Polícia Federal

12 jul18:31

Homem é preso com 600 quilos de maconha no extremo-oeste

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A Polícia Federal apreendeu 600 quilos de maconha na madrugada desta quinta-feira em uma barreira montada na BR 163 em Dionísio Cerqueira. A droga estava em um Santana Quantum, placas de Gaspar. O veículo era conduzido por José Nilson dos Santos Júnior, 18 anos, que foi preso em flagrante por tráfico interestadual de drogas. José está preso na delegacia da Polícia Federal. O crime tem pena prevista de 25 anos de reclusão.

O morador do bairro Ingleses, em Florianópolis, disse aos policias que comprou a droga em Foz do Iguaçu/PR e que a mesma seria comercializada em Curitiba/PR e na capital do estado.

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12 jul07:42

Corpo de Chiarello ficará entre 7 e 10 dias em SP

[Atualizado 09h23]

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O corpo do vereador Marcelino Chiarello, que ainda não teve sua morte esclarecida, deve ficar entre sete e dez dias em São Paulo, até retornar para Chapecó. De acordo com o delegado da Polícia Federal em Chapecó, Oscar Biffi, a perícia que será feita no Centro Médico Legal da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto/SP, deve levar uma semana.

O corpo vai passar por exames de ressonância magnética e tomografia, entre outros, para verificar as causas de algumas lesões que não ficaram claras nos laudos do Instituto Médico Legal e Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina.

Alguns pontos como a fratura no nariz e uma lesão no crânio não ficaram bem claros. Tanto que os laudos foram contraditórios. O primeiro laudo, do médico Antonio de Marco, apontou para homicídio. Outro parecer, do médico Zulmar Coutinho, apontou para suicídio. E a avaliação de uma junta médica, sobre o laudo, também apontou para suicídio. Devido a essa contradição a Polícia Civil encerrou o inquérito, após três meses de investigação, de forma inconclusiva sobre a causa da morte.

Em virtude da comoção que a morte causou na cidade o Ministério Público decidiu dar sequência ao trabalho. A Polícia Federal foi requisitada e autorizada pelo Ministério da Justiça a fazer uma investigação, a partir de abril.

O delegado Oscar Biffi disse que os peritos consideraram necessária a exumação do corpo, que ocorreu ontem. Os preparativos iniciaram às 6 horas da manhã. Às 6h30 o cemitério Jardim do Éden, onde Chiarello estava enterrado, foi interditado. Um irmão de Chiarello e uma representante do advogado da família acompanharam a exumação, que levou cerca de 40 minutos. Depois disso o corpo foi colocado em outro caixão, revestido de zinco, para transporte aéreo. O corpo estava bem conservado devido a uma técnica de utilização de formol para conservação do corpo, denominada tanatopraxia. Às 9h28 o avião com o corpo de Chiarello decolou rumo a São Paulo.

Um professor da USP estava entre os oito integrantes da equipe de peritos da Polícia Federal que esteve em Chapecó. Além da exumação, eles realizaram uma nova perícia na casa de Marcelino Chiarello, que não é habitada desde sua morte. O vereador foi encontrado enforcado no quarto de visitas da casa por familiares.

Os peritos utilizaram luzes que refletem marcas de sangue e luminol, químico que também brilha em contato com sangue. Biffi disse que a Polícia Federal está analisando os laudos já elaborados pelo IGP mas fará sua própria análise. Ele afirmou que a conclusão dos laudos do cadáver e do local devem levar mais que 30 dias. –

Deve levar bem mais que isso- concluiu.




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11 jul15:43

Chiarello: perícia deve demorar uma semana

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O delegado da Polícia Federal, Oscar Biffi, disse em coletiva agora a tarde que a nova perícia no corpo do vereador Marcelino Chiarello, deve demorar uma semana. Ela será realizada no Centro de Medicina Legal da USP na cidade de Ribeirão Preto em São Paulo.

- O resultado do laudo deve demorar mais de 30 dias – disse o delegado. Biffi disse ainda que a Polícia Federal quer ter uma avaliação própria sobre o acontecido.

Participaram da exumação oito pessoas, entre elas, um professor da Universidade, dois médicos legistas e peritos do Instituto de Criminalística de Brasília.

Dentro de 10 dias o corpo do vereador deve voltar para a Chapecó.

