Prefeito

03 out10:17

Você sabe as atribuições do prefeito e do vereador?

Você leva em consideração as atribuições do prefeito e do vereador para escolher seu candidato? Se sim, você está certo. Se não, deveria. Aproveite os últimos dias da propaganda eleitoral no rádio e na televisão, que termina nesta quinta-feira, para avaliar.

Fique atento se o candidato está prometendo algo que terá competência legal para cumprir. Pensando em te dar subsídio na comparação, o Santa traz uma lista de funções do vereador e do prefeito.


O que faz o prefeito?

Nomeia e exonera secretários municipais

Envia à Câmara as diretrizes orçamentárias, orçamentos anuais e plurianuais do município

Veta projetos de lei total ou parcialmente

Cria e extingui cargos públicos municipais em forma de lei

Decreta desapropriações por necesidade ou utilidade pública ou interesse social

Presta à Câmara informações solicitadas no prazo de 30 dias. O prazo pode ser prorrogado diante da complexidade do assunto

Solicita o auxílio da polícia para garantir o cumprimento de seus atos

Decreta calamidade pública ou estado de emergência, sempre que ocorrem fatos que justifiquem

Convoca extraordinariamente o Legislativo

Administra, paga funcionários, executa obras

Faz a intermediação política com os poderes estadual e federal em busca de benefícios para a população da cidade

Zela pela cidade: limpeza urbana, manutenção dos postos de saúde, transporte público

Coordena a arrecadação de tributos, como é o caso do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU)

Fixa tarifas dos serviços públicos, como por exemplo o transporte coletivo


O que faz o vereador?

Fiscaliza e zela pelo bom desempenho do Poder Executivo (as ações do prefeito, da administração e os gastos da prefeitura)

Representa os eleitores e faz a ponte, intermediando a relação entre a população e o responsável pela prefeitura

Propõe leis sobre os anseios da sociedade com emenda à Lei Orgânica, leis complementares, leis ordinárias, decretos legislativos e resoluções

Julga o prefeito e os colegas vereadores nas infrações político-administrativas previstas em lei

No caso de encontrar irregularidades na administração, pode até afastar prefeito ou vice, se tiver o apoio da maioria do Legislativo

Age com base na Lei Orgânica e o Regimento Interno da Câmara

Fixa subsídios do prefeito, vice-prefeito, vereadores e secretários municipais, observando a Constituição Federal e a Lei Orgânica

Autoriza o prefeito, por necessidade de serviço, a se ausentar do país ou do município

Cria comissões de inquérito para investigar fatos da competência da Câmara

Autoriza a realização da plebiscitos

Concede título honorário ou homenageia pessoa ou entidade que prestou relevantes serviços à comunidade

Solicita intervenção do Estado no Município


JORNAL DE SANTA CATARINA



Comente aqui
01 out15:10

Campanha esquenta na reta final em Chapecó

Darci Debona |darci.debona@diario.com.br

Depois de um início de campanha morno, a temperatura da campanha eleitoral esquentou nos últimos dias. E subiu o tom do debate entre os candidatos à prefeito de Chapecó, José Cláudio Caramori (PSD) e Pedro Uczai (PT).

Um exemplo foi o debate na manhã desta segunda-feira, na Rádio Chapecó. Caramori disse que seu oponente é muito bom na “teoria”, mas que na prática é diferente. E citou como exemplo a proposta de Uczai de captar água do Rio Uruguai, afirmando que era inviável pelo custo da energia.

– Essa é a diferença entre um teorista e um administrador – disse Caramori.

E afirmou que é preciso “ser macho” para enfrentar problemas como a segurança pública.

Uczai acusou Caramori de falta de planejamento no trânsito.

– As lombadas eletrônicas levaram milhões embora de Chapecó – afirmou.

Disse que a atual administração apenas ampliou escolas e não construiu nenhuma nova. E que alguns projetos que tinha elaborado quando era prefeito, foram abandonados.

Durante o debate ambos falaram que o outro estava nervoso. E era perceptível a tensão entre ambos. Uczai balançava as pernas e dobrava papel. Caramori passava a mão no rosto e olhava para trás olhando para seus assessores.

Na saída de um dos blocos houve uma situação mais tensa entre Caramori e Uczai que seguiram se provocando. Os jornalistas que esperavam para fazer suas perguntas no debate puderam ouvir parte da conversa.

