumentar a carga horária na escola Pedro Maciel, onde ambos trabalhavam.

O delegado Ronaldo Neckel Moretto pegou de volta ontem o inquérito de 650 páginas que estava no Fórum de Chapecó. Ele tem mais 15 dias de prazo para a conclusão dos trabalhos. Apesar da quebra do segredo de justiça no processo, ele não repassou muitas informações. Disse que há dois laudos, um apontando para o homicídio e outro apontando para o suicídio. Complementou dizendo que as provas técnicas do Instituto Geral de Perícias não indicam homicídio.

Por isso ele solicitou uma junta médica do IGP, para analisar as “incongruências” entre os laudos. A Polícia Civil não identificou nenhum suspeito de crime e também não houve nenhuma prisão. Moretto afirmou que o trabalho da polícia é técnico e não se pauta por pressão política ou institucional. Uma coletiva de imprensa deve ser convocada nos próximos dias. Mas é pouco provável que o inquérito tenha um final conclusivo.

Tanto que o Ministério Público já está sendo acionado. Na noite de segunda-feira lideranças do Partido dos Trabalhadores e amigos de Chiarello tiveram uma reunião com promotores de Chapecó para tratar do caso.

De acordo com o promotor Fabiano Baldissarelli o Ministério Público tem interesse de ver o caso esclarecido e vai dar sequência nas investigações. O órgão pode solicitar novas investigações para a Polícia, novas informações para o Instituto Geral de Perícias, solicitar apoio do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado. Lideranças do PT o advogado da família de Chiarello, Sérgio Martins de Quadros, trabalham para tentar federalizar as investigações.


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28 fev10:39

Caso Marcelino Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O delegado Ronaldo Neckel Moretto aguarda apenas a comunicação oficial da suspensão do sigilo do inquérito que investiga a morte do vereador Marcelino Chiarello para convocar uma coletiva de imprensa. A decisão do juiz da primeira vara criminal, Jefferson Zanini, foi tomada ainda na semana passada e encaminhada para o Ministério Público. Ontem os promotores da Comarca de Chapecó realizaram uma reunião.


Três meses da morte

O Fórum em Defesa da Vida, por Justiça e Cidadania programou um ato para às 16 horas de hoje em frente à Delegacia Regional de Chapecó.

O vereador Marcelino Chiarello foi encontrado morto em sua residência no dia 28 de novembro de 2011.

>> Advogado da família de Marcelino Chiarello fala sobre a morte do vereador

>> Três meses depois, continua mistério sobre a morte de Marcelino Chiarello


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