Preços

20 jul12:17

Governo garante preço mínimo a suinocultores

Os suinocultores, insatisfeitos com o pacote de medidas de apoio ao setor, conseguiram do ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, o compromisso de tentar convencer a área econômica do governo federal a conceder aos criadores independentes uma subvenção direta de até R$ 0,60/kg de suíno vivo, por um período de seis meses. Ontem, foi concedido benefício de R$ 0,40.

O deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) disse que, se houver aval do Ministério da Fazenda, vai propor uma emenda para incluir a Medida Provisória 574, para renegociar as dívidas acumuladas até o ano passado pelos estados e municípios.

O assunto será votado em 8 de agosto. Na reunião com os técnicos do Ministério da Agricultura, o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, argumentou que as medidas para contornar a crise da suinocultura são insuficientes.

De acordo com ele, os leilões de Prêmio de Escoamento do Produto (PEP), com subvenção de R$ 0,40/kg e preço mínimo de R$ 2,30/kg atendem apenas os criadores que trabalham integrados às grandes empresas e cooperativas, que darão prioridade para compra de sua própria produção. Lopes explicou que a ideia é que os criadores independentes apresentem aos órgãos governamentais as notas fiscais e as guias de trânsito que acompanham o transporte dos animais para ter direito à subvenção do governo federal de até R$ 0,60/kg por suíno.

Mecanismos dependem de aprovação pelo CMN Embora o governo federal tenha assegurado que os mecanismos de apoio anteriormente anunciados já poderiam ser acessados, estes dependem ainda da aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN), no próximo dia 26. É o caso da prorrogação das dívidas. Por isso, a Agricultura encaminhou um ofício à federação brasileira de bancos antecipando as decisões e pedindo que as dívidas não sejam executadas até essa data.

Em uma nova frente de ação, na última quarta-feira, os líderes do segmento se reuniram com representantes da Associação Brasileira dos Supermercados. Na pauta, a discussão de uma campanha nacional que permita o escoamento da carne estocada.

A ideia é baixar o preço da carne suína nas prateleiras dos supermercados e com isso estimular o consumo do produto entre os brasileiros, que hoje é de 15 quilos por pessoa ao ano.A campanha deve começar daqui a dois meses, e se repetir anualmente.


DIÁRIO CATARINENSE


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06 jun09:55

IGP-DI de maio desacelera e fica em 0,91%, diz FGV

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) desacelerou no mês de maio ao registrar taxa de 0,91%, após subir 1,02% em abril, informou nesta quarta-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Embora não seja mais usada para reajustar a tarifa de telefone, a taxa acumulada do IGP-DI ainda é utilizada como indexador das dívidas dos Estados com a União. Com o resultado divulgado nesta quarta-feira o indicador acumula altas de 2,89% no ano e de 4,80% em 12 meses.

A FGV também informou o resultado dos três indicadores que compõem o IGP-DI: O IPA-DI, que representa o atacado, também subiu 0,91% no mês passado, após registrar alta de 1,25% em abril; o IPC-DI, que apura a evolução de preços no varejo, teve aumento de 0,52% em maio, mesma variação verificada no mês anterior; e o INCC-DI, que mede o impacto de preços na construção, que apresentou elevação de 1,88% no mês passado, em comparação com a taxa de 0,75% de abril.


AGÊNCIA ESTADO



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30 mai12:02

Alta do dólar volta a puxar Índice de Preços ao Produtor

A valorização do dólar frente ao real voltou a acelerar os preços na indústria da transformação em abril. Embora não tenha sido a única causa da aceleração na taxa do Índice de Preços ao Produtor (IPP), que saiu de 1,04% em abril para 1,38% em maio, o câmbio ajudou a puxar os preços de setores importantes, como alimentos, outros equipamentos de transportes, papel e celulose, fumo e outros produtos químicos, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE).

— Todos os produtos que são exportados, quando o dólar se valoriza, a gente converte para reais, e eles ficam mais caros por isso. É o caso do suco de laranja, por exemplo. Aviões são exportados com preço em dólar, e também a celulose — observou Alexandre Brandão, gerente do IPP no IBGE.

No caso de outros produtos químicos, a contribuição de 0,30 ponto porcentual no IPP do mês deveu-se também aos preços mais altos do petróleo no mercado internacional, o que puxou a contribuição de 0,15 ponto porcentual do setor de refino de petróleo e produtos de álcool em abril.

Já o impacto de 0,53 ponto porcentual do setor de alimentos teve influência de produtos de exportação, como suco de laranja e carnes de bovinos refrigeradas, mas também da quebra de safra da soja, que pressiona os preços internacionalmente.


AGÊNCIA ESTADO

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22 mai10:49

Puxado pelos serviços bancários, IPCA-15 tem alta de 0,51% em maio

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,51% em maio, após subir 0,43% em abril. O resultado, divulgado nesta segunda-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo AE Projeções, que esperavam inflação entre 0,45% e 0,63%, com mediana de 0,56%. Com o resultado anunciado nesta segunda-feira, o IPCA-15 tem taxa acumulada de 2,39% no ano e de 5,05% em 12 meses, até maio.

Tarifas de bancos tiveram alta de 1,66%, um dos destaques no índice de 0,51%. No IPCA fechado de abril, os serviços bancários já tinham subido 1,42%, contribuindo para a alta de 2,23% no grupo Despesas Pessoais no período. Em maio, o grupo Despesas Pessoais teve alta de 1,32%, a maior dentre o grupo que compõem o índice.