O vereador Marcelino Chiarello foi encontrado morto dentro de casa no dia 28 de novembro de 2011.


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11 jul10:08

Corpo de Chiarello é levado para São Paulo

[Atualizada 13h37]

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O corpo do vereador Marcelino Chiarello foi embarcado às 8h54 desta manhã numa aeronave Caravan, no aeroporto Serafim Enoss Bertaso, em Chapecó. O destino é São Paulo, onde será feita uma nova perícia. Os trabalhos para a exumação do corpo iniciaram por volta das 6 horas da manhã. Funcionários do Cemitério Jardim do Éden e Policiais Federais instalaram uma tenda e isolaram o local com uma lona preta. O cemitério foi fechado às 6h30 para a exumação, que iniciou às 7 horas.

Cerca de 25 pessoas, entre policiais federais e civis, advogados, familiares e representantes do Ministério Público acompanharam a exumação. O trabalho levou cerca de 40 minutos. Após a retirada, o caixão foi levado até uma sala do cemitério onde foi realizada a troca para uma urna zincada, adequada para o transporte aéreo.

De acordo com o gerente da funerária responsável pelo transporte, Ademir Damacena, o corpo estava “seco” e bem conservado.

– Não tinha líquido- observou.

O motivo é que o corpo passou por tanatopraxia, que é uma técnica de uso de bactericidas à base de formol, para evitar a decomposição do corpo. Damacena disse que essa técnica é utilizada normalmente e velório, para evitar cheiro e manter os aspecto do corpo.

Às 8h15 o corpo deixou o cemitério num carro funerário e foi levado para o aeroporto municipal Serafim Enoss Bertaso. A decolagem foi às 9h28.

O avião deve pousar por volta das 11 horas em São Paulo.

Na terça-feira, os peritos da Polícia Federal de São Paulo fizeram uma nova análise na casa onde morava Chiarello. O local estava fechado desde o dia 28 de novembro de 2011, quando o vereador foi encontrado morto dentro de um quarto.

Está marcada para às 15 horas uma entrevista coletiva na Polícia Federal em Chapecó.


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11 jul08:56

Corpo de Chiarello é exumado

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O corpo do vereador Marcelino Chiarello foi exumado e será levado, ainda nesta manhã, numa aeronave Caravan para São Paulo. Os trabalhos para a exumação do corpo iniciaram por volta das 6 horas da manhã. Funcionários do Cemitério Jardim do Éden e Policiais Federais instalaram uma tenda e isolaram o local com uma lona preta. O cemitério foi fechado às 6h30 para a exumação.

O trabalho levou cerca de 40 minutos. Após a retirada, o caixão foi levado até uma sala do cemitério onde foi realizada a troca para uma urna adequada para o transporte aéreo.

Às 8h15 o corpo deixou o cemitério num carro funerário e foi levado para o aeroporto municipal Serafim Enoss Bertaso.

Cerca de 25 pessoas, entre policiais federais e civis, advogados, familiares e representantes do Ministério Público acompanharam a exumação.


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11 jul07:46

Corpo de Chiarello deve ser exumado nesta quarta

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br*

O corpo do vereador Marcelino Chiarello, encontrado morto no dia 28 de novembro do ano passado, deverá ser periciado em São Paulo, provavelmente em laboratórios da Universidade de São Paulo (USP) ou Campinas (Unicamp). O motivo é que as duas universidades teriam a melhor estrutura para exumação.

O caixão com o corpo do vereador deve ser retirado na manhã desta quarta-feira do túmulo no cemitério Jardim do Éden, em Chapecó. Funcionários do local já foram informados que eles serão os responsáveis por retirar a leiva de grama que cobre o túmulo, para a retirada do caixão. Durante a retirada, o cemitério será isolado e somente os policiais e representantes da família poderão permanecer no local. Há duas semanas o túmulo vem sendo monitorado por duas câmeras de vigilância instaladas pela Polícia Federal.

Depois da retirada, o caixão será levado até o aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso, de Chapecó, onde será embarcado num avião Caravan. A aeronave pousou em Chapecó na tarde de segunda-feira, trazendo uma equipe de quatro peritos. O avião partiu de Ribeirão Preto/SP.

Na segunda-feira, dia 10, os peritos estiveram na casa de Marcelino Chiarello, que permanece fechada desde sua morte. A equipe da Polícia Federal passou o dia de ontem realizando uma nova perícia no local.

