Professores

26 set14:51

IFSC seleciona nove professores substitutos e um temporário

Estão abertas até o dia 5 de outubro as inscrições para o processo seletivo simplificado de contratação de professores substitutos para atuação nos campi Chapecó, Florianópolis, Jaraguá do Sul, Joinville, São José e São Miguel do Oeste do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). Há também uma vaga para professor temporário, disponibilizada para o Campus Jaraguá do Sul.

A remuneração varia de R$ 1.749,92 a R$ 4,129,89, de acordo com a titulação do professor e a carga horária trabalhada, que pode ser de 20 ou 40 horas semanais. A inscrição deve ser realizada na Coordenadoria de Gestão de Pessoas do campus em que o candidato pretende concorrer à vaga. Para todas as vagas, a taxa de inscrição é de R$ 15,00.


Campus Chapecó

Área de atuação: Tradutor de Libras

Vagas: 01

Carga horária: 20h

Requisitos: Licenciatura em Letras Libras ou Graduação com certificado PROLIBRAS para ensino de Libras.


Campus São Miguel do Oeste

Área de atuação: Produção Alimentícia

Vagas: 01

Carga horária: 40h

Requisitos: Graduação em Engenharia de Alimentos ou Farmácia com habilitação em Tecnologia de Alimentos ou Agronomia ou Ciência e Tecnologia Agroalimentar ou Curso Superior de Tecnologia em Alimentos ou Curso Superior de Tecnologia em Agroindústria ou Medicina Veterinária.


Área de atuação: Ciências Humanas

Vagas: 01

Carga horária: 20h

Requisitos: Licenciatura Plena em: Ciências Sociais ou História ou Filosofia ou Sociologia.


Para mais informações, acesse o site www.ifsc.edu.br.


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31 ago12:17

Projeto Ideias Além do Giz reuniu professores de Chapecó

Cerca de 700 profissionais do ensino fundamental das Escolas Básicas Municipais, reuniram-se na quarta-feira, dia 29, para trocar conhecimentos e experiências pedagógicas desenvolvidas em sala de aula.

A socialização das atividades tem como objetivo valorizar e divulgar os exercícios desenvolvidos nas instituições educativas que apresentaram resultado positivo no processo de ensino aprendizagem. O evento aconteceu simultaneamente no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes, EBM Rui Barbosa e Secretaria Municipal de Educação.

A terceira edição do projeto desenvolvido pela Secretaria de Educação de Chapecó faz parte da Formação Continuada dos professores da Rede Municipal de Ensino.

Para a Secretária Municipal de Educação, Sueli Sutilli, essa troca de experiências incentiva o professor a sempre trazer novidades para dentro da sala de aula.


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08 ago12:49

Estudantes do IF-SC e IFC fazem manifestação pelo fim da greve federal

Estudantes do Instituto Federal Santa Catarina (IF-SC) e Instituto Federal Catarinense (IFC) fizeram um protesto no Centro de Florianópolis na manhã desta quarta-feira. Os alunos pedem o reinício das aulas que foram adiadas em razão da greve dos professores e servidores federais.

Com apoio dos professores, o grupo fez uma aula simbólica em frente à sede do IF-SC na Avenida Mauro Ramos e segui em passeata em direção à Praça XV de Novembro. O trânsito ficou complicado na região.

De acordo com a estudante Lanay Sampaio, 16 anos, além da retomada das aulas, os estudantes pedem abertura do diálogo do governo federal às propostas dos grevistas. Segundo ela, há dois meses os alunos estão sem aulas no IF-SC.

O início do segundo semestre letivo de 2012 está suspenso em 15 campi do IF-SC em função da greve. Apenas os campi Caçador, Garopaba, Lages e Urupema estão com o calendário acadêmico inalterado.

No Oeste, um ato unificado com servidores, professores e alunos no dos três campi: Chapecó, São Miguel do Oeste e Xanxerê será realizado nesta quinta-feira. O ato será em Xanxerê a partir das 14 horas.


DIÁRIO CATARINENSE

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19 jul10:45

Professores participam do I Seminário Regional de Formação Continuada em Chapecó

O recesso escolar de julho iniciou para cerca de 25 mil alunos da rede estadual de ensino dos municípios da gerência de educação da SDR Chapecó. No entanto, para os professores dos nove municípios de abrangência da SDR a quarta-feira, dia 18, foi dia para discutir conteúdo, e maneiras de ensinar no I Seminário Regional de Formação Continuada: a Proposta Curricular de Santa Catarina no contexto das políticas curriculares nacionais. O evento é uma parceria da SDR Chapecó e da Universidade Federal da Fronteira Sul. O seminário termina nesta sexta-feira.