– Vai responder na justiça – disse o candidato do PSD.

Na rua Floriano Peixoto, em frente à rádio, o clima era de torcidas organizadas, entre os simpatizantes das coligações “O Povo de Novo (PSD, PMDB, PSDC, PR, PMN, PSDB, PRB, PPS, PTB, PP, PSC, PRP, DEM, PSB, PT do B e PSL),” e “Aliança Pela Vida(PT, PTC, PTN, PRTB, PHS, PV, PPL , PC do B e PDT)”.

Dezesseis policiais militares separavam os dois grupos. O grupo de oposição gritava:

- Terneirada, vão bater cartão – direcionado aos cargos comissionados.

O grupo de situação respondia:

- O PT é freguês, olha o mensalão – lembrando das duas derrotas do PT nas últimas eleições e as denúncias de corrupção na esfera federal. Ao final do debate os dois candidatos saíram carregados.

A RBS TV realiza debate entre os dois candidatos na quinta-feira, às 23h45.


Comente aqui
24 ago09:00

Disputa entre dois candidatos a prefeito ocorre em 71% das cidades catarinenses

Natália Viana | natalia.viana@diario.com.br

Na maior parte dos municípios catarinenses, os eleitores assistem a uma disputa polarizada. Em 210 cidades, ou 71% do total, apenas dois nomes concorrem à prefeitura. O número é superior à média nacional.

Um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra que em 2.850 municípios brasileiros (51% do total) apenas dois candidatos disputam a prefeitura. O levantamento foi feito com base nas informações divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em Santa Catarina, a maior cidade catarinense a assistir a uma eleição polarizada é Chapecó, onde PSD e PT protagonizam a disputa pela prefeitura. O atual prefeito José Claudio Caramori (PSD) conta com o apoio de mais 15 partidos, enquanto que o deputado federal Pedro Uczai (PT) lidera uma coligação de nove siglas.

Para o coordenador do Programa de Mestrado em Gestão de Políticas Públicas da Univali, Flávio Ramos, uma eleição polarizada não é necessariamente benéfica ou prejudicial para o eleitor. Mas, segundo ele, a principal questão a ser observada são as coligações que sustentam estas candidaturas.

Havendo um leque reduzido de opções, partidos políticos com perfis muito distintos podem acabar se unindo em torno de um candidato, confundindo o eleitor.

— Fica difícil para o eleitor compreender a forma nebulosa como estas coligações são constituídas, já que o arco ideológico é muito amplo e partidos com formação distinta acabam lado a lado. Apesar da chamada crise de ideologias políticas, ainda existem diferenças de propostas e projetos. Por isso, o fato de haver partidos muito diferentes em uma coligação pode aumentar o descrédito do eleitor — avalia Ramos.

Analisando os confrontos, em Santa Catarina a polarização mais recorrente é do PMDB contra PSD, ocorrendo em 50 cidades. O fato chama a atenção, pois coloca o novato PSD, do governador Raimundo Colombo, como o principal adversário ao PMDB, do vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Essa polarização ocorre, por exemplo, em Rio do Sul, onde a aliança entre os partidos foi rompida.

O atual prefeito, Milton Hobus (PSD), apoia o colega de partido Jorge Teixeira, enquanto que o vice-prefeito Garibaldi Ayroso (PMDB) resolveu se lançar como candidato da oposição. O “apetite” pessedista também pode ser observado em nível nacional e o confronto PMDB x PSD é o terceiro mais recorrente. Para o presidente estadual do PMDB, Eduardo Pinho Moreira, a eleição municipal tem características diferentes da composição estadual.

Além disso, ele destaca que o PSD é um partido novo e que lançou mais candidaturas, ficando atrás somente do PMDB, sendo natural que eles protagonizem mais embates.

— Se tivermos maturidade política, não haverá problemas. O que acontece é que o governador e eu temos um nível de entendimento que algumas vezes não acontecem em baixo. Mas o governador vem atuando muito bem, como um magistrado — destaca Pinho Moreira.

O presidente do PSD, deputado Gelson Merisio, tem opinião semelhante. Ele diz que a maior parte dos confrontos polarizados entre PSD e PMDB ocorrem em cidades pequenas, onde é necessário respeitar a realidade local. Segundo Merisio, o PSD é um partido novo e, muitas vezes, buscou lideranças novas que fazem contraponto a lideranças mais tradicionais, como o caso do PMDB.