A Polícia Federal está atuando no caso a pedido do Ministério Público, que deu sequência às investigações após a conclusão do inquérito pela Polícia Civil, que durou três meses. O relatório da Polícia Civil não foi conclusivo sobre a causa da morte de Chiarello, se houve suicídio ou homicídio.

Até os laudos dos médicos legistas foram divergentes. O primeiro médico legista indicou homicídio. Outros pareceres posteriores indicaram suicídio. Familiares defendem a tese do homicídio pela atuação combativa do vereador. Diante da comoção da comunidade o Ministério Público decidiu prosseguir com o caso, para tentar esclarecer a morte. A exumação foi autorizada pelo juiz da primeira vara criminal de Chapecó, Jeferson Zanini, no dia 30 de maio.

O advogado da família de Chiarello, Sérgio Martins de Quadros, considera que a exumação é necessária.

– A família quer a verdade para que o Marcelino possa descansar em paz – declarou.


*Colaborou Juliano Zanotelli


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10 jul11:40

Polícia Federal faz perícia na casa de Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br | Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Peritos da Polícia Federal de São Paulo fazem na manhã desta terça-feira uma nova perícia na casa do Vereador Marcelino Chiarello, em Chapecó. A casa estava fechada desde o dia 28 de novembro de 2011, quando o vereador foi encontrado morto dentro de um quarto. A perícia iniciou às 9 horas.

Ainda na tarde da segunda-feira uma aeronave Caravan, proveniente de Ribeirão Preto/SP pousou no Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso de Chapecó. A aeronave trouxe peritos do Instituto Nacional de Criminalística da PF que além da perícia, devem fazer ainda nesta semana, a exumação do corpo do vereador.

O pedido da exumação foi autorizado pelo juiz da Primeira Vara Criminal de Chapecó, Jefferson Zanini, no dia 30 de maio. O novo exame seria para esclarecer algumas divergências dos laudos, como a fratura no nariz no vereador.

O delegado da Polícia Federal, Oscar Biffi, disse que só vai prestar informações em coletiva marcada para às 15 horas da quarta-feira, dia 11.


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26 jun10:36

Dois homens são presos com maconha em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A Polícia Federal de Chapecó prendeu na noite desta segunda-feira dois homens, um de 27 e outro de 46 anos, com 82 quilos de maconha. Eles estavam em dois veículos na BR 282 em Pinhalzinho.

Durante trabalho de rotina, os policiais federais encontraram os veículos parados na contramão da rodovia. Um Monza com problemas mecânicos, conduzido pelo homem de 27 anos, residente em Foz do Iguaçu/PR e um Uno, conduzido pelo homem de 46 anos, residente em Caxias do Sul/RS.

Os policiais perceberam que eles transportavam caixas de um veículo para outro e se ofereceram para ajudar. Os homens aceitaram e disseram que era muamba do Paraguai. Durante o trabalho os policiais suspeitaram que fosse maconha, se identificaram e abriram as caixas e encontraram a droga.

Segundo a Polícia Federal os dois foram presos em flagrante e encaminhados para o Presídio Regional de Chapecó onde aguardam decisão da justiça. Eles vão responder pode tráfico de drogas. A pena para o crime varia de cinco a 15 anos de prisão.


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05 jun21:10

Corpo de Marcelino Chiarello será exumado

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br*

A novela da morte do vereador Marcelino Chiarello, ocorrida há seis meses, terá mais um capítulo dos próximos dias. Peritos da Polícia Federal deverão ir a Chapecó para fazer a exumação do corpo. A data ainda não foi definida pois ainda depende de logística. O delegado federal Oscar Biffi confirmou o pedido de exumação mas não quis comentar sobre o caso.

Marcelino Chiarello está enterrado no Cemitério Jardim do Éden, em Chapecó. O juiz da Primeira Vara Criminal de Chapecó, Jefferson Zanini, autorizou a exumação no dia 30 de maio.

O juiz também não quis falar sobre a decisão mas no despacho coloca que o motivo é a solicitação da Polícia Federal para esclarecer algumas divergências dos laudos, como a fratura no nariz no vereador.

Ele decidiu pelo encaminhado para a Polícia Federal as vestes do vereador e alça utilizada no enforcamento. Também determinou que o Instituto Geral de Perícias guarde as amostras coletadas e as disponibilize à Polícia Federal, quando for necessário.