Os professores lotaram o teatro do Centro de Eventos de Chapecó. A gerência de educação calcula que 1,4 mil professores das 44 escolas estaduais participaram da abertura.

O objetivo é fazer uma análise da proposta curricular de SC em relação àquilo que o Ministério da Educação tem como proposta curricular também. No cronograma de atividades, mesas redondas com os temas “As políticas curriculares nacionais para a educação básica” e “História da proposta curricular de Santa Catarina”.

- Basicamente discutiremos no seminário o que ensinar, de que forma, que tipo de conteúdo, quais as atividades que atendem melhor as necessidades dos nossos alunos – disse a gerente de Educação Ana Vedana.

Nesta quinta-feira, 19, o seminário terá fóruns de discussão em torno de seis grandes áreas que serão realizados no Centro de Eventos, nos colégios estaduais Bom Pastor e Zélia Scharf, no Cedup, no Ceja e na sede da SDR Chapecó.

Na sexta-feira os professores retornam para as escolas para uma tarefa que é a continuidade do que está sendo discutido no seminário.

- O que mais nos deixa satisfeitos é a presença da grande maioria de nossos professores. Isso mostra a responsabilidade e o comprometimento com a educação na nossa região e no estado – completou a gerente.

Participaram da abertura, representantes do Ministério da Educação, da UFFS e da SDR Chapecó.


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12 jul11:53

Professores em Musicalização são capacitados em Chapecó

Na última quarta-feira, dia 11, os professores da Rede Municipal de Ensino que atuam na disciplina de Arte participaram de capacitação na área de música. O encontro aconteceu no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes e foi divido em dois períodos.

A formação foi ministrada pela psicóloga Fernanda Gorosito e pela Regente de Coral e Professora da Escola de Música e Belas Artes do Paraná Haydée S. Gorosito e autora da coleção de livros didáticos “Tixa Tixa”. A partir do segundo semestre os livros serão utilizados nas primeiras e segundas séries do Ensino Fundamental da Rede Municipal. Os livros possuem atividades que exploram todas as linguagens artísticas (visual, teatral, corporal, sensorial) e vêm acompanhados de um CD contendo as músicas que serão trabalhadas.

A capacitação teve como objetivos discutir os aspectos teórico-práticos da disciplina de música nas escolas, vivenciar as atividades musicais da Coleção Tixa Tixa, apreciar o repertório didático musical e explorar as possibilidades de expressão rítmica e corporal. A oficina teve um momento destinado aos conhecimentos básicos sobre a linguagem musical e outra parte, para a vivência das atividades musicais sugeridas na referida coleção, orientando os professores a utilizá-la na sala de aula.


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15 jun15:19

Terceira Etapa de capacitação de Libras para professores é promovida em Dionísio Cerqueira

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira, por meio da Gerência de Educação, promove nesta sexta-feira, 15, a 3ª Etapa da capacitação para professores dos municípios de Princesa, Palma Sola, Anchieta, Dionísio Cerqueira, Guarujá do Sul e São José do Cedro. A atividade tem como tema principal a Língua Brasileira de Sinais – Libras.

Conforme a integradora de Educação Especial e Diversidade, Joeldes Kuhn Taube, a atividade iniciada nesta manhã, nas dependências da Câmara de Vereadores do município de Guarujá do Sul, terá uma carga horária de 140 horas, sendo 120 horas presenciais e 20 horas a distância.

- O trabalho abrange professores de todas as escolas da nossa SDR e tem uma função muito importante, já que a dimensão do ser humano se constitui através da linguagem, para expressar as diversas formas de necessidades, de emoções, de sentimentos, de alegrias e de aceitação – destaca Joldes.

Quarenta e três educadores participam das atividades do Curso de Formação Continuada em Libras.


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17 mai15:17

Palestra para pais e professores em São Carlos tratou do tema limites

Pais e professores estiveram reunidos no auditório municipal para assistir uma palestra, proposta pelo Centro de Educação Infantil Municipal (Ceim) Criança Feliz de São Carlos, com o tema “limites na educação dos filhos”. A palestra faz parte de um projeto que está sendo executado nesta unidade de ensino, através do Programa A União Faz A Vida (PUFV), desenvolvido em parceria com a Cooperativa de Crédito Sicredi Alto Uruguai. O evento, que foi realizado na noite do dia 16 de maio, contou com a presença da coordenadora pedagógica do Sistema Aprende Brasil, a pedagoga Marisa Alves.