— Mas esta é uma situação natural e passada a eleição tudo volta ao normal — afirma o pessedista.


DIÁRIO CATARINENSE



Comente aqui
22 ago15:03

Eleições 2012: Candidatos a prefeito de Chapecó apresentam biografia e propostas no primeiro programa eleitoral

No primeiro programa eleitoral os candidatos a prefeito de Chapecó, José Cláudio Caramori (PSD) e Pedro Uczai (PT) falaram de suas biografias e apresentaram algumas propostas que pretendem realizar se eleitos.

Caramori, da coligação “O Povo de Novo”, (PSD, PMDB, PSDC, PR, PMN, PSDB, PRB, PPS, PTB, PP, PSC, PRP, DEM, PSB, PT do B e PSL) trouxe imagens antigas e familiares com depoimentos sobre sua trajetória de vida e ingresso na vida empresarial, de entidades e públicas.

Durante os 19 minutos e 32 segundos mostrou algumas obras realizadas durante a gestão e propostas como o contorno Viário Leste.

>> Propaganda gratuita no rádio e na TV começou na terça-feira e segue até o dia 4 de outubro

Uczai apresentou um pouco de seu currículo e da vice Elza Fortes (PDT). Citou que algumas obras inauguradas na atual administração, como o Hospital Materno Infantil, iniciaram na sua gestão como prefeito.

E colocou como uma de suas propostas a construção de uma Unidade de Pronto Atendimento 24 horas. A coligação “Aliança Pela Vida” (PT, PTC, PTN, PRTB, PHS, PV, PPL , PC do B e PDT), conta com um tempo de 10 minutos e 27 segundos.


Comente aqui
20 ago16:54

Propaganda gratuita no rádio e na TV começa nesta terça-feira

Natália Viana | natalia.viana@diario.com.br

A partir desta terça-feira (21), a eleição começa “pra valer” em Santa Catarina com a transmissão da propaganda gratuita no rádio e na televisão. Para muito, é a partir deste momento que a campanha ganha cara e começa a ser vista pelo cidadão.

Por isso, dentro da estratégia de uma campanha, poucos itens se comparam ao peso e a importância dos programas de televisão e rádio. Os primeiros a ir ao ar serão os dos vereadores, sendo que na quarta-feira é a vez dos prefeitos.

A campanha na TV será transmitidas somente para as 10 cidades catarinenses que são sede de emissora: Florianópolis. Joinville, Blumenau, Criciúma, Itajaí, Balneário Camboriú, Lages, Chapecó, Xanxerê e Joaçaba.

>> Em Chapecó o sorteio da ordem de veiculação dos programas foi definido no dia 3 de agosto

O horário eleitoral na TV começa nesta terça-feira e segue até o dia 4 de outubro, sempre em duas edições: a primeira das 13h às 13h30min e a segunda das 20h30min às 21 horas.

No rádio, a propaganda segue a mesma lógica, também em dois horários: das 7h às 7h30min e das 12h às 12h30min.

Às segundas, quartas e sextas serão apresentados os programas dos candidatos a prefeito, e nas terças, quintas e sábados o horário será distribuído entre os candidatos a vereador.

Depois, a tendência é que os projetos e propostas comecem a ganhar mais destaque. Além de tornar os candidatos mais conhecidos, a propaganda eleitoral também acaba ditando o ritmo das campanhas como um todo. Se uma das candidaturas começa a “endurecer” o discurso, fazer críticas e até mesmo denúncias, a tendência é que a parte “atacada” responda, acentuando os debates.


Comente aqui
13 ago11:49

Oito cidades de Santa Catarina têm candidatura única para prefeito

Natália Viana e Darci Debona

natalia.viana@diario.com.br | darci.debona@diario.com.br


Basta apenas um voto. Este é o mínimo necessário para que oito candidatos a prefeito se elejam em Santa Catarina nestas eleições. Em oito municípios, os partidos decidiram pelo lançamento de candidatura única, deixando para o eleitor apenas três opções de voto: no candidato, branco ou nulo.