Além dos serviços bancários, do cigarro, dos remédios e do feijão carioca, destacaram-se também na inflação medida em maio pelo IPCA-15 os artigos de vestuário (0,97%), seguro de veículos (1,66%), telefonia celular (1,58%), mão de obra para pequenos reparos (1,51%), táxi (1,29%), taxa de água e esgoto (1,16%), gás de botijão (1,01%) e artigos de limpeza (0,99%).


AGÊNCIA ESTADO

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10 mai14:38

Preços de produtos básicos desaceleram em Chapecó

O cesto de 57 produtos básicos, depois de ter apresentado em março elevação de 3,08% no custo, teve no mês de abril aumento de 0,91%. Com essa diferença de R$ 7,43, o cesto de produtos básicos passou de R$ 816,95 para R$ 824,38, conforme mostra pesquisa realizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó.

Dos 57 produtos pesquisados, 32 registraram aumento, 23 tiveram redução e dois não sofreram alteração. Os produtos que lideraram as quedas e altas são do grupo de alimentos, exceto o sabão em barras.

Os ovos lideraram a alta, com 24,36%, seguindo-se a batata inglesa, em 13,36% e a margarina, em 13,33%. A maior queda de preço ocorreu no tomate, em 18,11%, a segunda foi no sabão em barras, em 15,94%, e a terceira no queijo de colônia, em 14,47%.

Quanto à evolução do custo, de abril de 2011 a abril de 2012 há um aumento acumulado de 6,57%. Com isso, em 12 meses o valor passou de R$ 773,57, de abril do ano passado, para R$ 824,38, de abril último, o que representa uma diferença de R$ 50,81.


Cesta de 13 produtos

Em outro índice levantado pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, quanto à cesta básica de 13 produtos, houve redução. Essa queda foi de 4,36% em abril passado no município de Chapecó. Com isso, o custo passou de R$ 189,87, em março, de 2012, para R$ 181,60 em abril último.


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20 mar11:11

Preços de medicamentos será reajustado

Foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, dia 19, a Resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) que autoriza reajustes de até 5,85% no preço dos remédios vendidos em todo o país.

As alterações podem ser feitas a partir do próximo dia 31 e devem ter como referência o chamado preço fabricante (limite usado por laboratórios ou distribuidores de medicamentos para venda no mercado brasileiro) cobrado em 31 de março de 2011. Até a data limite para a entrada em vigor do reajuste, as empresas produtoras de medicamentos deverão apresentar à Cmed o relatório de comercialização com os preços que pretendem cobrar após a aplicação da correção.

De acordo com a resolução, a categoria de remédios em que o faturamento com a venda de genéricos seja igual ou superior a 20% pode sofrer reajuste de até 5,85%. Já a categoria de remédios com faturamento de genéricos entre 15% e 19% tem reajuste autorizado de até 2,8%.

O reajuste de até 5,85% tem como base a variação, nos últimos 12 meses, do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

AGÊNCIA BRASIL


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16 jan10:29

Procon de Chapecó divulga pesquisa de preços do material escolar

Pesquisar. Esta é a principal recomendação do Procon de Chapecó aos pais antes de realizar a compra do material escolar dos filhos. De acordo com a pesquisa divulgada pelo Órgão, a diferença de preços entre o mesmo item e a variação de valores entre os estabelecimentos comerciais podem representar uma economia para quem conferir e comparar as mercadorias antes da aquisição.

O levantamento foi realizado entre os dias 06 e 11 de janeiro de 2012, em sete estabelecimentos (sendo que 13 foram convidados a participar) e está a disposição no site da Prefeitura. Para a pesquisa, foi elaborada uma lista com 22 itens, verificando o menor e o maior item em cada comércio. Após análise, o Procon constatou uma diferença de preços acentuada, podendo chegar a mais de 3000% no mesmo item, sem levar em consideração a marca ou modelo.

A maior diferença encontrada foi no lápis preto nº 2, onde os valores variaram de R$ 0,10 a R$ 3,90, um percentual de 3800%. A segunda maior diferença foi do esquadro plástico de 21 cm com preços que variam de R$ 0,35 a R$ 13,00, percentual de 3614%. Diante dos resultados apresentados, o Procon recomenda que os pais pesquisem, pois a economia pode ser significativa.

- Os pais também podem se reunir e tentar o melhor preço para uma compra maior. É importante que o consumidor esteja atento à qualidade do produto, mas é importante também que não cedam aos pedidos das crianças quando insistirem em determinada marca. Nem sempre o material mais sofisticado é o de melhor qualidade ou o mais adequado. Sugerimos também que evitem comprar materiais com personagens, logotipos e acessórios licenciados, porque geralmente os preços são mais elevados. A publicidade exerce grande influência sobre crianças e adolescentes – explica a Coordenadora do Procon, Inajara Antonini.

É de extrema relevância também esclarecer que a escola não pode solicitar a compra de materiais de uso coletivo, tais como material de higiene e limpeza ou taxas para suprir despesas com água, luz e telefone; ou ainda, a aquisição de produtos de marca específica; determinar a loja ou a livraria onde o material deve ser comprado.


A pesquisa

A finalidade do estudo é fornecer ao consumidor uma amostra das diferenças de preços encontradas no mercado do material escolar, chamando a atenção para a necessidade de comparação antes da compra. Além disso, é importante que o consumidor exija a nota fiscal. – Esse documento é imprescindível em caso de defeitos ou problemas que gerem algum tipo de reclamação. Seguindo estas dicas, os pais irão economizar e garantir seus direitos de consumidor – ressalta Inajara.


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