Conforme a secretária municipal de educação, Gorete Wickert, os professores de uma maneira geral, sentem dificuldades em trabalhar com adolescentes nas escolas nos dias de hoje. Para ela, estes comportamentos podem ter herança de algumas atitudes tomadas na infância destes jovens.

Para a pedagoga Marisa Alves, o tema “limites” sempre é polêmico, pois muitas vezes pais e educadores não sabem até onde eles podem ser abertos ou então dosá-los, e até onde a família e a escola caminham buscando estes limites.

- As famílias sentem uma espécie de culpa por hoje em dia passarem pouco tempo com os filhos, em função do cotidiano agitado. Nos poucos momentos que passam com as crianças, sentem receio de dizer “não”. Mas dizer não às vezes é muito importante. Quem ama educa, e amar também é dar limites – afirmou.


Lei da palmada

Marisa destaca que praticamente todos já levaram palmadas, e este fato por si não teria problema, não fosse as proporções que tomaram.

- Em alguns casos, a palmada se transformou em violência. Mais importante que a própria palmada, é o dialogo. Na época em que eu era criança, o diálogo vinha primeiro – comparou. Segundo ela, as famílias estão na busca por corrigir, castigando, substituindo isto, pela conversa.

A pedagoga ainda salientou que as crianças estão bem informadas, conhecem seus direitos e sabem que são respaldadas pela lei. Por isso, há necessidade da educação e do limite desde o momento do nascimento.


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15 mai15:33

Formação para professores intérpretes em Chapecó

A Secretaria Municipal de Educação de Chapecó realizou uma Formação para Professores Intérpretes. Os profissionais são responsáveis por fazer o intermédio entre o professor regente e estudante, além de auxiliar os alunos surdos na compreensão e assimilação das atividades repassadas em sala de aula.

A formação ministrada pelos professores Anderson Luchese e Rivael Fabrício, teve como objetivo ampliar o conhecimento dos professores sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). A intenção foi de oportunizar o domínio dos processos, dos modelos, das estratégias e das técnicas de tradução e interpretação, a fim de assegurar aos alunos surdos o acesso à comunicação, à informação e à educação.

- A atuação destes profissionais é de extrema importância no contexto de inclusão da pessoa surda – destaca a Secretária Municipal de Educação, Sueli Suttili.


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11 mai09:25

Sinte vai manter negociações com governo de Santa Catarina

Júlia Antunes Lorenço | julia.lorenco@diario.com.br

Com o fim da greve dos professores da rede estadual, categoria e governo voltaram a se reunir para discutir melhorias na proposta salarial.

Desde que foi considerada constitucional, no ano passado, a lei do piso nacional do magistério tem gerado problemas em Santa Catarina. Os professores querem que o reajuste repassado ao menor salário-base, que em 2012 foi de 22%, seja dado a todos os outros níveis da tabela salarial, o que evitaria o achatamento da carreira do magistério. O governo alega que não poderia cumprir a reivindicação porque faltariam recursos.

Com o impasse, o Estado passou pela segunda greve dos professores em menos de um ano. Mas diferentemente da paralisação do ano passado, que durou 62 dias e teve adesão da maioria dos docentes, o movimento de 2012 não vingou e terminou com 16 dias.

Além disso, o governo adotou a postura de não negociar com os trabalhadores em greve — uma outra diferença em relação ao ano passado, quando houve negociações durante a paralisação. A coordenadora estadual do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte), Alvete Bedin, explica nesta entrevista os motivos para os professores terem entrado em greve neste ano e faz uma avaliação do movimento.

Para ela, apesar de não ter tido adesão da maioria, o movimento mostrou ao governo que a última proposta salarial apresentada, em abril, desagrada a todos. Além disso, eles terão garantidos sete mesas de negociações, para tentar avanços.

Os encontros serão sempre às segundas e quartas-feiras. Apesar de ter sido criticada na última assembleia estadual, Alvete fica como coordenadora do sindicato até junho do próximo ano, quando completa três anos que assumiu a função e haverá novas eleições.


Diário Catarinense — A decisão da categoria da última terça-feira, em terminar a greve, foi mesmo a mais acertada?