Nestes casos, os candidatos precisarão apenas de um voto porque a legislação determina que, nas cidades com menos de 200 mil habitantes, vence aquele que receber a maioria dos votos válidos.

Como os votos brancos e nulos não são considerados votos válidos, no dia 7 de outubro bastará apenas o candidato votar em si mesmo para que ele seja eleito. Em todo o Brasil, são 106 municípios com candidatura única, o que representa 1,9% das 5.568 cidades brasileiras.

Dos oito candidatos únicos, dois buscam a reeleição: Alcir José Bodanese (PMDB), de Rio das Antas; e Amarildo Paglia (PMDB), de Vargeão. Em 2008, houve casos de candidaturas únicas em nove cidades catarinenses. Em três municípios essa condição se repete quatro anos depois.

Em Águas Frias, na eleição passada, o atual prefeito Marino Daga (PT) foi candidato único, apoiado pelo PP, DEM, PSDB e PMDB. Desta vez, Danilo Daga (PP) encabeça a chapa única, apoiada pelo PT, PMDB, PSDB, PSD.

Já em Caibi, em 2008, o atual prefeito Adilar Carlesso (PMDB) conquistou a reeleição sem adversários depois que o PT local, que representava a oposição, aderiu ao projeto. Agora, o município mantém a tradição e o petista Dilair Menin (PT) é quem será candidato único em coligação com o PMDB e PSD.

O outro exemplo é Jardinópolis. Na eleição passada, o atual prefeito Dorildo Pedorini (PP) foi o único candidato com apoio do PSDB, PMDB, DEM e PT. Neste ano, a coligação se repete, mas Sadi Gomes Ferreira (PMDB) é que entra na disputa.

Para o professor de Ciências Políticas da Universidade de Brasília (UnB), David Fleicher, considera que, por não permitir alternativas, a existência de candidaturas únicas é ruim para os eleitores. Para driblar a falta de debates, o professor acredita que a iniciativa poderia partir da própria comunidade, a partir da discussão das propostas apresentadas.

_ Poderia haver uma série de encontros, bairro por bairro, onde o candidato único poderia debater alternativas de políticas públicas e ouvir os comentários e sugestões dos eleitores _ sugere Fleicher.

O secretário-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), juiz Carlos Henrique Braga, também acredita que, embora legal, uma eleição com candidato único é ruim para a democracria. Em entrevista à Agência Brasil, Braga destaca que a falta de debate e de uma disputa, enfraquece a eleição.

 

Comente aqui
08 ago17:22

Definida ordem de veiculação do horário eleitoral gratuito em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Foram definidos os tempos de propaganda e ordem de veiculação dos programas eleitorais em Chapecó. Neste ano dois candidatos concorrem à vaga de prefeito e 190 concorrem a uma das 21 vagas para a Câmara de Vereadores. O horário eleitoral gratuito começa no dia 21 de agosto e vai até o dia 4 de outubro.

Participaram do sorteio realizado, no dia 3 de agosto, no Fórum da cidade representantes dos partidos, das emissoras de rádio e TV, juízes eleitorais e chefes de cartório da 35ª e 94ª Zona Eleitoral de Chapecó.

Pela ordem do sorteio, o primeiro candidato será José Caramori (PSD) e Luciano Buligon (PMDB), da Coligação “O Povo de Novo”, composta por 16 partidos (PSD, PMDB, PSDC, PR, PMN, PSDB, PRB, PPS, PTB, PP, PSC, PRP, DEM, PSB, PT do B e PSL). O tempo de veiculação é de 19 minutos e 32 segundos.

Na sequência será Pedro Uczai (PT) e Elza Fortes (PDT), da Coligação “Aliança Pela Vida”, composta por nove (PT, PTC, PTN, PRTB, PHS, PV, PPL , PC do B e PDT), que ficou com 10 minutos e 27 segundos.

Segundo o chefe do cartório da 94ª ZN de Chapecó, João Henrique Alves da Silva, uma regra eleitoral prevê que o segundo faltante, para completar os 30 minutos de veiculação, fica para a coligação que veicular por último no dia.

A ordem de veiculação dos programas é alternada a partir do segundo dia de propaganda, sendo que o último candidato do dia anterior torna-se o primeiro.

As propagandas de candidatos a prefeito serão veiculadas nas segundas, quartas e sextas-feiras, e as de vereador serão as terças, quintas e sábados. No domingo não há horário eleitoral apenas inserções.