Um dos três promotores que está atuando no caso, Benhur Poti Betiolo, disse que a iniciativa de solicitar a exumação é da Polícia Federal. –Nós fizemos alguns questionamentos para que a Polícia Federal responda- explicou o promotor. Esses questionamentos tem como objetivo tentar esclarecer a morte do vereador, já que os laudos emitidos pelo IGP são contraditórios.

A presidente municipal do Partido dos Trabalhadores, a deputada estadual Luciane Carminatti, que foi colega de Chiarello na Câmara de Vereadores de Chapecó, disse que apóia a iniciativa da Polícia Federal.

-Nós apoiamos todas as investigações necessárias para esclarecer o caso- declarou. Ela disse que confia no trabalho da Polícia Federal e que espera que a morte de seu colega seja esclarecida o quanto antes.

A sogra de Marcelino Chiarello, Deolinda Guarnieri, disse que isso é uma decisão da Polícia Federal e da Justiça e não tem como interferir. Para ela, não será a exumação do cadáver que vai mudar a convicção da família de que Chiarello foi morto pelas denúncias que fazia. –Podem vir 50 juntas médicas que ninguém nos convence de suicídio- afirmou.

O delegado Ronaldo Neckel Moretto, que conduziu as investigações da Polícia Civil, disse que não vai emitir opinião em respeito ao trabalho da Polícia Federal e do Ministério Público.


ENTENDA O CASO

No dia 28 de novembro próximo das 11h30, o vereador Marcelino Chiarello foi encontrado pelo mulher e o filho enforcado na janela do quarto de visitas, em sua casa. Ele havia saído da escola por volta das 10 horas, ido para casa e mandado o filho na casa da sogra.

No início a cena parecia de suicídio. Mas delegados da Polícia Civil avaliaram que o suicídio era forjado pois o sangue havia escorrido na horizontal, havia sinais de lesão na cabeça e no olho do vereador, não havia banco para ele se apoiar e o nó da fita utilizada era fixo e menor que a circunferência do pescoço. Cinco delegados participaram de uma entrevista coletiva explicando que era homicídio.

Depois dois delegados foram designados para o caso: Ronaldo Neckel Moretto e Augusto Mello Brandão.

O primeiro laudo do médico legista que fez a necropsia, Antonio de Marco, apontou como causa da more traumatismo crânio-encefálico e asfixia mecânica. No entanto a perícia realizada no local do crime não encontrou indícios da presença de uma terceira pessoa. O diretor de IGP, Rodrigo Tasso, solicitou um outro parecer, do médico legista Zulmar Coutinho, que apontou para suicídio. Uma junta médica também avaliou o material e apontou para suicídio. A Polícia Civil ouviu mais de 50 pessoas durante 105 dias e não chegou a nenhuma autoria.

O inquérito foi concluído sem apontar a causa da morte, pois o Ministério Público daria sequência ao trabalho. O Partido dos Trabalhadores pediu a federalização do caso, que ainda não foi aceita. O Ministério Público solicitou auxílio da Polícia Federal para esclarecer a morte e não tem prazo para concluir os trabalhos.



*Colaborou Juliano Zanotelli


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28 mai09:56

Homem foi preso por tráfico internacional de munições no extremo-oeste

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A Polícia Rodoviária Federal de Dionísio Cerqueira, durante a Operação Sentinela, prendeu na noite do sábado, dia 26 de maio, um homem por tráfico internacional de munições. Com ele os policiais encontraram 649 cartuchos calibre .40 e 100 do calibre 380. Ele foi encaminhado para a Polícia Federal de Francisco Beltrão/PR.

Paulo Assis dos Santos Lirio, morador da cidade gaúcha de Cruz Alta, foi abordado no Km 5 da BR 163 na divisa dos municípios de Dionísio Cerqueira/SC, Barracão/PR e Bernardo de Irigoyen na Argentina. Ao vistoriar o veículo os policiais encontram uma caixa de papelão cheia de munições escondida embaixo de um travesseiro no banco traseiro. Também foram encontradas munições dentro da bolsa da esposa do motorista.

De acordo com a Polícia Federal as munições foram compradas no Paraguai e seriam vendidas no Rio Grande do Sul.

O crime, previsto no artigo 18 da Lei 10.826/2003 do Estatuto do Desarmamento, tem pena prevista de até oito anos de reclusão.


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