Alvete Bedin — A categoria foi madura, em função da forma como o processo veio ocorrendo, pela intransigência do governo em não querer receber a categoria. A decisão, então, foi de suspender a greve e solicitar a abertura da negociação. Demos 30 dias ao governo, e então vamos realizar uma nova reunião do conselho (do sindicato), para avaliar se houve ou não avanços na negociação. Caso contrário, poderemos chamar a categoria para decidir o que será feito.


DC — Foi uma greve de 16 dias que não resultou em avanços na proposta salarial. A decisão de parar, não foi precipitada, já que o governo havia falado que não negociaria com os professores fora das salas de aula?

Alvete - Dia 18 de julho de 2011 retornamos às aulas, ficamos oito meses trabalhando e tentando negociar, encerramos o ano de 2011 sem ter uma proposta de descompactação da tabela, que era aquilo que o governador assinou como compromisso no pós-greve. Ele assumiu o compromisso de descompactar a tabela a partir de janeiro e não cumpriu. Em de 15 de março, fizemos a assembleia estadual, já tinha sido mais uma oportunidade para apresentar uma nova proposta, mas ele veio com um aceno para dividir a categoria. O secretário (da Educação Eduardo Deschamps) nos disse que era a última proposta, e que se não agradasse, que fôssemos para a greve.


DC — Por que essa greve não teve adesão nem de 50%, sendo que na greve do ano passado o índice chegou a 90%?

Alvete - Muitas greves já aconteceram com percentual de 20, 30, 40, 50%. A maioria das greves foi num nível inferior à do ano passado. A do ano passado foi uma greve inédita. A categoria vinha de 30 meses de um governo que tinha decidido fechar as portas para a conversação. Tínhamos a lei do piso, fomos para a luta com uma questão de direito forte. Não é porque o professor ficou na escola que ele está satisfeito. É só ir para as escolas e ver o quanto ele está triste, revoltado e indignado.


DC — O professor volta para a sala sem avanços na proposta salarial. Ele teve outro ganho?

Alvete - Agora voltamos para a mesa de negociação. Foram propostos sete encontros até 30 de maio, para trabalhar a descompactação e melhorar a carreira. O governo sabe que essa greve significa que a tabela salarial precisa ser melhorada.


DC — A senhora foi criticada. A principal crítica é no sentido de ter uma posição mais incisiva?

Alvete — A gente nunca deixou de ter uma posição incisiva. Isso pode ser crítica de algumas pessoas isoladamente. De quem não compreende o que significa mesa de negociação. Negociar não significa você bater, xingar ou desrespeitar.


DC — Também ficou claro um desentendimento entre base e líderes do sindicato. O sindicato está representando a categoria?

Alvete – Com certeza. Diferenças existem. A direção do Sinte é representada por proporcionalidades, e isso faz parte. A gente tem que defender as políticas educacionais e o direito dos nossos trabalhadores.


DIÁRIO CATARINENSE



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08 mai16:52

Greve dos professores estaduais é suspensa em assembleia

A greve dos professores da rede estadual de ensino é suspensa em assembleia neste terça-feira, em Florianópolis. Em votação, a maioria dos trabalhores votou pelo fim da paralisação, que durava 16 dias. Ao final do encontro, será feito um ato nas ruas do Centro.

Com o fim da paralisação, o comando de greve espera retomar as conversas com o governo. O secretário da Educação, Eduardo Deschamps, afirmou que se a categoria permanecesse parada não haveria negociações salariais.

— Na última greve sentamos para conversar e a greve estendeu por 62 dias. Desta vez, durante as negociações alertamos que caso eles entrassem em greve, não negociaríamos.

Enquanto o Sinte estima que pelo menos 30% dos professores estavam parados, a Secretaria de Estado da Educação afirma que existe apenas 1% de adesão.


Reivindicações da categoria

Uma das reivindicações da categoria é o reajuste do piso em 22,22% de forma igual. De acordo com o Sinte, o governo deu o aumento total somente para parte dos professores, principalmente em início de carreira. E isso dividido em cinco parcelas até 2013.

Atualmente, a rede pública estadual de ensino conta com 65,8 mil professores, dos quais 22 mil são efetivos na ativa, 19,8 mil ACTs e 24 mil aposentados, distribuídos em 1.112 unidades escolares. O número de alunos é de 640 mil.


DIÁRIO CATARINENSE



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