Na TV os programas serão veiculados em dois horários das 13h às 13h30 e das 20h30 às 21h. Na Rádio, também em dois horários, das 7h às 7h30 e das 12h às 12h30.


Comente aqui
01 ago12:45

Eleições 2012: Pedro Uczai destaca projetos relacionados à educação realizados em cargos públicos

Ex-prefeito de Chapecó, ex-deputado estadual e atualmente deputado federal. O candidato à prefeitura Pedro Uczai (PT) destaca, em suas atividades públicas, os projetos relacionados à educação.

A apresentação faz parte da série de reportagens Eu assino embaixo, produzida pelos jornais do Grupo RBS nos 10 maiores colégios eleitorais de Santa Catarina. Os candidatos desses municípios foram convidados a gravar um vídeo e escrever um texto de apresentanção pessoal respondendo a pergunta: “Quem sou eu?”.

Confira o vídeo do candidato e o texto na íntegra:


Texto do candidato

Sou professor universitário a 20 anos. Graduado em Estudos Sociais, Teologia, Mestrado em História do Brasil pela PUC de São Paulo.

Como deputado estadual destaco três grandes conquistas: a regulamentação do artigo 170, que já concedeu mais de 200 mil bolsas de estudos para nossos jovens estudar na universidade; a marca Sabor Colonial, hoje com mais de 800 produtos da agricultura familiar; e o sistema estadual de educação.

Como prefeito destaco o Hospital Materno Infantil; com a mobilização da comunidade conquistamos a Udesc; conquistamos o Instituto Federal. Com lideranças regionais e os movimentos sociais e sindicais conquistamos a UFFS.

Minha experiência de deputado federal posso destacar o apoio ao Governo Dilma, que está transformando o Brasil num país melhor para se viver. E o melhor presente que recebi da presidenta foi a sanção da Medida Provisória 559 na qual conseguimos transformar 90% do passivo das dívidas das universidades brasileiras em bolsas de estudo. Serão mais de 13 bilhões que, ao longo dos próximos 15 anos, serão destinados aos jovens. A educação é a melhor herança que deixamos para nossos filhos.

E em 1996, ter sido considerado o melhor educador de Chapecó, foi o melhor presente que recebi do povo chapecoense.


DIÁRIO CATARINENSE



Comente aqui
01 ago12:41

Eleições 2012: José Cláudio Caramori conta sobre sua militância desde o movimento estudantil

O candidato à reeleição José Cláudio Caramori (PSD) conta sobre suas origens no Rio Grande do Sul e como se mudou para Santa Catarina. Destaca sua militância desde o movimento estudantil até sua chegada à prefeitura de Chapecó.

A apresentação faz parte da série de reportagens Eu assino embaixo, produzida pelos jornais do Grupo RBS nos 10 maiores colégios eleitorais de Santa Catarina. Os candidatos desses municípios foram convidados a gravar um vídeo e escrever um texto de apresentanção pessoal respondendo a pergunta: “Quem sou eu?”.

Confira o vídeo do candidato e o texto na íntegra:


Texto do candidato

Nasci em Getúlio Vargas-RS, migrando com a família em 1963 para Caçador-SC, onde morei até os 14 anos, estudando no Colégio Marista.

Em 1964 mudei para Florianópolis para trabalhar e estudar. Colégio Catarinense e Instituto Estadual de Educação.

Vestibulando de 1977, entrei para a ESAG- Escola Superior de Administração e Gerência, cursando 04 anos (dos cinco do curso) e estagiando no IPUF (Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis).

Aos 19 anos, após a morte repentina e prematura de meu pai Antonio (aos 59 anos) mudei para Chapecó (1980) para dar atenção à minha mãe (Rosa) que aqui veio residir.

Transferi a faculdade para Chapecó (Fundeste) concluindo o curso de Administração de Empresas em 1983.

Militando como líder estudantil, tive a oportunidade de conhecer profundamente os problemas (e as soluções) das tratativas da Fundeste, então uma universidade emergente, hoje nossa Unochapecó.

Casei em 1983 com Neyla Maria Baú Caramori, com quem temos dois filhos- Leonardo José e Louise Marina.

Trabalhando no comércio (loja de móveis e eletros) primeiro como vendedor, gerente de vendas e posterior como sócio-gerente, me envolvi sempre com entidades classistas e representativas, como CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) e ACIC (Associação Comercial e Industrial de Chapecó) participando sempre com espírito pró-ativo, voluntário, procurando modificar positivamente a minha sociedade.

Como membro da JCI (Junior Chamber Corp.) _ “Câmara Júnior”, como é conhecida essa organização mundial de formação de jovens líderes, pude desenvolver-me como cidadão consciente dos meus direitos e obrigações para com a sociedade que faço parte.

Esta vivência levou-me também à vida pública-Secretário Serviços Urbanos 1991; eleito vereador 1992; secretário desenvolvimento econômico 1994; presidente Câmara de Vereadores 1995/1996; prefeito interino de Chapecó por 03 ocasiões.

Sempre motivado pela educação de meus pais voltadas à participação comunitária e pela minha formação acadêmica, participei de conselhos comunitários, instituições e partidos políticos (PFL/DEM/PSD) procurando contribuir com o desenvolvimento social da minha cidade.

Retornei à política em 2008 como vice-prefeito de João Rodrigues. Assumi como prefeito em 31.03.2010. Concluo em 31.12.2012 o atual mandato. Busco a reeleição para dar continuidade às importantes obras iniciadas e a iniciar (já projetadas), para que possamos continuar crescendo com quantidade e com qualidade. Próximo mandato: ampliar a atenção à nossa gente- as pessoas em primeiro lugar.

Amo esta terra! Quero continuar governando-a para fazê-la a melhor cidade do mundo para viver!

Com “O povo de novo”!


DIÁRIO CATARINENSE



Comente aqui
31 jul12:30

Eleições 2012: Campanha em Santa Catarina já tem 336 candidaturas rejeitadas

Natália Viana | natalia.viana@diario.com.br

Mais da metade dos pedidos de registro de candidatos a prefeito e vereador já foi julgada em Santa Catarina. Faltando cinco dias para terminar o prazo legal para os julgamentos, 9.157 registros (57,8%) foram analisados pelos juízes eleitorais. Deste total, 336 candidaturas não foram consideradas aptas a concorrer nas eleições. os 15.828 pedidos de registro apresentados por candidatos a prefeito e vereador no Estado, 9.157 já foram avaliados pelos juízes eleitorais.

O levantamento é parcial e foi feito pelo Diário Catarinense com base nas informações do sistema informatizado da Justiça Eleitoral até às 18 horas de ontem. Na pesquisa, não foram contabilizados os 690 registros de candidatura de vice-prefeitos. Deste total, 8.821 registros foram considerados aptos para a eleição, sendo 335 para candidatos a prefeito e 8.486 para vereadores. Já os outros 336 foram considerados inaptos, ou seja, não poderão concorrer. Destes, seis são candidatos a prefeito e 330 a vereador.

>> Acesse o site Eleições 2012 do Diário Catarinense

Entre os candidatos a prefeito com registro negado, quatro renunciaram a candidatura (Abelardo Luz, Angelina, Meleiro e Monte Carlo) e dois foram indeferidos (Criciúma e São José do Cedro). Entre as candidaturas indeferidas estão aquelas barradas pela Lei da Ficha Limpa. Até agora, o caso de maior repercussão foi a candidatura do atual prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), que foi indeferida pela acusação de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

Dos candidatos a vereador com registro negado, 170 renunciaram à candidatura, 138 foram indeferidos pelos juízes e um morreu. Além disso, 17 registros “não foram conhecidos” pela Justiça Eleitoral, ou seja, nem foram analisados pelo juiz eleitoral. Na prática, significa que nem chegaram a ser analisados, seja por terem sido apresentados fora do prazo legal ou por se referir a candidaturas não homologadas em convenções feitas pelos partidos. E quatro registros foram cancelados pelos partidos.

As decisões ainda não são definitivas e cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC). No caso das candidaturas proporcionais, para vereadores, os partidos têm até o dia 8 de agosto para preencher as vagas ainda em aberto na coligação, desde que se respeite os percentuais por sexo. Já na majoritária, para prefeitos e vices, as siglas têm até um dia antes da eleição para fazer a substituição de um candidato.


DIÁRIO CATARINENSE



Comente aqui